A Infraero terá uma difícil questão financeira para administrar no ano de 2013, pois em decorrência da privatização de aeroportos em Guarulhos, Campinas e Brasília a empresa terá uma diminuição em suas receitas no valor de R$700 milhões no próximo ano.

Essa perda poderá significar, ainda, um prejuízo operacional de 120 milhões de reais para a empresa de aviação e pode aumentar já que mais dois aeroportos comandados pela Infraero – Confins e Galeão – também passarão a ser explorados pelo setor privado.

Apesar desta situação, a Infraero está confiante principalmente pela criação de uma subsidiária pelo governo federal – a Infraero Serviços – que terá 49% de participação em todos os aeroportos privatizados além de firmar parceria com operadora internacional do setor.

Deste modo, é esperado que a Infraero volte a ter lucros em cerca de 5 anos com a obtenção de lucros vindos dos aeroportos privatizados.

No entanto, até chegar neste momento a empresa que controla o setor aeroportuário público irá conter gastos e buscar novos recursos como os vindos do Fundo Nacional de Aviação Civil.

Por Ana Camila Neves Morais


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A descoberta da morte de animais no Paraná em 2010 pelo agente causador da vaca louca gerou uma rejeição mundial à carne bovina vinda do Brasil.

Por isso, representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Brasil foram nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, na OMC (Organização Mundial do Comércio) em Genebra para informar as ações que estão sendo tomadas com relação a esta situação com o objetivo de impedir que novos países embarguem o comércio deste tipo de alimento brasileiro.

Segundo o Ministério da Agricultura, foram tomadas todas as medidas para impedir a proliferação e que os padrões sanitários utilizados no Brasil seguem as práticas mundiais.

Esta reunião demonstra que os embargos tem natureza muito mais comercial visto que a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) após o ocorrido manteve a classificação do país como “insignificante” para a vaca louca.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro de 2012, a Agência Moody´s mudou a classificação de risco da dívida da Petrobrás.

Agora a empresa estatal teve seu endividamento transferido de estável para negativo em decorrência do crescimento da dívida da empresa além da incerteza sobre o seu fluxo de caixa e capacidade de cumprir os prazos e volumes de produção do petróleo.

A agência Moody´s não é a primeira a se preocupar com o montante de dívidas da empresa, pois o seu conselho de administração também está apreensivo com esta situação.

Sobre esta questão a relação da dívida da Petrobrás sobre o Ebitda (geração de caixa) está em 2,6 vezes e pode chegar em 2013 a 3 vezes sendo que o valor padrão exigido pelas agências de classificação de risco é de 2,5 vezes.

Com isso, se a Petrobrás perder o seu grau de investimento poderá perder capacidade para negociar de forma atrativa com o crédito externo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, a Petrobrás anunciou que irá reduzir os seus custos em R$32 bilhões até o ano de 2016 que equivalerá a cerca de 19% do total de custos gerenciados pela empresa estatal.

As áreas da empresa que farão parte do programa de custos serão de Gás e Energia, logística da Transpetro, Produção e Abastecimento.

Este anúncio foi feito após a empresa registrar um prejuízo no segundo trimestre de 2012 no valor de 1,34 bilhões de reais que foi a primeira perda de recursos da empresa nos últimos treze anos.

Deste modo, o valor a ser economizado será correspondente à necessidade da Petrobrás de obter novos recursos de 16 bilhões de dólares em um ano ou de 33 bilhões em três anos.

Para garantir o sucesso da redução de custos, a empresa informou que todas as ações deste programa serão monitorados com periodicidade mensal e serão avaliados pelo conselho de administração a cada três meses.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A busca pela beleza está se tornando cada vez mais constante e uma das formas de se manter belo (a) está nos cabelos tratados com bons xampus.

No entanto, a Avon iniciou o recolhimento de xampus da linha Avon Care Hidratante.

Segundo a empresa, durante os testes microbiológicos para avaliação da qualidade dos produtos foram identificadas bactérias neste xampu com risco à saúde humana.

As embalagens contaminadas pertencem ao lote LP3182 com fabricação em de 13 de novembro de 2012 e validade até novembro de 2015.

Já foram recolhidas cerca de 300 unidades de um total de 500 contaminadas, sendo que aqueles consumidores que possuírem um destes produtos devem interromper o seu uso e devolver o produto para o descarte.

Por Ana Camila Neves Morais


Integrante do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e sua grande referência, o Brasil ambiciona ampliar as atividades do bloco, juntamente a Argentina e demais nações, no comércio mundial. Contudo, Robson Braga de Andrade, novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), tem enxergado alguns problemas em relação ao grupo.

Em sua visão, o Mercosul não está trabalhando como bloco e isso deprecia os negócios das companhias brasileiras não só com as nações europeias, mas também com outros mercados. Para ele, outros países têm conseguido estabelecer e avançar no concernente a acordos bilaterais, diferentemente do caso tupiniquim.

De acordo com o portal de Economia UOL, Andrade ressalta que os acordos comerciais brasileiros para além do bloco foram estabelecidos com mercados de baixo fluxo comercial, entre os quais Índia e Israel. Para ele, é necessário conferir maior liberdade para a atuação empresarial ao invés de aguardar a estrada política para o estabelecimento de negócios.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Especialistas acreditam que para o Brasil sanar suas principais deficiências no campo das tecnologias de comunicação e informação (TICs) maiores investimentos precisam ser adotados. Porém, despesas majoradas e riscos econômicos abrasadores foram os principais obstáculos salientados pelas empresas do país para a inovação no setor, assim como a ausência da mão de obra qualificada.

Para o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) por meio da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), problemas relacionados a custos elevados são indicados por 73,2% das companhias, a temeridades econômicas demasiadas por 65,9% delas e a falta de profissionais qualificados para 57,8%.

Segundo Fernanda Vilhena, gerente do estudo, os apontamentos figuraram tanto em serviços como na indústria. Esse assinalador já abrolhava em pesquisas anteriores, mas no levantamento mais recente, em especial, os percentuais ilustraram avanço, demonstrando, deste modo, a importância maior desse elemento como percalço.

No sentido inverso, de acordo com Fernanda em reportagem apregoada pelo portal de Economia Terra, os índices atinentes à carência de fontes de financiamento apareceram em menor nível, embora alguns endossem que esse componente seja um dos principais entraves.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países desenvolvidos têm enfrentado dificuldades para lidar com o atual momento econômico mundial. As nações emergentes, na contramão, mostram maior eficiência em alguns conjuntos de análise, denotando, portanto, preocupação de superaquecimento e perda de competitividade no âmbito externo.

Avaliação emitida na quarta-feira passada, 6 de outubro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o bloco latinoamericano precisa assumir mais medidas para enfrentar o aumento dos ingressos de dólar. No mesmo relatório divulgado pelo órgão, a estimativa de crescimento brasileiro voltou a subir, desta vez para 7,5%, similar ao diagnosticado por outras autoridades do Brasil.

O FMI pondera que os recentes controles de capital ostentados em muitas nações da América Latina podem ter contribuído para modificar a composição, porém não o volume dos dólares ingressantes na economia. De acordo com a agência de notícias Reuters, a possível utilização desses domínios deve ser lidado por meio de outras medidas, tais como a ininterrupção da flexibilidade cambial para desencorajar fluxos especulativos, monitoração do setor de finanças e a solidificação fiscal.

A América Latina, na visão do FMI, deverá crescer 5,7% em 2010 e outros 4% em 2011, com destaque ao Brasil e a Argentina, o segundo, que deverá também apresentar avanço de 7,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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