IGP-DI, que se refere à inflação de preços, teve um aumento de 0,40% em agosto. Alta do dólar teve grande influência nesse resultado, já que deixa os produtos bem mais caros.

O IGP-DI obteve aumento de 0,40% no mês passado, informa a agência de notícias “Reuters”, segundo dados obtidos pela FGV. O IGP-DI se refere à inflação de preços, o índice é mensurado pela FGV.

Uma reportagem publicada pelo portal do jornal “O Estado de Minas” aponta que o aumento do dólar deixa importados mais caros, incluindo itens como remédios e também alimentos. Vinhos e chocolates importados, por exemplo, sofreram com a alta dos preços.

De acordo com a reportagem, o dólar obteve valorização de 71,87% nos últimos meses. Em entrevista ao site, Luiz Eugênio, dono da empresa AA Wine Experience – especializada em vinhos importados – afirma que um dos vinhos chilenos mais requisitados na loja custava em torno de R$ 60 no final de 2014 e hoje chega a cerca de R$ 80.

Ele destaca que não há outra alternativa para as importadoras a não ser subir os preços, em meio a esse contexto de alta do dólar. Eugênio ainda destaca que a consequência principal, por parte do consumidor, é recorrer aos produtos com preços mais baratos.

Neste caso, a reportagem cita que os vinhos produzidos no Brasil conseguem, de fato, manter melhores valores de compras. De certa forma, isso ocorre, pois os vinhos nacionais – ao contrário dos importados – não são atingidos pelos impactos relacionados à alta dos preços da moeda norte-americana.

Comparar preços:

A dona de casa Lucia Silva Veloso, 40, afirma que teve de fazer alguns ajustes para economizar com a lista de compras semanais, tudo isso com base na comparação de preços. Ela conta que passou a comprar produtos de marcas menos conhecidas, mas com valores bem menores do que os praticados pelas empresas mais populares.

“Eu costumo listar todos os produtos indispensáveis para as compras e comparo os preços. Por exemplo, costumava comprar café solúvel de uma marca conhecida e notei que uma outra opção estava bem mais barata, tipo R$ 3 de diferença, era uma boa alternativa para economizar. No final das contas, eu achei que a qualidade do produto mais barato não deixou a desejar”, afirma.

Por Letícia Veloso

IGP-DI


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério de Defesa divulgou nesta semana que fechou contrato com a Colômbia para a aquisição de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio no valor total de 8 milhões de dólares

O objetivo deste material é a sua utilização em operações policiais nos rios da região amazônica efetuadas pelo Exército e pela Marinha.

As lanchas serão fabricadas pela Cotecmar (Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial) na Colômbia e tem a sua entrega prevista para abril de 2014.

Esta negociação representa um marco importante, pois é a primeira vez que o Brasil realiza negócios deste tipo com a Colômbia e oferece, com isso, sinais para o surgimento de uma indústria de base naval nos países da América do Sul.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


O Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apresentou os dados referentes ao mês de novembro do Índice de Preços ao Consumidor que apresentou um aumento de 0,68%.

Este valor obtido representa uma redução ante o crescimento de 0,80% de outubro alcançado por este mesmo índice econômico.

Ao estratificar este valor, os produtos com maiores altas foram os de vestuário (aumento de 2,22%) e de despesas pessoais (crescimento de 1,64%).

O ramo da economia que teve uma elevação menor no IPC de novembro foram os alimentos com 0,89% a mais do que em outubro mantendo a tendência no mercado de desaceleração neste setor em virtude de problemas causados nas plantações no país e no exterior.

Por Ana Camila Neves Morais


No Natal e final de ano é comum a reunião de famílias e amigos com mesas cheias de pratos saborosos.

Mas, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a cesta de Natal em 2012 ficou mais cara para os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa, os alimentos para esta época tiveram um aumento médio de 18,6% em relação ao ano de 2011 como lombo, arroz e bacalhau.

Apesar deste grande aumento outros produtos como azeite e vinho apresentaram um aumento de aproximadamente 3% em seus valores enquanto que o pernil suíno apresentou redução de 1,26% em seus valores comerciais.

De acordo com analistas da FGV estes aumentos ocorreram, principalmente, em alimentos in natura devido às alterações climáticas que dificultaram as colheitas em todo o país.

Por isso, a grande dica para fazer a ceia deste Natal é pesquisar e trocar marcas famosas pelas mais comuns e baratas.

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


As privatizações em bancos são muito normais e em médio prazo mais uma instituição bancária deve se tornar privada.

Estamos falando do Royal Bank of Scotland o qual, segundo informação veiculada no jornal New York Times, irá demorar cerca de 10 anos para ser totalmente privado.

Atualmente, este banco tem uma participação do governo britânico o qual injetou no RBS em 2008 aproximadamente 45,5 bilhões de libras esterlinas e possui na atualidade 82% do comando do banco.

Mas, segundo fontes ligadas ao banco, a dívida com o governo inglês deve ser paga pelo banco até o fim de 2014 e, depois disso, os executivos do Royal Bank of Scotland acreditam que a instituição poderá voltar a ser totalmente privado com ofertas ao longo de 10 anos com valores de 10 bilhões de libras esterlinas cada uma.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma venda milionária foi realizada no ramo bancário e a negociação desta vez foi feita entre o conglomerado tailandês Dhanin Chearavanont e o banco HSBC.

A transação teve um valor final de 9,4 bilhões de dólares para a compra pelo CP Group da participação em 15,6% de uma fatia da seguradora chinesa Ping An Insurance sob o domínio da instituição bancária.

Esta ação consiste em parte da estratégia de mercado do HSBC em vender ativos da empresa que são considerados não essenciais e o grupo tailandês efetivou a compra por meio de empréstimo do Banco de Desenvolvimento da China.

Por Ana Camila Neves Morais


O ramo de carne suína viveu diversas fases durante o ano de 2012, pois no início do ano teve uma série de problemas com os embargos feitos pela Rússia e Argentina além da redução dos preços pelo aumento da oferta deste produto no mercado nacional.

Na segunda parte do ano, o problema foram os custos elevados na criação com a alta de produtos para a alimentação dos animais.

Apesar de todas estas contrariedades, a suinocultura irá encerrar o ano de 2012 bem. Segundo a Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) foram inseridas exportações para Hong Kong e Ucrânia além do aumento do comércio para a China.

Assim, a produção de carne suína no Brasil irá encerrar o ano de 2012 com 3,5 milhões de toneladas e para o ano de 2013 é esperado um aumento no mercado com a inserção do Japão entre os países que compram a carne dos porcos nacionais.

Por Ana Camila Neves Morais


A Portugal Parpública, agência estatal em processo de privatização, recebeu quatro propostas para a operadora de aeroportos ANA.

Esta demanda surgiu depois que um dos ofertantes iniciais saiu da disputa nesse processo que pode render para o governo português cerca de 2,5 bilhões de euros para diminuir a dívida da empresa para realizar um resgate de 78 bilhões de euros.

As propostas feitas foram divulgadas nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, e consistem na operadora de aeroportos da Suíça Flughafen Zurich, a alemã Fraport, o grupo argentino Corporacion América e a empresa de construção francesa Vinci.

Com a definição dos participantes, espera-se que as ofertas sejam feitas com valores superiores a 2,5 bilhões de euros para o controle da rede de aeroportos que cobre as cidades do sul de Portugal além de Lisboa e Porto.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os países que utilizam o euro como moeda pode ter o seu número aumentando em alguns anos, pois o governo da Polônia deu indícios nesta última semana de que o país pode adotar o euro a partir do ano de 2016.

 Esta decisão da Polônia se deve, principalmente, a um temor de o país ficar fora do núcleo da Europa formado pelos países com esta moeda comum e, para o governo local, quanto mais tempo esta entrada demorar os critérios ficarão mais severos com a melhoria da crise econômica na zona do euro.

A Polônia é o único país da União Européia que não aderiu ao euro e com isso ficou de fora da recessão vivenciada pelos outros países e aliado a isso outros fatores dificultam a sua entrada na zona do euro como a baixa aprovação da população polonesa para esta medida e a alta taxa de exportações.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) realizou leilão A-5 para fontes renováveis de energia.

O leilão A-5 realizou a venda de energia para distribuidoras a partir do ano 2017 e nesta transação ocorreu o recuo do valor deste tipo de fonte energética para R$98 por megawatt/hora enquanto a energia para hidrelétricas ficou em 112 reis por megawatt/hora.

No leilão estavam presentes usinas termoelétricas a biomassa, de gás natural e eólicas. A diferença entre as energias oferecidas consistem no fato de que enquanto as fontes renováveis – como biomassa, gás e eólica – realiza a venda com base na disponibilidade do produto nos próximos 20 anos, as fontes para usinas hidrelétricas são vendidas com base na quantidade do produto para os próximos 30 anos.

O leilão teve como saldo a habilitação de projetos com 14.181 megawatts dos quais 11.879 foram de usinas eólicas, 988 foram de hidrelétricas, 368 de usinas a gás natural, 363 de pequenas centrais hidrelétricas e 583 de termelétricas a biomassa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Câmara dos Deputados votou a Medida Provisória 579 referente à redução da tarifa na conta de luz e prorrogação antecipada nas concessões relacionadas ao setor elétrico.

O relatório apresentado sobre a MP e que foi aprovado pela comissão mista não permite novo prazo para as concessionárias de energia elétrica decidirem sobre a sua adesão ao plano do governo, já que o anterior foi encerrado no dia 04 de dezembro de 2012.

Assim, empresas como Cemig, Copel e Cesp que não decidiram sobre a concordância com as novas normas não poderão mudar de opinião.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) informou que não irá alterar a cota conjunta de produção de petróleo.

Com isso, os países que exportam petróleo e seus derivados continuam com o compromisso de produzir, de forma conjunta, 30 milhões de barris diários destes produtos.

Esta decisão ocorreu pela satisfação dos integrantes da Opep com a estabilidade e o valor do barril de petróleo acima de US$110,00.

Segundo o presidente da organização Abdul-Kareem Luaibi Bahedh o mercado do petróleo está estável, mas com um grau de incerteza pela falta de uma visão clara do futuro econômico mundial em virtude da crise na zona do euro.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica enfrentada pelos Estados Unidos continuam tendo reflexos no país, pois foi divulgados nesta semana novos dados sobre a economia norte-americana.

Segundo as informações apresentadas pelo Departamento de Trabalho, os preços de produtos importados tiveram uma queda de 0,9% no mês de novembro que representou a maior queda nos últimos cinco meses divergindo da expectativa dos economistas de uma redução de apenas 0,5%.

Esta situação representa uma diminuição nos preços de alimentos e combustíveis com um controle da inflação no país mas a manutenção de uma economia fraca.

Com este resultado, o Banco Central dos Estados Unidos (FED) deve manter a política monetária de afrouxamento para buscar uma maior recuperação da economia norte-americana.

Fonte: Reuters


O Banco Mundial apresentou nesta quinta-feira, dia 29 de novembro de 2012, indicadores sobre os preços dos alimentos em todo o mundo.

Segundo dados desta organização disponíveis no relatório 'Observador de Preços de Alimentos”, os preços dos alimentos se estabilizaram no mundo com a ausência de políticas como a restrição da oferta de alimentos.

Mas, apesar disto, o Banco Mundial informou que os alimentos estão 7% mais caros do que em 2011. E os alimentos com maiores altas foram os grãos com uma elevação de 12% em seus valores de comércio ocasionada por secas e inundações ocorridas em todo o mundo nas plantações deste tipo de alimento.

Esta situação pode fazer surgir uma nova norma de alimentos mais caros que podem ocasionar mais fome e desnutrição nos locais mais pobres do planeta.

Para evitar isso, o Banco Mundial orienta medidas como o fortalecimento das redes de segurança alimentar, incorporação da nutrição na ajuda aos mais pobres além de políticas mais seguras para acabar com a fome no mundo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Gol (empresa especializada no ramo de aviação civil) divulgou recentemente seus dados financeiros do terceiro trimestre mostrando uma queda de 40% em seu prejuízo líquido que correspondia no mês de setembro de 2012 a R$309,4 milhões.

Este prejuízo foi menor do que o do ano passado que passou dos R$500 milhões e foi ocasionado pela redução acentuada de 98,7% nas perdas da empresas em decorrência das variações de câmbio que representaram R$6,3 milhões de reais, sendo que neste mesmo período em 2011 as perdas da Gol ocasionadas pelas oscilações do câmbio somavam R$ 476,4 milhões.

Além disso, a Gol teve um aumento da receita líquida de 7,8% e um aumento de 14% nos custos operacionais cujo principal componente foi o combustível que ficou 27,5% mais caro do que no ano anterior.

Outro dado que justifica a manutenção das perdas financeiras da empresa está no indicador Editdar (lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e aluguel de aeronaves) o qual diminuiu em 22,6% e a margem de lucro da Gol também recuou para 4,8% em comparação com uma margem de 6,7% no ano de 2011.

Apesar destas questões, a Gol prevê uma taxa de crescimento em 2012 de 6% a 9% e a manutenção de uma margem de gastos operacionais negativa com a tendência de manter as perdas mas com valores menores do que os divulgados até o momento.

Por Ana Camila Neves Morais


As cotações para o produto mais cobiçado das últimas décadas foi uma das mais altas no ano em Nova York. O barril de petróleo para entrega avançou um valor equivalente a 93 centavos no mês de março e agora apresenta valores em uma escala crescente e desde maio de 2011.

Como já é conhecida, a situação da Grécia não é das melhores e isso vem influenciando economias no mundo todo, inclusive a brasileira. Porém, nesses últimos meses, uma onda de otimismo se abateu sobre as altas do próprio petróleo. Quem diria.

Aconteceram recentemente, alguns investimentos para que um impulso pela recuperação dos investidores fosse alcançado. Tudo indica que, aparentemente, uma solução para a crise grega está bem próxima de acontecer e a probabilidade é grande, já que nesta segunda-feira (20/02) um dos ministros de Finanças da Zona Euro permitirá o então desbloqueio para um segundo plano de resgate para a Grécia.

Os governos alemães e italianos também estão esperançosos para que um acordo seja fechado em breve. Assim, a economia de muitos lugares poderá ganhar a estabilidade tão desejada. A Grécia que o diga.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


Após a decisão da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em aumentar a produção de petróleo para até 30 milhões de barris por dia, o preço do produto despencou 5,18% para as entregas em janeiro (dados para o Petróleo Intermediário do Texas ou WTI).

Essa decisão representou a primeira elevação na produção em cerca de três anos, já que desde o início da crise econômica mundial em 2008, a entidade não modificava o volume de petróleo produzido diariamente.

A medida envolve também o Iraque e a Líbia, muito embora este último ainda necessite regularizar sua produção, que apresentou uma queda brusca durante a queda civil que culminou com a morte do ditador Muammar Kadafi. 

Essa redução dos preços não deve impactar, a princípio, no custo dos insumos para o consumidor (gasolina e derivados de petróleo), já que as variações são constantes, e eventualmente podemos ter um aumento em função de variações no volume produzido por outros países, como Rússia e Venezuela, por exemplo.

De qualquer modo isso pode representar um alento para as combalidas economias europeias e também para os Estados Unidos, que sofrem com uma prolongada crise e necessitam de formas para gerar receita e economizar recursos.

Por Luiz Moreira


Tanto se tem comentado sobre a desvalorização do dólar ante o real, mas poucas são as entidades capazes de mensurar, com exatidão, os efeitos mais recentes. Exceção – existem outras, claro – é a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que neste início de semana revelou queda em 12%, no acumulado dos últimos 12 meses, em alguns produtos eletrônicos.

A queda da moeda norte-americana não tem sido o único ponto de análise. O rápido avanço tecnológico, em que novas mercadorias são inseridas no mercado num prazo menor de tempo, e o aumento da concorrência também atenuaram, de acordo com a FGV, sobre o arrefecimento nos preços.

Os bens que tiveram seus preços mais decrescentes foram os videogames, em 9,67% desde o início de 2010, e a televisão, 8,23%. Outro produto intensamente consumido, o celular, teve baque de 5,19%.

Outros produtos, de acordo com a Band Online, não sofreram tanta queda, como é o caso de aparelhos de DVD, de 1,99%, computadores e periféricos, de 2,66%, e aparelhos de som, 3,97%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após a alta de 1,12% constatada em setembro, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) voltou a subir em outubro, desta vez em 1,15%. Segundo informações exprimidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), as futuras leituras, estritamente a partir do mês que vem, deverão ficar abaixo de 1%.

Para Salomão Quadros, economista da entidade, a pretendida desaceleração de novembro em diante já seria considerada razoável. No mês atual, o preço do feijão foi o maior algoz, pois apresentou ascensão de 43,03%, bem diferente do arrefecimento diagnosticado no mês passado, de 7,71%. A mercadoria, por si só, foi responsável por uma fatia de 0,38% da alta no atacado, que chegou a 0,28%.

Quadros pondera que uma avaria na terceira safra de feijão na Bahia obrigou o país a importar o produto da China. Mesmo assim, de acordo com a agência de notícias Reuters, acredita que em toda situação em que existe forte alta, uma desaceleração é igualmente predominante. No acumulado e nos últimos 12 meses o IGP-10 aglomera elevação de 8,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os preços aos consumidores brasileiros crescem dum lado, mas cedem d’outro. Neste inicio de semana, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou aumento na inflação em São Paulo, inclusive além do aguardado para setembro, principalmente em virtude das pressões sobre os preços de vestuário e alimento.

A alta de 0,53% em comparação aos 0,15% do mês de agosto, dentro do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), ficou superior aos 0,45% estimado pelos analistas consultados pela agência de notícias Reuters. As despesas do conjunto de Alimentação avançaram 1,57% no mês passado ante baque de 0,15% em agosto. Em contrapartida, o grupo de Vestuário ascendeu 0,54% depois da alta de 0,24% conjeturada anteriormente.

Os preços praticados na Habitação também cresceram, dos atuais 0,34% ante 0,27% do mês antepassado. Os custos de Despesas Pessoais avançaram, dos novos 0,19% em setembro sobre os 0,08% de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão empregatícia deverá seguir a mesma tendência no segundo bimestre, embora em menor volume, como aquela que ocorreu nos seis primeiros meses de 2010. A alta registrada no salário médio da população também tem crescido, porém, Carlos Hamilton de Araújo, diretor de política econômica do Banco Central, asseverou que elevações abrasadoras de remunerações podem implicar riscos de aumento nos preços.

Segundo Araújo, é importante que os reajustem aconteçam no mesmo patamar dos ganhos de produtividade. Mesmo com essa advertência, deixou de afirmar se esse fato já se configura na atualidade e disse que o BC não possui medidas para balizar os rendimentos produtivos.

Embora tenha indicado essa possibilidade, ponderou ser importante o aumento salarial para a economia do país e para o bem-estar de cada cidadão. Em reportagem veiculada pelo Estadão, sopesou que existe risco de alta inflacionária no curto prazo, sobretudo se relacionados os preços dos alimentos.

O diretor avaliou que a respeito de haver inúmeras dúvidas nos cenários doméstico e externo, o ambiente do Banco Central é de compatibilização da inflação para o índice capital da meta. Caso não haja convergência, alega que a política monetária precisa agir para assegurar o objetivo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial já apresenta melhorias em várias partes do mundo, tanto que alguns países têm conquistado a simpatia de empresários e investidores, como é o caso do Brasil, que ora é designado “emergente”, ora “em desenvolvimento”. Algumas empresas, inclusive, já começaram a projetar dados para o ano que vem, tais como a Samsung, que prevê boa expansão nas vendas de televisores de tela plana.

Alheia ao campo de domínio da fabricante de TVs, a Caterpillar, considerada a maior na área de equipamentos de mineração e construção do globo, decidiu nesta semana que aumentará seus preços mundiais em até 2% em 2011, com previsão de implementação em janeiro próximo.

Em artigo veiculado pelo Estadão, a Caterpillar anunciou que o reajuste de alguns produtos em dados locais será entre 2% e 6%. Em comunicado, a empresa pondera que a mudança dos preços é consequência das atuais condições enfrentadas pela indústria e do estado geral da economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quem precisou alugar um imóvel em São Paulo em Agosto, gerando um contrato novo de locação, teve que fechá-lo com um aumento em média de 1,3% se comparado com o mês de Julho. Foi este o aumento dos valores de contratos novos registrados em São Paulo no mês passado conforme divulgado pelo SECOVI-SP (Sindicato da Habitação) no último dia 20 de Setembro representando o segundo maior índice de aumento mensal do ano, ficando atrás apenas do índice do mês de Abril, que teve um aumento de 1,7%.

Em grande parte, segundo os diretores do SECOVI-SP, este aumento deveu-se a pouca oferta de imóveis para locação aliada a uma alta da procura no período, o que fez com que os valores cobrados subissem apertando ainda mais quem necessitou alugar um imóvel. Ainda mais se for levado em consideração que para os contratos já em vigor o IGP-M, índice geral de preços – mercado, que calcula o valor dos reajustes também vem apresentando aceleração nos últimos meses, assim como já apresentou alta na primeira prévia do mês de Setembro. Resumindo: está caro tanto contratar um novo aluguel, quanto pagar os reajustes daqueles contratos já assinados há um ano.

No acumulado dos aumentos nos últimos doze meses a alta dos valores dos contratos novos na capital paulista fechou em 11,4%. O IGP-M no mesmo período subiu 5,79%, valores acima da meta oficial do governo para a inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


A economia do país conseguiu frutos rentabilíssimos no princípio deste ano, impulsionada por várias medidas do governo federal e do otimismo dos cidadãos tupiniquins e dos empresários. No primeiro trimestre, por exemplo, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atingiu o índice de 2,7% em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% no confronto anual.

Assim como os demais setores de atividade econômica que almejavam exportar mais do que importar, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) também acreditava nisso, contudo, não foi exatamente o acontecido. Segundo dados obtidos pela entidade, houve aumento em 52,6% no volume importado de equipamentos do segmento no mês passado em comparação ao período similar de 2009, o maior nível mensal das últimas sete décadas.

Por causa dessa constatação, Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, pretende apresentar uma proposta ao governo para aumentar o percentual do Imposto de Importação (II), dos atuais 14% para 35%, às máquinas e equipamentos estrangeiros semelhantes aos de produção nacional.

Para Aubert Neto, de acordo com o portal de notícias G1, a indústria brasileira do setor perde em competitividade, pois as taxas de câmbio e tributos oferecidos às outras nações são mais rentáveis em detrimento às empresas brasileiras. Aos que pensam num pedido fora de cogitação, o presidente da entidade diz que o percentual de 35% está dentro das normas cerceadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Devido a ocorrência de incêndios nas lavouras de trigo da Rússia, os preços de pães e massas, produtos feitos com a farinha, podem sofrer uma elevação de até 20%. Os estragos na safra russa levaram o preço do produto a inflacionar no mundo todo.

De acordo com o analista da Companhia Nacional de Abastecimento, o Brasil tem um estoque grande do trigo. Mas, segundo o Sindicato da Indústria do Trigo, o produto armazenado no país não é suficiente para atender a demanda, além de grande parte do que foi importado não ser de boa qualidade.

O Brasil produz menos da metade do trigo que consome, sendo um dos países do mundo que mais importam o produto.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços


Os preços do leite nos supermercados estão apresentando queda. Isto por causa do aumento das importações do produto, o que vem preocupando os produtores nacionais, especialmente neste período de entressafra, onde a oferta diminui.

Neste ano, a importação do leite aumentou em sessenta por cento em relação ao ano de 2009, representando um valor total de quatro milhões de reais investidos na sua aquisição. O principal local de importação é o Uruguai, por causa de um acordo feito em troca do mercado de aves.

Os maiores produtores de leite do país, que são os Estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, elaboraram um documento destinado ao Ministério da Agricultura, relatando os prejuízos obtidos e solicitando incentivos. Juntos, estes Estados respondem por sessenta e oito por cento da produção nacional.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Tô Sabendo


A primeira semana de Agosto, conforme o IPC (índice de preços ao consumidor) apurado pela FIPE (Federação Instituto de Pesquisas Econômicas) mostrou aceleração da alta de preços na cidade de São Paulo, uma das principais cidades do país em termos econômicos e um termômetro da economia brasileira. No período citado a taxa acelerou para 0,20%. 0,03% a mais do que o índice apurado na última semana de Julho e em comparação com igual período do mês de Julho, houve avanço também. Na primeira semana de Julho a taxa havia alcançado 0,10%.

No universo dos sete grupos que compõem este índice, quatro apresentaram aumento entre a última semana de Julho e a primeira de Agosto, sendo que o grupo que apresentou a maior alta foi o grupo vestuário que passou de uma deflação de 0,25% para uma desaceleração de somente 0,04%. Em seguida veio o grupo transportes que teve alta de 0,16% passando de 0,25% para um aumento de 0,41% no índice apurado na primeira semana de Agosto.

Nos grupos que apresentaram uma redução de preços a maior diminuição ocorreu no grupo alimentação, tendência que vem se mantendo, que registrou uma passagem de queda de 0,40% para -0,46% e grupo habitação que passou de 0,37% para 0,36%.

Estes números refletem certa tendência de alta que vem se mantendo nos últimos meses, mas que ainda se encontra dentro de níveis de controle, mesmo estando um pouco acima do centro da meta de inflação determinada pelo governo.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira, 29 de julho, que a previsão de que os preços da gasolina e do botijão de gás não iriam sofrer aumento neste ano de 2010. Além disto, as tarifas de 1,6% para a telefonia fixa, bem como de 1,5% para a eletricidade se mantiveram como estimadas.

A reunião do Copom onde foi registrada ata sobre os assuntos mencionados anteriormente aconteceu no último dia 21 de julho. De qualquer forma o Banco Central demonstrou preocupação quanto aos preços da gasolina e do botijão de gás, em função de uma incerteza sobre o preço internacional do petróleo.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, R7


De acordo com dados publicados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 27 de julho de 2010, os preços relacionados à construção civil diminuíram no mês de julho deste ano em relação ao mês anterior.

O índice medido foi o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que enquanto no mês de junho foi de 1,77%, em julho apresentou-se em 0,62%. A pesquisa foi realizada no período de 21 de junho a 20 de julho de 2010.

Esta diminuição nos preços foi verificada tanto no segmento de materiais de construção, equipamentos e serviços, onde foi registrado um índice de 0,48% frente a 1,02% do mês anterior, quanto nos custos relacionados à mão-de-obra, que passaram de uma aceleração de 2,59% em junho, para apenas 0,77% no mês de julho.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Veja Abril


Uma pesquisa realizada pela revista britânica “The Economist” apontou que o preço do lanche Big Mac, o mais conhecido dos adoradores do McDonald’s é o quarto mais caro do mundo.

A pesquisa foi efetuada com quarenta e quatro países em que o lanche é vendido e o Brasil ficou atrás apenas da Noruega, Suécia e Suíça. O Big Mac americano têm preço menor do que o brasileiro, numa diferença de US$1,18.

De acordo com a pesquisa, o valor justo a ser cobrado pelo sanduíche brasileiro deveria ser o mesmo que o dos EUA, havendo no preço atual uma sobrevalorização do Real. Esta moeda foi a que teve a maior valorização em relação ao dólar no ano passado e só neste ano já teve um aumento de 1%.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, R7


De acordo com estudos efetuados pela Agência Nacional do Petróleo – ANP – o preço do álcool apresentou uma redução de aproximadamente vinte por cento no decorrer do primeiro semestre deste ano.

Com isto, em treze estados do país está sendo mais vantajoso abastecer com o álcool do que com gasolina atualmente.

O cálculo para verificar qual o combustível apresenta melhor vantagem econômica é feito pelos especialistas verificando se o álcool chega a mais ou menos do que setenta por cento do preço da gasolina. Se o valor for acima desta porcentagem, significa que vale mais a pena abastecer com a gasolina do que com o álcool.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Cruzeiro do Sul


De acordo com dados informados nesta sexta-feira, 16 de julho de 2010, pela Fundação Getúlio Vargas, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou uma acentuação da sua deflação na segunda medida do mês de julho deste ano. Isto aconteceu especialmente em função da diminuição dos preços dos produtos do segmento de alimentos, com destaques para o tomate, a batata-inglesa, a cebola, o açúcar refinado e o leite longa vida.

A primeira prévia de julho apresentou uma queda de 0,08%, e já na segunda a taxa passou para 0,13%. Além do setor de alimentos, os setores de vestuário e transporte também apresentaram retração nos preços. Em contrapartida, foram registrados aumentos nos preços dos segmentos de saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação e despesas diversas.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, O Globo





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