Reajuste do novo salário mínimo foi de R$ 57,00, indo para R$ 937,00 em 2017.

Já é quase uma tradição para os brasileiros, quando ao fim do ano é anunciado o valor do salário mínimo do próximo ano. Muitos brasileiros temiam que esse reajuste não fosse feito, em razão da forte crise financeira que o Brasil enfrentou em 2016 e deve continuar enfrentando em 2017. Mas o janeiro valor do novo salário mínimo foi anunciado e a partir do dia 1º de janeiro, ele já é uma realidade.

Trabalhadores de todo o Brasil, que recebem salário mínimo, já estão trabalhando sob o novo valor do salário mínimo brasileiro. O reajuste foi anunciado oficialmente pelo presidente da República Michel Temer, na última semana do ano de 2016 e em seguida o valor foi publicado no “Diário Oficial da União”.

O salário mínimo brasileiro teve um reajuste de 6,5 % que significa em reais o valor de R$57,00. Dessa forma o valor total passa para R$937,00.

O valor anunciado surpreendeu muitos brasileiros, uma vez que no mês de agosto do ano passado, o próprio governo federal havia anunciado a previsão de que o valor do salário mínimo em 2017 seria R$945,80.

Porém, conforme um cálculo utilizado há mais de 20 anos, não foi possível que o reajuste alcançasse esse valor, ficando assim R$8,80 abaixo do anunciado em agosto. Aliás, há muitos anos isso não acontecia, pois, todos os anos passados, o valor do reajuste sempre foi maior que o valor da inflação, exceto no ano de 1997 quando o reajuste também não consegui superar.

O histórico dos salários mínimos brasileiros é bem positivo, pois em um período de 20 anos, os reajustes mantiveram uma crescendo, fazendo com que o salário partisse de R$ 200,00 até o valor atual de R$937,00.

De qualquer modo, embora o reajuste não tenha sido tão alto, ou simplesmente não tenha atingido o valor previsto em agosto, com certeza ele deve ajudar o trabalhador brasileiro, que vem enfrentando desde o ano passado uma forte crise econômica.

Além disso, todos os benefícios do Governo Federal também são reajustados, baseado no aumento do salário mínimo, o que também é um ponto positivo, uma vez que auxilia as pessoas e famílias de baixa renda.

Dessa forma, o salário mínimo vigente no Brasil é de R$937,00.

Por Sirlene Montes


Transação envolverá US$ 3 bilhões e será considerada a maior negociação que será feita com a participação de uma startup de todos os tempos.

Decididamente o mundo dos negócios não é para principiantes, pois a Jet.com, que teria sido criada, inicialmente, para concorrer diretamente com a poderosa Amazon.com no ramo do e-commerce (comércio eletrônico), ao que tudo indica fará parte agora da Walmart, maior rede varejista do planeta, avaliada em cerca de US$ 215.8 bilhões.

A negociação, segundo os principais portais de negócios do mundo, deverá envolver a quantia de US$ 3 bilhões, que a varejista deverá pagar pela Jet.com, acrescida de mais US$ 300 milhões a titulo de ações do site.

Os motivos da compra:

A notícia foi dada no dia 9 de agosto como a maior negociação que será feita com a participação de uma startup (no caso a Jet.com) de todos os tempos.

E segundo a assessoria de imprensa da Walmart, a compra da Jet.com seria uma forma de fortalecer o seu segmento de comércio eletrônico e, de quebra, competir com a gigante do e-commerce, a Amazon.com.

Tudo começou após a Walmart começar a sofrer uma série de críticas sobre o seu segmento de e-commerce, que apresenta valores infinitamente menores que os da Amazon.com (US$ 13,7 bilhões de dólares contra os quase US$ 100 bilhões de dólares da outra), exigindo da varejista uma resposta imediata, que veio por meio de um investimento maciço nesse setor, a partir de várias frentes, como: oferecer frete 50% mais barato que o da Amazon, contratação constante de novos empregados, a abertura de vários pontos distribuidores de produtos especialmente comercializados eletronicamente; além da compra de várias empresas nesse segmento.

Os bastidores da negociação:

No entanto, o que mais chama a atenção nesse tipo de negociação é o caráter singular com que ela vem se desenrolando ao longo do tempo, pois, curiosamente, a Jet.com vinha mantendo uma política agressiva, que envolvia descontos em qualquer dos seus produtos (bastando apenas que o consumidor se comprometesse com uma taxa de adesão de não mais que US$ 50 dólares, uma única vez).

Garantia da venda dos seus produtos por um valor sempre entre 5% e 6% menor que o das suas concorrentes (leia-se Amazon.com); além de mais descontos em qualquer produto que fosse despachado para um local nos arredores da empresa.

No entanto, após uma série de investimentos, e negociações controversas, como a venda de alguns sites de sua propriedade para a própria Amazon.com (como a Diapers, por exemplo), a Jet.com anuncia o encerramento das suas atividades, e a sua venda para a gigante varejista Walmart.

Um verdadeiro jogo de xadrez, segundo alguns entendidos, e que promete novos e emocionantes capítulos para o futuro, em se tratando de uma disputa entre as duas maiores representantes do comércio varejista do planeta (o físico e o virtual) Walmart e Amazon.com, respectivamente.

Por Vivaldo Pereira da Silva

Jet


O rendimento dos trabalhadores brasileiros em 2015 foi de R$ 1.944. Uma pequena queda em relação a 2014, que foi de R$ 1.947, porém significativa.

Um fato aceito por todos é que o Brasil passa por um difícil momento econômico. Com isso, muitas consequências negativas vão surgindo e o grande prejudicado é o povo brasileiro. Um grande exemplo disso é a já registrada diminuição na oferta, bem como na qualidade do emprego em 2015. O resultado disso foi o aumento do número de brasileiros que trabalham por conta própria, ou seja, de forma informal. Em 2014 esse número era de 21,3 milhões, sendo que o mesmo passou a ser de 22,2 milhões em 2015.

É importante destacar que os números citados no início deste artigo são referentes a dados da Pnad Contínua, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Tais números foram divulgados na última terça-feira, 15 de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. A pesquisa em si contou com a participação de 211.344 domicílios espalhados por cerca de 3.500 cidades de todo o país.

Uma consequência direta do aumento do número de pessoas trabalhando de forma informal é justamente a queda na renda. Segundo destaca Cimar Azevedo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, a migração foi registrada tanto nos empregos de carteira assinada como aqueles que não possuíam tal benefício. Além disso, ele também destaca que os destinos dessa imigração de empregos são postos com qualidade de emprego inferior aquele com carteira assinada e também com renda mais baixa.

A grande preocupação em torno desse acontecimento é, sem sombra de dúvidas, a queda na renda. O rendimento dos trabalhadores brasileiros em 2015 foi de R$ 1.944, levando em consideração os descontos causados pelo efeito da inflação. Apesar de a mudança ter sido pequena em relação a 2014, que registrou R$ 1.947, ainda sim este é um grande impacto, segundo Cimar Azevedo. O coordenador destaca que esse impacto é significativo, haja vista o trabalho informal não oferecer as mesmas garantias e benefícios que o já tradicional emprego com carteira assinada.

A migração para os postos informais não é a única preocupação do coordenador do IBGE. Outro fator que pode colaborar com péssimos resultados para 2016 é o atual momento do mercado de emprego em relação às pessoas que já se encontravam no desemprego. Com um mercado saturado, essas pessoas não conseguem emprego e acabam colaborando para o aumento do número de desocupados.

Por Bruno Henrique

Rendimentos


Dólar disparou e Bolsa de Valores caiu com a possibilidade de Lula ser nomeado ministro no governo de Dilma Rousseff.

Nos últimos dias um verdadeiro vendaval passou por Brasília, no Governo de Dilma Rousseff, graças à delação de Delcídio do Amaral, os protestos contra o governo, a possível prisão do ex-presidente Lula, além da crise econômica já sabida por todos. Para tentar amenizar os problemas e evitar a prisão de Lula, Dilma deve nomear nos próximas dias o ex-presidente como Ministro de seu governo, o que gerou uma péssima recepção do mercado econômico.

O dólar disparou na terça-feira, 15, com a notícia da possível nomeação de Lula a um Ministério, o que barraria as investigações da Lava Jato, comandadas por Sergio Moro, que pode até mesmo declarar prisão preventiva a Lula nos próximos dias, exatamente pelas investigações em que Lula está envolvido, no caso do Tríplex, graças ao foro privilegiado.

O dólar que já vinha em queda, acabou tentando alta recorde para os últimos meses. Em Março, principalmente após os primeiros dias, quando Lula foi interrogado pela Polícia Federal, a moeda norte-americana sofreu com uma desvalorização de 6,01%, o que acabou caindo por terra nesta terça-feira.

A moeda teve alta de 3,03% em relação ao real, fechando com o preço de R$ 3,7600 no caso de compra e R$ 3,7630 nos casos de venda de dólar. A moeda oscilou durante o dia com alguns períodos de baixa e outros de alta, e nem mesmo a notícia da delação de Delcídio, que revelou que Aloizio Mercadante tentou barrar sua delação com ajuda política e financeira, bem como sua declaração, de que Dilma teria escolhido Lula para barrar a Lava Jato, foram capazes de conter a alta do dólar. Desde 13 de Outubro do ano passado, o dólar não sofria uma valorização tão grande em relação ao real, quando bateu uma alta de 3,58%.

Bem como o dólar, o Banco Central sofreu uma grande desvalorização com a possível nomeação de Lula, apenas na terça-feira, a perca foi estimada em 13,5 bilhões de reais em relação ao seu valor de mercado. O Ibovespa também sofreu com quedas, fechando com uma queda de 3,56%, sendo a sua segunda queda seguida, gerando também uma redução nos valores no mês de Março em relação aos números de Fevereiro, em 10,13%.

Por Paulo Henrique

 

Economia


Foram arrecadados R$ 129,38 bilhões em impostos e contribuições em janeiro deste ano. Este resultado indicou queda de 6,71% em relação ao mesmo período do ano passado.

O ano começou apresentando déficit no orçamento: mesmo arrecadando R$ 129,38 bilhões em impostos e contribuições em janeiro deste ano, o resultado indicou queda de 6,71% em relação ao mesmo período do ano passado. Estes dados já foram contabilizados com a correção Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é usado pelo Governo para estabelecer as metas da inflação. Este índice é o pior, desde o ano de 2011.

O cenário negativo foi provocado pela retração dos principais indicadores macroeconômicos, segundo a Receita Federal. Em relação à produção industrial, a queda atingiu 11,9%, na venda de bens e serviços este número atingiu 10,96%, no valor de dólar e importação a queda foi de 37,82% e na massa salarial nominal este número foi de 0,8%. Além disso, outros fatores contribuíram para a queda da arrecadação como, por exemplo, a diminuição do imposto de renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o lucro líquido (CSLL). O recuo nestes tributos alcançou 3,17%.

Neste sentido, outros tributos também apresentaram queda como Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 31,43%. Entre eles podem ser ressaltados o IPI-Fumo com -55,97%, IPI-Bebidas com -46,40%, IPI-Automóveis -12,5% e IPI-vinculado à importação com -25,15%.

Também teve queda na arrecadação a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFIS) com 3,79% e o PIS/PASEP teve recuo de 4,57%. De acordo com o Fisco, este contexto foi impactado pela diminuição de volume e da elevação de alíquotas sobre itens como gasolina, diesel e sob a importação de bens e serviços. Além disso, teve diminuição na arrecadação da receita previdenciária com 7,13%, que foi influenciado pelo aumento de tributos da contribuição previdenciária sobre a Receita Bruta e da redução da massa salarial com 10,37%.

Mas, o cenário também apresentou aspectos positivos como o total arrecadado do Imposto de Renda da Pessoa Física, que totalizou R$ 1,9 bilhão. Este resultado indicou um acréscimo de 40,07%, que foi provocado pelo aumento de ganhos de capital na alienação de bens. Outro resultado favorável à economia foi o crescimento arrecadado no Imposto de sobre Operações Financeiras (IOF) de 14,59%, que foi causado pelo aumento do tributo sobre operações físicas.  

Por Babi

Impostos


Juros mais altos foram um dos principais motivos para que as operações de crédito apresentassem queda em 2015.

Um fato aceito por todos é que o Brasil atravessa uma difícil crise econômica. Uma das consequências de tal crise foi a queda em relação à expansão do crédito em 2015, cenário que pode continuar em 2016. Além da crise econômica, os juros ainda mais altos também foram decisivos no recuo do crédito em 2015. O Banco Central divulgou um relatório no dia 27 de janeiro de 2016 onde mostra que o saldo das operações de crédito cresceu 6,6% em 2015 contra 11% em 2014.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, enfatizou que as taxas de juros mais altas são um dos principais fatores que contribuem para o recuo da taxa de crédito. Além disso, ele também destaca que em anos anteriores foi registrado um grande número do comprometimento de renda através de dívidas. Sendo assim, 2015 apresentou menos espaço para o crescimento do crédito, haja vista a inviabilidade de tal operação graças aos resultados apresentados em anos anteriores. Maciel acredita que a expansão do crédito voltará a crescer quando a renda também voltar a crescer.

Outro detalhe muito importante é quanto às empresas, pois com a queda da atividade econômica do país as mesmas também diminuem sua demanda por crédito. O crédito para pessoas físicas, por exemplo, conseguiu alcançar nada menos que R$ 831,781 bilhões em dezembro, isso significa uma queda de 0,2% em relação a novembro, porém um aumento de 7,3% no ano.

Já em relação à inadimplência, outro fator determinante na queda ou crescimento do crédito, Maciel destaca que o número de endividados cresce de forma moderada se considerarmos o atual cenário econômico do país. Para se ter uma ideia, a inadimplência total, soma das empresas e pessoas físicas, chegou a 5,3% no último mês de 2015. Tal resultado representa uma alta de 0,1% quando comparado a novembro e 1% na comparação com o mesmo período em 2014.

Como todos sabem, um dos principais meios de conseguir trazer de volta a expansão do crédito é através de programas de incentivo ao crédito por parte do governo. Túlio Maciel evitou falar desse assunto, pois ele destaca que é preciso saber as condições do programa de incentivo para que se analisem seus possíveis efeitos.

Por Bruno Henrique

Crédito


Nome sujo pode ser consultado por meio do aplicativo de controle financeiro.

Diversas pessoas têm o terrível costume de comprar tudo o que encontram pela frente, seja em datas especiais ou não, adquirem aparelhos eletrônicos, bolsas, sapatos, roupas, joias, relógios, uma infinidade de bens disponíveis no mercado. Porém muitas delas agem por impulso sem sequer consultar o saldo em sua conta bancária, desta forma tem-se uma grande chance de adquirir o tão desejado material, mas não tem como pagá-lo, contraindo assim dívidas e mais dívidas, as quais não conseguem quitá-las e finalmente sujando seu nome na praça.

Recentemente, foi lançada uma funcionalidade nova para o aplicativo de controle financeiro, o GuiaBolso. Esta mais nova função permite que o usuário verifique a existência de qualquer pendência financeira em seu número de CPF, ou, então o famoso “nome sujo”.

Este serviço advém de uma colaboração da empresa, que gerencia o Serviço Central de Proteção ao Crédito, o SCPC, a Boa Vista Serviços. Este órgão é um dos mais importantes cadastros de inadimplência do Brasil. 

A funcionalidade em questão é conhecida como Radar CPF, e fornece ao usuário acesso ao relatório de dívidas em um banco de dados do próprio SCPC através do app, isso sem ter que pagar nada.

O aplicativo GuiaBolso não tem custo e pode ser encontrado em versões para celulares que possuem sistemas operacionais  iOS e Android.

Feito o download do mesmo, é fácil utilizá-lo, apenas tem de clicar na ferramenta Radar CPF, que se encontra no menu na parte superior do lado esquerdo, e assim realizar o preenchimento dos dados solicitados.

Embora a companhia Boa Vista Serviços, diga que o processo é confidencial e muito seguro, diversos usuários, além de não conseguirem realizar o cadastro, possuem também um certo receio de fazer uso deste aplicativo, pois o mesmo solicita a senha de sua conta bancária, o que não está sendo visto com bons olhos.

Por Filipe da Silva

GuiaBolso

Foto: Divulgação


ERP é um software de gerenciamento geral em tempo real. Ele observa tudo o que acontece com todos os recursos e auxilia na decisão de plano de uso dos mesmos e estratégia do empreendimento.

O ERP – sigla para enterprise resource planning, planejamento de recursos empresariais – é um software de gerenciamento geral em tempo real. Ele, além de observar tudo o que acontece com todos os recursos, auxilia na decisão de plano de uso dos mesmos e estratégia do empreendimento.

É possível controlar através do programa desde o fluxo de caixa diário e cartão-ponto dos funcionários até o fechamento do balanço contábil e o recolhimento de impostos sobre o faturamento. Com a otimização de processos, elimina-se tempo e dinheiro gastos neles.

Com a ferramenta, é possível ainda aumentar a rentabilidade da empresa. O sistema permite o acompanhamento das movimentações de venda da empresa em loja matriz e nas filiais, para o controle total do faturamento. Com o mecanismo de controle de estoque, é mais difícil acontecer perdas e economiza-se tempo de conferência por funcionários – livres para outras funções necessárias. O ERP pode ainda auxiliar na escolha de fornecedores, buscando o melhor preço e levando em conta a qualidade.

O aplicativo divide-se em três funcionalidades e dois módulos de ação.

Na função de aplicação estão os cadastros de processos, recursos, despesas e investimentos. No banco de dados, o armazenamento geral de todos os registros. E framework encarrega-se de configurar e criar parâmetros de pesquisas internas e relatórios.

O módulo de visão de departamento gerencia e trabalha todas as operações financeiras da empresa – compras, vendas, contabilidade, folha de pagamento. Cada área ou operação fica disponível apenas para as pessoas autorizadas a determinado assunto. E a segmentação avalia e auxilia a visão departamental na execução das rotinas padrões empresariais como contabilidade, folha de pagamento e área fiscal.

O ERP funciona basicamente como um integrador e facilitador de processos dentro de uma só ferramenta. E suas consequências de ação se dão com agilidade, economia e controle preciso sobre ativos e passivos. Ainda fez-se possível a mudança de estratégia da empresa por demonstrativos mais específicos de vendas ou produtos.

Por Bruno Klein


Há grandes expectativas de que a BM&FBovespa e a Cetip sejam unificadas, aumentando, assim, a presença da primeira no mercado de renda fixa e da segunda no mercado de derivados.

Foi confirmada a negociação sobre possível fusão entre a  BM&FBovespa e a Cetip.

Os trabalhos de negociações para que a fusão aconteça, se forem bem sucedidos, serão bem interessantes para a BM&FBovespa evoluir no mercado da renda fixa, já que a sua presença ainda é pequena, mesmo com esforço para conseguir mais investidores. Dessa maneira a BM&FBovespa conseguiria amenizar suas quedas no mercado das ações, que tem apresentado baixa considerável na qualidade de negociação e saída também de várias empresas, por razão da falta de novas aberturas de capital. Vale lembrar que ambas as empresas têm planos de entrar nas áreas uma da outra. A vantagem para a Cetip seria conseguir uma parte do mercado de derivados, que é o que movimenta a BM&FBovespa e gera a maior parte de seus lucros.

A questão é que a proposta feita pela BM&FBovespa pode dificultar bastante a criação de uma nova bolsa de valores no Brasil. Ainda não foi informado se o objetivo da ICE em abrir uma nova bolsa irá continuar depois de ter sua participação bastante relevante na BM&FBovespa com a união. Essas operações também levarão a um crescimento da concentração do setor de serviços financeiros, que hoje é completamente controlado  no setor de mercados capitais pela BM&Bovespa, que tem o domínio  das negociações de ações  dos derivativos. Nesse caso, é fundamental a análise do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Hoje a  BM&FBovespa aguarda com R$ 450 milhões que adquiriu  com a venda da parte que a CME tinha participação, valor que também pode ser utilizado na negociação da possível fusão,.

Enquanto a Cetip, em ação importante a parte, já afirmou que existe mesmo essas especulações, mas insistiu que até o momento, ainda não tem nenhuma proposta a respeito dos termos e codicionamentos de uma possível negociação.

Para mais informações e acompanhamento das próximas negociações, acesse ao site oficial da  BM&FBovespa através do link  www.bmfbovespa.com.br/home.aspx?idioma=pt-br e também o Portal online da Cetip, através do endereço eletrônico  www.cetip.com.br e acompanhe notícias diárias sobre essas duas grandes organizações que desempenham papéis tão importantes no mercado financeiro do nosso país.

Por Prisca Fontes

BM&FBovespa e Cetip


Copom manteve a taxa de juros em 14,25% ao ano, e com isso ela é a mais alta desde julho de 2006.

Em reunião na última quarta-feira, 21 de outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco do Brasil decidiu manter os juros em 14,25% ao ano. Trata-se de uma decisão muito importante, haja vista o atual cenário econômico do nosso país que é marcado por recessão e inflação alta. A decisão em si foi tomada de forma unânime, dessa forma, a taxa não deve ser alterada até dezembro, data da próxima reunião.

Dessa forma, a taxa de 14,25% ao ano é a mais alta desde julho de 2006. Apesar disso, a expectativa de grande parte dos analistas do mercado financeiro era de que, de fato, o Banco Central manteria a taxa em alta.

Para aqueles que não sabem, a política econômica em relação à alta ou a manutenção da atual taxa de juros está diretamente relacionada com a tentativa por parte do Banco Central de controlar o crédito e o consumo. O grande objetivo é segurar a inflação, bem com os seus efeitos.

Porém, tudo tem as suas consequências. A elevação das taxas de juros acaba tornando o crédito e o investimento mais caros. Sendo assim, tal medida influencia diretamente de forma negativa no nível de atividade da economia do nosso país, trazendo assim baixas nos empregos.

Além disso, após o final de reunião o Banco Central divulgou uma nota oficial onde deixa claro que a inflação só deve voltar à meta estabelecida no ano de 2017. No comunicado oficial o BC destaca “a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante”, que se trata da definição dos juros que visam conter pressões inflacionárias. O período para o chamado novo horizonte é de 24 meses, ou seja, a inflação só deve ser controlada em 2017. Vale ressaltar que a metal central é de 4,5%.

Um detalhe importante é que até tal reunião o BC venha firmando veementemente que o IPCA iria conseguir fechar o ano de 2016 na meta central, ou seja, 4,5%. Entretanto, tal expectativa acaba de ser descartada.

Por Bruno Henrique

Juros


Segundo especialistas da área, a economia brasileira vai demorar para se recuperar da crise pela qual está passando.

economia brasileira vai demorar para se recuperar. É o que afirmam os economistas.

Nosso País, no entanto, deve ficar no vermelho até 2016. O dólar ficará até R$ 4 em 2019 e o PIB, Produto Interno Bruto, também está negativo. Aliás, sabemos dos problemas econômicos do país, de modo que as previsões não são otimistas em relação ao presente e ao futuro. Vale dizer que, no começo do ano, então de acordo com o mercado financeiro, a previsão era o dólar sob o valor de R$ 3 até 2019, mas o cenário apontado agora é outro.

O leitor deve está se questionando qual a dificuldade da economia? Levando em conta as opiniões dos especialistas no assunto, o fato é que o governo não está conseguindo ajeitar as contas públicas, sem contar no problema do desemprego que já está instalado na nação.

Flavio Castelo Branco, chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, disse que “os problemas da economia internacional também influenciaram no buraco que o Brasil se meteu, mas que, sobretudo, o problema é mais interno, dentro do próprio setor do Governo. A presidente Dilma terá que mudar muita coisa para tentar solucionar esse problema”. Pois bem, Adriano Gomes, economista de renome, afirmou que o carro chefe dos entraves econômicos nacionais reside, contudo, na gestão das contas públicas. Esta está sendo mal feita, disse ele. Assim, o Brasil perdeu muito seu poder de investimento por causa de suas dívidas de ordem pública.

Outra explicação para a queda da economia e toda essa crise é o fato das polêmicas que regem o atual Governo. Escândalos como o da lava jato, a questão da corrupção na Petrobras e outros acontecimentos acabaram refletindo no quadro econômico do país. Então o panorama é o seguinte: alta do dólar, inflação lá em cima, aumento do desemprego e das taxas de juros. 

Por Madson Lima de Oliveira

Economia


Com a aprovação do Orçamento 2016 será possível recuperar o grau de investimento no Brasil e voltar a ter crescimento econômico.

A última quinta-feira, 15 de outubro, foi marcada por um resultado negativo na economia brasileira: a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota brasileira. Logo após o ocorrido, através de nota oficial, o Ministério da Fazenda destacou que confia na recuperação da economia brasileira e que um cenário de recuperação seria marcado pela aprovação do Orçamento 2016. Portanto, para o Ministério da Fazenda o cenário de crescimento pode voltar após a aprovação do Orçamento 2016.

O Ministério da Fazenda também fez questão de citar que a economia do país vem respondendo de forma positiva ao reequilíbrio das contas que foi colocado em prática em 2015. Dessa forma, o passo seguinte para a estabilização fiscal seria de fato a aprovação do orçamento 2016 que visa um resultado primário de 0,7% do PIB além de receitas adequadas ao atual momento.

É importante destacar que no fim de agosto o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta para o orçamento de 2016. Entretanto, a estimativa desta proposta previa um déficit fiscal, algo que foi totalmente criticado tanto pelos parlamentares quanto pelos analistas. Na ocasião o país perdeu o chamado grau de investimentos, o selo de bom pagador, por parte da agência de risco Standard & Poors.

Após tal rejeição, o governo anunciou no meio de setembro uma nova proposta. Em tal proposta tivemos um pacote de alta de tributos que também contava com a proposta do retorno da chamada CPMF além de bloqueio de gastos. Tais medidas visam um superávit de R$ 43,8 bilhões, que representa 0,7% do PIB.

É importante destacar que, segundo o Governo Federal, a estabilização fiscal através de alta de tributos e contenção de gastos que devem ser mais visíveis na questão dos investimentos, será a grande oportunidade para a abertura de um caminho que visa à retomada da demanda, bem como a estabilização da moeda e redução dos prêmios de risco. Além disso, o governo também informa que tais medidas trarão bons resultados juntamente com a inflação, no crédito e nos juros.

Por Bruno Henrique

Recuperação da economia


Valor foi a maior alta diária que dólar teve nos últimos anos, com valorização de aproximadamente 3,6%.

A baixa do dólar que ocorreu no dia 9 de outubro de 2015, na sexta-feira, fez com que a moeda fechasse o dia com o seu menor valor registrado nas últimas semanas, sendo cotado em R$ 3,75. Durante a semana passada houve uma queda de 4,87% e durante o mês essa redução foi de 5,61%, o que não foi suficiente para tranquilizar a população nesse período de instabilidade e crise financeira.

O motivo da diminuição desse valor foi uma possibilidade do Banco Central de postergar o ajuste monetário Norte Americano, já que dessa forma previne que os países emergentes retirem seus investimentos do Tesouro Americano. Para haver decisão de aumento dos juros básicos nos Estados Unidos será preciso esperar os efeitos da desaceleração da China.

A alegria não durou muito tempo, pois no dia 13 de outubro de 2015, mais uma vez o dinheiro americano comercial encerrou o dia valendo R$ 3,89. Novamente com o valor nas alturas, essa foi a maior alta diária que dólar teve, ou seja, uma valorização de aproximadamente 3,6%, desde setembro do ano de 2011, quando a porcentagem chegou a ser de 3,75%.

Algumas situações que podem contribuir para a desvalorização do real é o atual cenário político brasileiro, inclusive com a mobilização feita pela oposição para que haja o impeachment da Presidente Dilma. Entretanto essa possibilidade, por ora, já foi excluída pelos Ministros do STF que votaram contra o prosseguimento do feito. Todos esses acontecimentos deixam os investidores em alerta, mais temerosos e inseguros com o mercado financeiro nacional.

Além disso, existem diversos outros fatores que contribuem para inconstância do mercado econômico deixando-o mais frágil como, por exemplo, o anúncio feito pelo governo chinês sobre a queda no percentual de importações que foi registrada em 18%, se comparado com o mesmo período do ano passado.

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Superávit registrado foi de US$ 1,02 bilhão nos primeiros dias de outubro. Isso se deve mais pela queda nas importações do que com o aumento das exportações.

Novamente a economia brasileira volta a ser o centro das atenções. Além das já esperadas novidades (nem sempre agradáveis) o que tem dominado o noticiário econômico é justamente o superávit da balança comercial brasileira. Isso porque apenas nos 11 primeiros dias do mês de outubro foi registrada a marca de US$ 1,02 bilhão. As informações foram divulgadas recentemente por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado positivo apontado, mais uma vez, tem mais ligação com a queda nas importações do que relação com o aumento das exportações.

De acordo com a pasta no que diz respeito ao acumulado relacionado as duas primeiras semanas do mês corrente, as exportações chegaram a registrar um alta sensível de 0,2% e isso quando comparado com o mesmo período de 2014. O MDIC afirma que esse resultado chega devido ao aumento nas vendas dos chamados produtos básicos – faixa de 8,2% – entre os quais estão milho, minério de cobre e soja em grão.

Na outra ponta vamos encontrar a venda de manufaturados e semimanufaturados que obtiveram um desempenho negativo. Neste caso, o retrocesso foi de 3,4% e 9,6% na mesma ordem citada.

Na parcial do mês de outubro as importações apontaram para uma queda de 23,2% em relação ao mesmo período de 2014. Algodão, borracha, equipamentos elétricos e eletrônicos, siderúrgicos, filamentos e fibras sintéticas artificiais, papel e aeronaves estão entre os itens que tiveram uma redução nas importações.

No acumulado de 2015 a balança comercial do Brasil vem registrando um superávit de US$ 11,27 bilhões.  É interessante lembrar que em 2014 nesse mesmo período, estava sendo apurado um déficit de US$ 601 bilhões. Sobre as exportações a parcial de 2015 mostra uma soma de US$ 150,08 bilhões. Já as importações atingem uma soma de US$ 138,8 bilhões (cerca de US$ 715 milhões a cada dia útil), queda significativa de 22,5% em comparação com o mesmo período de 2014.

Por Denisson Soares

 

Balança comercial


Situação não está nada boa para a economia brasileira neste ano e ano que vem. Previsões de retração aumentam cada vez mais.

A retração da economia tende a continuar piorando, segundo as instituições financeiras. Estima-se que o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, só neste ano, já ultrapassou de 2,85% chegando a 2,97% no 13º reajuste. A previsão para o próximo ano é de 1,20%, antes estimava-se que não passasse de 1%. As pesquisas são feitas toda semana pelo Banco Central (BC).

Na avaliação do mercado financeiro, não há estimativa de melhoras, antes a previsão da queda para este ano da produção industrial era de 6,5%, hoje essa estimativa já chega a 7%, e pode aumentar de acordo com a situação do país. Para o ano que vem, a projeção de retração aumentou de 0,29% para 1%.
Para quem está preocupado com o aumento do dólar, as estimativas não são as melhores. Estima-se que até o final de 2015, o dólar não ultrapasse dos R$ 4. Mas para 2016, o dólar pode dar uma disparada e chegar ao final do ano com uma cotação de R$ 4,15.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela quarta vez, só este ano, passando de 9,3% para 9,7%. A estimativa para 2016 também é de aumento, passando de 5,64% para 6,05%.
A inflação está acima do esperado, só este ano a inflação ultrapassou o centro da meta de 4,5% e também o teto da meta de 6,5%. Para 2016, não há estimativa de melhoras, mas para, pelo menos, levar a inflação ao centro da meta no ano que vem, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou   a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas só este ano. Mas, em reunião em setembro deste ano, o Copom resolveu deixar a taxa estabilizada em 14,25% ao ano. A taxa Selic é usada também como referência para as demais taxas de juros da economia.

De acordo com as pesquisas, este ano a economia  estará em retração, podendo começar a crescer a partir do ano que vem.

Por Camilla dos Santos Batista

Economia


As agências de avaliação de risco são importantes para o Brasil, pois anunciam aos credores internacionais o quanto o país é mau pagador.

Como consequência de adiamentos para anunciar o pacote fiscal que visa reequilibrar a economia brasileira, o país acabou sendo rebaixado por duas agências de classificação de risco. Mas você sabe por que as avaliações das agências são tão importantes para o Brasil?

Trocando em miúdos, é como se a agência anunciasse aos possíveis credores internacionais que o Brasil é um possível mau pagador, que sua situação financeira está complicada e que investimentos no país são arriscados. E nada pior para o Brasil do que ficar com fama de mau pagador logo em uma época de crise, onde a ajuda internacional poderia ser uma solução para diminuir o sufoco, não é mesmo?

No mundo existem três importantes agências de avaliação de risco: A Standard & Poor’s, a Moody’s e Fitch, que juntas dominam quase 90% do mercado especulativo. O Brasil já foi rebaixado por duas delas (S&P e Moody’s), o que pode complicar a situação financeira do país.

Isso se explica porque há investidores que só podem colocar dinheiro em países com etiqueta de grau de investimento, e se o país acaba de perder a sua em duas importantes agências, o número de investidores diminui consideravelmente. E o Brasil tem que pagar mais caro para conseguir crédito no exterior, sujeitando-se a juros mais altos dos investidores. E quem pagaria a conta?

Acertou se pensou nós. Isso mesmo! O resultado do rebaixamento é a queda de investimento no país, e juros bem mais altos dos possíveis credores e quem paga essa conta somos nós cidadãos, com alta de impostos, juros e corte de gastos.

Outro aspecto negativo do rebaixamento do país é que como consequência suas grandes empresas também são rebaixadas, tendo a mesma dificuldade do país para conseguir investidores.

O governo está tentando a passos lentos retomar as rédeas da economia do Brasil. Talvez, se as medidas fiscais anunciadas semanas atrás, fossem anunciadas no começo do ano, onde percebeu-se a crise, o país já estaria a caminho de solucionar seus problemas econômicos e possivelmente não teríamos esse rebaixamento da nota de crédito.

Os esforços agora são para evitar um segundo rebaixamento, o que complicaria ainda mais a situação brasileira. Para tentar evitar o fato, o governo tenta apertar ainda mais os gastos e ressuscitar a CPMF, como forma de arrecadação para o pagamento da dívida e para convencer as agências de que algo está sendo feito, que o lado fiscal do país não está estacionado.

Por Patrícia Generoso

Avaliação de risco


Queda econômica deverá ser de 2,8% neste ano e de 1% em 2016, segundo previsões.

Novamente a economia brasileira é o centro das atenções. Claro, até porque isso afeta a todos nós. Mas vamos aos dados que interessam: em 2015 a nossa economia deverá registrar uma queda em torno dos 2,8%. A mesma expectativa de queda para o ano de 2016 é um pouco menor sendo de 1%. Essas informações foram levantadas e divulgadas recentemente pelo Boletim Focus, uma publicação semanal do Banco Central. Para quem desconhece a importância desse documento basta dizer que ele considera ou tem como base para sua elaboração as projeções de instituições financeiras que, por sinal, são as principais indicadoras de como deve se comportar a economia.

– Estimativa de déficit, balanço comercial e investimento estrangeiro:

Esses três pontos do triângulo são importantes para qualquer economia, por isso, não vamos deixá-los de fora. Com relação à estimativa de déficit, o que considera as vendas, compras e transações correntes no Brasil com o resto do planeta o documento aponta um pequena queda sendo que era de  US$ 71 bilhões e agora é de US$ 70 bilhões em 2015.

Para a balança comercial é esperado um superávit de US$ 11 bilhões versus os US$ 10 bilhões que tinham sido previstos há apenas uma semana.

Por fim, a expectativa é de que o investimento estrangeiro no Brasil chegue a US$ 65 bilhões.

E como estamos falando de quedas aqui e ali, o Produto Interno Bruto (PIB) também está na lista. Agora em 2015 foi a 11° queda seguida. Já a retração para o próximo ano foi ajustada novamente. E não uma ou duas vezes, mas pela oitava vez seguida.

A economia vai encolher, ao menos é isso que as projeções avisam para todos. Porém, junto como ela vem algo bem mais alarmante (se bem que não dá para definir qual é pior) que é a certeza de que a inflação será cada vez maior.

Com o oitavo ajuste que citamos os números do IPCA que sobem em 2015 vão continuar subindo em 2016 indo de 5,70% para 5,87%.

Por Denisson Soares

Economia brasileira


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 4,1095, com alta de 3,37%.

Num ritmo de crescimento consecutivo, o dólar fechou o dia acima de R$ 4,00. O ocorrido se deu nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2015. Vale ressaltar que a moeda norte-americana vem registrando sucessivos aumentos em relação à moeda brasileira neste ano de 2015. O fato se deve principalmente ao atual cenário econômico do Brasil bem como a real chance de novos rebaixamentos em relação à classificação de risco de nosso país.

A segunda-feira não foi positiva para o real, haja vista o dólar ter registrado o encerramento do dia a R$ 4,1095, o que representa uma alta de 3,37%. Trata-se da maior alta para a moeda norte-americana desde 21 de setembro de 2011 quando registrou aumento de 3,75%.

Enquanto o dólar avança a Bovespa recua. A mesma viu uma queda que já dura sete dias consecutivos e que representa o menor nível em mais de 6 anos.

É importante destacar que o grande aumento do dólar no final do pregão foi logo após o diretor geral da Fitch no Brasil, Rafael Guedes, comunicar que existe a possibilidade de 50% de o país ser rebaixado nos próximos 12 a 18 meses. O resultado desse novo rebaixamento seria a perspectiva negativa quando o assunto é a nota de crédito do Brasil.

A boa notícia é que Rafael Guedes deixou claro que a Fitch não pretende retirar o selo de bom pagador do Brasil.

Além disso, a expectativa negativa em relação ao risco em mercados externos, principalmente os emergentes, também foi um fato que influenciou na alta do dólar. O grande resultado dessa preocupação seria a possibilidade de o Federal Reserve, o banco central estadunidense, elevar a carga de juros em 2015. Outro detalhe importante está na preocupação geral com o crescimento econômico mundial, principalmente quando o assunto é a economia chinesa, haja vista a mesma estar atravessando momentos difíceis.

Antes mesmo dessa alta em 28 de setembro, a presidente Dilma Rousseff já havia manifestado o fato de o governo estar preocupado com a existência de empresas com dívidas na moeda americana.

Por Bruno Henrique

Dólar


Após o banco central americano divulgar a permanência da taxa de juros, a moeda norte-americana encerrou o dia valendo R$ 3,9582.

A economia no Brasil vive um momento de grande apreensão, mas uma das informações mais preocupantes é com relação à moeda norte-americana, o Dólar, pois ele conseguiu fechar na Bolsa de Valores do dia 18 de setembro de 2015 na marca de R$ 3,95, sendo esse valor maior que o do mês de outubro de 2002, precisamente no dia 10 de outubro de 2002.

Nessa data o Federal Reserve, que é conhecido como o banco central dos EUA, tomou a decisão de manter inalterada a taxa de juros, pois logo no começo do dia, no horário das 09h49 a moeda já estava na marca de R$ 3,8716 com uma queda de 0,237% em relação ao dia anterior, mas depois de muitos altos e baixos ao longo do dia, no horário após as 16h15, o Dólar subiu 1,95% e ficou cotado na marca de R$ 3,9582. Outros dados interessantes é que o Dólar teve uma alta nesses 9 primeiros meses do ano de 2015 em 48,88%, enquanto que nesse último mês de setembro a alta acumulada fica em 9,13% e na semana em 2,09%.

O Brasil passa por tudo isso imerso em vários processos que nos próximos dias devem ser determinantes para o Governo Federal mudar a situação política e econômica da nação, pois uns dos fatores mais preocupantes é a falta de investimento que pode surgir nos próximos meses, principalmente depois que a Standard and Poor’s (conhecida como S&P) colocou o país em um nível de rebaixamento.

Preocupações desse tipo influenciaram na última sexta-feira, dia 18 de setembro, a queda da Bovespa em 2,56%, chegando em 47.264 pontos, mas com um saldo positivo na semana de 1,86%.

A situação é incerta, mas o Bacen (Banco Central) vem realizando várias interferências no câmbio e ainda nas rolagens dos swaps cambiais, que já têm vencimento para o próximo mês de outubro, com uma oferta total de até 9,45 mil contratos.

O que isso significa?

Significa que já foi disponibilizado US$ 5,860 bilhões, que valem 62% do total do lote ou precisamente US$ 9,458 bilhões com todas as atualizações. 

Por Fernanda de Godoi

Dólar


Segundo previsões da OCDE, a economia brasileira terá uma retração de 2,8% neste ano e 0,7% em 2016.

As previsões de crescimento mundial para o ano de 2015 e 2016 foram reduzidas pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Além de reduzir as perspectivas de crescimento, a OCDE também alertou sobre o retrocesso marcante da economia brasileira e sobre as incertezas da China.

A previsão de queda para o Brasil também foi aumentada pela organização. Se no mês de junho a estimativa era que houvesse recuo de 0,8% da economia brasileira para este ano, em agosto a retração foi ainda maior, passando para 2,8%. A previsão para o ano de 2016 passou de uma alta de 1,1% para uma queda de 0,7%.

Já as previsões para a China são mais otimistas. Segundo a organização, o país crescerá 6,7% este ano e 6,5% em 2016. A Índia registrará um crescimento de 7,2% este ano e 7,3% em 2016.

A organização, já havia rebaixado as expectativas de crescimento de uma forma global, por causa da fragilidade econômica dos Estados Unidos. A OCDE analisa atualmente 34 diferentes países, em sua maioria com economias avançadas.

A organização voltou novamente a reduzir as expectativas globais, e prevê que o PIB mundial terá um aumento de apenas 3% neste ano e de 3,6% para o próximo. Os números contrariam o relatório anterior, onde a previsão era de 3,1% e 3,8%, respectivamente.

O documento publicado pela OCDE foi emitido na véspera do tão esperado anúncio do Federal Reserve, sobre a taxa de juros. O relatório era aguardado com muita ansiedade pelos mercados por todo o mundo.

Os analistas acreditam que um aumento da taxa pode ter um péssimo impacto sobre a atividade econômica do mundo. O aumento seria o primeiro num período de nove anos de registro.

Ao contrário do que pode parecer, não só o Brasil está passando por períodos de incertezas e de crise econômica. Não chegamos a ter um cenário de crise global instalado, mas a economia fragilizada de alguns países chama atenção, podendo influenciar as relações internacionais, inclusive do Brasil em um futuro próximo.

Por Patrícia Generoso

Economia brasileira


Após perder o grau de investimento, as ações da Petrobras registraram queda, atingindo o menor valor de 2015.

O atual momento da Petrobras, uma das mais importantes estatais brasileiras, é bastante grave. Apenas um dia após o rebaixamento da Petrobras por parte da Standard & Poor’s, o que resultou na perda de seu grau de investimento, a empresa viu suas ações despencarem e atingirem o menor valor de 2015. Com isso, os números da empresa voltaram ao patamar 2003, um dos menores da história. Porém, é importante destacar que não foi apenas o rebaixamento que causou a queda de mais de 4% nas ações da Petrobras. Outros fatores como, por exemplo, o recuo na cotação internacional do petróleo juntamente com a forte valorização do dólar também influenciaram a queda das ações da empresa brasileira. É importante destacar que uma boa parte da dívida da empresa é denominada no dólar.

Como citado acima, o recuo no preço do petróleo tem sido um dos vilões contra os números da Petrobras, bem como de companhias petrolíferas em todo o mundo. A matéria do tipo Brent já registra recuo de 1,15% o barril.

Com isso, as ações preferenciais da Petrobras, que não possuem direito a voto, despencaram para 3,89% ao chegar a R$ 7,66, o que significa o menor valor desde 30 de setembro de 2003 quando foi registrado R$ 7,58. Já as ações ordinárias, aqueles que possuem direito a voto, sofreram recuo de 5,37% passando a R$ 8,81.

Além disso, é importante destacar que o recuo em ações das empresas brasileiras não foi exclusividade da Petrobras. A Vale, por exemplo, operou em saldo negativo. Ações do tipo PNs sofreram recuo de 2,06% enquanto que as Nos registraram baixa de 2,46%. O setor bancário também não escapou dos resultados negativos, haja vista a perda de 2,67% dos papeis preferenciais do Banco do Brasil.

Após isso, o grande desafio para o Governo Federal será tentar evitar que a Fitch e a Moody’s, agências de classificação de risco, também rebaixem a nota do Brasil. O grande risco no momento fica por conta da Moody’s, pois a nota do Brasil se encontra a um nível acima do grau especulativo.

Por Bruno Henrique

Queda das ações da Petrobras


Agência Standard & Poor?s rebaixou 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A situação econômica do país está se agravando cada vez mais. Com isso, algumas empresas, responsáveis por avaliar o grau de investimento do país e de suas empresas estão cada vez mais desconfiadas. Primeiro, a agência Moody’s diminuiu a nota do Brasil, como bom pagador, e agora a Standard & Poor’s rebaixou a nota de 31 empresas brasileiras na última quinta-feira (dia 10). Dentre as empresas que tiveram o rebaixamento, destaca-se a Petrobras. A agência também rebaixou outras 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A ação é consequência do rebaixamento da nota de crédito do Brasil, pela agência Moody’s. O fato, que aconteceu na véspera, fez com que o Brasil fosse visto com desconfiança pela S&P. Isso, porém, não quer dizer que as empresas estejam em crise, mas somente sob desconfiança, pelo cenário ruim de nossa economia.

7 das 31 companhias conseguiram manter o seu grau de investimento, porque segundo a S&P, existe uma distância máxima que estas empresas conseguem manter, com relação ao rating do país. Dentre as empresas que conseguiram manter seu grau estão Ambev, Globo e Votorantim.

Petrobras:

A estatal foi rebaixada em dois níveis: de BBB-, para BB, com perspectiva ainda de poder ser rebaixada novamente. A S&P, disse que a perspectiva de um novo rebaixamento da Petrobras deve-se à situação econômica e política do Brasil.

A S&P disse que continuará avaliando a qualidade de crédito das empresas brasileiras baseada na qualidade do crédito soberano do Brasil e das perspectivas econômicas do país.

A agência acredita que para sair da crise, o Brasil tem que mostrar um comprometimento sólido e consistente. Somente assim poderá reverter sua situação econômica pessimista e voltar a ter um bom grau de investimento.

A Petrobras por sua vez, em comunicado à imprensa afirmou que a financiabilidade de seus projetos deste ano foi alcançada com a ajuda de financiamentos de instituições financeiras do próprio país e do exterior e esclareceu que acredita que seus financiamentos não possuem relação com o rating das agências, que não possui nenhuma cláusula ligando-a a estas. Dessa forma, acredita que seu rebaixamento não alterará os seus contratos vigentes.

Por Patrícia Generoso

Moedas


A moeda norte-americana registrou na sexta-feira, dia 4 de setembro, sua maior cotação desde o mês de outubro de 2002. Vários fatores influenciaram para esta alta.

O dólar fechou a semana passada em R$ 3,86 ficando com a maior cotação desde o mês de outubro de 2002. A alta ficou acima dos 2,5% e um dos motivos continua sendo as incertezas no cenário político e econômico do Brasil.

Outro fator que contribuiu diretamente para a contínua elevação do dólar foram os dados sobre o mercado de trabalho americano, que apontam para uma alta nos juros ainda este ano e assim a maior economia do mundo, mais uma vez, contribui para o aumento do dólar aqui no Brasil.

No final desta última sexta-feira, dia 4, o dólar subiu 2,68%, chegando a R$ 3,8605 só perdendo para a cotação do dia 23 de outubro de 2002, pois nesta época a moeda americana estava custando R$ 3,915. Durante a semana, a alta do dólar foi de 7,68%.

Uma das dificuldades encontradas para controlar a alta do dólar é o fato do País estar com o cenário interno bastante bagunçado e a isto junto o mercado externo favorecendo a alta americana. O Brasil não está preparado para tal situação. A China dá sinais de queda e a economia dos Estados Unidos não para de melhorar.

Quando os negócios foram abertos na sexta-feira, até pensou em uma possível queda da moeda americana, mesmo que fosse uma redução mínima, afinal os indicadores estavam apontando que houve uma ligeira desaceleração no crescimento do número de vagas de emprego nos Estados Unidos, só que os dados dos meses de junho e julho indicaram um crescimento acima do esperado e o banco central americano, o Federal Reserve, optou pela elevação da taxa de juros ainda para este ano, atraindo assim um maior número de investidores e imediatamente foi constatada uma alta retirada de dólar do Brasil para serem investidos nos Estados Unidos, resultado na alta do dólar.

Só que o problema não está apenas no crescimento americano. O cenário brasileiro está um verdadeiro caos, político e econômico, sem perspectivas de melhora e os planos do Governo não conseguem convencer os investidos que a situação irá melhorar.

O brasileiro vai ter que conviver com a disparada da moeda americana por mais um bom tempo, até que nossa economia comece a dar sinais de melhora, só espera-se que isso não demore a acontecer.

Por Russel

Dólar


Com a crise econômica pela qual o Brasil está passando, os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre de 2015. No mês de julho, por exemplo, o recuo foi de cerca de 37%.

Os reflexos da crise política e econômica sofrida pelo Brasil em 2015 são sentidos em quase todos os dados econômicos do País. De acordo com números do Banco Central (BC), os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre deste ano.

No mês de julho, o órgão monetário afirmou que os investimentos diretos recuaram cerca de 37%, para US$ 6 bilhões.   

A expectativa é que os números continuem apresentando quedas. Para agosto, o BC espera uma entrada de US$ 3 bilhões, número bem inferior ao do mesmo período do ano passado, quando registrou US$ 10 bilhões. Até o final dos três primeiros meses do ano, o recuo acumulado estava em 33%

Segundo Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, a redução da chegada de capital internacional é comparada ao que tem acontecido em relação aos investimentos com recursos nacionais no País. Ele acredita que há um recuo significativo dos investimentos, independente de ser externo ou nacional. O comportamento dos investidores estrangeiros é reflexo do que se tem observado em dados das contas nacionais.   

O chefe do departamento ainda afirma que o recuo no investimento direto não afeta o financiamento do déficit brasileiro em suas transações envolvendo serviços, bens e rendas com o exterior.    

O BC também divulgou dados do mercado de viagens internacionais. Como era de se esperar, os destinos fora do Brasil recuaram cerca de 30% levando em conta os meses de janeiro a julho. O valor atingido foi o menor desde o ano de 2010. Maciel afirma que os dados do BC refletem um aprofundamento dessa tendência, projetando que a queda nas despesas líquidas chegará a 46%.   Certamente a taxa do câmbio tem influenciado diretamente a queda da procura por viagens internacionais. A fraca atividade econômica do País também colabora para a queda acentuada nesse índice, visto que os consumidores tendem a escolher destinos nacionais ou até mesmo não viajarem.

Por William Nascimento

Investimentos estrangeiros


Regiões Norte e Sudeste do Brasil apresentaram as piores resultados da atividade econômica, tendo uma contração de 1,2%.

De acordo com o Banco Central, o Brasil apresentou uma retração em relação à atividade econômica em 5 regiões brasileiras, no período de 3 meses terminando em maio, se comparado aos 3 meses anteriores.

O IBCR-N – Índices de Atividade Econômica do Banco Central do Norte – e o IBCR-SE, do Sudeste apresentaram os piores resultados, tendo uma contração de 1,2%, conforme foi divulgado na última sexta-feira (21), no Boletim Regional.

Ainda segundo o Banco Central, na região Norte do Brasil, a atividade econômica continua sofrendo com o desaquecimento no comércio, na indústria e até mesmo no setor externo, com retrações de 2,1% nas vendas e também na atividade industrial.

O IBCR-N – Índice de Atividade Econômica Regional – apresentou um recuo de 1,2% no trimestre com encerramento em maio, sendo comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro.

Analisando o período de 12 meses, finalizando em maio deste ano, o recuo apresentado pelo indicador, foi de 0,8%, sendo que foi apontado com destaque o superávit que teve na balança comercial daquela região, que apresentou um encolhimento de US$ 1,42 bilhão só no primeiro semestre do ano passado e de US$ 457 milhões no primeiro semestre deste ano.

Para a região Sudeste do Brasil, o "Boletim Regional" indicou que a atividade econômica também vem sofrendo retrações, as vendas no comércio estão caindo e a situação também está em queda para a indústria, mantendo-se a mesma trajetória de retração em relação ao trimestre que terminou em maio.

De acordo com as informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, mais de 66 mil empregos formais já foram perdidos neste período, sendo que em 2014 foram criados 144,8 mil. Só na indústria da transformação, foram mais de 60 mil vagas cortadas.

A região do Centro-Oeste ficou na terceira posição, apresentando um recuo de 0,7% no trimestre finalizado em maio, se comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro. No período de 12 meses, a variação chegou a 0,4% em maio.

Já no Sul, a economia mostrou-se mais estável no mesmo período, com desempenho favorável principalmente na agricultura, já que o aumento na safra de grãos naquela região impulsionou os negócios no setor.

Por Russel

Atividade econômica


Motivo do superávit de julho na Balança Comercial brasileira se deu pela queda das importações.

A Balança Comercial conseguiu registrar um superávit no valor de US$ 2,379 bilhões no último mês de julho, decorrente da queda das importações que foi bem mais acentuada, conforme dados fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Quando comparamos com o mês de julho do ano passado, tanto as importações quanto a exportações tiveram uma queda, conforme a economia passa por uma fase fraca.  

Com base no critério da média diária, ou seja, correspondente ao volume que foi negociado pelo Brasil com os países parceiros comerciais por cada dia útil e com isso chegamos a uma queda de 19,5% nas vendas externas, enquanto que recuaram 24,8% as compras do Brasil diretamente no exterior e a média diária de importações ficou em US$ 746 milhões. No lado das exportações a média diária registrada nos setes primeiros meses de 2.015 ficou em US$ 778,3 milhões, com uma queda de 15,5% comparada ao ano passado.

Agora também ocorreu a queda das vendas externas para os principais destinos dos produtos brasileiros, como:

  • Europa Oriental (33%);
  • União Europeia (19,3%);
  • Ásia (18,2%, com destaque para a China onde alcançou a marca de 19,4%);
  • Mercosul (16,1%).

Para ter uma ideia ainda de como isso ocorreu, o Brasil conseguiu registrar US$  18,526 bilhões de exportações e apenas US$ 16,147 bilhões de importações, ou seja, esse resultado foi o maior para o mês de julho desde o ano de 2012.

Outros dados mostram que o país ainda conseguiu acumular uma balança com um superávit de US$ 4,599 bilhões, mostrando que o que foi acumulado durante todo o ano também consegue ser bem maior do que o aconteceu no ano de 2012.

O que foi que acabou aumentando ou diminuindo no campo da importação e também da exportação?

No lado da importação o Brasil teve a diminuição da compra dos seguintes itens:

  • Combustíveis e lubrificantes (40,9%);
  • Matérias primas e intermediários (15,5%);
  • Bens de consumo (13,5%);
  • Bens de capital (15,1%).

Nas exportações ocorreu queda nos seguintes itens:

  • Petróleo bruto (21,4%);
  • Minério de ferro (47,4%);
  • Fumo e folhas;
  • Café em grão;
  • Soja em grão (18,4%);
  • Carne bovina (24,1%);
  • Farelo de soja;
  • Açúcar em bruto (16,3%);
  • Óleos combustíveis (60,4%);
  • Máquinas para terraplenagem (24,7%);
  • Motores e geradores (23,9%);
  • Bombas e geradores (22,2%)
  • Ferro fundido ou ferro-ligas (14,4%);
  • Óleo de soja (17,9%);
  • Couros e Peles (16,6%).

Por Fernanda de Godoi

Balança comercial

Foto: Divulgação


Valor do dólar turismo atingiu a cifra de R$ 3,94 em diversas casa de câmbio no dia 6 de agosto, , ficando acima até mesmo do valor do Euro em várias agências.

A alta do dólar já bateu todos os recordes dos últimos 12 anos e nesta quinta-feira (06), ultrapassou os R$ 3,57 o que só fez aumentar ainda mais a preocupação com a atual situação econômica do Brasil.

É a 6ª vez que o dólar avança em sessão seguida, chegando a subir 1,39% e quando chegou a ser cotada a R$ 3,5374 chegou ao maior patamar, algo que não acontecia desde 2003.

E a esta alta do dólar logo refletiu na cotação de todas as casas de câmbio pelo Brasil que trabalham com a comercialização do dólar turismo, que é em um valor sempre maior do que a moeda americana no câmbio comercial.

O dólar turismo é mais caro que o comercial porque é a moeda utilizada pelos brasileiros interessados em fazer compras no exterior, ainda que seja através das importações de produtos. O dólar comercial é mais utilizado pelos bancos e empresas em transações no mercado de câmbio, transferências financeiras, etc.

O Banco Central informou que a taxa de câmbio varia de acordo com vários fatores, por exemplo, a natureza da operação que será realizada, a forma como a moeda estrangeira é entregue e vários outros fatores, podendo ser citados o valor referente a operação, o cliente e até mesmo o prazo de liquidação.
E aí está a diferença dos valores, pois os consumidores compram muito menos que as empresas e os bancos, sendo assim, os custos consequentemente serão bem maiores.

Nesta quinta-feira, o câmbio turismo chegou a R$ 3,94 em diversas casas de câmbio, ficando acima até mesmo do valor do Euro em várias agências. Nas agências de câmbio do Bradesco o valor foi constatado no decorrer do dia.

A corretora Cotação esteve com o dólar em nota com o valor de R$ 3,74 e no fechamento subiu ainda mais, indo para R$ 3,76. E para o crédito no cartão pré-pago o valor era de R$ 3,92 no período da manhã, fechando a R$ 3,94.

A Ultramar Viagens cobrou R$ 3,88 pela moeda americana no cartão e R$ 3,65 em espécie, já com o IOF. Nas agências de câmbio do Banco do Brasil, o dólar ficou em R$ 3,83 no cartão e R$ 3,64 em espécie.

Por Russel

Dólar turismo


Pela 16ª semana seguida, a estimativa do mercado para a inflação de 2015 foi negativa, sendo que o índice subiu para 9,25%.

Na primeira semana de agosto de 2015 tivemos registrado a expectativa do mercado financeiro para a inflação de 2015. O resultado é negativo pela décima sexta semana consecutiva. Saiba que a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do Brasil, saltou de 9,23% para 9,25%. O resultado é bastante preocupante, haja vista o grande número de semanas que já vêm acumulando aumentos sucessivos. A atual previsão está bastante acima do teto previsto pelo Governo Federal.

Além disso, é importante destacar que se a atual previsão for confirmada teremos nada menos que a maior inflação desde o ano de 2003. Na ocasião a inflação atingiu o patamar de 9,30%. Apesar do novo aumento quanto a previsão da inflação para 2015, o índice de 2016 conseguiu se manter em equilíbrio no patamar de 5,40%. Esse é um índice bastante importante e muito confiável, haja vista ser resultado do relatório de mercado do Banco Central e em conjunto com pesquisa que conta com mais de 100 instituições financeiras.

Dentre os principais vilões para o aumento da inflação está o aumento do dólar, segundo destacam os economistas do mercado financeiro. Além disso, tarifas de telefonia, água, energia elétrica, combustíveis e passagem de ônibus também contribuíram bastante para o aumento da previsão da inflação para 2015.

Um detalhe bastante interessante é que levando em consideração as atuais regras vigentes no país, a meta central para a inflação de 2015 e 2016 seria de 4,5%, algo bastante abaixo da realidade. No entanto, temos que destacar o intervalo de tolerância que permite uma oscilação de 2,5% a 6,5%. Portanto, esse intervalo permite que a meta destacada não seja descumprida, formalmente falando. De qualquer forma é esperado que 2015 registre inflação acima da meta, algo inédito desde 2003.

Enquanto o índice da inflação aumenta, a expectativa do PIB decresce a cada mês. Com isso, os economistas do mercado financeiro preveem uma retração no Produto Interno bruto de 1,80%. Com essa nova expectativa, tivemos registrada a terceira queda sucessiva.

Por Bruno Henrique

Inflação


Moeda norte-americana encerrou o mês de julho em R$ 3,4247, registrando a maior alta desde 2003.

O dólar no último dia 31/07 conseguiu fechar na Bolsa de Valores em alta e ainda por cima em um valor maior do registrado nos últimos 12 anos, se compararmos com a maior cotação que ocorreu na data de 20/03/2003, que foi no valor de R$ 3,478 e também nesse mesmo mês de março de 2003 foi a última vez que o dólar ficou acima do valor de R$ 3,40.

Nessa última sexta-feira de julho de 2015, o dólar fechou exatamente no valor de R$ 3,4247, que significa uma alta de 1,59% em relação ao valor anterior conseguido na mesma semana. Nesse período notamos um valor de subida que chegou a 2,32% e no mesmo mês ficou em 10,16%, onde temos a maior alta mensal desde o mês de março, época com um aumento de 11,46%, segundo informações da Economatica.

Agora por que estão ocorrendo tantos aumentos nessa moeda?

Primeiro podemos notar que esses aumentos registrados sempre levam em consideração a Ptax (taxa calculada diretamente pelo Banco Central e que aponta a média do preço do dólar em relação à moeda brasileira), que no ano já acumulava uma alta de 28,81% e depois devemos levar em consideração que esse aumento teve a alta pressão em relação à preocupação com a situação fiscal e as questões políticas do Brasil, fora as incertezas que norteiam a intervenção do Banco Central diretamente com o câmbio.

Outra informação bastante considerável é a repercussão com relação ao déficit primário que chegou à cifra de R$ 9,2 bilhões no setor público e que ao mesmo tempo tem o registro de ser o pior da história.

Especula-se no mercado financeiro que da forma que a situação está sendo conduzida é provável que o dólar chegue facilmente na cifra de R$ 3,60 nos próximos meses, fora que os investidores acreditam que o Programa de Interferência do Banco Central vai realizar a rolagem dos swaps cambiais, ou em outras palavras, esses contratos que equivalem diretamente na venda futura de dólares, vão vencer agora no mês de setembro e em um valor estimado de US$ 10,027 bilhões.

Fora tudo isso ainda temos a Bolsa de Valores encerrando o mês do vermelho ao mesmo tempo em que o índice do Ibovespa subiu a marca de 1,94% com 50.609 pontos, mesmo com toda a alta do dólar.

Por Fernanda de Godoi

Dólar


A queda foi de 2,3% na procura por crédito em junho, comparando com maio de 2015.

De acordo com o Serasa, o número de brasileiros em busca de crédito teve uma baixa de 2,3% no mês de junho, se comparado com o mês de maio e se a comparação for realizada com o mesmo mês, só que de 2014, houve uma alta de 10,1%.

Já para o acumulado do ano, de acordo ainda com o Serasa, houve um acréscimo, até o momento de 4,8%.

De acordo com vários economistas, inclusive da própria entidade, esta queda na busca por crédito já era esperada e um dos principais motivos foi o Dia das Mães, quando o mercado tem uma procura maior por crédito, para que os consumidores possam fazer suas compras, já no mês de junho, como não houve nenhuma data que alavancasse as vendas, a demanda por crédito não foi nenhuma surpresa.

Já a causa do aumento da procura por crédito há 1 ano atrás está ligada à realização da Copa do Mundo, em junho, quando também houve uma busca muito grande do consumidor por crédito.

E a queda na busca por crédito neste mês de junho, foi em todas as faixas de rendas, sendo mais intensa naquelas camadas de rendas que são mais baixas, onde a queda registrada chegou a 2,8% para quem tem uma renda mensal de até R$ 500,00.

Para quem tem renda entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 mensal, a queda foi de 2,5%. Para os consumidores que recebem de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 mensais, a queda registrada foi de 2,2%.  Consumidores com renda mensal entre R$ 2.000,00 a R$ 5.000,00 apresentou queda de 2,1%. E aqueles que possuem uma renda mensal entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00 a queda foi de 2,2%. Para quem recebe mais de R$ 10.000,00 mensal, a queda na busca por crédito registrada em junho foi de 1,9%.

Todas as regiões do Brasil registraram queda na demanda por crédito, sendo que a maior delas foi no Norte do país, onde a queda chegou a 3,3%. Na região Sudeste, a queda na busca por crédito foi de 3% e na região Centro-Oeste chegou a 2,3% que ficou um pouco acima da queda no Nordeste que foi de 2,1%.

Por Russel

Busca por crédito


Previsão da inflação sofreu novamente uma alta para o ano de 2015, devendo atingir 9,04%. Para 2016, a previsão é de que chegue a 5,45%.

Diversas instituições financeiras já elevaram a projeção da inflação para este ano de 2015 a 9,04% e este aumento acontece pela 12ª semana, mostrando que as manobras do Governo para conter o aumento dos preços não estão surtindo resultados satisfatórios, pelo menos a curto prazo.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – subiu sua estimativa para cerca de 9% a 9,04%, sendo que há 4 semanas atrás, esta mesma projeção era de 8,46%.

A boa notícia é que para o próximo ano a estimativa já dá sinais de queda, sendo que para 2016, caiu de 5,50% para 5,45% e mesmo sendo uma queda bem pequena, já é motivo de comemoração não só pelo fato da estimativa para 2016 ser menor do que a deste ano como também por estar apontando queda na projeção realizada.

Para este ano até o Banco Central já projetou sua inflação, estimando que fique em  9% o que a deixará bem acima da meta que era de no máximo 6,5%. O centro desta meta, que é de 4,5%, de acordo com o Banco Central será atingido no decorrer de 2016.

O Copom – Comitê de Política Monetária – do Banco Central, mais uma vez utiliza o aumento da taxa básica de juros, a SELIC, para conseguir frear o aumento dos preços.

A SELIC já teve sua taxa elevada por 6 vezes consecutivas e mesmo assim continua sendo constatado pelo BC este ciclo de alta nos preços. Agora o Copom marcou uma reunião para os dias 28 e 29 de julho para ver o que deverá ser feito.

Hoje, o SELIC encontra-se em 13,75% ao ano e a expectativa é que esta taxa chegue, até o final de 2015, a 14,5%.

Para o final de 2015, a estimativa para o SELIC é que a taxa fique em 12,06% ao ano, sendo desconsiderados os extremos nas projeções.

Elevando a taxa da SELIC, o Banco Central espera conter a grande procura que é um dos principais motivos do aumento de preço.

Por Russel

Inflação


Alta foi de 1,83% com o valor passando de R$ 2,49 trilhões.

Uma notícia bastante desagradável para a economia brasileira foi divulgada pela Secretaria do Tesouro Nacional: a dívida pública federal do Brasil registrou aumento percentual de 1,83%. O dado aqui divulgado é referente ao mês de maio. Com isso, em maio de 2015 a dívida pública federal do país passou para R$ 2,49 trilhões. Vale destacar que esse valor é resultado da soma dos endividamentos interno e externo do poder público.

É importante ressaltar que a dívida em abril de 2015 era de R$ 2,45 trilhões. Além disso, saiba que esse aumento é resultado direito da emissão líquida, ou seja, o governo acabou emitindo mais dívidas do que pagou, portanto, o balanço de maio acabou negativo para nossa dívida. Além disso, outro vilão que contribuiu para o aumento da dívida foi a apropriação de juros em relação ao estoque do endividamento do governo brasileiro.

Como já foi destacado acima, a emissão líquida da dívida contribuiu para o aumento de 1,83% no endividamento do governo brasileiro. O mês de maio registrou emissão total de R$ 86 bilhões quando o assunto são papéis de dívida. Em contrapartida, foram pagos R$ 72,98. Portanto, a emissão líquida acabou sendo de R$ 13,11 bilhões, que somada as despesas de juros resultou em um aumento da dívida de R$ 31,65 bilhões.

Outro detalhe que preocupa muitos especialistas é o cenário do endividamento público até o final de 2015. Vale destacar que a Secretaria do Tesouro Nacional já informou que a dívida pode chegar ao teto no final de 2015, R$ 2,6 trilhões. Caso o cenário se concretize, serão nada menos que R$ 305 bilhões a mais que o ano de 2014.

Além disso, saiba que em 2015 o governo prevê os vencimentos de títulos públicos somando R$ 571 bilhões, enquanto que os encargos da dívida devem totalizar R$ 63 bilhões. Porém, o governo federal já destacou que prevê a utilização de R$ 147,1 bilhões em forma de recursos orçamentários que devem pagar os vencimentos referentes a 2015.

Por Bruno Henrique

Dívida pública federal


Nova medida poderá favorecer a desvalorização do real e a consequente alta do dólar.

O Banco Central sinalizou que haverá menor intervenção no câmbio. Essa medida afetará diretamente na possível desvalorização do real e, consequentemente, na alta do dólar, além de acarretar em uma alta dos juros. Em contrapartida, a ação do BC pode, a médio ou longo prazo, proporcionar uma estabilidade do câmbio e também em juros menores.

Caso o mercado econômico mantenha as novas tendências, haverá menos alívio para o real e uma consequente pressão de alta para o dólar.

Essa redução anunciada pelo BC não ocorreu repentinamente, pois o mercado vem cobrando essa medida, pois considera que a desvalorização do real é uma medida necessária para a redução do déficit em conta corrente e pode estimular o crescimento.

Alberto Ramos, economista – chefe, disse para o América Latina do Goldman Sachs, na cidade de Nova York, que o dólar precisaria subir ainda mais, para valores que ficariam em torno de R$ 3,40 e R$ 3,60, para que pudesse ajudar a economia, mesmo que para isso, o BC efetuasse uma intervenção para a alta dos juros para que o dólar não afete a inflação, que já não está com índices baixos.

Ramos ainda fez uma previsão de alta para a Selic de 0,25% no Copom de junho. O economista considera essas mudanças como positivas para o mercado, uma vez que a médio e longo prazo acarretaria na estabilidade econômica do país.

O economista esclarece ainda que o contrassenso do aumento de juros para a estabilidade da economia é uma medida necessária para uma economia em recessão, pois as medidas ajudam também a controlar a inflação.

A inflação tem sido o grande vilão da economia, pois é um dos responsáveis pela não reação da economia após a alta do dólar nos últimos anos. O motivo seria a elevação de custos, que anula uma parte dos ganhos da competitividade que foram gerados pela alta da moeda americana.

O Banco Central sinalizou que haverá menor intervenção no câmbio. Essa medida afetará diretamente na possível desvalorização do real e consequentemente na alta do dólar, além de acarretar em uma alta dos juros. Em contrapartida, a ação do BC pode, a médio ou longo prazo, proporcionar uma estabilidade do câmbio e também em juros menores.

Caso o mercado econômico mantenha as novas tendências, haverá menos alívio para o real e uma consequente pressão de alta para o dólar.

Essa redução anunciada pelo BC não ocorreu repentinamente, pois o mercado vem cobrando essa medida, pois considera que a desvalorização do real é uma medida necessária para a redução do déficit em conta corrente e pode estimular o crescimento.

Podemos aguardar para os próximos meses, portanto, alta do dólar e dos juros. A nebulosidade econômica do país ainda paira sob as nossas cabeças.

Por André César

Dólar

Foto: Divulgação


Fraco desempenho da economia afetou a alta na inadimplência das empresas.

Mais uma notícia que mostra que não estamos nos nossos melhores dias em matéria de economia.

A crise que estamos enfrentando tem causado sérios danos ao mercado financeiro, atingindo não somente o trabalhador, mas  também as  empresas.

De acordo com a Serasa Experian, o número de empresas inadimplentes aumentou no primeiro trimestre de 2015.

O crescimento das empresas inadimplentes teve um aumento de 12,1% comparado ao mesmo período no ano de 2014, é o maior percentual nessa comparação com 2012 onde o índice foi de 21,1% no mesmo período.

Os economistas acreditam que essa alta tem a ver com o fraco desempenho da economia que está  prejudicando grandemente a  geração de  caixa nas empresas,  dificultando principalmente as  micro empresas, fazendo com que elas  tenham muitas  dificuldades e assim provocando  a elevação dos  índices de inadimplência.

Tudo isso vem de uma série de investimentos realizados ainda no final de  2014, onde os micro empresários investiram na  compra  de matéria prima para iniciar o ano de  2015 com seus estoques  cheios visando um bom início de ano.

Mas como todo início de ano, os brasileiros entram em férias, fazendo suas viagens, e logo em seguida tem o carnaval, que fez com  que os investimentos realizados  não gerassem o lucro esperado, fazendo  com que as micro empresas amargassem com suas  dívidas, gerando assim a  inadimplência tão elevada que  estamos  vendo nesse primeiro trimestre do ano.

O Serasa Experian afirma que  todas as modalidades  da inadimplência tiveram alta, as  dívidas não bancárias, como cartões de créditos, financeiras, lojas em geral, e prestadoras de  serviços como telefonia,  energia  elétrica e água.

Os bancos tiveram um crescimento de 2,7% e 3,5% na inadimplência e contribuições 1,1 ponto percentual e 0,7 ponto percentual, respectivamente.

Título protestado e cheque sem fundos apresentaram um alta  de 29,5% e 20,6% no qual contribuíram para a elevação do índice de  março de  2015.

Por André Escobar

Inadimplência das empresas

Foto: Divulgação


Estatal teve prejuízo de R$ 6,194 bilhões com corrupção e de R$ 44,345 bilhões com reavaliação de ativos em 2014.

Foi divulgado o balanço auditado oficial da Petrobras e, conforme o esperado, a empresa teve prejuízo de cerca de R$ 21,587 bilhões com os escândalos da corrupção e reavaliação de ativos no ano de 2014, contra o lucro de R$ 23,6 bilhões em 2013. Apenas com a corrupção, a estatal perdeu R$ 6,194 bilhões e com a reavaliação de ativos, R$ 44,345 bilhões.

Segundo a Economatica, empresa de consultoria, em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, desde o ano de 1991 que a Petrobras não apresentava prejuízos anuais, ou seja, foram mais de 20 anos sem que a petroleira tivesse prejuízo.

Para o presidente da empresa, Aldemir Bendine, o que fica no momento é um sentimento de vergonha, por parte de todos os funcionários da estatal. Porém, ainda não há clareza sobre como a corrupção foi feita, não podendo identificar de forma especifica como e quais os valores de cada pagamento indevido efetuado.

Do total de perdas com a corrupção, 55% ocorreu apenas na área de Abastecimento, que era liderada por Paulo Roberto Costa, condenado na última quarta-feira, 22, por lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Outras áreas afetadas da petroleira são a de Gás e Energia, com prejuízo de R$ 637 milhões, a de Distribuição e Internacional, que somam R$ 46 milhões, e Corporativo com R$ 99 milhões. Ainda, há R$ 150 milhões desviados que não correspondem a áreas específicas da estatal, e sim, a pagamentos para empresas não citadas no processo da Lava Jato.

Com o grande prejuízo, a Petrobras não pagará a parcela de lucro destinada aos acionistas da empresa este ano. A medida será tomada para preservar o caixa da empresa.

De acordo com parecer de Bendine no balanço, a estatal tem capacidade de superar os desafios que estão por vir. Ainda, foi criado um novo plano de negócios que visa priorizar a produção e exploração de petróleo e gás.

Por Andréa Corneli Ortis

Petrobras


Balanço da empresa referente ao 1º trimestre de 2015 está previsto para ser divulgado no dia 15 de maio.

O balanço da Petrobras, referente ao primeiro trimestre de 2015, será divulgado a partir do dia 15 de maio, de acordo com nota divulgada pela própria empresa, onde é informado que o CA – Conselho de Administração vai se reunir nesta data, onde serão apreciadas todas as demonstrações contábeis referentes ao período dos três primeiros meses deste ano.

E a nota divulgada termina dizendo que é esperada a divulgação das demonstrações contábeis ao mercado, logo após a decisão do Conselho de Administração.

Na última quarta-feira (22/04), a Petrobras divulgou o balanço referente a 2014, através do presidente da empresa, Ademir Bendine, juntamente com a diretoria da empresa. Especialistas no assunto viram de forma bastante positiva a forma como a empresa foi transparente na divulgação dos dados.

O atual presidente da empresa também foi muito elogiado, já que ele assumiu a Petrobras em fevereiro, em meio a uma crise de corrupção e prejuízos imensos. Apesar do pouco tempo na presidência da empresa, Bendine já fez importantes mudanças, que resultaram na recuperação da confiança na empresa de um modo geral.

E foi o próprio Bendine que divulgou o novo plano de negócios da Petrobras que já está praticamente concluído, sendo apresentado a todos nos próximos 30 dias.

A meta deste plano de negócios é reduzir de forma rápida e contínua o endividamento da Petrobras. Outro objetivo deste plano de negócios é fazer com que a Petrobras volte a atuar em vários mercados onde ela deixou de atuar ao longo dos anos.

Ivan Monteiro, diretor de Relações com Investidores, comentou a respeito da divulgação do balanço que este foi um importante passo para que a Petrobras possa continuar caminhando e voltar aos mercados que já não está participando há um bom tempo como, por exemplo, o mercado de capitais, do qual a Petrobras está ausente há 15 anos.

E toda esta expectativa e o fato da Petrobras estar com uma nova gestão que vem dando muito certo e recebendo muitos elogios, faz com que o balanço do primeiro trimestre deste ano seja bastante aguardado, pois a expectativa em torno dos resultados é muito grande, assim como a esperança de que os primeiros bons resultados finalmente comecem a aparecer.

Por Russel

Petrobras


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 3,01, atingindo queda de 0,58%

Após um período histórico de alta da moeda norte-americana, em que chegou a ser cotada em R$ 3,29, a quinta-feira, 16 de abril, foi de queda do dólar. Pelo terceiro dia consecutivo desta semana, a moeda, que já chegou a ultrapassar a cotação do euro, fechou o dia em R$ 3,01, recuando 0,58%.

Desde o dia 5 de março que a moeda não atinge valores maiores, fechando a quinzena de abril no menor valor desde então. Acredita-se que a queda tenha ocorrido em decorrência da divulgação de alguns dados sobre trabalho nos Estados Unidos. Conforme um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho do país americano, na primeira semana de abril o número de pedidos de auxílio desemprego aumentou em cerca de 12 mil, valor considerado altíssimo por significar que o desemprego, ao invés de diminuir, está subindo, o que acaba influenciando no valor da moeda.

O fato do dólar estar oscilando tanto no Brasil é devido às instabilidades, sejam elas políticas ou econômicas. Ou seja, quando maior a instabilidade no país, mais a moeda vai oscilar, para mais ou menos. Caso ela volte a aumentar, quem ganha são os investidores, que compram a moeda por um determinado valor do que está registrado durante a venda e, assim, ele fica com a diferença. Já se a moeda continuar sendo desvalorizada, quem ganha é o turista, que poderá viajar por um preço bem menor do que se a moeda estiver em alta. Ainda, além do preço das passagens, ele ganha com a compra do dólar, afinal, poderá comprar mais da moeda norte-americana por menos valor.

A última vez que o dólar ficou abaixo dos R$ 3,00 foi no início de março deste ano. Após a queda, reergueu-se e atingiu a maior cotação em doze anos, ou seja, R$ 3,29. Ainda, a quinta-feira também foi de declínio na bolsa de valores.

A brasileira Bovespa, afetada pela queda no valor das ações da Petrobras, encerrou o dia com 54.674 pontos.

Por Andréa Corneli Ortis

Dólar


Projeções revelam que o comércio global terá um crescimento de 3,3% e m 2015 e 4% em 2016

Que todos estamos enfrentando uma crise econômica já não é segredo para ninguém, podemos ver isso com facilidade no nosso dia a dia. Claro que também não é para entrarmos em pânico, mas é algo que  devemos  dar uma certa atenção.

A crise econômica que vem atingindo o Brasil não é algo interno somente, é algo externo e grandioso. Pois muitos países estão sofrendo com essa crise econômica, e tem surtido efeito a todas as pessoas no mundo.

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC) o crescimento está a passos lentos a perspectiva de  uma melhora ainda é remota.

Com um crescimento ainda frágil devido a atual situação financeira e com uma recuperação lenta, estima-se que o crescimento global não será dos melhores.

Projeções foram  feitas de que teríamos um crescimento favorável, mas na realidade a atual situação não  condiz com o que  os economistas acreditaram e essas projeções tiveram uma  redução significativa.

De acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), o comércio global terá um crescimento de 3,3% no ano de 2015 e 4,00% no ano de 2016.

Esses valores estão abaixo do que foi projetado, devido ao fraco crescimento econômico de acordo com os dados da OMC.

Os números obtidos pela OMC têm como base em estimativas de crescimento econômico de organizações que incluem o Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com os economistas, acredita-se que as novas projeções indiquem um crescimento modesto no comércio mundial.

O comércio teve um crescimento de 2,8% no ano de 2014, muito abaixo das projeções feitas na qual acreditam que seria um crescimento de 4,7% e também menos que a  projeção  revisada em setembro pela OMC que era de  3,1%.

De acordo com esses dados levantados, o ano de  2015 será um ano difícil, com crescimento lento e  projeções que podem  vir a  serem menores do que se esperava. Pois de acordo com os economistas estamos passando por um momento onde a economia se  encontra  fragilizada, fazendo com que o comércio  mundial sofra.

Por André Escobar

Comércio mundial


Bovespa fechou o dia com alta de 0,26% a 53.802,66 pontos

O Ibovespa, índice de destaque da Bolsa Brasileira, terminou com elevação de 0,26% na quinta-feira (9), a 53.802,66 pontos. É o índice mais elevado em mais de quatro meses, sendo desde 28 de novembro do último ano, no momento que a pontuação foi de 54.664,36. A elevação corta uma série de duas quedas. No dia antecedente, o nível tinha caído 0,13%, a 53.661,11 pontos.

A elevação da quinta foi impulsionada pelos lucros das ações da Petrobras. O mercado continua na perspectiva de que o balanço auditado da companhia, com base no último ano, seja anunciado nos dias seguintes. De acordo com reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, a postagem poderá ocorrer até o dia 20 de abril.

As ações de preferência da empresa (PETR4), com preferência na distribuição de dividendos, ampliaram 9,06% a R$ 11,56. As ações ordinárias (PETR3), com base no voto em assembleia, aumentaram 9,28%, a R$ 11,54.

O dólar comercial aumentou 0,47% e terminou em R$ 3,071 na venda. Trata-se do menor valor de encerramento desde 5 de março, no momento que o dólar tinha o valor de R$ 3,012. Na sessão antecedente, a moeda tinha caído 2,48%, a R$ 3.056 na venda, sendo o valor mais inferior em mais de um mês.

As Bolsas da Europa de destaque terminaram em elevação, depois do anúncio de informações positivas a respeito do ramo automotivo. A maior elevação ocorreu na Bolsa de Portugal, com 1,96%. O mercado de ações no território francês aumentou 1,4%, e no território inglês, 1,12%. A Bolsa de Frankfurt aumentou 1,08%, a do território italiano avançou 0,96% e a do território espanhol subiu 0,68%.

As Bolsas da Ásia e do Pacífico terminaram em queda, exceto as Bolsas do Japão e de Hong Kong. As Bolsas do território chinês caíram 0,91%, e no território australiano, 0,48%. O índice Nikkei do Japão aumentou 0,75% e a Bolsa de Hong Kong aumentou 2,7%.

Por Felipe Couto de Oliveira

Bovespa


Índice atingiu queda de 0,13%, com 53.661 pontos

Na última quarta-feira, 8 de abril, o indicador do mercado de ações na Bolsa de Valores, o Ibovespa, abriu em 1,22% contando com 53.731,93 pontos. No último pregão realizado o índice Bovespa tinha sido cotado em 53.729,16 pontos. Contudo, o fechamento do índice indicou que ele teve uma queda de 0,13% ficando em 53.661 pontos.  

Este índice da Bolsa de Valores de São Paulo indica o desempenho médio das ações principais que são negociadas na BM&FBovespa. A seleção das ações que compõem o índice é feita de acordo com o volume de títulos negociados nos meses anteriores à cotação, sendo assim, são selecionadas aquelas que conseguiram os maiores volumes negociados.  

Na data citada acima, 76,1% dos  ativos que são negociados na bolsa iniciaram o pregão em alta, as mais importantes ficaram por conta da Viavarejo ON, Eneva ON, Direcional Engenharia, cada uma delas com uma valorização de +0,00%. Os ativos que começaram o pregão em baixa nesta ocasião foram Magazine Luiza (-7,30%), Forja Taurus PN (-3,16%), Gp Invest DR3 (-2,81%). Estes foram as maiores baixas registradas no início das negociações.

Com toda a desconfiança que ronda a movimentação das ações da Petrobras, as ações preferenciais e ordinárias foram cotadas inicialmente em R$ 11,10 (alta de 1,93%) e R$ 11,05 (alta de 2,03%). Já durante o dia, o índice chegou a 1,36% alcançando 54.458 pontos, recuando depois e finalizando o dia com 53.661 pontos. No final do dia o volume financeiro tinha ficado em R$ 8,2 bilhões.  

No que se refere às ações da Petrobras elas finalizaram o dia em queda de 2,66%. Algo especulado durante o dia foram os efeitos da aquisição do BG Group, esta companhia foi adquirida pela Royal Dutch Shell.   

O dólar registrou queda de quase 2,5%, isso permitiu que o cenário político brasileiro fosse visto com mais esperanças, logo, isso pressionou para que as ações de certas empresas que se beneficiam com um real mais baixo como a Embraer, siderúrgicas e fábricas de celulose e papel.  

Por Melina Menezes

Bovespa


Março registrou fluxo cambial positivo em US$ 2,003 bilhões

Logo após o resultado negativo obtido no mês de fevereiro, o mês posterior a este encerrou com um fluxo cambial positivo em US$ 2,003 bilhões. Este resultado foi obtido por conta de uma entrada na conta financeira no valor de US$ 2,074 bi e um déficit da conta comercial em US$ 75 milhões. Os dados informados neste texto foram registrados pelo Banco Central.  

Já em abril, mais precisamente no dia 2 deste mês, este fluxo estava negativo em US$ 807 milhões. Este valor foi o resultado de uma saída da conta comercial de US$ 167 milhões e de US$ 640 milhões da conta financeira. O resultado obtido na semana passada foi positivo, fechando o período em US$ 7 milhões positivos.  

Ao longo deste ano, tem se registrado um saldo cambial de US$ 3,957 bilhões. O resultado positivo neste tipo de saldo é provocado pela entrada líquida contabilizando US$ 3,842 bilhões na conta financeira, já a conta comercial registrou um superávit de US$ 115 milhões. Este fechamento positivo em março no que se refere ao fluxo cambial, as instituições bancárias diminuíram a posição vendida da moeda americana partindo de US$ 25,868 bilhões no mês de fevereiro e chegando a US$ 23,830 bilhões em março de 2015.  

No mês passado, o Banco Central fez a recompra de vários leilões de linha de dólar, o valor recomprado foi de US$ 1,3 bilhão, o negócio foi feito por meio de um compromisso de recompra. Já no mês de abril (2) o Banco Central liquidou leilões de linha de dólar a US$ 200 milhões.  

Na última quarta-feira, 8 de abril, o dólar fechou com uma queda de 2,5% perante o real, este é um valor bem menor do que vinha apresentando ao longo deste ano, provocando um alívio político no país. A cotação registrada no dia foi de R$ 3,0563, melhorando a percepção de risco político no país.  

Por Melina Menezes

Fluxo cambial

Foto: Divulgação


Bolsa de Valores registrou queda de 0,04%, aos 51.224 pontos

No último dia de março, a Bovespa teve uma nova queda e, assim, no acumulado do mês o resultado foi que a Bovespa fechou o mês de março no vermelho. A Bovespa ficou com uma variação para menos, em 0,04%, somando 51.224 pontos e a queda foi de 0,8% para o referido mês.

Os bancos privados até que apresentaram um bom avanço, mas a Petrobras continuou incerta e mesmo com uma leve melhora, o que pesou de fato foi a Vale, devido ao minério de ferro ter renovado a US$ 51 dólares a tonelada, que é uma mínima histórica e, assim, o mês de março que já não era bom para a Bovespa acabou fechando em queda.

O Ibovespa teve uma variação de 0,18% negativa, chegando só a 51.150 pontos, fechando também terça-feira (31) também em queda.

Levando em consideração o primeiro trimestre de 2015, o Ibovespa teve uma alta de 2,29% mas este bom desempenho não ajudou muito quando nos referimos ao mês de março, que apresentou uma queda de 0,84%.

E de acordo com Marcello Paixão, que é um dos sócios na Principia Capital Management, o resultado do Ibovespa para o mês de março só não foi pior graças a uma indicação mais tranquila em relação aos juros do FED – Federal Reserve – que é o Banco Central dos Estados Unidos, porque se não fosse isso, a queda no mês de março teria sido muito mais amarga.

E para o mês de abril a expectativa não é nada boa, pois infelizmente a Bovespa continua muito vulnerável às commodities e um dos motivos é a desaceleração no crescimento da China. A mudança de perfil neste crescimento por lá, resulta negativamente aqui na Bovespa.

A maior queda do Ibovespa no mês de março foi da ALL, que neste mês de abril deu lugar aos papéis da Rumo, lembrando que continua o processo de união entre elas. Outras empresas que mais contribuíram para a queda foi a Gol, a Vale PNA, Marfrig, Vale ON e a Bradespar. Só a Gol teve uma queda de 4,75% com um prejuízo líquido bem acima do que era esperado e as previsões para o decorrer do ano não são nada boas. Já o recuo da Eletrobras foi de 2,86%.

Por Russel

Bovespa


Moeda norte-americana fechou no vermelho no último dia do mês de março, mas teve um aumento de 11,7% no acumulado mensal

No dia 31 de março, o dólar fechou no vermelho, mas no período todo, março foi um dos meses em que o dólar apresentou maior alta. No dia 31, a moeda americana apresentou um recuo de 1,26%, mas em todo o mês de março, o aumento foi de 11,7%.

O dólar iniciou a terça-feira em alta e todos já esperavam que fosse mais um dia de valorização da moeda norte-americana, mas o quadro foi mudando no decorrer do dia, fazendo com que o dólar terminasse em baixa.
Se analisarmos o primeiro trimestre de 2015, iremos constatar que o dólar teve uma alta acumulada de 20% em relação à moeda brasileira, o real. Esta valorização do dólar foi a maior de um primeiro trimestre, desde o ano de 1999. Foi nesta época que o Brasil optou pela desvalorização do real e passou a adotar o regime de "Câmbio Flutuante".

Um dos motivos que fez o dólar cair no último dia de março foi o depoimento de Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, que informou sobre os dados fiscais do Governo, apresentando um déficit acima dos R$ 7 bilhões, sendo este o pior de todos os resultados para um mês de fevereiro, desde 1997. E pouco depois, foi a vez do Banco Central informar que o setor público contou em fevereiro com um déficit primário acima dos R$ 2,3 bilhões.

E, principalmente, por causa destas duas notícias, o dólar sofreu uma desvalorização no dia 31 e se a moeda começou em alta, acabou fechando o dia 31 de março com uma queda de 1,26% frente ao real, sendo cotada a R$ 3,1909 na venda.

Com o avanço de 11,7% em março, a moeda norte-americana já acumula uma valorização de 20% neste primeiro trimestre de 2015.

Especialistas no assunto garantem que o mercado está vendo a atuação do ministro Levy, de forma positiva, pelas mudanças feitas para a economia. O ministro afirmou no Senado que para a economia brasileira se recuperar, todos precisarão colaborar, principalmente os estados e os municípios.

Por Russel

Dólar


Índice avançou 2,29% motivado pelos papéis dos bancos privados

Depois de fechar a semana em baixa, com uma queda de 3 pontos percentuais, a Bovespa iniciou a semana muito bem: atuando em alta e recuperando o patamar dos 51.000 pontos (mais precisamente 51.243). O índice avançou em 2,29%, tendo como principais contribuições positivas os papéis dos bancos privados – 2,10% do Bradesco e 3,37% do Itaú – com suas ações, juntas, correspondendo à quase 20% do índice.

Outros pontos favoráveis e positivos que ajudaram o mercado acionário foram os discursos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy e da presidente Dilma Rousseff, nessa segunda-feira (30), que se mostraram muito alinhados, principalmente após uma fala do ministro sobre a presidente ter gerado certo burburinho – mas depois seguiram a mesma linha. 

O que também favoreceu e motivou os negócios no dia foram as expectativas sobre novos estímulos econômicos na China, bem como os papéis da Petrobras, que apesar de ainda se aguardar os resultados da auditoria do balanço da estatal, fecharam em alta de 3,62 pontos percentuais, e as ordinárias tiveram um avanço de 4,01%.

As ações do grupo Gerdau que haviam tido uma queda de aproximadamente 10% na sexta-feira, recuperaram-se, tendo uma alta de 4% – o motivo da queda de sexta-feira foi pela citação da empresa como uma das investigadas pela Polícia Federal e Receita Federal, na operação Zelotes, sob suspeita de manipulação envolvendo bilhões em julgamentos no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

Quem também fechou em alta foi a Companhia Energética de São Paulo, com 6,48%, isso depois de ter disparado 11% nos primeiros negócios, devido ao aviso de distribuição de dividendos (R$ 1,58 bi) e repercussão de balanço.

E para finalizar o rol de boas notícias, sob o fato de ter recebido um pedido de 17 E-jets do grupo Air France-KLM, a Embraer também teve uma alta, de 2,55%. Estima-se que o valor dessa negociação seja de 764 milhões de dólares.

Bons ventos sopraram para a Bovespa nesta segunda-feira, vamos ver o que reservam os próximos dias.

Por Elia Macedo

Bovespa

Foto: Divulgação


Ibovespa recuou 2,47%, atingindo 50.579 pontos

Foi preocupante o fechamento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de quinta-feira (26/03). Após ter tido uma leve alta no dia anterior, fechou na quinta com uma forte queda. O seu principal índice de ações, o Ibovespa, recuou 2,47%, aos 50.579 pontos.

Essa queda na bolsa seguiu o que aconteceu nos mercados externos, as perdas, e foi também um reflexo das perdas das ações da Petrobras, que também fecharam em queda. Aponta-se como uma das causas a realização de lucros por investidores, por ocasião da alta da véspera. O que isso significa? Que houve venda de ações por valores mais altos que os da compra. As preferenciais da Petrobras haviam fechado na véspera em aproximadamente 5%, permeadas pelas expectativas da divulgação do balanço da estatal.

Nem o fato do petróleo ter tido uma alta de 4% nos mercados internacionais amenizou a queda de 5% dos papéis da estatal. Outro fator que contribuiu para a queda, segundo a Reuters, foram as expectativas com relação à reunião do Conselho de Administração da Petrobras, no RJ, na quinta-feira, quando o andamento do que está sendo feito para fechamento dos resultados financeiros auditados seria apresentado.

Outro fator que contribuiu para a queda do índice, foi a queda de 6,2% das ações da empresa de educação Kroton, logo que o ministro interino da Educação, Luiz Claudio Costa, afirmou que o governo não garantia que o Fies disponibilizará vagas novas para o segundo semestre. No entanto, as ações da Estácio tiveram uma alta de 0,94%, que reverteu um pouco o quadro.

O Bovespa também sofreu pressão do quadro externo, com o ataque da Arábia Saudita ao Iêmen, o que amparou a realização de lucros no pregão europeu, além da queda em Wall Street.

Os papéis da Telefônica Brasil também recuaram – mais de 3,5%, devido à aprovação de oferta pública primária de ações, em um valor aproximado de R$ 15,8 bi, que será utilizado para a compra da GVT. As preferencias da Oi também recuaram, aproximadamente, 5%, depois da operadora ter proposto à Telemar a conversão das preferencias em ordinárias, para que não houvesse atraso na migração ao Novo Mercado.

Por Elia Macedo

Bovespa


Dólar ficou instável durante o dia, oscilando entre R$ 3,18 e R$ 3,21

Após uma forte alta na quarta-feira (25), nesta quinta-feira (26) o dólar voltou a operar instável. Na véspera da quinta-feira o dólar fechou com uma alta muito elevada, de 2,42%, mas levando em consideração a semana houve uma queda de 2,82%. Porém, no comparativo de meses, março apresentou uma valorização da moeda norte-americana de 12%.

Na quinta-feira (26) o dólar começou o dia em queda e depois ficou oscilando entre os valores de R$ 3,18 e R$ 3,21. Um dos motivos para tanta oscilação foram os fluxos da moeda, tanto para a entrada quanto também a saída e teve um outro agravante que foram os rendimentos dos títulos do Tesouro Americano.
Exatamente às 16h42, o dólar recuou 0,64% sendo vendido a R$ 3,1828 e isso depois de subir 2,42% na véspera.

No início da quinta-feira, o que mais provocou a oscilação da moeda norte-americana pela parte da manhã foram as operações cambiais relevantes, mas especialistas concordaram sobre o exagero destas transações que foram muito rápidas.

E tem o fato do crescimento da economia dos Estados Unidos estar melhorando, o que tem atraído os investidores, fazendo o dólar subir não somente em relação ao real, mas também a várias outras moedas, inclusive o Euro.

Os investidores não estão sentindo segurança para investimentos a longo prazo e isso está deixando o mercado mais volátil. O resultado é este mercado imprevisível e na quinta-feira a oscilação do dólar mostrou justamente este cenário.

O Banco Central chegou a ofertar 2 mil swaps cambiais, referente à venda futura de dólar, sendo que o vencimento seria para 1º de dezembro de 2015 e também para 1º de março de 2015. E até um leilão foi feito pelo Banco Central, com vencimento para o próximo dia 1º de abril, equivalente a US$ 9,964 bilhões para até 7,4 mil contratos.

E mais uma semana vai chegando ao fim com a moeda norte-americana deixando o futuro totalmente imprevisto, pois nem os especialistas souberam dizer se para a próxima semana, o dólar poderá manter a alta ou se apresentará nova queda. Tudo vai depender do mercado mundial e principalmente do mercado norte-americano, na segunda-feira, dia 30.

Por Russel

Dólar


Dólar encerrou o dia em R$ 3,2035, com alta de 2,42%

O dólar chegou a ter 3 quedas consecutivas, mas com o fim do programa cambial, teve uma forte alta nesta quarta-feira (25/03), fechando a R$ 3,20. No período da manhã, o dólar até que chegou a oscilar um pouco, mas logo voltou à sua trajetória, encerrando o dia com forte alta.

Um dos motivos para a parada brusca na queda, foi a reação do mercado ao anúncio do Banco Central de que não vai mais renovar o programa de oferta diária de swaps cambiais, indo só até o dia 31 de março. Mas o Banco Central garantiu que vai renovar de forma integral, todos os contratos que vencerem a partir do dia 1º de maio.

Assim, o dólar fechou em R$ 3,2035 com uma alta de 2,42% frente ao real. Para a semana passada, o resultado é uma queda de 2,82%, mas se formos analisar o mês de março, teremos uma valorização do dólar em 12%.

No período da manhã, frente aos fracos resultados da economia norte-americana, o dólar oscilou e deu a entender que teria baixa pelo quarto dia consecutivo, mas ainda pela manhã esta baixa deu lugar a uma alta contínua, devido ao mercado ter os resultados dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos que devolveram as perdas.

Com o fim do programa cambial, o Banco Central deixará de injetar no mercado, cerca de US$ 2 bilhões por mês. O Banco Central já tinha informado que o estoque de swaps cambiais, que atualmente são de US$ 115 bilhões, atende perfeitamente a procura por proteção da economia no Brasil. E os agentes financeiros até que receberam bem esta notícia, o que leva a entender que a alta do dólar nesta quarta-feira foi mais pelas informações vindas dos Estados Unidos do que pelo fim do programa cambial.

Em outros países, que contam com moeda forte, o dólar recuou um pouco, assim que os investidores souberam que as encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos, tiveram um recuo no mês de fevereiro.

Mas o fim do programa cambial significa maior pressão de alta sobre o dólar e para o restante desta semana espera-se novamente que o dólar volte a subir.

Por Russel

Dólar


Principal influência para a alta da Bolsa foi o avanço das ações da Petrobras

ABolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta o dia 25 de março, subindo mais de 1% no início dos negócios. O principal indicador da bolsa, o Ibovespa, chegou a subir 0,68%, atingindo 51.858 pontos.

Acredita-se que a alta seja influência do avanço das ações da Petrobras, pois, há grande expectativa em relação à divulgação do balanço auditado da petroleira. As ações preferenciais da estatal – especificamente, as que não têm direito a voto – avançaram 4,79%, somando R$ 9,84. Já as com direito a voto, ou ordinárias, fecharam com aumento de 5,19%, fechando em R$ 9,72. De acordo com a Agência Estado, a empresa pretende que o resultado financeiro de 2014 seja aprovado nesta quinta-feira, 26, durante uma reunião do Conselho de Administração. 

Ainda no dia 25, o Ibovespa chegou a atingir 52.318 pontos, no entanto, foi perdendo força assim que os papéis dos bancos foram enfraquecendo após a divulgação dos dados sobre crédito, que também aumentaram.

Quanto ao mercado de câmbio, o dólar comercial também fechou o dia em alta, com 2,43%, atingindo R$ 3,203 na venda. Esta alta aconteceu devido ao anúncio do Banco Central de não renovar seu programa de intervenções no mercado de câmbio, que está previsto para terminar no final do mês de março.

Bolsas Internacionais:

O mercado de ações não teve um dia bom na Europa. Na Alemanha, as ações caíram em 1,17%, na França fechou 1,32% e na Inglaterra caiu em 0,41%. Além destas, as bolsas da Itália, Espanha e Portugal também fecharam o dia em queda, sendo desvalorizadas, em média, 0,90%.

Já a Bolsa de Xangai, na China, encerrou o dia com queda de 0,79%. A de Taiwan fechou com 0,66% mais baixa e Seul não teve alta nem baixa significativa. No entanto, as bolsas de Hong Kong, Cingapura e Tóquio tiveram altas de 0,53% e 0,17%, respectivamente.

Por Andréa Corneli Ortis

Bovespa


Déficit foi de US$ 6,88 bilhões em fevereiro

O Banco Central anunciou nesta terça-feira (24), que as contas externas brasileiras registraram um déficit de US$ 6,88 bilhões.

De acordo com o Banco Central, ainda com o valor elevado houve uma queda  em relação ao mesmo mês de 2014, quando o déficit em conta corrente somou US$ 7,4 bilhões. O número  também  ficou  abaixo  do resultado de janeiro que foi de US$ 10,6 bilhões negativos.

O resultado das contas externas,  que mostra despesas maiores que a receita, leva em conta a balança comercial (importação e  exportação), serviços (como juros e remessa de  lucros, entre outros), um dos principais  indicadores do setor externo.

Em todo o ano passado, o déficit em transações correntes somou R$ 90,9 bilhões, o maior  valor  desde o início da série histórica, em 1947.

Na proporção do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador considerado mais adequado por economistas, somou 4,17%, sendo a  maior marca em 13 anos.

Com o resultado de fevereiro, as  contas externas  acumuladas nos últimos doze meses ficaram no negativo de US$ 89,9 bilhões, equivalente a 4,22% do PIB.

O Banco Central informou que o ingresso de  investimento no Brasil  somou  US$ 3,96 bilhões em janeiro. Com isso os  investimentos  recuaram em relação ao mesmo mês em 2014 quando somaram US$ 5,11 bilhões.

Para 2015 a previsão do BC é que os  investimentos estrangeiros somem US$ 65 bilhões, não sendo suficientes, outra vez, para  financiar o déficit em conta corrente do próximo ano que está previsto em US$ 83,5 bilhões.

Quando o déficit não é  coberto pelos investimentos estrangeiros, o  país tem de se apoiar em outros  fluxos, como  o  ingresso de  recursos  para aplicações financeiras, ou buscar empréstimos no exterior.

Economistas alertam, entretanto que um cenário de crescimento menor do PIB, de indicadores ruins das  contas públicas e externas  brasileiras, a  atratividade da economia brasileira  também é menor, o que pode  significar um pouco mais de  dificuldade no  financiamento do déficit das contas externas.

O Governo tem lembrado que as reservas internacionais brasileiras, acima de US$ 370 bilhões, conferem tranquilidade na administração das contas externas brasileiras.

Por André Escobar

Contas externas


Moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 3,127

 

E o dólar continua subindo e fechou em alta de 0,77% no último dia 11 de março. O dia foi de alta volatilidade com o dólar comercial variando entre R$ 3,08 a R$ 3,14 encerrando a quarta-feira valendo R$ 3,127.

Durante as variações do dólar no dia 11 de março, a mínima registrada no dia marcou uma queda de 0,67% e foi logo no início da tarde, mas quase que imediatamente voltou a subir, assim como ocorreu logo no início do dia.

E neste ano de 2015 a alta acumulada atinge a casa dos 17,64%. Só neste mês de março o dólar já sofreu uma valorização de 9,52%. Na terça-feira, dia 10, o dólar passou por uma sequência de altas como há muito não se via e depois caiu 0,82%, ficando a moeda americana cotada a R$ 3,104. Esta foi a primeira queda da moeda norte americana, frente ao real, desde o dia 27 de fevereiro.

E após esta queda de 0,82% o dia 11 foi marcado pelo sobre e desce da moeda com o dólar comercial chegando ao final do dia em alta, atingindo uma valorização de 0,77% com venda a R$ 3,128.
E a alta da moeda americana mais uma vez foi justificada pela preocupação apresentada pelos investidores em relação ao quadro político e econômico no Brasil. Um fato que repercutiu muito foi o Governo ter acertado, na noite anterior, com líderes do Congresso Nacional, a nova correção para o Imposto de Renda de Pessoa Física, o que levou a abrir mão de mais de R$ 6 bilhões.

Há um temor muito grande no mercado de que o Governo brasileiro não consiga ajustar as contas públicas e assim a economia brasileira volte a crescer como era esperado. Pesou no aumento do dólar também a preocupação com as investigações que vêm sendo realizadas quanto ao escândalo da Petrobras. A Controladoria-Geral da União já determinou que serão abertos novos processos contra 10 novas empresas e que estas poderão ser impedidas até de fecharem novos contratos.

E a previsão para esta quinta-feira (12) é de um pouco de instabilidade na moeda-americana no correr do dia, mas fechando novamente em alta.

Por Russel

Dolar em alta


Após 5 quedas consecutivas, índice atingiu 48.905 pontos

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, registrou uma alta depois de uma série de cinco quedas consecutivas. A subida foi registrada na última quarta-feira, 11 de março. Vale ressaltar que o Ibovespa estava passando por um momento bastante difícil, haja vista a maior sequência negativa desde setembro de 2014 após as cinco quedas consecutivas. Um dos principais motivos para a subida do Ibovespa foi justamente a calma momentânea nas tensões políticas. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Como já foi citado acima, algumas questões políticas foram importantes para a alta do Ibovespa. Um grande exemplo disso foi o acordo entre o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, em relação ao reajuste da tabela do Imposto de Renda. Além disso, também contribuíram de forma positiva com a alta da Bolsa os índices do exterior.

Em outros cenários, o benchmark fechou 1,27%, dessa forma, foi a 48.905 pontos. Além disso, também foi registrada outra subida comercial do dólar, 0,77% o que levou a moeda americana a R$ 3,1278 na venda. Outro detalhe muito importante é quanto aos juros futuros, pois o contrato do DI para janeiro de 2017 subia 0,09% a 13,09%. O contrato para janeiro de 2021 também sofreu aumento.

Segundo a análise de economistas e analistas, um dos principais motivos para o Ibovespa fechar em alta foi justamente as resoluções de algumas tensões políticas que estavam influenciando de forma negativa no mercado. Segundo Bruno Gonçalves, analistas da WinTrade, o acordo para realizar um reajuste da tabela de Imposto de Renda em 6,5% escalonado influenciou de forma positiva quanto aos riscos nos mercados. Além disso, o analista também destacou que a recuperação dos bancos também foi essencial para a recuperação do Ibovespa.

Quando o assunto é a agenda de indicadores, saiba que na quarta-feira, 11 de março, o maior destaque ficou por conta do fluxo cambial. Após os resultados negativos em janeiro e fevereiro, o mês de março parece ter outros rumos: o fluxo cambial é positivo de US$ 3,019 bilhões em sua primeira semana.

Por Bruno Henrique

Ibovespa

Foto: Divulgação


O Banco Central divulgou o resultado de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras onde informa que a estimativa de encolhimento do PIB aumentou, bem como a estimativa da inflação. Vale ressaltar que os dados desse relatório foram levantados na semana passada e divulgados nesta segunda-feira, 09 de março.

Através da pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições foi apurado que a previsão de encolhimento do PIB passou de 0,58% para 0,66%, ou seja, o PIB brasileiro deve sofrer a maior contratação da economia desde 1990. Vale ressaltar que esses resultados vão confirmando o que já é esperado por muitos especialistas: saldo negativo. Essa é nada menos que a décima piora na projeção do PIB projetada pelo mercado.

Além disso, os dados divulgados pelo Banco Central também informam que um cenário de recessão econômica no fim de 2014 e início de 2015 pode ser considerado uma realidade. Para aqueles que não sabem, a chamada recessão técnica é resultado de dois trimestres consecutivos de contração do PIB.

Dessa forma, é evidente que o Brasil está em um cenário econômico extremamente complicado. É importante destacar que enquanto a projeção do PIB diminui para 2015 a projeção da inflação aumenta.

Caso ainda não saiba, a expectativa dos analistas é que a inflação feche o ano acima de 7%. Neste último relatório os analistas subiram a projeção da inflação para 7,77%. Vale destacar que na semana retrasada essa projeção era de 7,47%. É importante destacar que esta foi nada menos que a décima alta consecutiva para a inflação de 2015. Essa pode ser a maior taxa desde 2003, quando a inflação fechou em 9,3%.

Um detalhe muito importante é que esta atual projeção da inflação, 7,77%, é um valor acima do teto de metas do governo. A meta central de inflação para 2015 e 2016 é de 4,5%, sendo a tolerância de dois pontos para mais ou para menos. Com isso, o teto da inflação é de 6,5%, sendo assim, o atual cenário inflacionário é bastante preocupante.

Por Bruno Henrique

Infla??o e PIB


O clima da economia brasileira encontra-se em péssimo momento. Há diversos indicadores que mostram que o ano de 2015 será bastante difícil para os brasileiros. Alta do dólar, inflação acima da meta do governo e recessão do PIB, mostram que há muito para ser feito para que a economia do país volte a trilhar bons rumos.

Outro indicador nada animador é o aumento das taxas de juros. Neste mês de março elas voltaram a subir.  

As taxas de juros cobradas pelos bancos que atuam no Brasil referentes a cheque especial e empréstimo pessoal obtiveram aumento no terceiro mês do ano, segundo informa uma pesquisa da Fundação Procon do Estado de São Paulo. Dos sete bancos pesquisados pelo órgão, um aumentou a taxa de empréstimo pessoal e outros dois a do cheque especial.  

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos estudados na pesquisa foi de 6,02% ao mês, superior ao mês anterior, onde se encontrou em 6,01% ao mês. Nesta linha de crédito para pessoas físicas, a única alteração foi promovida pelo Bradesco, que elevou a taxa de 6,53% para 6,57% ao mês. O que significa variação positiva de 0,61% em relação ao mês de fevereiro.  

Já no cheque especial, a taxa média praticada pelos bancos pesquisados foi de 10,55% ao mês, acima dos 10,5% do mês de fevereiro. A alta mais expressiva foi verificada no Banco Santander que alterou de 12,99% para 13,24% ao mês. Isso representa uma variação positiva de 1,92% em relação à taxa do mês anterior. 

A seguir você pode conferir as taxas de juros praticadas pelos principais bancos em relação ao empréstimo pessoal:

– Santander: 7,49%;

– HSBC: 7,3%;

– Bradesco: 6,57%;

– Itaú: 6,22%;

– Safra: 5,40%;

– Banco do Brasil: 5,11%;

– Caixa Econômica Federal: 4,04%.

Por causa da alta dos juros, a Fundação Procon/SP alerta os consumidores para terem cautela antes de contratar alguma linha de crédito. Avaliar bem a real necessidade do empréstimo também é algo a ser levado em conta. Caso precise fazer um empréstimo, é importante comparar as taxas cobradas pelos bancos que atuam em sua localidade.

Por William Nascimento

Juros


Seguindo a alta que vinha apresentando, o dólar fechou a semana na sexta-feira (06/03) acima dos R$ 3,00. Só nesta semana o dólar subiu 7,02% e no dia 6 de março fechou a R$ 3,0565. Este valor foi o maior desde agosto de 2004!

Logo pela manhã o dólar começou em baixa, mas rapidamente apresentou uma forte alta. Nos Estados Unidos a expectativa de alta nos juros influenciou para o aumento do dólar na sexta-feira, assim como os sinais do mercado de que o Governo brasileiro está preocupado com a desvalorização do real, sendo que o Banco Central poderá, inclusive, reduzir o suporte dado à taxa de câmbio para tentar amenizar a situação.

Quando foram divulgados os dados de que o desemprego nos Estados Unidos caiu 5,5% em fevereiro, o mercado logo apostou que os juros vão subir novamente por lá e o resultado disto é a saída de dólares do Brasil, resultando em mais aumento.

Outro fator que tem contribuído para o aumento do dólar no Brasil é a preocupação com o plano de ajuste das contas públicas, pois muitos investidores estão evitando ao máximo os ativos brasileiros, pois estes investidores temem que o Governo brasileiro não consiga resgatar a credibilidade perdida. A América Latina inteira está enfrentando o problema da alta do dólar, mas o Brasil é o país mais vulnerável devido ao fato do país enfrentar sérios problemas fiscais.

Na parte da manhã o dólar se manteve em baixa só pelo fato do mercado estar especulando que o Banco Central tinha a intenção de aumentar a oferta de Swaps cambiais, disponibilizando todo o lote que ainda vence em abril. Mas com as notícias que foram chegando a partir do início da tarde, foi impossível segurar a alta do dólar.

No mês de fevereiro foram criados nos Estados Unidos mais de 295 mil vagas de emprego, quando a expectativa era de serem criadas 240 mil vagas. Com o mercado americano mostrando que está forte, em junho a taxa de juros de referência já poderá iniciar um ciclo de alta e esta notícia jogou o dólar nas alturas fazendo com que ele fechasse dia em R$ 3,0565.

Por Russel

D?lar


A atual instabilidade da economia está trazendo vários resultados negativos em diversos aspectos. A Ibovespa, por exemplo, fechou em queda na quinta-feira, 5 de março. A queda foi resultado do atual quadro político brasileiro que é bastante instável, bem como o otimismo em relação às bolsas internacionais também ajudaram a Ibovespa registrar queda.

É importante destacar que a Ibovespa registrou um recuo de 0,20%, ou seja, a mesma foi a 50.365 pontos. O volume negociado na Bovespa atingiu R$ 5,109 bilhões. Um dos grandes pontos negativos é justamente o aumento constante do dólar. A moeda norte-americana fechou ganhos de 1,03%, dessa forma, conseguiu ficar em R$ 3,0100 na compra e R$ 3,0115 na venda. Já a pressão em relação aos ajustes fiscais, bem como as dúvidas em relação às medidas políticas acabou com as expectativas de algum benefício relacionado à alta de juros.

Em contrapartida, as bolsas internacionais acabaram subindo e registrando resultados positivos. Um dos grandes motivos para este fato foi o anúncio do presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi. O anúncio foi nada menos que o programa de compra de ativos de países da zona do euro começará na próxima semana. Além disso, o presidente do BCE também destacou a elevação da previsão do PIB: 1,5% em 2015; 1,9% em 2016 e 2,1% em 2017.

Como já foi destacado nesta matéria, um dos principais aspectos negativos em relação à queda da Ibovespa é sem sombra de dúvidas o cenário político bastante conturbado. Um grande exemplo disso ocorreu nesta quarta-feira, 4 de março, quando Renan Calheiros, presidente do Senado, devolveu a Medida Provisória 669 (referente às desonerações). Tal ato deve impor mais dificuldades ao ajuste fiscal que propõe Joaquim Levy, ministro da Fazenda.

O recuo da Ibovespa também foi bastante influenciado pelas quedas nas ações da Vale. A mineradora presenciou o minério de ferro atingir a mínima em mais de seis anos com o fechamento de algumas siderúrgicas na China. Além disso, também contribuíram de forma negativa as ações da Embraer que obteve recuo de 4%.

Por Bruno Henrique

Ibovespa


O Banco Central com as operações de swap cambial conseguiu obter o maior ganho desde 2003 e o segundo mais elevado desde 2002, quando a instituição monetária passou a ofertar esse tipo de instrumento ao mercado financeiro. O swap cambial trata-se da troca de taxa de variação cambial por taxa de juros pós-fixados.  

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (27), pela assessoria de imprensa do Banco Central a pedido do Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Pelos dados divulgados, os "rendimentos" da autarquia com ração diária somaram em janeiro R$ 10,781 bilhões. O montante só é inferior aos R$ 11,076 bilhões registrados em abril de 2003. Em 2003, a autarquia contabilizou "lucro" de R$ 15,632 bilhões com essas operações.  

A ração diária é a intervenção do BC para fazer reajustes do valor cambial do dólar. Em dezembro do ano passado, o órgão monetário afirmou que continuará com as intervenções para viabilizar um cenário mais benigno em 2015-2016. O atual programa de ração diária teve início em agosto de 2013. Na ocasião, a intervenção semanal do BC no mercado cambial somava o equivalente a US$ 2 bilhões.  

Com o passar do tempo, a instituição foi reduzindo a ração diária ao mercado e, atualmente, intervém com cerca de US$ 500 milhões semanais. Pela programação atual delimitada pelo BC, essas intervenções continuarão a ocorrer até, pelo menos, o final deste mês.  

No ano passado, o BC obteve perdas de R$ 17,329 bilhões com a oferta de hedge ao mercado. O hedge é uma operação que tem como finalidade proteger o valor de um ativo contra uma possível redução de seu valor em uma data futura ou, ainda, assegurar o preço de uma dívida a ser paga no futuro.  

Vale lembrar que em 2013, o BC acabou registrando prejuízo com os leilões de swap da ordem de R$ 1,315 bilhões. Já em 2012, entrou para o caixa da autarquia R$ 1,098 bilhão.

Por William Nascimento

D?lar


Nesta quarta-feira, 04 de março, o dólar subiu e alcançou a marca dos R$ 3,00. Em mais de dez anos, este comportamento não aparecia. Uma das razões para este comportamento fora dos últimos padrões estabelecidos foi a rejeição da Medida Provisória de desonerações tributárias. Esta medida foi vetada pelo Presidente do Senado.

Desde agosto de 2004, o dólar vinha se mantendo em um patamar inferior aos R$ 3, no entanto, ontem a moeda alcançou R$ 3,0010, maior média registrada desde 18 de agosto de 2004. A moeda fechou com uma alta de 1,8% e sendo cotado a R$ 2,9807.

A rejeição da Medida Provisória 669 ocorreu na sessão de terça-feira, quando o Presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que não poderia adotá-la, pois esta não cumpria os preceitos da Constituição. Após a negativa, o Governo substituiu a medida com uma Lei de urgência assinada pela Presidente Dilma Rousseff. Com o resultado negativo da Medida Provisória, fica ainda mais difícil o ajuste das contas do Governo.

A alta do dólar era quase uma certeza, visto as complicações em termos econômicos que o país está vivendo, agora, com as divergências dentro do âmbito político, será uma tarefa bastante árdua colocar a moeda estrangeira no patamar adequado para a realidade brasileira.

O cenário é bem complexo. Com as contas públicas em desordem, a situação crítica da economia, o nível do dólar subindo e uma inflação chegando a níveis superiores de 7% já neste ano, está cada vez mais complicado conseguir colocar a situação econômica brasileira nos eixos novamente.

Os problemas não se resumem às meras formalidades do mercado financeiro, este crescimento da moeda norte-americana interfere diretamente na vida do povo brasileiro. Além de colaborar com o aumento da inflação, este comportamento do dólar diminui o poder de compra da população. Se antes, este poder já vinha manifestando uma queda preocupante devido ao aumento das tarifas de energia, combustíveis, água e demais, agora, ele está mais baixo ainda por causa da alta da moeda estrangeira. Isso se explica ao ver que com o aumento dos níveis do dólar, o preço de produtos importados irá subir, um deles é o trigo. Com certeza, a chegada desta moeda aos R$ 3, causará a elevação dos preços dos derivados do trigo. Além do cereal, os produtos fabricados no exterior também terão os seus preços reajustados assim como os preços dos itens de supermercados, sendo repassado para os seus clientes o ônus pelo aumento do dólar.

Pode-se perceber que o comportamento da moeda americana, influência diretamente os aspectos econômicos do nosso país, e reflete-se, principalmente, na nossa população.

Por Melina Menezes

D?lar


Na quarta-feira, 04/03, o Copom elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, para 12,75% ao ano. A decisão foi unânime e já era prevista pelo mercado. Esse percentual é o maior desde janeiro de 2009. A decisão foi tomada com base nas perspectivas da inflação e no cenário macroeconômico.

Em uma pesquisa realizada com economistas, a grande maioria já esperava a alta de 0,5 ponto percentual devido ao cenário de inflação elevada.

Em outubro, o Copom já havia elevado a Selic em 0,25 ponto percentual por conta do ciclo de aperto monetário. Em dezembro elevou a taxa em 0,5 ponto percentual e em janeiro mais 0,5 ponto percentual. Nos dias 28 e 29 de abril ocorrerá a próxima reunião do Copom. Há previsão de que a taxa de juros subirá mais 0,25 ponto porcentual em abril, chegando a 13% até o fim do ano.

O Banco Central manifestou que fará o que for preciso para frear a alta dos preços, fazendo a inflação ultrapassar o teto da meta oficial que era de 4,5%, a margem é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em janeiro, subiu em 1,24% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), estando em 7,14% em 12 meses. Uma pesquisa aponta que a inflação possivelmente subiu 0,08% em fevereiro e 7,54% nos 12 meses até fevereiro.

O Banco Central aponta que a atual alta do dólar contribui para o aumento dos preços. No mês de fevereiro, a moeda subiu 6,19%, e nos últimos seis meses o acumulado chega a 27,56%. As medidas de ajuste fiscal colocadas em prática pelo governo, que incluem aumento dos tributos, também pressionam a inflação no curto prazo. Porém, o BC aponta na nova política fiscal e acredita que a inflação está começando a se dirigir para o centro da meta em 2016.

Por Rafaela Fusieger

Taxa Selic


O dólar segue em ritmo de subida desde o final de fevereiro de 2015. E mais uma notícia nada agradável para a economia brasileira veio à tona nesta terça-feira, 3 de março: o dólar fechou em alta. Com isso, a moeda norte-americana conseguiu ficar acima de R$ 2,90 pela primeira vez em 10 anos. É importante destacar que este é um resultado direto do quadro de preocupações com os fundamentos econômicos brasileiros. Vale ressaltar que a tendência é de que o aumento continue.

Para aqueles que ainda não sabem, a tradicional moeda americana conseguiu fechar em alta de 1,14% nesta terça-feira, 3 de março. Dessa forma, a moeda chegou ao valor de R$ 2,928 na venda. Esse é um resultado que representa a máxima da sessão, bem como o maio nível de fechamento desde 2 de setembro de 2004, haja vista nesta ocasião a moeda norte-americana ter registrado o valor de R$ 2,940.

Além disso, saiba que segundo a Reuters, maior agência de notícias britânica, no final desta sessão o dólar conseguiu ampliar seus ganhos. Um detalhe muito importante é que esta ampliação se deu ao fato das especulações sobre a lista preparada pela Procuradoria-Geral da República com os políticos envolvidos na operação Lava-Jato. Tal lista deve ser enviada muito em breve para o Supremo Tribunal Federal e deve causar um grande rebuliço político-econômico em todo o país, haja vista a operação estar em busca dos culpados por desvios bilionários de dinheiro público.

Uma das causas dos recentes aumentos do dólar é justamente a desconfiança dos investidores quando o assunto são os ativos brasileiros. Essa desconfiança é resultado direto da perspectiva de que a inflação no Brasil deve fechar o ano de 2015 acima de 7%, mesmo se o ajuste fiscal for bem sucedido. Com esse cenário é possível que o Brasil entre em contratação econômica, caso a expectativa de inflação feche acima de 7%. Caso não saiba, esse ajuste tem por objetivo recuperar a credibilidade da política fiscal.

Por Bruno Henrique 

D?lar em alta


Uma notícia pegou muita gente de surpresa no meio econômico: a Petrobras foi rebaixada para o grau especulativo pela Moody’s. Dessa forma, deu-se início a uma grande confusão no mercado acionário. Acompanhando o rebaixamento para a categoria de grau especulativo, as ações da Petrobras despencaram 8%. Com tal notícia e a queda das ações, a IBOVESPA quase perdeu o patamar de 51 mil pontos. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

A principal confusão no mercado acionário teve início na manhã da última quarta-feira, 25 de fevereiro. No entanto, na tarde da quarta-feira o fluxo vendedor diminuiu e a notícia sobre a possibilidade de a estatal brasileira vender ativos fez com que muitos investidores fossem às compras. Com isso, houve um pouco de estabilidade.

Apesar de a IBOVESPA também ter sentido a queda das ações da Petrobras, a mesma terminou a sessão com recuo de apenas 0,12%, com isso, foi para 51.811,02 pontos. Na mínima, a mesma ficou na casa dos 51.051 pontos, já na máxima, registrou 51.863 pontos.

Através de uma entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a analista sênior da Moody’s, Nymia Almeida, se posicionou à respeito da decisão de vendas de ativos.

Segundo a analista, cortar investimentos não é o suficiente para preservar o caixa da Petrobras. Para Nymia, essa decisão pode ter resultados negativos na receita fatura da estatal. Para ela, além da venda de ativos outras medidas devem ser tomadas como, por exemplo, a abertura de capital de subsidiárias para gerar caixa.

O Banco do Brasil, empresa estatal, também sofreu com os resultados negativos que o rebaixamento da Petrobras gerou em todo o mercado. Dessa forma, o Banco do Brasil registrou perda de 2,11%.

Um dos principais destaques positivos foi a Eletrobras ter passado muito bem por tudo isso, haja vista a mesma ter obtido os seguintes resultados: ON +1,8%; PNB +1,23%.

Além disso, após o anúncio da Moody’s em relação ao rebaixamento da Petrobras, é esperado que isso favoreça o ajuste fiscal do Governo Federal. Apesar disso, Dilma Rousseff fez questão de minimizar o anúncio da Moody’s, 

Por Bruno Henrique


De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Focus desta semana, a previsão ficou ainda mais negativa para uma série de índices importantes na nossa economia. Em clima de recessão e de muita desconfiança, o relatório trouxe a confirmação de notícias que ninguém queria ouvir. As projeções para a inflação e para o crescimento econômico do nosso país pioraram, nada foi diferente com a taxa de juros, esta também aumentou. Outro indicador que teve uma projeção negativa foi o Produto Interno Bruto, a diferença entre a semana passada é esta é de -0,08%.

Os analistas financeiros mais conceituados no país parecem ter entrado no consenso de que a nossa economia está passando por uma etapa crítica. Os juros estão subindo, o crescimento do país está numa fase de estagnação, a inflação continua imprudente e o PIB sofreu cortes, todos estes indicadores podem ser traduzidos na constatação da desaceleração do crescimento e em dias difíceis para toda a população brasileira.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros, tinha previsão de fechar o ano em 12,75% na semana passada. Nesta semana, o valor aumentou para 13%. Mesmo sem saber o valor que a taxa de juros do Banco Central ainda não tenha sido definida, espera-se que ela não tenha comportamento diferente dos índices apresentados pelo Boletim Focus, já que a taxa básica aumentou nesta semana. Na semana anterior ela fechou em 12,25%.

O PIB tinha registrado uma queda de -0,5% na semana anterior, nesta ele marcou uma queda de 0,08%, ficando em -0,58%.

No que se refere à inflação, na semana passada ela tinha sido registrada em 7,33%, neste período mais atual ela fechou em 7,47%.

Outro dado divulgado pelo Boletim Focus desta semana foi o aumento do Dólar. A moeda americana estava em R$ 2,90, agora ela assumiu o valor R$ 2,91.

Muito se fala sobre os índices do Boletim Focus, no entanto, grande parte da população não tem conhecimento sobre o que é este relatório. O Boletim é realizado e divulgado pelo Banco Central, ele é resultado de um estudo configurado pelo BC para prever de forma bastante transparente os principais indicadores economistas do país. Ele é elaborado pelos principais economistas e analistas financeiros do Brasil. Ao todo, o BC ouve 100 instituições, aproximadamente, e após, o BC descarta os valores extremos e faz a mediana das perspectivas para diversos índices.

Por Melina Menezes

Economia


Na última quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, o dólar conseguiu duas altas seguidas. Dessa forma, a moeda americana chegou ao seu maior valor desde setembro de 2004. A moeda americana tinha começado a quinta-feira operando em queda. No entanto, a mesma conseguiu duas altas sucessivas que acabou fechando uma valorização de 0,6% com R$ 2,885 na venda. Vale ressaltar que em setembro de 2004 o dólar havia fechado o dia a R$ 2,903.

Um dos principais motivos que levaram o dólar a este aumento recorde foi justamente os dados sobre os Estados Unidos. Tais dados sugerem que a Federal Reserve, o banco central norte-americano, deverá começar a elevar a taxa de juros no meio do ano. A notícia acabou causando um grande impacto na economia mundial, como mostrou a subida do dólar.

"Na margem, eu diria que os dados mantêm o Fed em vias de elevar os juros entre junho e setembro", destacou o economista da 4Cast Pedro Tuesta, agência de notícias Reuters.

É importante ressaltar que uma possível alta dos juros nos Estados Unidos preocupa bastante os investidores. Tal ação pode atrair para os Estados Unidos vários recursos onde, atualmente, os rendimentos são maiores, um exemplo disso é o Brasil. Por isso, tal aumento pode significar influências negativas em várias economias em todo o mundo.

Já no Brasil, o Banco Central ainda manteve seu programa de intervenções no mercado de câmbio, no entanto, o mesmo conta com apenas metade da oferta neste momento. Dessa forma, foram vendidos 2.000 contratos de swap cambial tradicional, sendo 500 deles com vencimentos em 1º de dezembro deste ano e 1.500 com vencimento em 1º de fevereiro de 2016.

As operações citadas acima, bem como as demais vendas de contratados movimentaram a quantia de US$ 631,4 milhões. Caso o banco Central mantenha a estratégia dos últimos meses e não faça leilão para rolagem na ultima sessão do mês, o BC terá rolado US$ 10,085 bilhões, o que significa algo em torno de 97% do lote total.

Por Bruno Henrique

D?lar


A Bovespa conseguiu fechar na data de 23/02/2015 quase estável depois de enfrentar um dia de sobe e desce das ações.

Quais foram às empresas que mais se destacaram nesse dia?

A empresa que mais sofreu alta nas ações foi a fabricante de cigarros Souza Cruz com um valor de 7,74%, após a sua acionista controladora British American Tobacco decidir avaliar uma oferta de aquisição das ações que não possui da empresa pelo preço de R$ 26,75 por papel e com isso um prêmio sobre o fechamento na última sexta-feira.

Outras empresas que tiveram alta também foram aquelas voltadas diretamente ao ramo da educação, como, por exemplo, a Kroton e a Estácio que obtiveram uma valorização de exatamente mais de 5%.

Por que empresas de educação obtiveram tanta alta?

Uma das razões mais indicada é o fato que o Diário Oficial publicou na última segunda-feira a portaria normativa do Ministério da Educação decorrente às recompras mensais de créditos do FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), ou seja, apesar de ter sido publicado no final do ano de 2014 ela foi aplicada somente agora em 2015.

A portaria elevou de 30 para 45 dias o intervalo mínimo para as empresas que apresentam mais de 20 mil alunos usando empréstimos do FIES possam vender seus créditos do programa, sendo que o calendário de pagamento não é mais em 12 vezes e agora são 8 vezes ao ano.

Agora quais são as empresas que obtiveram queda nas suas ações?

Uma dessas empresas é a Vale do Rio Doce que enfrentou uma desvalorização de mais de 4% e também a Petrobras que ficou desvalorizada em 2%, principalmente depois que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez uma declaração durante um evento em São Paulo onde afirmou que existe uma capacidade de realizar uma reengenharia da economia sem nenhum tipo de dificuldade.

A Ibovespa ainda subiu 0,08% conseguindo 51.280 pontos e o volume financeiro alcançou cerca de R$ 5,17 bilhões, abaixo da média do mês de R$ 7,2 bilhões, além do dólar chegar à marca de R$ 2,90.

Por Fernanda de Godoi

Bovespa


O Brasil importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O número foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo dados do Ministério, nas segunda e terceira semanas do mês o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior. Por causa do período de Carnaval, a estatística da segunda semana de fevereiro ainda não havia sido divulgada. Com o desempenho nas últimas duas semanas, a balança comercial acumula déficit de US$ 4,953 bilhões.  

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Assim, a balança comercial registra as importações e as exportações de bens e serviços entre países. Em resumo, a balança comercial é a diferença entre as exportações e importações de um país.  

Apesar do resultado ruim, o saldo é 26,7% menor que o resultado negativo de US$ 6,755 bilhões registrados em 2014 até a terceira semana de fevereiro. Isso se deve ao fato das importações estarem caindo mais que as exportações no país. No acumulado do ano, as importações totalizam US$ 27,665 bilhões, com queda de 10,1% pela média diária. Já as exportações somam US$ 22,712 milhões, uma retração de 8,1% também pela média diária.  

A queda no número das exportações afeta todas as categorias de mercadorias. Os produtos básicos acumulam retração de 19,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Soja em grão, minério de ferro e carne bovina e suína tiveram queda nas exportações.

Em relação às vendas de semimanufaturados o recuo foi de 1,3% principalmente por causa do açúcar bruto, ferro e de aço e ferro-liga. As exportações de manufaturas caíram 8,1% tendo destaque neste número os polímeros plásticos, motores e geradores, além das máquinas de terraplanagem.  

No que diz respeito às importações, as maiores reduções nas três primeiras semanas do mês em relação a fevereiro do ano passado ocorrem com produtos farmacêuticos (-24,8%), borracha para obras (-18,4%), veículos automóveis e partes (-16,9%) e instrumentos de ótica e precisão (-16,6%).

Por William Nascimento

Balan?a Comercial


No dia 20 de fevereiro foi constatado que dólar estava em baixa se for comparado ao real. Esta verificação de queda sucedeu antes que os ministros das Finanças da zona do euro se encontrassem para debaterem a dificuldade de negociação da dívida dos europeus com a Grécia. No período da manhã, em torno de 9h20, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,861, com uma queda de 0,15%.

O Banco Central permanece intervindo nas negociações do mercado de câmbio, oferecendo um valor máximo de 2 mil swaps cambiais, que é referente à negociação da moeda norte-americana futuramente. O prazo de vencimento será no dia 1º de dezembro deste ano de 2015 e no dia 1º de fevereiro do ano que vem, em 2016.

O Banco Central também está realizando um leilão de rolagem dos swaps, os quais terão vencimento no dia 2 de março de 2015. Este leilão tem um valor de US$ 10,438 bilhões, sendo oferecido um número máximo de 13 mil acordos. Até o momento já foram geradas uma porcentagem em torno de 66% do lote pela autoridade monetária. No dia 19 de fevereiro, a moeda americana havia encerrado o dia em alta com uma porcentagem de 0,82%, equivalente ao valor de R$ 2,8657.

No dia 5 de fevereiro de 2015, o dólar também apresentou uma queda. No dia anterior (4), ele havia mostrado uma alta de 1,5%. Esta elevação foi um ponto vantajoso, em meio às turbulências da diretoria da Petrobras e a insegurança quanto ao destino da Grécia na zona do euro.

Em torno de 11h50 do dia 5 de fevereiro, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,736, com uma queda de 0,2%. Devido ao problema que vem sucedendo na Petrobras, sucedeu um choque nas perspectivas de negociações, uma vez que a estatal apresenta um débito alto no mercado exterior. 

Por Felipe Couto de Oliveira

D?lar


A busca de empresas  porcrédito teve um aumento significativo no mês  de janeiro de 2015, cerca de 12,3% de acordo com os registros do Serasa. De  acordo com o comparativo realizado do mesmo período de 2014 a procura foi de 6,4%.

Acredita-se que  a procura ocorreu devido às  empresas quererem  fazer a recomposição de  seus estoques  depois das festas de final de ano, fazendo com que a procura por crédito tivesse essa busca elevada.

Esta é a primeira vez que a procura por crédito superou o nível verificado do mesmo mês  do ano passado.

O Serasa  acredita  que o crescimento da  demanda  ocorreu mais intensamente nas micro e  pequenas empresas do que nas médias e grandes.

De  acordo com os  dados, todos os  setores econômicos registraram elevações na demanda por  créditos no primeiro mês do ano. A maior alta ocorreu na  indústria  com cerca de 15,5% em comparação a dezembro.

No comércio chegou a  12,2%  e no setor de  serviços  foi de 11,9% referente a dezembro de 2014.

Fazendo uma  análise por região podemos identificar que os empresários da região Sul  foram os que buscaram mais  crédito  em relação  a  dezembro, onde chegou a 13,8%.

Em seguida vemos a região Sudeste com 12,6% e Nordeste com  12,4%, no Centro-Oeste  o aumento  chegou a 10,5% e no Norte o aumento foi de 8,8%.

O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Créditos é  construído por  cerca de  1,2 milhões de CNPJ consultados na  base de dados do Serasa.

Diante a  maior  seletividade  e  rigor creditício  junto às instituições financeiras, acredita-se que as  micro e pequenas empresas estejam buscando alternativas como o crédito mercantil. Uma  vez que o crédito mercantil facilitaria e  muito a  questão de crédito para  que essas  empresas tenham  condições de  se manterem no mercado, já que  estamos passando por esse momento difícil no mercado nacional.

Por André Escobar

Cr?dito para empresas


As projeções do PIB e da inflação vão continuar a ser questões problemáticas para a economia brasileira em 2015. Economistas de instituições financeiras voltaram a fazer projeções assustadoras, reafirmando o triste cenário para a política monetária para este ano.

Uma pesquisa realizada pelo Focus do Banco Central divulgada no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 diminuiu pela oitava semana seguida, chegando a uma contração de 0,50%, afirmando uma queda de 0,42% ante ao levantamento anterior.

Com um grande peso em relação à atividade, a indústria terá uma perspectiva de recuo, passando de 0,35% para 0,43%. Outros fatores determinantes para o resultado do estudo são os preços cada vez mais altos de bens de consumo e alimentos, além do risco de racionamento de energia elétrica e água.

A inflação também mostra que o país tem dificuldade em mostrar uma recuperação, gerando um panorama de confiança abalado. A projeção no Focus é de alta de 10,4%, sendo este 0,4% superior ao estudo realizado na semana anterior. Levando em consideração à alta do IPCA neste ano, a pesquisa também mostrou a oitava piora seguida neste ano. O estudo projeta um avanço de 7,33% ante 7,27% na semana anterior.

Com este cenário, os especialistas sustentaram que a Selic encerrará 2015 a 12,75%. A projeção é de alta de 0,5% referente à taxa básica de juros, que está cravada atualmente em 12,25%. Os dados são do Comitê de Política Monetária (Copom).

Apesar da notícia, em 2016 a projeção para o PIB permanece com o aumento de 1,5%. Contudo a expectativa de avanço do IPCA será de 5,6%, representando uma alta de 5,5% dos preços administrados. Até o momento a projeção permanece a mesma. Já a Selic se mostrou mediana de acordo com as projeções para o ano que vem, podendo encerrar o ano 11,50%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

PIB e Infla??o


A companhia Telecom, operadora que possui o controle majoritário da brasileira TIM, anunciou que está disposta a investir no Brasil R$ 14 bilhões até o ano de 2017. O pronunciamento ficou por conta do Presidente da Telecom, Marco Patuano, através de uma teleconferência na sexta-feira, 20 de fevereiro.

A empresa desenhou como plano estratégico, o investimento de até 14,5 bilhões de euros entre os anos de 2015 e 2017 a nível mundial. Deste valor total de investimentos, 10 bilhões são reservados à Itália. 

No Brasil, a empresa pretende financiar os seus investimentos por meio dos recursos de torres vendidas e a redução do pagamento dos dividendos aos acionistas da operadora TIM. O valor a ser investido nesta empresa de telefonia brasileira é R$ 2 bilhões superior ao que era previsto em termos de crescimento.

De acordo com o Presidente do Grupo italiano, os investimentos que serão feitos no Brasil serão destinados, principalmente, à banda larga móvel e doméstica (fibra e rede com alta velocidade). A intenção da Telecom é ampliar o raio de alcance da cobertura 4G para que ela possa estar funcionando em 15 mil locais e que a cobertura 3G seja aumentada para 14 mil locais. Esses números estão previstos para serem alcançados até 2017. 

Ainda de acordo com as expectativas da organização em terras brasileiras, é esperado que o lucro da Telecom apresente um crescimento contínuo durante estes três anos até 2017, ano-meta. Já na Itália o lucro deverá ser estabilizado em 2016 e voltará a crescer em 2017. Este lucro esperado pela companhia italiana é o calculado antes do desconto de juros, amortização, impostos e depreciação, chamado de Ebitda.

Durante a teleconferência, o CEO da Telecom, Giuseppe Recchi, informou que a empresa está buscando lidar da melhor forma possível com as leis regulatórias de países como Espanha e Estados Unidos que reprimem investimentos de forma mais dura.

O plano estratégico realizado para os anos de 2015 a 2017 indica que realizando esses investimentos bilionários, em três anos o Grupo economizará 1 bilhão de euros com atividades relativas à eficiência.

Por Melina Menezes

Telecom

Foto: Divulgação


O número de brasileiros viajando para o exterior caiu drasticamente e a tendência é que esta queda continue, uma vez que o dólar está cada vez mais alto e não há previsão para que a moeda norte-americana apresente queda, pelo menos até o final deste ano.

Quem está pensando em viajar para o exterior, é bom refazer todos os cálculos, pois o preço pode sair bem mais alto do que foi calculado anteriormente.

O Dólar Turismo chega a ser vendido por mais de R$ 3 e quem está com viagem marcada para o exterior precisará fazer novamente os cálculos para ver se compensa e se for possível, adiar a viagem.
Quem está pretendendo viajar de férias, lua de mel ou a passeio, está trocando o destino no exterior por um no Brasil e para isto o que não faltam são opções, pois o Brasil oferece lugares para todos os gostos e estilos.

Os litorais do Nordeste e Sul do Brasil estão entre os mais procurados e ambos oferecem lindas praias!
As companhias de turismo estão oferecendo pacotes para o exterior com descontos que chegam a 70% mas nem isso tem atraído os brasileiros que acabam viajando aqui mesmo pelo Brasil e conhecendo suas belezas!

Quem precisar viajar para o exterior, ou não quiser abrir mão de conhecer outro país, pode até adiar sua viagem, mas dificilmente vai conseguir gastar o que seria gasto anteriormente. A curto prazo, não há expectativa que o dólar volte ao patamar que estava, por exemplo, no ano passado.

E a pessoa precisa levar em consideração que o gasto não é apenas na compra da passagem, com a desvalorização do Real diante da moeda norte-americana, é preciso ter em mente que o gasto será maior na reserva do hotel, na compra das lembrancinhas, nas refeições, enfim, o aumento no gasto é geral, por isso é importante calcular bem para não ter uma desagradável surpresa!

A Europa é um destino que continua atraindo os brasileiros, mesmo com o Euro sendo mais caro que o dólar, porém, a oscilação não é tanta. Mas quem desejar viajar, gastando menos para ter mais dinheiro para aproveitar melhor a viagem, o melhor a ser feito é optar por um destino aqui mesmo no Brasil.
O litoral de Santa Catarina oferece lindos lugares, como a região do Balneário Camboriú. Mas há as lindas e quentes praias do nordeste brasileiro, as cidades histórias do interior de Minas Gerais, o Pantanal, as lindas cidades do Sul do Brasil, enfim, é só pesquisar bem que existem ótimos pacotes para os destinos brasileiros, com preço bem mais em conta!

Por Russel

D?lar


As previsões sobre o Produto Interno Bruto brasileiro divulgadas no Boletim Focus são bem mais animadoras do que as realizadas pelos economistas do Banco HSBC. Em meio a uma economia desacelerada e um cenário internacional de incertezas devido aos escândalos e acontecimentos que têm assolado a política do Brasil, a situação do PIB pode ser bem mais preocupante do que tinha sido previsto pelo Focus.

As especulações sobre a real situação econômica do país são muitas, alguns especialistas acreditam que ela está estagnada e outros acham que ela está passando por uma etapa de restrições e baixas. Esta última opinião é a manifestada pelos economistas do HSBC. Conforme as informações achadas por eles, o desempenho do PIB para este ano deverá ser de -1,2% e não 0,5% como foi divulgado pelo boletim Focus. O boletim tinha estimado um PIB de zero este ano, porém os especialistas do banco encontraram um valor bem menos animador. O outro estudo não considerava os racionamentos que já estão acontecendo no país como o de energia elétrica e água, já neste do Banco eles foram considerados e agregados à conta que fechou em baixa de 1,2%. Ainda de acordo com os economistas do banco privado, este valor pode alcançar um valor bem menor caso o racionamento persistir por mais tempo. Explicam também que o valor de -1,2% foi alcançado calculando o PIB agora, se continuar a situação de escassez, o panorama do PIB poderá chegar ao valor de -2%. Caso este valor se confirme, muitas consequências econômicas ocorrerão, a taxa básica de juros (Selic) subirá dos 12,25% atuais para 13,5%, aumento do IPCA de 70 pontos em um ano e o dólar poderia alcançar um valor superior a R$ 3,00.

A desvalorização do dólar e por consequência a desvalorização do Real são fatores de muita preocupação na indústria tanto pelas questões relacionadas à exportação e à importação, assim como a compra de matérias primas, entre outros aspectos. Não são somente estes resultados que preocupam, há também o risco de crédito que diminui.

Levando em consideração os resultados obtidos pelo HSBC, vê-se que o país está com a economia enfraquecida e sujeito a mudanças sérias ainda neste ano.

Por Melina Menezes

PIB


No ano de 2014 foi registrada a primeira retração da economia em cinco anos. Essa informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo Banco Central. Conforme os dados divulgados pelo Banco Central, o índice que reflete uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) teve uma contração de 0,15% em 2014.

Se as previsões do IBC-Br forem confirmadas, o Brasil assistirá a sua primeira retração depois da que ocorreu no ano de 2009 quando o país teve uma diminuição de 0,33%. Nos anos posteriores, em 2010, 2011 e 2012, o PIB registrou crescimento.

Esse índice registrado pelo BC foi bem pior do que os analistas financeiros dos bancos esperavam. Estes profissionais previram uma alta de 0,7%, já o governo previu uma alta de apenas 0,5%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central tem como objetivo oferecer uma previsão do que será o PIB do ano. Ele concede previsões para os setores de serviço, indústria, agropecuária e impostos. Embora haja a necessidade de acudir esse índice para conseguir uma precisão sobre o PIB, os últimos resultados do IBC-Br não têm tido muita relação com os resultados reais do PIB ao longo dos anos. O Banco Central considera o índice como uma ferramenta útil para o seu uso e para o setor privado. O BC usa o indicador para definir a taxa Selic que é a taxa básica de juros do país. Os juros básicos chegaram a 12,25% ao ano, a expectativa é que esse valor seja reajustado para 12,5% em março e para 12,75% no final do ano.

Vale lembrar que o Produto Interno Bruto é composto pela soma dos bens e serviços que o Brasil produz, ele serve para medir a economia do país. 

Outros dados informados pelo Banco Central apontam que houve uma queda na economia brasileira no ano passado. Para este e o próximo ano, estima-se uma inflação de 4,5% aproximadamente, sempre considerando o intervalo de tolerância (-2%; +2%).

Por Melina Menezes

PIB


Na última terça-feira, 10 de fevereiro, foi divulgado o Boletim Regional pelo Banco Central. Nesse documento foi informado que o nível de crescimento da economia do País seguirá abaixo do potencial. Entre os motivos geradores deste comportamento pode ser encontrada a pouca confiança dos empresários e consumidores.

No segundo semestre do ano passado (2014), o nível da atividade da economia do Brasil foi considerado moderado. Já para os próximos trimestres pode ser considerada inferior a capacidade de expansão de atividades domésticas.

Conforme as informações apresentadas pelo documento publicado pelo Banco Central, as únicas regiões do País que conseguiram expansão no último trimestre do ano passado foram a Norte e a Sul. Ainda que a Região Sul tenha conseguido alcançar uma leve expansão por conta das atividades oriundas da indústria e do varejo, ela não deverá continuar crescendo. O crescimento registrado pela Região Norte foi fruto da influência na economia da indústria extrativa do Pará.

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste registraram uma desaceleração. A primeira devido à menor intensidade de atividades no setor agrícola. Já a Região Sudeste registrou uma desaceleração econômica por conta de uma diminuição do dinamismo na indústria de transformação.

De acordo com as informações apresentadas pelo Boletim do Banco Central, é possível afirmar que os resultados conseguidos são extremamente parecidos com os encontrados nas análises realizadas por analistas. Todas as informações convergem a que o ano de 2015 será de estagnação econômica no Brasil.

A Presidente Dilma Rousseff afirmou durante uma reunião em Brasília, realizada na última segunda-feira, 9 de fevereiro, que o Governo está colocando em prática diversos ajustes e que eles apresentarão bons resultados em certo prazo demonstrando que o País ainda tem um amplo potencial de crescimento e que oferece oportunidades para investimentos importantes. Este encontro foi marcado pela presença de empresários e sindicalistas e demais agentes da economia do País.

Por Melina Menezes

Economia brasileira


Embora o dólar comercial tenha fechado a última terça-feira, 10, nas casas de câmbio ao valor de R$ 2,8310 para os consumidores, o dólar turismo estava com preço ainda mais elevado – ultrapassou os R$ 3. Essa alta gigantesca é motivo de preocupação entre as pessoas que planejam viajar ou já estão com viagem agendada para fora do país.

O dólar em espécie chegou a ser comercializado a R$ 3,04 na Cotação Corretora e na Confidence Corretora. Nesse valor já está incluso o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No cartão pré-pago (o qual possui taxa de IOF maior) a moeda chegou a R$ 3,20 em algumas corretoras. Lembrando que em dezembro de 2013 o IOF que era de 0,38% passou para 6,38% em gastos realizados com cheque de viagem, cartões de débito e pré-pagos e saques em moeda estrangeira.

Há divergências entre os especialistas a respeito do melhor momento para comprar dólar. Alguns orientam que os viajantes comprem aos poucos, devido à volatilidade do câmbio. Afirmam que uma alternativa é programar a viagem e comprar um pouco de moeda a cada mês. O comprador não conseguirá o menor preço, devido à oscilação constante, mas também não corre risco de comprar tudo com o preço mais alto. Porém, outros lembram que em julho de 2014 o dólar estava em R$ 2,20 e em dezembro já em R$ 2,60, portanto, para quem já possui viagem marcada, o ideal seria comprar tudo agora.

As recomendações se estendem também ao tipo de produto, recomenda-se reservar um valor no cartão pré-pago, independentemente de haver incidência maior do IOF, pois cartão pré-pago é sinônimo de segurança e comodidade. Havendo qualquer situação que fuja do que estava previsto, é possível efetuar uma recarga à distância.

Para quem não pensa em viajar, mas cogita a possibilidade de investir em câmbio, especialistas aconselham a fazer essa escolha, devido ao alto risco da operação, pois o dólar tem valorizado e desvalorizado constantemente. 

Por Rafaela Fusieger

D?lar e Real


As ações para frear a alta do dólar continuam, mesmo assim a moeda norte-americana continua em alta e subindo mais, na última sexta-feira (06), o dólar fechou com o maior valor dos últimos 10 anos.
E uma das formas de segurar a cotação do dólar foram as vendas de dólares no mercado futuro, mas isso fez com que a dívida interna, que está vinculada ao câmbio, terminasse o ano passado com maior nível de todos os tempos.

A dívida mobiliária, por exemplo, que é corrigida por moedas estrangeiras, chegou à casa dos R$ 297,21 bilhões no final de 2014. Mas apesar desta alta em valores absolutos, houve uma ligeira queda na fatia do câmbio, que caiu de 13,74% em novembro, para 13,64% no início deste ano.

A questão é que as Operações de Swap Cambial Tradicional interferem em uma parte da Dívida Pública Federal, mesmo envolvendo emissões de títulos. A Swap Cambial é relativa à venda de dólares no mercado futuro. Todavia, o Tesouro Nacional não leva em consideração as operações da Swap e por isto a dívida mobiliária ficou estável, de acordo com o Tesouro Nacional, em 0,59% entre os meses de novembro e dezembro de 2014.

O Banco Central decidiu estender até o mês de junho o programa que para a venda de dólares no mercado futuro e, com isso, a tendência é que a proporção do câmbio na dívida mobiliária interna aumente bastante nos próximos meses. O Banco Central já investiu mais de 500 milhões de dólares desde agosto de 2013, nos leilões de Swap, mas no início de 2014 este investimento foi reduzido para 200 milhões de dólares diários e agora no mês de janeiro de 2015, houve outra redução, caindo para 100 milhões de dólares.

O Tesouro Nacional tem preferência pelos títulos prefixados porque estes garantem uma melhor previsão da dívida pública, pois é possível saber com precisão quanto terá que pagar futuramente, porém, estes papéis vinculados à SELIC oferecem um risco muito maior, já que a tendência é fazer com que a dívida aumente no caso do Banco Central reajustar os juros básicos, já que a inflação está de volta e com toda força.

Por Russel

D?lar subindo


Visando melhorar a situação na zona do euro, o governo britânico está desenvolvendo os planos de contingência para a preparação de uma possível (e inevitável) retirada da Grécia. Os planos ainda preveem a instabilidade do mercado por conta da medida, afirmou neste domingo o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne. Até o momento nenhum porta-voz do governo se pronunciou ou ofereceu detalhes do plano.

O Reino Unido informou que o empecilho entre o novo governo da Grécia e a zona do euro aumenta os arrojos para a economia global e da Europa como um todo. "É por isso que eu vou amanhã para o G-20 para incentivar os nossos parceiros a resolver esta crise. É por isso que estamos intensificando o planejamento de contingência aqui", disse Osborne, em uma entrevista concedida à rede BBC.

"Temos que ter certeza de que não vamos acrescentar, neste momento crítico em que a Grã-Bretanha também está enfrentando uma escolha crítica, instabilidade no exterior com instabilidade em casa", completou Osborne. Esta semana o ministro irá a Istambul para se encontrar com outros ministros das Finanças do G-20.

Tanto Osborne quanto o primeiro-ministro David Cameron se utilizam da situação da Grécia para discutir uma possível continuação dos planos do governo para prosseguir com a austeridade. Eles observaram que a Grécia havia optado por permanecer na zona do euro, e tinha, inclusive, trabalhado duro para isso.

"Se a Grécia deixar o euro, isso geraria instabilidade real nos mercados financeiros da Europa", disse. "É por isso que temos de evitar que esta crise fique fora de controle, é por isso que nós temos que ter certeza de que temos um esforço internacional para resolver o impasse e, aqui na Grã-Bretanha, intensificar o nosso planejamento de contingência para se preparar para o que quer que caia sobre nós", completou o ministro. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Gr?cia pode asir da zona do euro


O dólar à vista não para de se valorizar, tanto é que em dez sessões teve o seu sétimo aumento, aliado à instabilidade da economia brasileira. Em relação ao dólar futuro, a moeda à vista terminou a semana passada com uma alta bem mais significativa, sendo que essa alta ocorreu, principalmente, no momento final, quando já se havia encerrado os negócios de balcão.

Já nessa última segunda-feira, 9 de fevereiro, o dólar à vista fechou em R$ 2,7800, sendo o maior patamar desde dezembro de 2004, quando, na época, fechou em R$ 2,7810; às 16h30 o volume à vista no mercado não passava dos US$ 418 milhões.

Quanto às ações, a Bovespa não foi intimidada pela queda das bolsas internacionais, terminando a sessão nas alturas, principalmente pelo fato dos ganhos das siderúrgicas e da Vale; assim, terminou a sessão aos 49.382,58 pontos e com alta de 1,21%. Sobre o giro financeiro chegou ao total de R$ 7,600 bilhões, sendo que R$ 1,577 bilhão faz referência ao exercício de opções sobre as ações.

A alta da sessão não foi explicada pelos profissionais da área, os quais atribuíram a ela um perfil técnico. Siderúrgicas e Vale, no entanto, tiveram como que um "empurrãozinho" da China, onde a expectativa por medidas de estímulo no país cresceram em virtude do despontamento da balança comercial.

A maior valorização da Ibovespa foi a Usiminas, a qual subiu 8,76%, seguida de perto por CSN, Vale ON, Gerdau PN e Vale PNA. Quem surpreendeu foi a Petrobras, que terminou o dia com ganho de 1,75% na PN e 1,88% na ON. Declaração à parte, Mark Mobius, executivo-chefe da Templenton Emerging Markets, disse que o novo presidente da Petrobras é bom no relacionamento com os governantes, mas não tem um histórico com exemplos que o faça confiável no comando da petroleira.

Quanto ao cenário internacional, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, revelou que tem planos para desfazer as várias medidas de austeridade que foram impostas por credores da Europa. Já a supracitada China, divulgou um superávit comercial de US$ 60 bilhões no primeiro mês de 2015, apesar de ter tido queda nas exportações.

Por Vinícius Cunha

D?lar


As coisas estão indo bem na Europa, sobretudo na Zona do Euro, cujas perspectivas econômicas são mais animadoras, tendo em vista a baixa no preço do petróleo. Além do valor mais baixo, o Euro mais fraco e o programa de estímulo do Banco Central Europeu (BCE) foram determinantes para a boa notícia, informada pela Comissão Europeia, na quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2015.

Os executivos da EU – União Europeia – elevaram as projeções em relação ao crescimento da economia nos 19 países que adotaram o Euro como moeda. O crescimento do PIB dos membros será de 1,3% em 2015, frente à estimativa anterior de 1,1% em novembro. Além disso, a perspectiva também é maior para 2016, quando a expansão esperada será de 1,7%. Ano passado o crescimento desses países foi de 0,8%, segundo dados da Comissão.

O comissário para Assuntos Financeiros e Econômicos, Pierre Moscovici, afirmou: “A perspectiva econômica da Europa é um pouco melhor hoje do que quando apresentamos nossas previsões anteriores”, referindo-se às expectativas divulgadas em novembro do ano passado.

Outro fator determinante para o crescimento é a recuperação nos investimentos, que devem crescer 2,0% em 2015 em relação ao ano anterior. Em 2016, a perspectiva é de 4,4%, ocasionadas pelos estímulos do BCE e pelo plano de investimento que totaliza o valor de 315 bilhões de euros (358 bilhões de dólares) da UE. Lembrando que em 2014, o investimento cresceu somente 0,9%.

“A queda nos preços do petróleo e o euro mais barato estão fornecendo um bem-vindo impulso para a economia da UE. Ao mesmo tempo, o plano de investimento para a Europa e as recentes decisões importantes do BCE vão ajudar a criar um cenário mais favorável a reformas e políticas fiscais inteligentes”, completou Pierre Moscovici.

Resta esperar se as estimativas irão mesmo se tornar realidade. Uma vez que seria uma notícia favorável também aos brasileiros.

Por Ana Rosa Martins Rocha

Zona do Euro


Conforme uma análise realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi verificado que pode suceder um racionamento que atingirá o setor econômico do país, que abrangerá até mesmo o comércio. Devido a isso a CNC concluiu que é essencial que o governo intervenha para impedir que se agrave ainda mais esta situação.

Segundo Ernane Galvêas, consultor econômico da CNC e ex-ministro da Fazenda, o calor exaustivo juntamente com a ausência de chuvas está afetando o fornecimento de água e de energia elétrica na região Sudeste. Principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para ele, esta crise de fornecimento pode interferir também no setor de investimentos necessários no progresso da economia.

Galvêas também afirmou que a incerteza no abastecimento de energia pode prejudicar a retomada dos investimentos econômicos no próximo semestre de 2015. Como consequência disso irá diminuir a arrecadação de tributos federais e afetará os resultados da política de ajuste fiscal do Ministério da Fazenda. Segundo ele, o Brasil poderá chegar ao racionamento de energia.

Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da CNC também afirma que é essencial que o governo interfira para resolver este problema. Segundo ele, é importante estimular os varejistas e shoppings para que adquiram geradores, buscando assim uma diminuição no gasto de energia.

De acordo com Alexandre Sampaio, presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), a falta de energia atingirá o rendimento dos hotéis e restaurantes do país. Isto sucederá devido às elevadas temperaturas dos locais de turismo, o preço do gasto de energia aumenta o valor operacional, o que comprometerá o orçamento deste ano, que não apresenta boas expectativas.

Conforme os dados da CNC, estas esferas correspondem por um quarto no PIB brasileiro. A CNC tem uma abrangente representação no país atuando em torno de 2,2 milhões de empresas na área de comércio de serviços, turismo e bens.

Por Felipe Couto de Oliveira

Energia el?trica


A nova equipe econômica do Governo Dilma tomou posse sob um clima de confiança, embora o atual ciclo econômico interno seja de aperto monetário. Contudo, o cenário mundial atual é de liquidez internacional fazendo com que o Brasil volte a ser novamente um mercado atrativo para novos investimentos produtivos e especulativos. Isso foi observado no primeiro mês do ano em curso.

O fluxo cambial em janeiro de 2015 ficou positivo e registrou saldo de US$ 3,903 bilhões. No mesmo mês de 2014 esse saldo registrou US$ 1,610 bilhão. O volume de recursos que saiu do País no ano passado ficou em US$ 9,287 bilhões, valor esse maior que os recursos que entraram no Brasil. No mês de dezembro de 2014, o ingresso de dólares por esse segmento superou o envio em US$ 4,118 bilhões, diferença entre entradas de US$ 51,459 bilhões e saídas de US$ 47,341 bilhões.

Os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessa de lucro e pagamento de juros, entre outras operações compõem os fluxos decapitais da área financeira. Segundo especialistas da área econômica, essa foi a primeira vez no acumulado de um mês que as operações financeiras saíram do vermelho, desde outubro de 2014. Esses dados foram observados pelo BC – Banco Central do Brasil – em janeiro de 2015.

Ainda no ano passado a balança comercial brasileira registrou saldo negativo de US$ 215 milhões, com exportações de US$ 15,389 bilhões e importações de US$ 15,604 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 3,630 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 3,059 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 8,700 bilhões em outras entradas.

Segundo o Banco Central, as perspectivas de melhoras na economia estão sendo sentidas. Entre 26/01/2015 e 30/01/2015 houve uma entrada de dólares no Brasil maior que a saída, ficando positiva em US$ 3,241 bilhões. O comércio exterior, no mesmo período, contabilizou saldo positivo em US$ 817 milhões, com importações de US$ 3,743 bilhões e exportações de US$ 4,560 bilhões. Na conta de exportações, estão incluídos US$ 1,095 bilhão em ACC, US$ 1,040 bilhão em PA e US$ 2,424 bilhões em outras entradas.

Com relação ao fluxo cambial semanal de 26 a 30 de janeiro foi o maior do mês até agora. Na primeira semana completa de janeiro (de 5 a 9) houve uma saída líquida de US$ 1,318 bilhão. O período entre os dias 12 a 16 de janeiro registrou um volume de entradas, já descontadas as retiradas, que foi de US$ 2,310 bilhões e, de 19 a 23 de janeiro de 2015, de US$ 756 milhões.

Por Alexandre de Sá

D?lar


A economia brasileira está enfrentando bastantes problemas e deve ser uma das principais pautas do governo federal em 2015. Em janeiro de 2015, a balança comercial brasileira já registrou resultados negativos: a mesma obteve um déficit de US$ 3,174 bilhões. Vale ressaltar que os dados foram divulgados oficialmente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o MDIC.

Além disso, também foi informado que as importações brasileiras tiveram média de US$ 803 milhões, uma baixa de 12% se comparado ao mesmo período em 2014. Outro detalhe muito importante é que as exportações também sofreram uma baixa, ao todo 10,4% se comparado a janeiro de 2014. Dessa forma, a média diária de exportações foi de US$ 652,6 milhões em 2015. Esses foram os principais fatores para o déficit de US$ 3,174 bilhões, que se comparado a janeiro de 2014 sofreu uma baixa de 22%, haja vista o déficit de US$ 4 bilhões.

Através da divulgação dos dados aqui citados, o MDIC também informou que a queda no preço do barril do petróleo teve grande impacto na baixa das exportações. É importante destacar que o preço de combustíveis e lubrificantes teve uma baixa de 28,4% quando comparado a janeiro de 2014. Outro setor que também influenciou os resultados negativos da balança comercial foi o segmento de bens de consumo, haja vista a baixa de 14,2%. Já as importações de bens de capital e matérias-primas e intermediário sofreram queda de 8% e 7%, respectivamente.

Apesar dos resultados negativos, os mesmos já eram esperados, pois o mês de janeiro é um dos piores meses para a balança comercial. O mês de janeiro costuma apresentar resultados negativos, pois desde 2009, com exceção para 2010, o Brasil vem apresentando resultados negativos em sua balança comercial neste mês.

O secretário do MDIC, Daniel Godinho, enfatizou que essa característica negativa do mês de janeiro se deve ao fato de que esta é uma época de baixa atividade econômica e férias coletivas.

Por Bruno Henrique

Balan?a comercial


Mais um escândalo para  manchar  a  imagem do nosso Brasil.

E não é de  hoje que  isso  vem acontecendo, ao longo  dos  anos  estamos vendo ano  após ano  escândalos que ferem e  mancham a nação brasileira.

Agora o  escândalo mais comentado é o da Petrobras, a  cada  dia  as  manchetes dos  jornais trazem algo que  descobriram e a coisa  fica  mais  séria do que já está.

Graça Fosterqueria ser lembrada como a  presidente que  aumentou a  produção de petróleo no Brasil, mas  acabará sendo lembrada como a presidente da  companhia  que está  envolvida em um escândalo de corrupção com proporções imensas.

Graça  Foster trouxe  até um refrigério para esse  escândalo essa  semana, onde  havia  pedido à  Presidente Dilma  para que  saísse do  cargo de  presidente  da Petrobras, mas  a Presidente  Dilma  haveria pedido para que ela aguardasse  até achar um nome para colocar em seu  lugar.

Com essa  atitude o mercado  financeiro olhou com  bons olhos esses  rumores onde as  ações da  companhia  tiveram uma alta significativa.

Seus acionistas  viram com  bons olhos o pedido de Graça Foster de sair do comando da companhia. Isso devido ao simples fato de verem que suas ações subiram e isso traria um bom rendimento a eles.

Esse escândalo está  longe de  acabar, não é com a  saída de Graça Foster que os  escândalos  irão parar ou até mesmo que as pessoas  irão esquecer, pois  esse problema está muito longe do seu  fim.

As  ações vão  subir e  se  manter estáveis sem quedas? Poderá acontecer isso sim, basta as  coisas tomarem um rumo onde  seus  investidores possam  acreditar e ver que as coisas estão se ajeitando.

O aumento das  ações é um indicador muito favorável, pois o mercado está vendo que ainda pode  confiar na  companhia, e isso ocorreu graças à notícia de um suposto pedido de  demissão da então Presidente da Petrobras.

Por Andre Escobar

Petrobras


O corte de gastos imposto pelo novo ministro da Fazenda Joaquim Levy, com o objetivo de fazer caixa para alcançar o superávit primário esperado pelo mercado, parece já surtir efeito no câmbio, pois o dólar está se desvalorizando e o real começa a subir de preço. Especialistas dizem que até o final do ano poderá chegar a R$ 3,00.

Com o objetivo de ganhar confiança do mercado financeiro – há quem leia-o como investidores, outros como especuladores – a equipe econômica do governo, isto é, o presidente do Banco Central (BC), o Ministro do Planejamento e, principalmente, o Ministro da Fazenda, tentam “arrumar” as finanças públicas para garantir o pagamento dos juros da dívida e, com isso, a credibilidade do país frente ao capital externo.

Na projeção do Goldman Sachs (www.infomoney.com.br) para fazer frente à valorização da moeda americana que deve ficar entre R$ 2,90 e R$ 3,00 até o final do ano é necessário que a Selic chegue a 15% para poder “controlar” a inflação e conduzi-la ao centro da meta do governo de 4,5% em 2016.

Para tanto, a Instituição prevê que nas próximas reuniões, o Comitê de Política Monetária (COPOM) deverá aumentar progressivamente a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, fechando 2015 com até 13%.

O que os analistas e o Joaquim Levy não contabilizaram ainda é que o custo de perseguir um superávit para agradar ao mercado, num momento em que o mundo sofre crise e desaceleração, tendo que introduzir políticas dequantitative easy (QEs), é caro demais para o Brasil.

Os juros altos inibem diretamente investidores diretos (empresários da produção, por exemplo) e consumidores reduzem os empréstimos. Mas, a maior preocupação é de fato com a indústria especificamente. O real valorizado estimula o aumento de importados por parte dos consumidores. Ao mesmo tempo, prejudica a exportação que se torna mais cara por causa da moeda.

Como resultado, a indústria brasileira que já não anda bem pode ficar em situação pior. E outros setores, além do automobilístico, podem sofrer consequências e demissões que afetarão a renda, o consumo e em geral a economia.

Por Roberta Lima

D?lar


Está pensativo neste ano que se iniciará e cheio de vontade de fazer aquele investimento que não pôde ser feito? Pois então, o melhor momento de se decidir é agora, um pouco antes deste ano começar.

Pensando nisso, apresentaremos algumas dicas que podem ser úteis se a sua decisão for pelo investimento em ações. Mas antes de falar sobre quais são as empresas que podem gerar mais lucro em 2015, precisamos relembrar no que consiste o investimento em ações.

Como sabemos, investir em ações significa que você irá investir em um fundo que lhe proporcionará uma renda variável.

É a mesma lógica dos fundos de ações e dos fundos imobiliários, por exemplo, isto é, eles podem render bem, até mais do que as outras modalidades (fundos de renda fixa, poupança, CDB), mas é preciso lembrar que, como se trata de investimentos que envolvem mais riscos do que o normal, é necessário que você tenha duas características: um perfil de investidor e uma base sólida em outros investimentos de baixo risco (algo como uma reserva de capital).

Passamos agora para listar algumas boas promessas de ações que podem satisfazer os investidores em 2015, segundo analistas:

A primeira delas é a BRFS3, uma empresa do ramos de alimentos, considerada por muitos como bastante sólida. Basta lembrar que é a detentora de marcas como Sadia, Batavo e Perdigão. Ela é uma empresa que possui baixa dívida e vende produtos consolidadamente efetivos, ou seja, com imensas chances de vender sempre, já que são "artigos" de primeira necessidade.

O grupo Itaú/Unibanco também está entre os bem cotados para o próximo ano. É uma instituição financeira privada muito bem sucedida, com uma carteira sólida de clientes, com mais de 4 mil agências pelo mundo, e um excelente valor de mercado: cerca de 215 bilhões de reais.

A Telefônica Brasil é a terceira bem cotada da nossa lista. Tem mais de 90 milhões de clientes, cobrindo serviços de telefonia móvel e fixa, internet e TV privada. Tem tudo para atrair investidores.

Por fim, lembremos que os analistas ainda dão crédito à Estácio e ao grupo Pão de Açúcar. A primeira, atuante do setor educacional, vem cada vez mais se firmando no setor de educação à distância. O segundo é nada menos do que a maior  empresa do ramo varejista da América Latina, possuindo cerca de 154 mil empregados em todas as suas unidades.

Mas se estiver ainda em dúvidas sobre qual investimento escolher, o melhor a fazer é avaliar seu perfil. Para isso, acesse o link: http://www.euqueroinvestir.com/teste-de-perfil-suitability/.

Por Alberto Vicente

Foto: divulgação


A Petrobras é uma empresa estatal, cujo maior controle acionário é representado pelo Governo do Brasil. E no contexto corrupto que está envolvido, a empresa  está passando por uma grande desorganização financeira. Um escândalo que passa diariamente nas manchetes de vários jornais, que infelizmente coloca o país como vencedor no escândalo de corrupções, perdendo somente para países como o Chile, Uruguai, Ruanda e Botsuana. Este agravante também passa uma imagem negativa para a economia, e ainda provoca muitos prejuízos para o país.

Esse conflito administrativo dentro da Petrobras está gerando muitas consequências como a queda das ações na bolsa de valores, sendo que antes era a preferida pelos investidores. Atualmente, o preço das ações está em torno R$ 12,26 +0,03 (+0,25%), mas qual será o melhor momento para investir? Com o preço em baixa, o ROE (retorno sobre o patrimônio liquido) não está sendo um atrativo para compradores.

É uma situação muito complicada para os interessados em comprar. Porém, qual é a perspectiva de retorno lucrativo? Para as pessoas que comprarem, será um tipo de investimento a longo prazo,  pois é preciso esperar uma reorganização e aguardar a possibilidade de melhora nas negociações comerciais

A desorganização financeira pela qual passa a Petrobras prejudica a imagem da empresa, diminui as perspectivas de concessão de crédito, como também a queda no mercado cambial. Esse problema está afetando também a produção, impedindo a realização de acordos comerciais e adquirir mais capitais. 

Por outro lado, considerando a importância da empresa no mercado, que pode contribuir para uma vulnerável possibilidade de credito, pois mesmo com a baixa produção, esse quadro pode mudar e surgir um avanço. Acredita-se que até 2018, tenha-se uma boa demanda produzida, que possa aumentar até futuras unidades de produção.

É preciso acreditar que os negócios possam melhorar, pois uma empresa que pode fornecer até 300 mil barris, como também dispõe de grandes  refinarias, Usinas e Gasodutos, um incrível avanço tecnológico e um crescimento sustentável para oferecer um serviço de alta qualidade. E com todo esse perfil tem tudo para superar essa crise.

Enfim, é preciso que o governo prossiga na solução dos problemas e agilize na reorganização financeira da empresa. Pois este compromisso é uma obrigação com a Petrobras, como também com o povo brasileiro.

Por Jaqueline Mendes

Petrobras


A Fitch, agência de risco, responsável por avaliar as condições financeiras de empresas com ações no mercado financeiro mencionou na terça-feira que a empresa brasileira de petróleo e gás – PETROBRAS corre risco de rebaixamento de sua boa aplicabilidade devido ao escândalo da Petrobras.

Segundo a agência de rating, o escândalo de corrupção pode afetar a credibilidade e a produção da empresa, como relata o jornal “A Cidade”.

No entanto, é importante lembrar que esta agência, assim como a Moody´s e a S&P (Standard and Poor), são apenas empresas de classificação de risco, cujo principal objetivo é garantir os menores riscos aos investidores financeiros que em sua maioria tem maior interesse não no investimento direto das empresas, mas, na especulação do mercado de ações.

O que importa para definir o real valor da PETROBRAS é efetivamente sua condição de produção física e, esta, até o presente momento, não foi afetada. A empresa continua sua produção física de petróleo e gás, os empregos, as plataformas, etc. Logo, a PETROBRAS não teve seu valor alterado. O que está em questão para as empresas de risco e para os especuladores é o valor de mercado que normalmente é fruto da especulação, fazendo o “preço” de uma empresa ultrapassar o seu real valor. Por isso, quando ocorrem movimentações e notícias como o escândalo da PETROBRAS ou as más informações como no caso das empresas “X” o valor no mercado financeiro pode sofrer alterações.

Porém, a PETROBRAS, ao invés das empresas “X”, possui sólida produção física e possibilidades de ampliar sua produtividade. O movimento de compra e venda do mercado acionário não afeta diretamente o real valor da empresa, a menos que seus ativos estejam mau aplicados. Ao que tudo indica a possível desvalorização da PETROBRAS não passa de outra especulação.

Apenas ocorrerão implicações na PETROBRAS se algo afetar sua produção ou produtividade. Um exemplo disso é a desvalorização do preço do barril de petróleo, a produção física, que vem acontecendo no mundo. Se o barril ficar abaixo dos US$ 70,00, aí sim, não somente a PETROBRAS como todas as produtoras do bem sofrerão impactos.

Por Roberta Lima

Petrobras


A Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), fechou o dia 12 de novembro em alta, após algumas suposições sobre um dos principais nomes que poderão fazer parte da equipe econômica do país nos próximos 4 anos do governo Dilma.

O Ibovespa, índice que mede o desempenho dos valores das ações negociadas na BOVESPA, teve uma alta de 0,96%. Essa elevação foi obtida após o nome de Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central (BC), ter sido especulado em uma reportagem da agência de notícias Reuters, como futuro sucessor de Guido Mantega (atual presidente do Banco Central), para a presidência do Ministério da Fazenda.

Mesmo com rumores tão fortes envolvendo seu nome, Henrique Meirelles vem sinalizando que deverá recusar o convite, caso ele venha a ser feito. Na última terça-feira (11), aconteceu uma reunião com a diretoria do Banco Original, onde o ex-presidente do Banco Central, que hoje ocupa o cargo de Presidente do Conselho Executivo da Holding J&F, empresa que controla a JBS S.A., maior produtora de carne bovina mundial, também esteve presente.

Nessa reunião, Meirelles teria dito que rejeitaria o convite do Palácio do Planalto e que em uma escola de 0 a 10, as chances para ele se tornar o novo Ministro da Fazenda seria a nota 2. Essa mesma informação foi confirmada pela diretora executiva de mercados do Banco Original, Kátia Moroni, que participou no dia 12 de novembro do 1º Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, que acontece na cidade de São Paulo.

Henrique Meirelles foi quem atuou por mais tempo como Presidente do Banco Central do Brasil, de janeiro de 2003 até 31 de dezembro de 2010. Nesse período, as políticas econômicas adotadas pelo Banco Central contribuíram para uma valorização da moeda brasileira em relação ao dólar e ajudou a fazer com que a inflação ficasse controlada, dentro da média instituída pelo Copom (Comitê de Políticas Monetárias).

Por André F.C.


E mais uma vez o dólar fechou em alta e todos aguardam quais serão os próximos passos do Governo. A alta do dólar afeta a todos, desde os investidores, importadores e exportadores, população em geral, comércio, indústria e o dólar continua subindo e teve uma alta de 0,2% nesta terça-feira (04/11), sendo vendido a R$ 2,5054. E na parte da tarde a moeda norte-americana apontava uma alta ainda maior, atingindo um aumento de 0,42% mas até o fim do dia, recuou um pouco.

E o mercado está muito instável principalmente por causa da indefinição do Governo que não anuncia qual será a sua equipe econômica, mas o Ministério que mais tem agitado o mercado é o da Fazenda, pois os investidores, principalmente, querem saber quem irá assumir a Fazenda, para saber se de fato o Governo pretende trazer mudanças para a política econômica do Brasil. Há vários nomes sendo cogitados para o cargo, mas Dilma Rousseff não deu nem sinal de qual será a sua escolha.

O mercado está na torcida de que o Ministro escolhido seja alguém mais "amigável" e que ao substituir Guido Mantega, traga mudanças na economia do país que favoreçam a todos. Entre os nomes mais cotados para o Ministério da Fazenda, estão: Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central;
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco; Nelson Barbosa, ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda.

Mas o que está deixando o mercado tão agitado nos últimos dias é a indefinição de Dilma, reeleita nas últimas eleições. Se Dilma Rousseff anunciasse um nome ainda esta semana, certamente o mercado iria se acalmar e até a confiança dos investidores estrangeiros iria aumentar e certamente o dólar iria recuar um pouco, mas como não há nem sinal do nome do novo Ministro da Fazenda ser anunciado, até semana que vem o mercado continuará nervoso.

No início da manhã desta quinta-feira (06/11), o dólar começou em R$ 2,505 e pode até aumentar um pouco mais.

Por Russel

D?lar em alta

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Na campanha presidencial deste ano, ouvimos falar muito sobre economia, mas muitas pessoas não entendem nada sobre o assunto, pois bem, o setor público, comumente conhecido como governo, possui grande participação nas sociedades atuais. Sua existência é decorrente da necessidade de regulação da atividade econômica, em que de um lado encontram-se empresas produzindo bens e serviços e, do outro lado, as famílias, responsável pelo consumo destes bens e serviços.

A participação do governo nas inter-relações entre os agentes privados pressupõe a necessidade de financiamento das atividades por este realizadas. O estudo desta mesma atividade é denominado na literatura econômica de Economia do Setor Público, também chamada de Finanças Públicas.

O conceito microeconômico das Finanças Públicas relaciona-se às políticas específicas (ou pontuais) realizadas pelo governo, a exemplo da imposição de um tributo em um determinado setor da atividade econômica. No conceito macroeconômico, o termo finanças públicas associa-se ao estudo dos diversos impactos que as políticas econômicas individualizadas (políticas microeconômicas) geram sobre a sociedade.

Podemos dizer que o estudo das Finanças Públicas abrange a emissão de moeda e títulos públicos, a captação de recursos pelo Estado, sua gestão e seu gasto, para atender às necessidades da coletividade e do próprio Estado. Na captação dos recursos são estudadas as diversas formas de receitas, obtidas em decorrência do patrimônio do Estado, do seu endividamento ou por força do seu poder tributário. Uma vez captados os recursos impõe-se a sua administração até o efetivo dispêndio.

As fontes geradoras de receitas é a tributação, classificada como receita derivada do poder coercitivo do Estado e o endividamento público, representado pela emissão e resgate de títulos da dívida pública. A capacidade do Estado de tomar empréstimos está determinada pelo potencial de recursos compulsórios que, ano a ano, ele tem condições de mobilizar da sociedade. Deste ponto, ressalta-se o porquê da tributação constituir um dos principais condicionantes do endividamento público. Quando a economia vai bem ou mal, afeta sem dúvidas  sua vida por isso é importante estar informado, sobre como está a economia no país.

Por Paulo Victor Bragança


A maior economia da Europa é a da Alemanha, no entanto os dados e notícias recentes vêm assustando o resto do mundo, principalmente pelo fato de o governo alemão ter reduzido as projeções de crescimento para o corrente ano e também para 2015. Por ter derrapado em agosto desse ano, a produção industrial fez com que o índice de confiança econômica do país registrasse sua primeira leitura negativa desde novembro de 2012.

Na data de 14 de outubro de 2014, o ministro da economia alemã reduziu as projeções de crescimento no corrente ano para 1,2% e 1,3% para 2015. Os motivos seriam a crise vivida no exterior, principalmente aquela pela qual a Rússia passa no momento, e o crescimento mundial estar moderado.

Em abril deste ano as projeções para a forte economia do país europeu eram diferentes, tanto é que o mesmo Ministério da Economia acreditava na expansão de 1,8% para 2,0%. De acordo com Sigmar Gabriel, para que o desenvolvimento econômico seja dinâmico é necessário que tenham investimentos, haja vista este ser crucial.

Apesar da situação não ser das melhores, Sigmar tem rejeitado qualquer tipo de distanciamento do objetivo da "Grande Coalização" de Angela Merkel, a chanceler, entre esquerda e direita de trazer equilíbrio no orçamento financeiro pela primeira vez desde o ano de 1969.

Conforme apontou Gabriel, por mais que Berlim tomasse empréstimos para modernizar suas ferrovias e estradas, redes de transmissão de energia e redes de banda larga, não seria o suficiente para o crescimento em países fracos da Europa, muito menos da Itália, Espanha ou França.

Na Ásia e na Europa as ações caíram e os títulos de uma década na "Germânia" atingiram um recorde mínimo depois do acompanhamento do indicador ZEW da confiança de analistas e investidores ter recuado para menos de zero pela primeira vez nos últimos 24 meses.

Em síntese, a Alemanha passa pela dificuldade devido às crises geopolíticas em outros países, a zona de euro estar fraca e a debilidade na demanda "intramuros".

Por Vinicius Cunha


Com uma recuperação surpreendente, o setor de serviços apresentou alta das atividades e dos ganhos e mostrou uma ótima recuperação em setembro, ritmo considerado o melhor dos últimos três meses. Mas embora o otimismo esteja cauteloso, a quantidade de novos negócios tende a continuar a subir.

De acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI) divulgado no início de outubro os serviços subiram de 49,2 pontos em agosto para 51,2 pontos em setembro. Desde janeiro o índice não ultrapassava os 50 pontos.

Um dos melhores desempenhos foi registrado no setor de hotelaria, com a criação de novas vagas e oportunidades. Já o setor de Aluguéis e Atividade de Negócios teve uma leve queda.

A pesquisa entrevistou pessoas que apontaram as eleições como influência positiva, possibilitando e ajudando a aumentar o volume de novos negócios e acelerar o crescimento.

Outros setores que também registraram bons resultados, e novos trabalhos estão ligados no setor de Transporte e Armazenamento.

O nível de funcionários contratados no setor de serviços brasileiro permaneceu bastante estável, porém o índice que verifica o número de pessoas registrou um índice considerado o segundo mais fraco desde fevereiro de 2013.

Os insumos aumentaram e confirmaram a tendência dos últimos sete anos, embora o custo tenha sido repassado ao produto final, não houve pressão inflacionária, o que manteve tais percentuais enfraquecidos.

Mas o cenário ainda pode melhorar, já que apenas cinco por cento das empresas consultadas indicaram estarem otimistas com o cenário atual, com a conquista de novos clientes e previsões de lucros para o próximo ano.

De acordo com economista-chefe do HSBC, André Lóes, apesar de estar havendo uma expansão na atividade e também nos novos negócios, a moderação nas subcategorias de preços e valores bem como a frágil e delicada confiança podem indicar uma persistência do crescimento sem muito entusiasmo. Novas vagas tende a ser abertas nos próximos meses confirmando as previsões.

Por Vivian Schetini


O Dólar fechou a última segunda-feira, dia 6 de outubro, com queda de 3%, enquanto a Ibovespa obteve alta de 7%, tudo isso em apenas 20 minutos de sessão. A justificativa para as mudanças é a ida de Aécio Neves para o segundo turno, o que proporcionou certa segurança aos mercados.

O Dólar fechou com a cota de R$ 2,38, após sucessivas altas nas sessões anteriores. A Ibovespa, principal índice brasileiro da bolsa, abriu o dia com alta de 0,38% (54.748 pontos), mas assim que passou 20 minutos já havia aumento para mais de 58 mil pontos, cerca de 7,64% (58.706 pontos). Os resultados foram um reflexo do primeiro turno e a disputa em segundo turno no próximo dia 26 de outubro entre a candidata do PT e atual presidente, Dilma Rousseff, e o candidato em ascensão do PSDB, Aécio Neves.

Das instituições que obtiveram alta no dia, destaca-se a Petrobras, que atingiu ao fim da sessão a marca de quase 17%, o que definitivamente surpreende após um longo período de desvalorização e baixa na bolsa de valores. As ações do Banco do Brasil (ações ON) subiram mais de 18%, já a Eletrobras (também ações ON) chegou em determinado momento a subir mais de 10%.

Está evidente que existe uma relação direta entre a candidatura da atual presidente com os resultados da bolsa de valores. Exemplo disso foi a reação negativa do mercado na última semana decorrente de uma alavancada de Dilma nas pesquisas, o que não reflete exatamente o momento dos candidatos, uma vez que os resultados nas urnas apresentou certa discrepância entre as pesquisas recentes.

Os resultados do primeiro turno revelaram Dilma com 41,6% dos votos válidos (cerca de 43,3 milhões) e Aécio com 33,6% (34,9 milhões). As pesquisas apontavam Aécio Neves com aproximadamente 30% dos votos válidos, os resultados ficaram acima da margem de erro esperada pelas pesquisas.

Por André César

D?lar

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Em setembro o dólar foi o campeão de valorização para aplicação. Com o aumento de 9,33%, liderou o ranking como principal investimento. Foi seguido pelo ouro, bem menos expressivo no período, com seus 2,7% e em terceiro lugar pelas Notas do Tesouro Nacional série B principal NTN-B Principal (vencimento 15/05/2015) que subiu 1,04%.

Ao consultarmos o desempenho anual desses investimentos temos revelada uma espécie de inversão da pirâmide: as NTN-B principal estão com 9,03%, o Ouro com 4,97% e o dólar com aumento de 4,68%.

A expectativa inicial da vitória da presidente Dilma Rousseff pode ser considerada a principal responsável pela alta do câmbio no último mês. Porém, a votação no candidato Aécio Neves promete reverter a situação até o segundo turno, além de gerar certo aquecimento na economia.

Após a eleição, a Ibovespa começou o dia com valorização de 8% e desacelerou até 4,7% com destaques nos setores financeiros e estatais. Nessa brincadeira de eleições o dólar terminou em queda de 1,43%.

O que podemos depreender é a preferência do mercado pelo candidato Aécio Neves, que prega uma economia mais liberal e com menos intervencionismo estatal em detrimento da candidata Dilma Rousseff.

Os economistas alertam que essa queda do câmbio devido ao resultado das eleições é um fenômeno temporário e de curto prazo e que o dólar deve continuar em alta até o próximo ano. Segundo especialistas, portanto, mesmo diante da queda atual, o investimento ainda se mostra seguro.  

O aumento das intenções de voto na atual presidente ao longo do mês passado alimentou nos investidores preocupações com a inflação e consequente aumento dos preços dos produtos importados. Essa situação foi responsável pelo maior aumento mensal do dólar no país nos últimos três anos segundo a revista Reuters.

Os três piores investimentos mensais foram: NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) com déficit de 14,82%, Ibovespa com défcit mensal de 11,70% e NTN-B (vencimento 15/05/2050) com déficit de 10,48%.

Os desempenhos anuais dos NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) e NTN-B (vencimento 15/05/2050) apresentam desempenho anual 11,93% e 13,48%.

Por João Flávio Gomes Faria


Desde o final do ano de 2008 não se via uma alta tão considerável do dólar, a moeda disparou e a vantagem foi de 2% sobre a moeda brasileira, o real. Esse aumento foi registrado na última segunda-feira, 29 de setembro.

Segundo a pesquisa realizada pela Datafolha, a atual Presidente do Brasil e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, está tomando a dianteira na corrida presidencial. Isso provavelmente causa a reação do mercado e por consequência o aumento do dólar.

No final de sexta-feira, 26 de setembro, a Datafolha registrou que a candidata Dilma Rousseff estava obtendo uma vantagem significativa já no primeiro turno, conquistando praticamente o dobro das intenções de voto de Marina Silva, candidata do PSB. A mesma situação foi encontrada na pesquisa para as intenções de voto no segundo turno, Dilma novamente possui uma boa vantagem sobre Marina Silva. Como a Presidente está desacreditada nos mercados financeiros internacionais, a tendência é que se ela continuar aumentando a sua margem de votos, a moeda americana continue aumentando o seu valor e que alcance níveis bem altos. No mesmo dia, ouve um boato de que uma revista de grande circulação revelaria detalhes sobre um suposto escândalo cujas consequências seriam desastrosas para uma possível reeleição. Essa reportagem iminente resultou na queda do dólar perante o real. Entretanto, como essa matéria não chegou a ser publicada, o mercado se decepcionou e a moeda do Tio Sam voltou a subir.

A alta no dólar, além de causar incerteza econômica a nível mundial, afeta diretamente o mercado brasileiro, caso seja necessário, o Banco Central poderá intervir para que o impacto sobre a inflação seja controlado. Essa intervenção, obviamente, é vista com cautela pelo mercado, entretanto, sabe-se que essa intervenção no mercado não será suficiente para que o dólar volte a operar em baixa como estava antes no patamar de R$ 2,20 ou R$ 2,25.

Por Melina Menezes

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A empresa de comércio online Alibaba, fez sua estreia na bolsa de valores na última sexta-deira (19/09), e seu fundador acompanhou tudo de perto. A empresa escolheu oito clientes para tocar a compainha, que anunciou a abertura da sessão.

Jack Ma, fundador da empresa, estava eufórico com o início das negociações dos títulos. Com um inglês para ninguém botar defeito, declarou "confiem em nós", em entrevista ao canal financeiro CNBC, em referência às dúvidas sobre os riscos que cercam o seu grupo. Logo após a sua abertura, as ações da Alibaba dispararam em Wall Street, em meio a muito otimismo sobre as perspectivas da empresa chinesa de varejo eletrônico.

Com o símbolo "BABA", a empresa chinesa é cotada na bolsa de valores de Nova York. Depois do lance inicial, a ação do Alibaba subiu 41%. De US$ 68 a ação chegou a US$ 95,90. Devido a essa alta, leva a companhia ao valor de mercado de mais US$ 229 bilhões, superando as gigantes empresas como Facebook,Cisco, e a suas rivais Amazon e eBay.

Os investidores, interessados no crescimento rápido da China e na evolução do setor de internet, têm escolhido ações da companhia desde que iniciaram as apresentações na semana passada. Segundo, Scott Wingo, presidente da ChannelAdvisor, fornecedora de software e e-commerce, a Alibaba está na classe do Facebook e Google, pela escala que têm, além de perspectivas de crescimento e rentabilidade.

A empresa captou mais de US$ 25 bilhões na sua chegada triunfal na Wall Street. É a maior entrada da história da bolsa de valores.

A empresa quer expandir seus negócios nos Estados Unidos e na Europa, mas ainda é desconhecida dos americanos, pelo menos, embora seja uma das maiores empresas de comércio eletrônico na China, responsável por mais de 80% das vendas pela internet. A empresa faturou em 12 meses, encerrados em março deste ano, US$ 3,7 bilhões. Uma alta de US$ 2 bilhões comparados ao ano anterior.

Um levantamento feito em 2013, mostrou que a empresa encerrou o ano com 231 milhões de compradores, uma média de 49 compras por cliente, de acordo com a rede de TV "NBC".

Por Camilla Batista


As coisas não vão nada bem para o empresário Eike Batista, que acabou sendo denunciado pelo Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) por usar informações privilegiadas em negociações das ações do estaleiro OSX

O MP do Rio de Janeiro também denunciou o empresário, só que no sábado, por conta de manipulação de mercado em negociações da petroleira OGX. O MPF-RJ solicitou o bloqueio de ativos financeiros de Eike no Brasil, como o arresto de casas, apartamentos, carros e outros bens até o limite de R$ 1,5 bilhão.

A situação do Grupo EBX se complicou a pouco mais de um ano. De lá para cá as empresas que compõem o grupo e seus administradores foram alvo de 11 processos junto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mais 11 estão sendo analisados e podem se tornar processos ou podem ser arquivados. O advogado Sergio Bermudes afirmou que Eike está fora do Brasil e ainda não foi intimado. Quando isso ocorrer ele terá um prazo determinado para apresentar uma defesa prévia.

O MPF de São Paulo quer que Eike seja condenado ao pagamento máximo da multa, que equivale a três vezes os R$ 8,7 milhões que foram obtidos ilegalmente. A investigação foi feita depois que a companhia vendeu quase 10 milhões de ações, totalizando R$ 33,7 milhões. As vendas foram realizadas alguns dias após uma reunião em que foi definido um novo plano de negócio, que previa cortes, investimentos e a diminuição das atividades da empresa.

A denúncia ocorre porque as informações foram reveladas um mês após as vendas das ações e isso determinaria a queda no valor das ações. Como Eike não quis ficar no prejuízo e passou a conta para quem comprasse as ações, cujo valor caiu mais de 10% após a reunião. Em contrapartida, Eike alegou que a venda das ações foi feita para que elas chegassem aos 25% em circulação na bolsa. A justificativa não foi aceita pelo MP, pois a empresa não cumpriu com o regulamento que determina um período para as transações, o qual não foi respeitado. 

Por Robson Quirino de Moraes


A eleição presidencial tem a capacidade de trazer à tona reflexões até então nunca vistas na grande mídia. Para além das famigeradas polêmicas sobre aborto, legalização da maconha e bolsa família, o assunto que ganhou grande repercussão foi de cunho majoritariamente econômico: a autonomia do Banco Central (BC).

Mas a primeira pergunta que surge é: o que isso quer dizer? Posteriormente, questiona-se: isso é bom ou ruim? Por fim: vai mudar alguma coisa na minha vida?

Para os leigos, comecemos pelo começo. Foi a candidata Marina Silva (PSB) quem propôs conceder autonomia ao Banco, mediante lei. Basicamente, o BC é o responsável pelo sistema financeiro da nação. Ele auxilia, por exemplo, no controle da inflação ao controlar as emissões de papel-moeda e suas condições de circulação, como a taxa de juros, de crédito, de poupança e de câmbio. Os juros do seu cartão de crédito, por exemplo, estão intimamente ligados a isso. Todos esses fatores caminham no sentido de estimular ou frear a economia.

A autonomia do BC significaria, em suma, que o Estado interferiria menos na Economia. Sem precisar utilizar nomes de autores clássicos ou termos rebuscados, podemos afirmar que a proposta caminha no sentido de deixar o mercado se autorregular, já que o Poder Executivo (os políticos) estaria impedido de intromissões legais. Isso tranquilizaria o mercado, já que a entidade ficará livre de pressões políticas e eleitorais, em tese.

Por outro lado, muitos economistas argumentam que é o governo democraticamente eleito que deve tomar as rédeas da política econômica da nação. É o Estado que tem o direito de definir os principais rumos da economia do país, e não os técnicos financeiros. Além do que, na prática, não há garantias de que a inflação e os juros cairiam, nem de que os técnicos estariam tão isentos de pressões externas do mundo político. 

A última pergunta proposta é a mais fácil de ser respondida: essa discussão influencia, sim, a vida de todos nós, brasileiros. Alguns em maior escala e outros em menor. Ter uma breve noção do que tudo isso significa é o primeiro passo para uma reflexão mais profícua.

Por Renan Milaré Olívio

Bacen

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A BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), constante em um projeto elaborado por diversas entidades em parceria com o Governo Federal, contemplado em Medida Provisória 621, tramitante no Congresso, visa estimular que as pequenas e médias empresas entrem na Bolsa de Valores por meio de incentivos para compradores e companhias.

Em entrevista ao Diário do Grande ABC, o presidente da Bolsa de Valores, Edemir Pinto, explicou que esse projeto atende empresas que possuem faturamento de, no máximo, 500 milhões e valor de mercado de até 700 milhões.

Os compradores dos papeis dessas empresas serão isentos de Imposto de Renda. O público-alvo desses papeis são os investidores institucionais, assim como pessoas físicas, essas últimas podem se interessar devido à ligação da empresa com a comunidade.

O presidente explicou que há muita oferta e que a demanda está apenas em grandes projetos com rentabilidade imediata. No caso das médias ou pequenas empresas que estão no início, a rentabilidade ocorre a longo prazo. Nesses casos, é necessário identificar o comprador e então incentivá-lo a adquirir o papel da média e pequena empresa. 

O projeto, que está tramitando no Congresso, vem justamente para suprir esta demanda de incentivo ao comprador, possibilitando que a média e pequena empresa surja no mercado, se capitalize e cresça. O projeto estimulará tanto para os que ofertam quanto para os que compram.

Para uma empresa entrar, o valor é, em média, 7% da captação. Essa porcentagem será para cobrir custos de publicações legais, como diários oficiais e grandes jornais de circulação. O presidente ressalta que é um valor médio, podendo alterar conforme o tamanho da empresa.

Ele salienta ainda que o pequeno investidor precisa estar consciente que o mercado de renda variável possui riscos, independente de ele entrar em um momento de alta ou de baixa.

A consciência de educação financeira é disseminada pela Bolsa por meio de um instituto educacional, uma das premissas, por exemplo, expõe que o investidor não deve colocar o limite de 30% do capital disponível no mercado de renda variável.

Por Rafaela Fusieger


A recente tragédia que atingiu o PSB, com a morte do candidato à presidência, Eduardo Campos, há quase um mês, abalou as estruturas políticas do país. Não apenas pela tragédia em si, mas porque os rumos das eleições foram totalmente modificados a partir do fato.

Não se pode dizer que o então candidato estivesse com as eleições ganha, já que se encontrava em 3º lugar nas pesquisas eleitorais. No entanto, sua terrível morte possibilitou a ascensão de alguém que já nem esperava muito dessa campanha, Marina Silva.

Marina, que conquistou votos e carisma na campanha eleitoral de 2010, pelo PV, tentou fundar um novo Partido para a campanha de 2014, o Rede Sustentabilidade, com propostas ecológicas e sociais. Mas o objetivo não foi consolidado por indeferimento junto ao TSE.

É obvio que Marina não esperava acontecer tamanha tragédia, mas esse fato lhe possibilitou somar apoiadores dentro e fora do país para que agora concretizasse o desejo de ser presidente do Brasil.

Com o discurso de nova política, Marina tem aparentado ser diferente dos demais principais candidatos a República, Dilma Rousseff e Aécio Neves. Entretanto, o programa de Marina está mais para uma “nova velha política”.

Desde que finalizou seu programa de governo, críticas e acusações de plágio têm sido constantes. As influências de medidas conservadoras em muitos quesitos; sociais e econômicos provocam alerta e desconfiança de muitos, exceto dos grupos que tendem a se beneficiar com suas propostas.

A forma pela qual Marina pretende conduzir a economia, por exemplo, tem agradado a empresários, banqueiros e especuladores financeiros. Não é à toa que as ações, na bolsa de valores, subiram mais com a perspectiva de sua vitória do que com a de Aécio. Isso porque sua percepção nada difere das ações do PSDB; independência do BACEN, políticas austeras para controle inflacionário e estímulo aos grandes capitais, contradizendo até mesmo seus antigos ideais. Já a chamam de Aécio de saias.

Ainda por cima, seu discurso comprometido e contraditório ganha as classes mais conservadoras e despolitizadas do país.

Por Roberta Pereira de Lima


O conflito entre grupos rebeldes pró-Rússia contra as forças ucranianas estão refletindo na economia europeia. Algumas das bolsas de valores da Europa tiveram uma queda devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia. Ocorrido do dia 28 de agosto (quinta-feira), esse fato se deve à análise das atitudes dos rebeldes pró-Rússia que reforçaram os ataques contra as forças ucranianas. 

Após Redburn Ltd. aconcelhar os investidores a retirar as ações da loja online Ocado Group PLC, essa pode ser considerada uma das maiores quedas das principais bolsas de valores da Europa no período de dois anos.

Após a discussão sobre a venda da unidade da Telefónica SA no Brasil à GVT, a Telecom Itália SpA teve um aumento de 1,3%.

O aumento no desemprego na Alemanha também motivou a queda das ações. O número de desemprego alemão em agosto subiu de 2 mil para 2,902 milhões, após uma redução de 12 mil em julho.

Na Itália as lojas de vendas a varejo também foram afetadas, a variação de vendas foi nula, tendo uma queda de 0,6% no final do mês anterior. Na Espanha o índice de preços ao consumidor também teve uma queda para 0,5% no mês de agosto, refletindo assim na baixa dos valores de combustíveis e lubrificantes.

Porém, já no dia 29 (sexta-feira), as bolsas de valores da Europa fecham em alta, mas sem muitas variações.
Como já era esperado pelos investidores a inflação na zona do euro teve uma queda, mas dizem acreditar que o BCE não tomará uma providência imediata para esta semana.

Acordos estão sendo feitos entre rebeldes pró-Rússia e Forças Ucranianas, talvez o cessar fogo assinado seja um começo para a reestabilização da economia e a volta das bolsas de valores que haviam fechado em baixa, isso pode criar uma expectativa para os investidores e incentivá-los a investir. 

Por Ingrid Oliveira

Bolsa de Valores

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Nesta quinta-feira (28), as principais bolsas de valores da Europa recuaram. Tal resultado se deve aos investidores analisarem as ações dos rebeldes pró-Rússia, que ampliaram seus ataques contra as forças ucranianas.  

Uma das quedas significantes foi das ações do Ocado (OCDO) Group PLC, as maiores em dois anos, depois que o Redburn (Europe) Ltd. aconselhou os investidores a se desfazerem das ações da loja online.

A Telecom Itália SpA ganhou 1,3%, após a Vivendi SA discutir com a Telefónica SA a venda de sua unidade no Brasil, a GVT

Em Londres, o índice Stoxx Europe 600 caiu 0,7%, atingindo 341.05 pontos, após receber péssimas notícias dos dados de desemprego na Alemanha, que subiu inesperadamente em agosto, aumentando em 2 mil, para 2,902 milhões de desempregados, após queda de 12 mil em julho. De acordo com Ben Kumar, que ajuda a gerenciar US$ 10 milhões no Seven Investment Management LLP, "o índice teve um aumento muito bom ao longo das últimas semanas e os investidores estavam levando algum dinheiro, mesmo com os dados econômicos dos Estados Unidos não corresponderem às expectativas". “Talvez os investidores tenham considerado também que as recentes notícias da economia fraca na zona do euro – como o aumento do desemprego alemão – não seriam muito ruins para motivar a ação do BCE", acrescenta Kumar.  

No final do dia o índice FTSE-MIB, em Milão, recuou 2,16% aos 20.315 pontos. Já na capital espanhola, Madrid, o índice Ibex 35 ficou com queda de 1,06% aos 10.722 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 recuou 1,12% aos 9.462 pontos, e em Paris, o índice CAC-40 caiu 0,66% aos 4.366 pontos. Na capital portuguesa, Lisboa, o índice PSI-20 perdeu 1,05% aos 5.907 pontos.   

Na Itália, as vendas de varejo tiveram uma variação nula em junho, após um recuo de 0,6% no mês anterior. Na Espanha, o índice de preços ao consumidor caiu 0,5% em agosto, na comparação anual, reflexo na baixa nos valores de lubrificantes e combustíveis.

Por William Nascimento

Queda das bolsas de valores europeias

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