Entenda aqui o que é e como funciona as criptomoedas.

Uma revolução virtual que foi criada para abalar o mercado financeiro a nível mundial. Neste artigo vamos abordar um assunto que está abalando diversos mercados e já está sendo considerada como a mais nova tendência mundial e que pode definir o futuro da comercialização de produtos, serviços e investimentos.

Qual é a origem da criptomoeda?

Este modelo de moeda foi criada no ano de 2009, por um programador, cuja identidade é desconhecida, porém, é identificado por Satoshi Nakamoto, criador da chamada “moeda virtual bitcoin”.

Existem muitas especulações sobre o criador da moeda virtual, porém, ainda há muitas incertezas em relação a sua real identidade. Vários repórteres investigativos buscam informações sobre quem é o criador, entrentanto, ele foi o responsável por este boom no mercado mundial.

A primeira moeda virtual se popularizou e hoje já é chamada como a moeda do futuro, dinheiro da internet e dinheiro virtual. Independente da nomenclatura, a sua popularidade aumentou ao redor do mundo devido aos benefícios e diferenciais que ela possuí em relação as moedas tradicionais.

Quais são os benefícios da moeda virtual?

O dinheiro da internet, como é conhecido, já é muito utilizado para comprar diversos produtos e vendê-los com taxas menores e com muito mais rapidez.

Por ser uma moeda descentralizada, ou seja, não há o controle de nenhuma instituição financeira para que haja a circulação no mercado, o Bitcoin (moeda virtual) se transformou na primeira rede onde os próprios usuários controlam esse sistema financeiro.

Como funciona?

Para entender como funciona o processo de captação de moedas virtuais, ele é comparado ao sistema do ouro, ou seja, os bitcoins são mineirados.

Para mineirar alguns bitcoins é preciso ter um computador com bom desempenho, ter programas adequados instalados específicos para a captação de bitcoins e estar integrado à uma rede de computadores.

A estratégia é que quanto mais difícil for para conseguir um bitcoin, mais valorizado esta moeda virtual será no mercado financeiro. Existem flutuações de mercado, por isso é importante entender que quanto maior for a procura pela criptomoeda, maior será sua cotação.

Para quem pretende adquirir esta moeda, deve acompanhar muito bem esta variação de mercado para que seja usada como forma de investimento e ganhos capitais.

Existe um dado que no ano de 2013 1 bitcoin estava variando entre 13 e 1000 dólares. Hoje o bitcoin estimado em reais está chegando na casa dos R$ 9.300,00.

Riscos do Bitcoin

Por ser uma moeda com muitas variações e coberta de incertezas sobre o futuro, é muito comum que estas variações sejam bem frequentes e também até abruptas.

Você deve estar atento em qual sistema que trabalha com Bitcoin e se possui a segurança contra hackers e invasores, já que está virando moda o pedido de resgate pelos hackers para desbloquear computadores e sequestro até de pessoas.

Comprar bitcoins

É possível comprar bitcoins das casas de câmbio de Bitcoin. As chamadas exchanges permitem fazer transferências bancárias e logo a compra dos bitcoins.

No Brasil as exchanges mais conhecidas são: Mercado Bitcoin e Foxibit.

Confira mais detalhes sobre as criptomoedas e como elas funcionam no vídeo abaixo:

Marcio Ferraz


Entenda como o processo inflacionário funciona.

É comum ouvirmos falar do impacto da inflação nos preços de nossos serviços e produtos, mas é incomum que saibamos a origem dessa relação.

Quando se trata de abordar o cenário econômico de uma região ou país, a palavra “inflação” é sempre citada como um fator negativo, que inibe o poder de compra dos consumidores e dispara os preços da mercadoria, desvalorizando a moeda local e tornando assim a vida do trabalhador mais complicado, já que o salário dele não é reajustado de acordo com os índices de subida de inflação. Claro que parece muito mais simples apenas realizar esse ajuste, mas isso exigiria movimentação monetária tamanha. A pergunta aqui é: o que causa a subida da inflação? Quais são os fatores que desvalorizam nosso dinheiro e nos fazem comprar menos que ontem com a mesma quantidade de dinheiro?

Um aumento da emissão de papel-moeda realizada pelo Governo, seja para realizar a cobertura de gastos do Estado ou por qualquer outra razão, é uma causa de aumento de inflação. Nesse caso, existe maior volume de moeda em circulação, mas não acontece nenhum aumento de riqueza ou de produção, assim é exigida uma maior quantidade de dinheiro para consumir a mesma quantidade de produtos.

Outra causa de inflação é a demanda por produtos, isto é, quando o consumo aumenta de tal forma que se torna maior que a capacidade de produção da região. Acontece da seguinte forma: o consumidor tem poder de compra muito maior do que há disponível para vender, portanto aumentam-se os preços para que se compre a quantidade que há disponível.

A inflação também pode acontecer quando o custo da produção sobe muito, causando o mesmo efeito de desequilíbrio, porque é necessário elevar o preço dos produtos para que compense o processo produtivo.

Quanto menor o índice de inflação, maior é a estabilidade da moeda, portanto, se a inflação está medida em zero, entende-se que existe equilíbrio estabelecendo o valor da moeda, fazendo com que os preços não flutuem de maneira drástica, afetando a vida de milhões de trabalhadores.

Por Carolina B.

Inflação


A inflação é um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo.

O processo de inflação influencia diretamente em nossas vidas. Embora seja um conceito vago para muitos de nós, é sumamente importante que tenhamos a compreensão do que ele simboliza e qual é o impacto desse fenômeno em nossas finanças.

A palavra inflação é muito usada por especialistas em políticas, economistas, jornalistas e outras pessoas envolvidas em áreas parlamentares principalmente, mas a verdade é que não é nenhum bicho de sete cabeças entender do que se trata.

O processo inflacionário, a inflação é simplesmente um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo. Por exemplo, se uma determinada cesta de produtos, em janeiro, custa 50 reais e no mês seguinte, em fevereiro, a mesmíssima cesta passa a custar 100 reais, significa que existe uma inflação de 50% no mês. Esse aumento do valor também caracteriza a perda de poder aquisitivo, porque você vai consumir a mesmíssima cesta de produtos pelo custo de mais dinheiro, ou seja, o poder de compra do dinheiro diminui e ele passa a valer menos. Isso caracteriza uma desvalorização da moeda. Seguindo essa lógica, quando a inflação está baixa ou iguala a zero, os preços estabilizam-se, não ocorrendo mais o aumento no custo dos produtos e serviços.

Dos anos 1994 em diante, com a implantação do Plano Real, o processo inflacionário foi controlado. Desde os anos 80, diversos planos não obtiveram sucesso nesse objetivo, visto que a economia brasileira ficou em choque por conta do crescimento elevado da inflação antes do Plano Real. Em 2008, por exemplo, o índice de inflação registrado pelo IPCA no Brasil foi de 5,9%.

A inflação pode ter algumas causas, entre elas, a demanda, os custos e a monetária. Na demanda, o consumo de produtos aumenta e se torna maior do que a capacidade produtiva da região, causando o desequilíbrio. No caso da inflação de custos, a matéria-prima, a mão-de-obra ou as máquinas de produção tornam-se de alguma forma mais caras, tornando a produção do produto mais cara. Já na inflação monetária ocorre uma emissão de dinheiro em grande volume por parte do governo.

Por Carolina B.

Inflação


Previsão do governo para economia brasileira baixou de 1,6% para 1% em 2017 com alta do PIB.

O Ministério da Fazenda anunciou há bem pouco tempo que sua equipe econômica prevê um crescimento rebaixado da economia do Brasil em 2017, de 1,6% foi para 1%. No ano de 2016 o encolhimento da economia só cresceu, a previsão era de 3% e passou para 3,5%.

De acordo com o governo as estimativas da inflação oficial foram revisadas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Essa é a terceira vez que a equipe econômica do governo Temer divulga uma estimativa de crescimento para o ano de 2017.

O projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias (LDO), a projeção foi fixada em 1%, contudo em agosto bem próximo de enviar o Orçamento ao Congresso a equipe econômica mudou de ideia e anunciou o aumento da projeção para 1,6%, sob a alegação que o mercado brasileiro sus avaliações.

De acordo com Boletim Focus houve uma queda na estimativa de crescimento para 2017, de 1,13% para 1,00 %. O Ministro da Fazendo fez menção a respeito da alta ser de apenas 1% no PIB (Produto Interno Brasileiro) no próximo ano. O que seria de grande negatividade para a arrecadação de 2017, afirmou o ministro.

Impacto no orçamento:

Se a economia crescer menos que a previsão do governo os danos são logo aparecem, pois o governo arrecada bem menos impostos trazendo prejuízos incalculáveis à economia brasileira. A mudança na projeção para o desempenho do PIB deve influenciar os cálculos governamentais para a receita do próximo ano.

O Brasil mostra uma situação bem complicada com seu déficit fiscal ou despesas acima da arrecadação, cada vez mais presentes.

A proposta do governo Temer para o próximo ano será que os gastos do governo sejam maior que a arrecadação com impostos, num montante de até R$ 139 bilhões. Caso esse valor seja confirmado, será o segundo maior rombo fiscal, levando-se em crescimento de 1,6% o PIB para o próximo ano.

Meta fiscal:

O governo comprometeu-se com a meta fiscal, independente da revisão do PIB e para 2016 essa meta foi um déficit de R$ 170,5 bilhões, contra o déficit do ano de 2017 que é déficit de R$139 bilhões.

Por Ruth Galvão

Economia brasileira


Saiba aqui o que é e como calcular o EBITDA.

Quanto vale a minha empresa? Essa é uma dúvida muito comum tanto aos empresários com seus negócios já consolidados, como aos aspirantes a empresários e suas ideias inovadoras. O conceito é complexo e não há fórmula pronta, o que há são alguns métodos de se medir e alguns critérios a serem levados em conta na hora de saber qual é o valor de uma empresa, por quanto ela seria vendida.

A sigla EBITDA vem do inglês “earnings before interests, taxes, depreciation and amortization” e significa literalmente “lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”. É uma das fórmulas mais eficazes de se medir a real capacidade que uma empresa tem de ser lucrativa.

O índice é obtido quando se excluem as despesas operacionais – como é o caso da contabilização a amortização de pagamento de empréstimos ou dívidas e os juros que deles advêm; a depreciação de máquinas, equipamentos e instalações que são utilizados; imposto de renda, por exemplo – do lucro bruto da empresa.

Exemplifiquemos: se uma empresa fatura 5 milhões e tem 100 mil de EBITDA e outra empresa fatura o mesmo tanto, mas tem 700 mil de EBITDA, isso quer dizer que a segunda empresa tem mais capacidade de gerar lucro do que a primeira, ou seja, têm valores diferentes.

Ao multiplicarmos o EBITDA pelo múltiplo da indústria – ou seja, o valor pelo qual a empresa foi comprada sobre o EBITDA, não somente chegamos ao seu valor atual de mercado, mas à lógica do mercado, o que vem sendo mais valorizado em números, um indicador financeiro muito eficaz.

O EBITDA é um dos índices mais usados na administração financeira de um modo geral. Aplicá-lo junto a outros indicadores importantes não apenas traz uma análise mais completa da real situação de uma empresa, mas serve para averiguar seu horizonte financeiro. Pode ser também utilizado na análise da origem dos resultados das empresas, sendo, pois, mais preciso no cálculo de sua produtividade e eficiência de seu negócio. No quesito percentual de vendas, o EBITDA serve para comparar as empresas com relação a sua eficiência em certo segmento do mercado.

As variações que ocorrem do EBITDA de um ano para outro deixa claro para os seus investidores se uma empresa conseguiu ou não ser mais eficiente ou produtiva, fazendo com que ela valha mais ou menos aos olhos de seus possíveis compradores, seus investidores.

Flávia Figueirêdo


Mês registrou novo aumento e o acumulado no ano chega a 4,96%.

Passando de 0,35%, em junho, para 0,52%, em julho, a inflação oficial do Brasil fez o acumulado do ano subir para 4,96%. Um valor até baixo, se comparado com o mesmo período de 2015, que foi de 6,83%.

A inflação é medida pelo IPCA, que significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e o IBGE foi o responsável pelas informações fornecidas no dia de hoje, 10/08.

Se baseando nessas informações, temos os 8 (oito) produtos que tiveram aumentou no seu valor e outros 8 (oito) que ficaram mais baratos. Como sempre, o feijão foi o vilão dessa história. Nas 3 (três) primeiras posições, respectivamente está o feijão preto (41,59%), o feijão carioca (32,42%) e o feijão mulatinho (18,89%).

O leite longa vida ficou em quarto lugar com aumento de 17,58% e em seguida outro tipo de feijão, o fradinho, teve um acréscimo de 14,72%. Os 3 (três) últimos produtos dessa lista estão abaixo dos 10%, sendo o leite condensado, com alta de 9,87%, o fubá de milho, com 7,11% e a manteiga, com 5,72%.

Entre os produtos que tiveram os seus preços reduzidos, encontramos a cebola. Com uma queda de 28,37%, ela é a campeã nas quedas e está na frente da batata inglesa, que teve uma redução de preço em 20%. Logo abaixo vem a cenoura, com queda de 13,4%.

Da quarta posição até a oitava, 5 (cinco) produtos ficaram com a inflação abaixo dos 6%. As hortaliças caíram 5,65%, as frutas -3,28%, o óleo de soja -2,06%, as carnes -0,69% e os pescados com -0,63%.

Já o leite em pó vem na 9ª (nona) posição com alta de 5,26%, em seguida vem o arroz com alta de 4,68%, o bolo com 3,97%, os ovos aumentaram 3,87% e o alho subiu 3,54% no preço. Chocolate em barra e bombom tiveram aumento de 3,48% e o açúcar subiu 3,38%.

Ficando abaixo dos 3%, temos o cafezinho (2,52% de aumento), o queijo (2,34%), o café da manhã (2,32%), chocolate e achocolatado em pó (1,92%), Açúcar cristal (1,69%), margarina (1,44%), refrigerante (1,29%), pão francês (1,18%), macarrão (1,05%) e a farinha de trigo (1%).

Frango inteiro, café moído, iogurte, farinha de mandioca, carnes industrializadas, lanche fora e biscoito fazem parte da lista que sofreram aumento de preço, mas todos esses ficaram abaixo de 1%.

Por: Fernando Dias


IBGE afirma que queda do PIB no último trimestre marca o quinto semestre consecutivo de baixa.

No primeiro semestre de 2016, o PIB brasileiro teve uma queda de 0,3% em comparação com o último trimestre de 2015. O produto interno bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos nos país, caiu pelo quinto semestre seguido segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, em nota divulgada na quarta-feira (1°).

Além desse triste fato, no ranking da agência classificadora de risco Austin Rating, divulgado também no dia primeiro desse mês, o Brasil aparece em 31° lugar no PIB do primeiro trimestre. Com previsão para encolher 3,81% da nossa economia esse ano e crescer apenas 0,55% em 2017, nosso país se encontra atrás de outros países da América Latina como México e Peru. Como se não bastasse, ainda estamos com o PIB menor que países que passam por crises ou são pouco representativos nesse tipo de ranking. Ucrânia, Grécia e Rússia, países que por muito tempo tiveram economias menores que a nossa, hoje estão na nossa frente.

O 1,47 trilhão de reais vindo de bens e serviços do país nos primeiros três meses desse ano é 5,4% menor do que o mesmo período do ano passado. Além disso, a crise econômica que afligi o país se espalha por outras áreas. Em relação com o último trimestre do ano passado, os investimentos caíram 2,7%, o consumo das famílias caiu 1,7%, as exportações caíram 6,5% e os serviços caíram 0,2%. Essa queda na economia ainda se estende para a indústria e a agropecuária. Os únicos setores que cresceram dentro da indústria foram os de eletricidade e gás, esgoto e limpeza urbana (1,9%).

No meio de toda essa recessão, existem os economistas que se mantêm otimistas. A queda de 0,3% do PIB foi a quinta seguida, porém, a menor desde o primeiro semestre de 2015. O pior pode já ter passado se considerarmos que essa queda já foi de 2% no segundo trimestre de ano passado. “Algumas quedas diminuíram… a indústria, o comércio, os serviços tão negativos, mas elas ficaram um pouquinho menos negativas do que estavam no quarto semestre do ano passado”. Afirma Cláudia Dionísio, gerente de contas trimestrais do IBGE, em entrevista. Segundo ela, existem pequenas melhoras, mas estamos muito longe de poder falar em uma recuperação.

T.Ferreira


Segundo especialistas da área, a economia brasileira vai demorar para se recuperar da crise pela qual está passando.

economia brasileira vai demorar para se recuperar. É o que afirmam os economistas.

Nosso País, no entanto, deve ficar no vermelho até 2016. O dólar ficará até R$ 4 em 2019 e o PIB, Produto Interno Bruto, também está negativo. Aliás, sabemos dos problemas econômicos do país, de modo que as previsões não são otimistas em relação ao presente e ao futuro. Vale dizer que, no começo do ano, então de acordo com o mercado financeiro, a previsão era o dólar sob o valor de R$ 3 até 2019, mas o cenário apontado agora é outro.

O leitor deve está se questionando qual a dificuldade da economia? Levando em conta as opiniões dos especialistas no assunto, o fato é que o governo não está conseguindo ajeitar as contas públicas, sem contar no problema do desemprego que já está instalado na nação.

Flavio Castelo Branco, chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, disse que “os problemas da economia internacional também influenciaram no buraco que o Brasil se meteu, mas que, sobretudo, o problema é mais interno, dentro do próprio setor do Governo. A presidente Dilma terá que mudar muita coisa para tentar solucionar esse problema”. Pois bem, Adriano Gomes, economista de renome, afirmou que o carro chefe dos entraves econômicos nacionais reside, contudo, na gestão das contas públicas. Esta está sendo mal feita, disse ele. Assim, o Brasil perdeu muito seu poder de investimento por causa de suas dívidas de ordem pública.

Outra explicação para a queda da economia e toda essa crise é o fato das polêmicas que regem o atual Governo. Escândalos como o da lava jato, a questão da corrupção na Petrobras e outros acontecimentos acabaram refletindo no quadro econômico do país. Então o panorama é o seguinte: alta do dólar, inflação lá em cima, aumento do desemprego e das taxas de juros. 

Por Madson Lima de Oliveira

Economia


Com a aprovação do Orçamento 2016 será possível recuperar o grau de investimento no Brasil e voltar a ter crescimento econômico.

A última quinta-feira, 15 de outubro, foi marcada por um resultado negativo na economia brasileira: a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota brasileira. Logo após o ocorrido, através de nota oficial, o Ministério da Fazenda destacou que confia na recuperação da economia brasileira e que um cenário de recuperação seria marcado pela aprovação do Orçamento 2016. Portanto, para o Ministério da Fazenda o cenário de crescimento pode voltar após a aprovação do Orçamento 2016.

O Ministério da Fazenda também fez questão de citar que a economia do país vem respondendo de forma positiva ao reequilíbrio das contas que foi colocado em prática em 2015. Dessa forma, o passo seguinte para a estabilização fiscal seria de fato a aprovação do orçamento 2016 que visa um resultado primário de 0,7% do PIB além de receitas adequadas ao atual momento.

É importante destacar que no fim de agosto o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta para o orçamento de 2016. Entretanto, a estimativa desta proposta previa um déficit fiscal, algo que foi totalmente criticado tanto pelos parlamentares quanto pelos analistas. Na ocasião o país perdeu o chamado grau de investimentos, o selo de bom pagador, por parte da agência de risco Standard & Poors.

Após tal rejeição, o governo anunciou no meio de setembro uma nova proposta. Em tal proposta tivemos um pacote de alta de tributos que também contava com a proposta do retorno da chamada CPMF além de bloqueio de gastos. Tais medidas visam um superávit de R$ 43,8 bilhões, que representa 0,7% do PIB.

É importante destacar que, segundo o Governo Federal, a estabilização fiscal através de alta de tributos e contenção de gastos que devem ser mais visíveis na questão dos investimentos, será a grande oportunidade para a abertura de um caminho que visa à retomada da demanda, bem como a estabilização da moeda e redução dos prêmios de risco. Além disso, o governo também informa que tais medidas trarão bons resultados juntamente com a inflação, no crédito e nos juros.

Por Bruno Henrique

Recuperação da economia


Situação não está nada boa para a economia brasileira neste ano e ano que vem. Previsões de retração aumentam cada vez mais.

A retração da economia tende a continuar piorando, segundo as instituições financeiras. Estima-se que o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, só neste ano, já ultrapassou de 2,85% chegando a 2,97% no 13º reajuste. A previsão para o próximo ano é de 1,20%, antes estimava-se que não passasse de 1%. As pesquisas são feitas toda semana pelo Banco Central (BC).

Na avaliação do mercado financeiro, não há estimativa de melhoras, antes a previsão da queda para este ano da produção industrial era de 6,5%, hoje essa estimativa já chega a 7%, e pode aumentar de acordo com a situação do país. Para o ano que vem, a projeção de retração aumentou de 0,29% para 1%.
Para quem está preocupado com o aumento do dólar, as estimativas não são as melhores. Estima-se que até o final de 2015, o dólar não ultrapasse dos R$ 4. Mas para 2016, o dólar pode dar uma disparada e chegar ao final do ano com uma cotação de R$ 4,15.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela quarta vez, só este ano, passando de 9,3% para 9,7%. A estimativa para 2016 também é de aumento, passando de 5,64% para 6,05%.
A inflação está acima do esperado, só este ano a inflação ultrapassou o centro da meta de 4,5% e também o teto da meta de 6,5%. Para 2016, não há estimativa de melhoras, mas para, pelo menos, levar a inflação ao centro da meta no ano que vem, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou   a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas só este ano. Mas, em reunião em setembro deste ano, o Copom resolveu deixar a taxa estabilizada em 14,25% ao ano. A taxa Selic é usada também como referência para as demais taxas de juros da economia.

De acordo com as pesquisas, este ano a economia  estará em retração, podendo começar a crescer a partir do ano que vem.

Por Camilla dos Santos Batista

Economia


Juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro, sendo a maior marca desde 1995.

O Brasil está mergulhado em crise. E que os juros bancários são os maiores em 20 anos, de acordo com uma pesquisa feita pelo Procon. Esse é um número bastante alto, pois os juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro. Esse é a maior marca desde 1995 quando a taxa chegou ao valor de 12,58%.

Dos grupos bancários que foram analisados, no entanto, a Caixa Econômica foi a que teve o maior revés. Já em relação aos empréstimos em termos pessoais, o aumento dos juros foi de 6,27%, enquanto que no mês anterior, ou seja, setembro, o valor foi de 6,26%. O Procon afirmou que é preciso ficar atento a esses números, afinal os bancos estão entre os principais órgãos.

De acordo com o grupo de pesquisas em economia da UFC, Universidade Federal do Ceará, esses números já eram esperados por conta da situação complexa vivida pelo nosso país. Como foi informado, no entanto, esses são os maiores juros bancários dos últimos 20 anos. Além da Caixa Econômica Federal, outros bancos também participaram da pesquisa como o Banco do Brasil, Bradesco e Santander. O Bradesco elevou a taxa de 6,57% para 6,61% ao mês. Os outros bancos, por seu turno, conseguiram manter suas taxas. Essas notícias são importantes não apenas para os bancos, mas para todo o povo brasileiro, afinal a crise cresce a cada dia, e o Governo e a população querem resultados e mudanças. Sem contar que os bancos entraram em greve, o que dificulta ainda mais nossa situação.

Sete bancos passaram por essa avaliação, sendo que 1 elevou a taxa do empréstimo pessoal, 5 aumentaram o cheque especial e 1 não teve alterações.  De todos, a alta maior ocorreu na Caixa, que foi de 10,35% para 11,38%.

Por Madson Lima de Oliveira

Juros


Cenário econômico brasileiro fez com que o Governo petista perdesse a credibilidade da população, registrando um índice de 69% de reprovação.

Com início nas eleições do ano de 2011, Dilma Rousseff (PT) assumiu o cargo de presidente da república sucedendo 8 anos de mandato do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula (PT). No início em 2011 eram altas as expectativas acerca do Governo que pela primeira vez era empossado por uma mulher. Fato que entrou para a história como a primeira “presidenta” do Brasil. Cerca de 4 anos depois o cenário já não era mais o mesmo. Dilma concorre ao 2° mandato nas eleições de 2014 e vence Aécio Neves (PSDB) por cerca de 3 milhões a mais de votos, em percentuais cerca de 51% para Dilma e 48% para Aécio, que, sem dúvidas, novamente entra para a história como a disputa presidencial mais acirrada da história.

Este fato se deve ao cenário econômico vivenciado nos últimos anos pelos brasileiros. Com os escândalos de corrupção o Governo petista vem perdendo credibilidade da população que já demonstra um índice de 69% de reprovação contra somente os 10% que aprovam o Governo.

Ultimamente, a Presidente Dilma vem abrindo mão dos pronunciamentos em rede nacional de televisão e rádio utilizando a internet e porta-a-porta (fazer social pessoalmente) como meio de comunicação com os brasileiros.

Com o cenário desfavorável não somente em relações políticas com a população, a presidente vem encarando o fortalecimento cada vez maior da oposição que pressiona um impeachment. Mas especialistas afirmam que se a situação social e econômica do país continuar avançando para um modo negativo, estas medidas tendem a ganhar mais projeção e consequentemente força para que pela primeira vez uma presidente mulher seja deposta por um impeachment.

Existem atualmente nove protocolos de pedidos de impeachment da presidente, isso por que dois protocolos foram arquivados na sexta-feira (2) pelo Presidente da Câmara Eduardo Cunha. Para que o processo realmente seja aceito deverá cumprir com todas as normas, apresentando explicativas plausíveis para tal ação. Com isso, se alguns destes processos forem aceitos deverá passar pela aprovação de 342 deputados e assim a presidente será afastada por 180 dias.

O Governo, no entanto, acredita que com as manobras fiscais, taxas e altos juros, vai conseguir recuperar a confiança econômica e social, mesmo que a longo prazo, minimizando os efeitos da investigação Lava Jato, que investiga o cenário de corrupção da Petrobras.

Por Gabriel Tirado

Bandeira do Brasil


Há pouco mais de 1 mês as previsões indicavam o câmbio à vista em R$ 3,50, mas nova estimativa aponta o valor de R$ 3,95

O mercado financeiro brasileiro está em uma fase de ser quase que impossível prever o que pode vir pela frente. Apenas no ano de 2015 a alta quase bateu nos 50% e junto com isso temos as projeções em relação a moeda americana que andam crescendo de forma descomunal segundo informações divulgadas recentemente pelo Relatório de Mercado Focus. E como bem se sabe as expectativas deixaram de ser esperançosas há muito tempo. Ainda para 2015 não haverá nada de novo: a cotação atual considerando o câmbio à vista continua com as projeções puxadas para baixo.

E como diz o velho ditado “notícia ruim quando é pouca é milagre”  tem mais coisa pela frente. De acordo com o documento revisado e atualizado pelo Banco Central nesta última segunda, 28, as notícias são desanimadoras: a média das estimativas levantadas até então mudaram novamente. O avanço agora passou de R$ 3,86 para R$ 3,95. É interessante observarmos que há pouco mais de um mês as pesquisas apontavam R$ 3,50.

Voltando aos dados da pesquisa feita pela Focus temos outra informação relevante: no decorrer do ano a cotação média também sofreu diversas alterações. Para relembrar passou de R$ 3,98 para R$ 3,39 e há apenas quatro semanas marcava R$ 3,23.

Um ponto crucial levantado pela Focus é o fato de que para 2016 a mediana para o câmbio (em relação ao final do período) ficou estabilizada (ao menos por enquanto) na faixa dos R$ 4,00.

Curiosamente e meio que para comprovar a gravidade da situação já faziam quatro edições nas quais a Focus apontava uma taxa que não ultrapassa os R$ 3,60.

Em 2016 as alterações sobre a cotação média se devem principalmente a um ajuste que, neste caso, saiu dos R$ 3,91 para os R$ 3,96. E isso considerando que a cotação há quatro semanas estava em R$ 3,56.

E para quem acha que isso já acabou, tem muito mais. Os analistas do mercado que mantinham as esperanças que a redução da Selic aconteceria em abril de 2016 já esticaram esse “prazo” para junho do mesmo ano. Espera-se que nesse período a taxa caia de 14,25% para 13,25%.

Por Denisson Soares

Câmbio


Queda econômica deverá ser de 2,8% neste ano e de 1% em 2016, segundo previsões.

Novamente a economia brasileira é o centro das atenções. Claro, até porque isso afeta a todos nós. Mas vamos aos dados que interessam: em 2015 a nossa economia deverá registrar uma queda em torno dos 2,8%. A mesma expectativa de queda para o ano de 2016 é um pouco menor sendo de 1%. Essas informações foram levantadas e divulgadas recentemente pelo Boletim Focus, uma publicação semanal do Banco Central. Para quem desconhece a importância desse documento basta dizer que ele considera ou tem como base para sua elaboração as projeções de instituições financeiras que, por sinal, são as principais indicadoras de como deve se comportar a economia.

– Estimativa de déficit, balanço comercial e investimento estrangeiro:

Esses três pontos do triângulo são importantes para qualquer economia, por isso, não vamos deixá-los de fora. Com relação à estimativa de déficit, o que considera as vendas, compras e transações correntes no Brasil com o resto do planeta o documento aponta um pequena queda sendo que era de  US$ 71 bilhões e agora é de US$ 70 bilhões em 2015.

Para a balança comercial é esperado um superávit de US$ 11 bilhões versus os US$ 10 bilhões que tinham sido previstos há apenas uma semana.

Por fim, a expectativa é de que o investimento estrangeiro no Brasil chegue a US$ 65 bilhões.

E como estamos falando de quedas aqui e ali, o Produto Interno Bruto (PIB) também está na lista. Agora em 2015 foi a 11° queda seguida. Já a retração para o próximo ano foi ajustada novamente. E não uma ou duas vezes, mas pela oitava vez seguida.

A economia vai encolher, ao menos é isso que as projeções avisam para todos. Porém, junto como ela vem algo bem mais alarmante (se bem que não dá para definir qual é pior) que é a certeza de que a inflação será cada vez maior.

Com o oitavo ajuste que citamos os números do IPCA que sobem em 2015 vão continuar subindo em 2016 indo de 5,70% para 5,87%.

Por Denisson Soares

Economia brasileira


Em setembro houve uma queda de 2,4% na intenção de consumo das famílias brasileiras. Além disso, 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014.

Um levantamento feito pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – apontou que a intenção de consumo das famílias brasileiras continua em baixa, apresentando uma queda de 2,4% neste mês de setembro.

A comparação foi realizada em relação ao mês de agosto e se compararmos com o mesmo período de 2014, teremos uma queda de 34,5%.

O resultado é alarmante e deixa claro como é grave a situação que o país atravessa. As famílias estão cortando todos os gastos possíveis e já começaram até a reduzir as idas aos supermercados para conseguirem uma redução nos gastos familiares.

Este resultado apresentado pela CNC é preocupante também porque esta é a 8ª queda seguida e chegou ao menor patamar desde 2010 quando os dados começaram a ser coletados.

Vale destacar a redução na perspectiva de consumo que apresentou uma queda de 5,5% deixando claro para o comércio de um modo geral que nem adianta sonhar com vendas melhores no fim de ano que é o melhor período para vendas, porque as famílias estão mesmo dispostas a gastarem bem menos do que de costume.

Em agosto houve uma desaceleração da inflação, mas nem isso convenceu as famílias que a hora era propícia para voltarem às compras.

A pesquisa apontou que 55,8% das famílias estão consumindo bem menos do que em 2014 e se a crise não melhorar, a redução no consumo continuará pelos próximos meses até o final do ano.

Uma das principais causas para a redução no consumo é o custo de crédito que continua elevado, além do endividamento crescente das famílias e o alto preço dos produtos que veem aumentando muito nos últimos meses e apesar da inflação ser menor, ela continua existindo e fazendo com que as famílias sejam obrigadas a gastarem menos do que gostariam.

Há vários fatores que estão contribuindo para a queda na intenção de consumo das famílias. Até a alta do dólar é um dos motivos, pois os produtos importados custam mais caro e os produtos brasileiros preferem vender sua produção para o exterior para receberem em dólar do que vender no mercado interno e receber em real. Com isto, a oferta interna de produtos cai e consequentemente o preço fica elevado.

Por Russel

Compras


Segundo previsões da OCDE, a economia brasileira terá uma retração de 2,8% neste ano e 0,7% em 2016.

As previsões de crescimento mundial para o ano de 2015 e 2016 foram reduzidas pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Além de reduzir as perspectivas de crescimento, a OCDE também alertou sobre o retrocesso marcante da economia brasileira e sobre as incertezas da China.

A previsão de queda para o Brasil também foi aumentada pela organização. Se no mês de junho a estimativa era que houvesse recuo de 0,8% da economia brasileira para este ano, em agosto a retração foi ainda maior, passando para 2,8%. A previsão para o ano de 2016 passou de uma alta de 1,1% para uma queda de 0,7%.

Já as previsões para a China são mais otimistas. Segundo a organização, o país crescerá 6,7% este ano e 6,5% em 2016. A Índia registrará um crescimento de 7,2% este ano e 7,3% em 2016.

A organização, já havia rebaixado as expectativas de crescimento de uma forma global, por causa da fragilidade econômica dos Estados Unidos. A OCDE analisa atualmente 34 diferentes países, em sua maioria com economias avançadas.

A organização voltou novamente a reduzir as expectativas globais, e prevê que o PIB mundial terá um aumento de apenas 3% neste ano e de 3,6% para o próximo. Os números contrariam o relatório anterior, onde a previsão era de 3,1% e 3,8%, respectivamente.

O documento publicado pela OCDE foi emitido na véspera do tão esperado anúncio do Federal Reserve, sobre a taxa de juros. O relatório era aguardado com muita ansiedade pelos mercados por todo o mundo.

Os analistas acreditam que um aumento da taxa pode ter um péssimo impacto sobre a atividade econômica do mundo. O aumento seria o primeiro num período de nove anos de registro.

Ao contrário do que pode parecer, não só o Brasil está passando por períodos de incertezas e de crise econômica. Não chegamos a ter um cenário de crise global instalado, mas a economia fragilizada de alguns países chama atenção, podendo influenciar as relações internacionais, inclusive do Brasil em um futuro próximo.

Por Patrícia Generoso

Economia brasileira


Agência que tirou o grau de investimento do Brasil apontou que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo.

A agência Standard & Poor’s apontou na última quinta-feira (dia 10), que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo. Para eles, a combinação de um bom ambiente político e medidas para que o país possa voltar a crescer são fatores chamados de questões desafiadoras.

Ainda segundo a agência, para que o Brasil saia da atual situação, o ministro da Fazenda Joaquim Levi, deve implementar corretamente as medidas do ajuste fiscal e conseguir reverter o déficit primário registrado para o orçamento de 2016.

A agência diz entender que o Governo está trabalhando para reverter a sua situação econômica, mas acredita que ainda existam riscos causados pela instabilidade do congresso nacional e também pela deterioração econômica do país. Segundo eles, os riscos estão bem revelados, “em cima da mesa”.

Quando foram questionados sobre a possibilidade de uma segunda queda do país, os especialistas afirmaram que uma grande decisão já foi tomada (rebaixar o Brasil para grau especulativo) e que é preciso avaliar as decisões importantes que serão tomadas, para só então avaliar novamente a situação do Brasil. Os especialistas também não deram prazos para uma nova avaliação da nota de risco do Brasil.

A S&P afirmou também que para chegar à decisão final sobre a nota de risco do Brasil, levaram em conta toda a situação econômica do país, não somente a crise no Governo. A agência elogiou a investigação da corrupção atual no Brasil, já que mostra que o Brasil tem uma política institucional forte. Ela acredita que o bom andamento das investigações pode ser um dos caminhos para trazer de novo uma boa avaliação para a nota brasileira.

A agência ainda avaliou positivamente as medidas tomadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levi, e disse que muitas outras opções podem ser implementadas, seja de forma temporária ou estrutural, mas que está avaliando a combinação dessas decisões para repensar a nota dada ao país. Quanto mais cedo as ações forem implementadas, melhor a impressão transmitida para agência, e mais rápido recuperaremos a nota de crédito perdida.

Parece que o futuro da economia brasileira, mais do que nunca, está nas mãos de Levi.

Por Patrícia Generoso

Economia Brasil


Economistas pioraram as estimativas para o crescimento da economia brasileira neste ano. Queda poderá ser de 2,26%.

A crise econômica no Brasil parece não ter fim. Novas estimativas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do País são piores que as anteriores, colocando o País na ladeira da desaceleração. Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar que o PIB do segundo trimestre recuou 1,9%, as projeções econômicas dos analistas pioraram para este ano. Com os dados do IBGE já é possível afirmar que o País está em recessão técnica.   

Segundo o levantamento publicado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), a expectativa dos economistas é que o PIB nacional apresente resultado de -2,26%. Na semana anterior, essa projeção era de -2,06%. Isso mostra que os ajustes realizados pelo Governo, até então, não estão sendo suficientes para manter a economia, no mínimo, estável.   

A inflação é outro fator de peso na economia do País. Pela segunda semana, os especialistas diminuíram a previsão. Agora, é esperado que o índice da inflação fique em torno dos 9,28%. A previsão anterior dos analistas era de 9,29%, praticamente estável. No entanto, a previsão fica muito além do teto fixado pelo Governo.

O objetivo inicial do Governo era manter a inflação em 4,5% ao ano, com uma tolerância de dois pontos percentuais. Sendo assim, a variação é de 2,5% a 6,5%.  

De acordo com os números do IBGE, a prévia do índice inflacionário no mês de agosto desacelerou e ficou em 0,43%. No entanto, em 12 meses o índice atingiu 9,57%.   

A previsão em relação ao dólar e a taxa básica de juros, a Selic, ficou estável. A estimativa é de R$ 3,50 para a moeda americana e 14,25% para a Selic. O Banco Central subiu a taxa Selic em 0,5% na última reunião. Atualmente a taxa é de 14,25%, a maior em nove anos, desde agosto de 2006.   

Semanalmente, o Banco Central publica um relatório, o boletim Focus, que traz as principais apostas dos analistas e economistas para os índices econômicos do Brasil.

Por William Nascimento

PIB em queda


Inflação já ultrapassou o teto da meta neste ano, e em 2016 a previsão é de que chegue a 5,4%.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – já ultrapassou o teto da meta que era de 6,5% para este ano de 2015, agora já tem previsão de alcançar 5,4% em 2016, de acordo com os dados disponíveis na proposta enviada pelo Governo, sobre o Orçamento para 2016, que já foi enviado na última segunda-feira, dia 31 de agosto, para o Congresso Nacional.

De acordo com a equipe econômica do Governo, os trabalhos estão sendo feitos baseados nas estimativas do mercado e nos indicadores da economia, como, por exemplo, o PIB – Produto Interno Bruto. Desta forma, a equipe espera conseguir maior credibilidade. E o Banco Central tenta controlar os juros, para que eles fiquem dentro das metas antes estipuladas e, para isso, vem utilizando o sistema de metas de inflação.

Tanto para este ano, como também para o ano que vem, a meta da inflação é de 4,5%, só que o IPCA, que é referência, acaba oscilando e tem um limite de tolerância que vai de 2,5% e 6,5% e, por isso, a meta estipulada acaba não sendo descumprida, pelo menos de maneira formal, mas na realidade, o que pode-se ver é que a inflação vai superar sim, pelo menos o centro da meta, já que em 2016 poderá alcançar 5,4%.

A previsão do Banco Central para 2016 é que o centro da meta para o IPCA fique em 4,5%, mas a previsão do Governo ficou bem acima deste centro da meta e para o Governo a previsão para o ano que vem é de 5,4% para o IPCA e é a meta que consta no Orçamento.  

O Banco Central vem subindo os juros básicos da economia como forma de alcançar a meta central da previsão e por 7 vezes seguidas subiu os juros que foram para 14,25% ao ano, sendo este o maior patamar já alcançado nos últimos 9 anos.

Só que, deixando o crédito e o investimento mais caros, os juros ficam elevados e isso prejudica não só a economia brasileira como também o mercado de trabalho que não consegue gerar tantos empregos como gostaria.

Por Russel

Inflação


Brasil está em recessão técnica e há esperanças de que no 3º trimestre a retração do PIB seja menor.

Oficialmente em recessão, a economia do País vai ainda enfrentar muitos altos e baixos e se ouve que entre o 3º e 4º trimestre do ano ainda chegue ao fundo do poço. Considerando a situação atual, o País está em "recessão técnica", pois o indicador do PIB (Produto Interno Bruto) registrou números negativos por dois trimestres seguidos – no primeiro trimestre houve uma queda de 0,7% e no segundo a marca de 1,9%. Esse último resultado é o mais alto desde 2009, quando o PIB também atingiu esse número.

Estima-se que no 3º trimestre a retração do PIB deva ser menor, o que não significa uma rápida recuperação, uma vez que a conjuntura do País está representada por aumento no desemprego, falência de empresas, alta no dólar, queda na produção das indústrias e comércio enfraquecido. Mas há ainda outros fatores e enquanto esses não se ajustarem, o País fica desestabilizado financeiramente. Esses fatores são a atual crise política e os ajustes na economia. O grande problema está na identificação real do que depende de quem. Enquanto houver crise política e incertezas nas definições da economia, tudo fica retraído e enquanto está tudo retraído fica difícil da crise política estabilizar.

O povo brasileiro vê todos os dias os meios de comunicação anunciando que o governo está tomando providências para conter a inflação e reequilibrar as contas públicas. Mas esse reequilíbrio, em grande parte, afeta a vida financeira do cidadão e, consequentemente, afetará o comércio – ver como exemplo o não pagamento do abono salarial PIS de parte dos brasileiros, para ajustar as contas públicas.

De acordo com assessores presidenciais, o governo estava preparado para a retração, só não esperava que fosse nessa proporção, tendo inclusive, derrubado a taxa de investimento, o que dificulta ainda mais a recuperação. O passo mais certeiro agora é o governo recuperar a confiança de investidores e empresários, para que cresça novamente o investimento e que a retração do 3º trimestre seja bem menor de verdade.

Por Elia Macedo

PIB


Principal fator que influenciou a alta do PIB da Alemanha foram as exportações. Expectativas indicam um crescimento de 1,8% no PIB do País em 2015.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano. O País teve uma aceleração discreta, alimentada principalmente pelas suas exportações. No primeiro trimestre, o resultado do PIB do País foi de 0,3%. Os dados foram confirmados pela agência Destatis, especializada em estatística.

O que mais motivou o crescimento do PIB na Alemanha foi o comércio exterior, ou em outras palavras, a diferença entre o valor das exportações e das importações.

Quando comparado com o segundo trimestre do ano passado, o PIB alemão cresceu um pouco mais: aumento de 1,6%.

O Governo da Alemanha prevê um crescimento de 1,8%, levemente maior do que o obtido no ano passado, de 1,6%. Mesmo com a piora das expectativas para a zona do Euro, o País conseguiu ter bom crescimento trimestral e após baixar drasticamente suas previsões durante o ano passado, o País retomou a sua confiança e tem novamente boas previsões de crescimento. O prognóstico dos especialistas no final do ano de 2014 era de que a economia Alemã fecharia 2015 em torno de 1,4%. Agora, com o crescimento expressivo no resultado do primeiro para o segundo trimestre, os especialistas já se sentem mais confiantes para fazer previsões levemente melhoradas.

Mesmo com o crescimento de 0,4%, o resultado não agrada a todos os especialistas. Alguns consideram o resultado da Alemanha e de países como França e Itália frustrantes. A média do PIB dos países que utilizam o Euro cresceu somente 0,3% na mudança do primeiro para o segundo trimestre. Resultado que promete medidas mais drásticas para a retomada do crescimento expressivo. Podemos esperar mais cortes nas economias desses países, em nome do tão desejado crescimento.

O resultado obtido pela Alemanha não é nenhum feito histórico, mas é capaz de deixar a nós, brasileiros, com inveja. Enquanto nossa economia está em maus lençóis e o crescimento do PIB cada dia se afasta mais de nossa realidade, ver um País com um crescimento, mesmo que discreto, como o da Alemanha, e com boas previsões para fechar o ano, só aumenta a sensação que a crise está realmente se agravando.

Por Patrícia Generoso

Bandeira da Alemanha


IBC-Br também apresentou queda no 2º trimestre deste ano.

A economia brasileira teve mais uma queda entre abril e junho deste ano, logo após passar todo o primeiro trimestre em baixa. Os números divulgados pelo Banco Central no dia 19 de agosto apontam para um período de recessão técnica, que se caracteriza pelos dois trimestres seguidos com o Produto Interno Bruto em recuo. Até o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que funciona como uma “prévia” do PIB sofreu uma redução durante o segundo trimestre deste ano, quando comparado com os três meses passados. A variação foi registrada logo após um ajuste sazonal, ou seja, feito de acordo com cada época do ano.

Nos três primeiros meses do ano, a economia já tinha sofrido uma redução de 0,88%, segundo dados registrados pelo IBC-Br, e de 0,2% de acordo com o IBGE. O PIB é a soma de todos os bens e serviços do País e é usado como forma de medir a evolução da economia brasileira. Mas o resultado do PIB só será divulgado oficialmente no dia 28 de agosto. A previsão do mercado brasileiro é de 2% neste ano e 0,15% para o próximo ano. A série histórica do IBGE registrou que a economia brasileira entrou pela última vez oficialmente em recessão no início do ano de 2009, quando o PIB teve uma redução de 2,2% no primeiro trimestre daquele ano, logo após sofrer uma retração de 4,1% nos três últimos meses do ano anterior.

Também contribuíram para a crise financeira no Brasil, a crise internacional, que foi marcada pela quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008.

Tentativa de sair da crise:

Com o sistema de metas de inflação atualmente vigorando no Brasil, o Banco Central precisa ajustar os juros para chegar à meta. Quanto maior a taxa, menos consumo e consequentemente os preços abaixam ou se estabilizam. Para este e o próximo ano, a meta da inflação é de 4,5%, com tolerância de 2% para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA pode chegar a índices entre 2,5% e 6,5% sem descumprir completamente a meta.

Mas para este ano, a previsão ainda é pessimista. Influenciados pelos resultados dos dois primeiros trimestres do ano, tanto o BC, quanto o mercado financeiro acreditam que a inflação ficará acima do teto previsto pela meta, de 6,5%. A previsão do BC é de um IPCA de 9% para o ano e o mercado estima um percentual de 9,32%. A afirmação do Banco Central é de que tem trabalhado para trazer a inflação novamente para dentro da meta no próximo ano.

Por Patrícia Generoso

Recessão técnica


A recessão técnica acontece quando o PIB sofre recuo em 2 trimestres consecutivos, o que pode se confirmar no dia 28 de agosto, quando o IBGE revelar o resultado oficial do PIB do Brasil do 2º trimestre deste ano.

Dados oficiais do Banco Central mostram que a economia brasileira está se encaminhando para um cenário de recessão técnica. Essa é uma consequência direta da retração que foi registrada no primeiro trimestre de 2015. Vale destacar que esse é um resultado dos números oficiais do Banco Central e que foram divulgados na última quarta-feira, 19 de agosto. Caso não saiba, o cenário de recessão técnica está caracterizado quando o Produto Interno Bruto sofre recuo em dois trimestres consecutivos.

O chamado cenário de recessão técnica passou a ser considerado após o resultado negativo no segundo trimestre de 2015. Com isso, o Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br, mostrou que o PIB no segundo trimestre de 2015 registrou baixa de 1,89%.

Além disso, é importante destacar que o resultado negativo não é algo exclusivo do segundo trimestre de 2015. Nos três primeiros meses de 2015, janeiro a março, houve uma retração de 0,88% no PIB brasileiro, segundo o valor revisado. Porém, segundo o IBGE, essa retração foi de 0,20%. Sendo assim, os dois cenários apresentados são de baixa, logo, aliado ao segundo trimestre que também foi negativo pode-se considerar que a economia brasileira entrou em recessão técnica.

Um detalhe importante é que o resultado oficial do PIB brasileiro é de exclusiva responsabilidade do IBGE, sendo o IBC-Br apenas um indicador de prévia. Dessa forma, o resultado oficial do segundo trimestre do PIB do Brasil ainda será divulgado em 28 de agosto pelo IBGE.

Se confirmado, o cenário de recessão técnica será o primeiro desde o início do ano de 2009. Nesta ocasião, o PIB brasileiro registrou recuo de 4,1% nos três últimos meses de 2008 e, logo em seguida, registrou recuo de 2,2% nos primeiros três meses de 2009. O resultado em 2009 foi uma das consequências da forte crise internacional que se espalhou pelas economias de todo o mundo.

O PIB é nada menos que a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A grande aplicação deste índice é justamente avaliar a evolução de determinada economia.

Por Bruno Henrique

Recessão técnica


Regiões Norte e Sudeste do Brasil apresentaram as piores resultados da atividade econômica, tendo uma contração de 1,2%.

De acordo com o Banco Central, o Brasil apresentou uma retração em relação à atividade econômica em 5 regiões brasileiras, no período de 3 meses terminando em maio, se comparado aos 3 meses anteriores.

O IBCR-N – Índices de Atividade Econômica do Banco Central do Norte – e o IBCR-SE, do Sudeste apresentaram os piores resultados, tendo uma contração de 1,2%, conforme foi divulgado na última sexta-feira (21), no Boletim Regional.

Ainda segundo o Banco Central, na região Norte do Brasil, a atividade econômica continua sofrendo com o desaquecimento no comércio, na indústria e até mesmo no setor externo, com retrações de 2,1% nas vendas e também na atividade industrial.

O IBCR-N – Índice de Atividade Econômica Regional – apresentou um recuo de 1,2% no trimestre com encerramento em maio, sendo comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro.

Analisando o período de 12 meses, finalizando em maio deste ano, o recuo apresentado pelo indicador, foi de 0,8%, sendo que foi apontado com destaque o superávit que teve na balança comercial daquela região, que apresentou um encolhimento de US$ 1,42 bilhão só no primeiro semestre do ano passado e de US$ 457 milhões no primeiro semestre deste ano.

Para a região Sudeste do Brasil, o "Boletim Regional" indicou que a atividade econômica também vem sofrendo retrações, as vendas no comércio estão caindo e a situação também está em queda para a indústria, mantendo-se a mesma trajetória de retração em relação ao trimestre que terminou em maio.

De acordo com as informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, mais de 66 mil empregos formais já foram perdidos neste período, sendo que em 2014 foram criados 144,8 mil. Só na indústria da transformação, foram mais de 60 mil vagas cortadas.

A região do Centro-Oeste ficou na terceira posição, apresentando um recuo de 0,7% no trimestre finalizado em maio, se comparado com o trimestre que finalizou em fevereiro. No período de 12 meses, a variação chegou a 0,4% em maio.

Já no Sul, a economia mostrou-se mais estável no mesmo período, com desempenho favorável principalmente na agricultura, já que o aumento na safra de grãos naquela região impulsionou os negócios no setor.

Por Russel

Atividade econômica


Economia brasileira sofreu um impacto de R$ 142,6 bilhões em prejuízos em 2015 ocasionado pela operação Lava Jato. Isso significa em recuo de 2,5% do PIB brasileiro.

Uma notícia bastante desagradável para a economia brasileira surgiu na segunda semana de agosto: ao todo, os impactos de forma direta e indireta ocasionados pela Operação Lava Jato na economia brasileira podem chegar a R$ 142,6 bilhões em prejuízos no ano de 2015. Portanto, trata-se de um recuo de nada menos que2,5% do PIB brasileiro. Tal dado é referente ao estudo realizado pela GO Associados. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Vale destacar que esse impacto negativo é ainda maior que o previsto em abril de 2015: R$ 87 bilhões. Além disso, o atual valor previsto para o impacto no PIB é uma revisão da previsão anterior que era de R$ 187,2 bilhões. O recuo para R$ 142,6 bilhões é resultado do novo plano de negócios adotado pela Petrobras, onde a estatal brasileira reduziu nada menos que em 37% o volume total de investimentos para o período de 2015 a 2019.

Apesar de a atual previsão apresentar uma baixa em relação aos R$ 187,2 bilhões previstos anteriormente, é importante destacar que o impacto de 2,5% no PIB será bastante negativo para nossa economia. Além disso, também é preciso ressaltar o atual momento político e econômico do país que também não é dos melhores.

A metodologia utilizada para o cálculo base é relativamente simples. A GO Associados buscou estimar os efeitos decorrentes da Operação Lava Jato em relação à redução dos investimentos da Petrobras, bem como do setor de construção de obras públicas. Com isso, as perdas foram contabilizadas nas perdas do valor bruto da produção, nos empregos e salários além dos impostos resultantes dos negócios envolvendo a estatal.

Com isso, a metodologia da GO Associados considerou os efeitos reais quando o assunto é corte de gastos da Petrobras levando em consideração o seu grupo de fornecedores. Outro detalhe importante no cálculo foi a retração dos investimentos das empresas líderes do setor da construção civil e que estão sendo investigadas na Lava Jato. Tal recuo é estimado em 30% segundo a GO Associados.

Portanto, a consultoria da GO Associados chegou a uma estimativa de recuo de R$ 22,4 bilhões quando o assunto é a massa salarial em 2015. Os impactos na arrecadação de impostas devem somar um recuo de R$ 9,4 bilhões. Já quando o assunto são empregos, é esperado que haja uma perda total de 1,9 milhão de empregos.

Por Bruno Henrique

Lava Jato


A estimativa para o fechamento da inflação neste ano está em torno de 9,32%, maior índice já registrado nos últimos 13 anos.

O ano de 2015 ainda não chegou ao fim e vários especialistas do mercado já chegaram à conclusão que estamos passando pela maior inflação em 13 anos.

Com base nas informações de conceituados economistas do mercado financeiro, este ano está marcado com uma inflação em alta, com a estimativa no fechamento em torno de 9,32%. Esses dados foram colhidos no boletim Focus, uma fonte de muito prestígio, responsável pela coleta de dados perante mais de 100 instituições e recentemente divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Esse dado é muito crítico, principalmente pelo fato de ser a 17ª alta consecutiva da estimativa desse tipo de taxa, desde a última alta que ocorreu no ano de 2002, no valor de 12,53%. Na semana passada, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) era previsto para chegar à marca de 9,25%, um valor enorme, perto da variação de 9,3%, que foi a maior ocorrida e registrada em 2003.

Quais foram os fatores que contribuíram para que isso acontecesse na economia brasileira?

O que podemos notar significantemente foi:

  • A alta do dólar;
  • Os preços administrados, como por exemplo, telefonia, energia, combustíveis, água, tarifa de ônibus, etc.;
  • A Inflação de serviços, devido a ganhos reais de salários e seguindo em caráter elevado.

Para 2016 especula-se que a inflação de mercado passe de 5,40% para a marca de 5,43%, um valor bem diferente das expectativas para o próximo ano de 4,5% e com um IPCA oscilando entre 2,5% e 6,5%.

Já no campo do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a soma de todos os bens e serviços feitos dentro do Brasil, independente do tipo de nacionalidade do produtor, é estimada a quarta queda seguida este ano, com um recuo de 1,80%, o pior em 25 anos (em 1.990 ficou na marca de 4,35%) e com isso temos um próximo ano com uma economia estagnada, pois os especialistas chegaram à conclusão que a alta de exatamente 0,20% passou para o próximo ano na marca de queda, ou seja, ficando na posição 0%.

O Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim do mês de maio já apresentou um registro que o primeiro trimestre de 2015 foi marcado com uma queda na economia de 0,2%, por causa dos setores de serviços e da indústria, só não sendo maior por causa da agropecuária.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Inflação teve recuo de 0,53% em julho, porém no acumulado de 2015 a alta registrada é de 6,98%.

O mês de julho foi bastante positivo quando o assunto é a inflação. Vale destacar que o sétimo mês de 2015 conseguiu registrar um recuo de 0,53% na inflação. No entanto, o acumulado de 2015 ainda é bastante preocupante e se mantém acima do teto previsto pelo governo. Dessa forma, foi registrado que o acumulado de 2015 já registra alta de 6,98%. O resultado é ainda pior quando consideramos a inflação dos últimos dozes meses, pois dessa forma o acúmulo é de 9,61%. Os dados aqui destacados fazem parte do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal, o IPC-S.

Além disso, é importante ressaltar que o acúmulo de 9,61% também se encontra acima do que os próprios economistas do mercado financeiro já previam para a inflação oficial de 2015: 9,23%.

Como muitos já sabem, o aumento do índice da inflação pesa bastante no bolso do consumidor brasileiro, pois a cada aumento o consumidor terá menos poder aquisitivo.

Mesmo com a alta taxa acumulada nos últimos doze meses e em 2015, saiba que de junho para julho houve algumas baixas nas taxas relacionadas às classes de despesa. Ao todo nada menos que oito categorias conseguiram registrar baixa em sua taxa. O grande destaque ficou por conta da categoria de alimentação, haja vista o recuo de 0,95% para 0,79%. O grande impulso nesta categoria se deu através da alimentação fora, pois a mesma passou de 0,60% para 0,42%.

Outros destaques quanto ao recuo nas taxas de variação foram: categoria de transportes; vestuário; educação, leitura e recreação; comunicação; e despesas em geral.

Porém, também tivemos o aumento da taxa de variação em algumas categorias. A tarifa de eletricidade residencial, por exemplo, registrou aumento de 2,54% para 3,62%, um dos maiores para o período considerado. O grupo de habitação também registrou aumento, passando de 0,95% para 1,03%. Artigos de higiene e cuidado pessoal registraram aumento de 0,28% para 0,37%.

Por Bruno Henrique

IPC-S


Pela 16ª semana seguida, a estimativa do mercado para a inflação de 2015 foi negativa, sendo que o índice subiu para 9,25%.

Na primeira semana de agosto de 2015 tivemos registrado a expectativa do mercado financeiro para a inflação de 2015. O resultado é negativo pela décima sexta semana consecutiva. Saiba que a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do Brasil, saltou de 9,23% para 9,25%. O resultado é bastante preocupante, haja vista o grande número de semanas que já vêm acumulando aumentos sucessivos. A atual previsão está bastante acima do teto previsto pelo Governo Federal.

Além disso, é importante destacar que se a atual previsão for confirmada teremos nada menos que a maior inflação desde o ano de 2003. Na ocasião a inflação atingiu o patamar de 9,30%. Apesar do novo aumento quanto a previsão da inflação para 2015, o índice de 2016 conseguiu se manter em equilíbrio no patamar de 5,40%. Esse é um índice bastante importante e muito confiável, haja vista ser resultado do relatório de mercado do Banco Central e em conjunto com pesquisa que conta com mais de 100 instituições financeiras.

Dentre os principais vilões para o aumento da inflação está o aumento do dólar, segundo destacam os economistas do mercado financeiro. Além disso, tarifas de telefonia, água, energia elétrica, combustíveis e passagem de ônibus também contribuíram bastante para o aumento da previsão da inflação para 2015.

Um detalhe bastante interessante é que levando em consideração as atuais regras vigentes no país, a meta central para a inflação de 2015 e 2016 seria de 4,5%, algo bastante abaixo da realidade. No entanto, temos que destacar o intervalo de tolerância que permite uma oscilação de 2,5% a 6,5%. Portanto, esse intervalo permite que a meta destacada não seja descumprida, formalmente falando. De qualquer forma é esperado que 2015 registre inflação acima da meta, algo inédito desde 2003.

Enquanto o índice da inflação aumenta, a expectativa do PIB decresce a cada mês. Com isso, os economistas do mercado financeiro preveem uma retração no Produto Interno bruto de 1,80%. Com essa nova expectativa, tivemos registrada a terceira queda sucessiva.

Por Bruno Henrique

Inflação


Previsões indicam que o superávit primário do setor público pode fechar o ano de 2015 em 0,15% do valor do PIB.

Com a falta da adoção de novas medidas na área de despesas do país, a previsão do governo de Dilma Rousseff é que o superávit primário do setor público possa fechar o ano bem próximo de zero.

O superávit é o indicador que mede o valor das receitas menos as despesas do governo. A equipe presidencial vem investigando dados para ver se mantém ou se diminui a meta fiscal para o ano de 2015 e segundo o anunciado na última segunda-feira, dia 20, o superávit pode fechar o ano de 2015 em 0,15% do valor do PIB, bem abaixo da meta estabelecida para o ano, que era de 1,1%.

Para evitar esse cenário, a presidente decidiu adotar nos próximos dias algumas medidas de aumento da receita e mais cortes na despesa.

Na última segunda, Dilma Rousseff se reuniu com os ministros da fazenda (Joaquim Levy), da casa civil (Aloízio Mercadante) e do planejamento (Nelson Barbosa) para tratar sobre a meta fiscal do país. A presidente decidiu deixar a meta fixada para este ano, seguindo o que vem sido defendido pelo ministro Joaquim Levi. Já a ala política responsável pelo ministério do planejamento quer fazer a presidente reduzir a meta, para uma meta "realista e crível". Assessores da presidência, no entanto, afirmam que Dilma deseja manter a posição de não mexer na meta fiscal para este ano e deixar uma possível decisão sobre o assunto para setembro, onde trataria também sobre o pagamento da dívida do Brasil.

Dentro do Palácio do Planalto, no entanto, a crença é de que mais cedo ou mais tarde a presidente terá que reduzir a meta, pois o cenário fiscal do país mostra que o cumprimento das metas fixadas atualmente ficou quase impossível. A dúvida é em quanto a meta teria que ser reduzida, para que possa ser alcançada. Os responsáveis pelo planejamento acreditam que a redução para 0,6% do PIB já deixaria a meta mais alcançável no atual cenário econômico.

Para aumentar o superávit o máximo possível a equipe econômica prepara medidas em conjunto que renderiam até R$ 50 bilhões para os cofres públicos, ainda no decorrer deste ano. Dentre as medidas, há um corte adicional de despesas, que está atualmente em estudo pelo governo. O corte ainda não foi definido, pois há uma divisão na equipe de Dilma sobre o assunto. O valor aproximado do corte seria de R$ 20 bilhões. Algumas medidas, como a tributação sobre a repatriação de dinheiro de brasileiros que estão no exterior não agradaram a todos da equipe e não é mais garantida no pacote de medidas.

Há a necessidade da equipe econômica do Governo Federal chegar a um acordo o mais rápido possível, pois a cada dia de discordância a economia do país afunda ainda mais em incertezas. Se as medidas necessárias para a manutenção econômica não forem anunciadas e postas em prática o quanto antes o cenário econômico do país pode se complicar ainda mais.

Por Patrícia Generoso

Superávit


De acordo com os bancos, o PIB brasileiro deverá ser ainda menor e em 2016 haverá recessão.

O impacto na economia brasileira deverá ser maior do que o previsto. De acordo com as estimativas de consultorias e bancos, o PIB nacional está piorando ainda mais nas últimas semanas. Há um grande risco de que em 2016 o país também esteja mergulhado em uma recessão econômica. Sendo assim, a recuperação da economia brasileira está longe de se acontecer.   

Tais estimativas negativas contrariam a projeção inicial da equipe econômica. O governo esperava que, com o ajuste na política monetária e fiscal, a economia se recuperasse no fim deste ano ou no início de 2016. No entanto, não é isso que os analistas estão projetando. A deterioração econômica esperada para o próximo ano está acompanhada de um cenário ainda mais adverso para 2015. Os bancos privados, Bradesco e Itaú, nos últimos dias, projetaram um tom de piora nas expectativas para este biênio.   

O Itaú modificou sua projeção de recessão para este ano, saltando de -1,7% para -2,2%, índice bastante preocupante. Já para 2016, o banco privado passou a ter uma estimativa de contração de 0,2%, ante previsão anterior de crescimento em 0,3%. Um relatório da instituição informou que "uma recuperação moderada ao longo de 2016 não deve ser suficiente para compensar a queda já ocorrida na atividade no crescimento médio do próximo ano".  

 Já o Bradesco indica que a economia brasileira deverá apresentar um índice de -1,8% em 2015 e, para o próximo ano, o Produto Interno Bruto deverá ficar estagnado. Segundo o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, "o ano de 2016 herdará um carrego estatístico muito negativo que virá de 2015".  

O banco Santander também fez sua projeção. De acordo com as estimativas do banco, o PIB deverá sofrer uma contração de 1,5% neste ano, e se manterá estagnado em 2016, ante uma previsão de crescimento em 0,5%.   

O principal motivo para piorar as previsões, está relacionado à maioria dos setores que não tem apresentado sinais de recuperação. A desaceleração neste ano também está afetando o mercado de trabalho, onde milhares de vagas de trabalho estão sendo reduzidas nos grandes centros. Isso dificulta a saída do país da recessão.   

A turbulência política também colabora negativamente para o quadro econômico. A presidente Dilma Rousseff tem tido grandes dificuldades para conseguir negociar medidas de ajuste com o Congresso. Além disso, há os efeitos da Operação Lava Jato e as "pedaladas fiscais" no TCU. Sendo assim, o governo terá de encontrar meios eficientes e conseguir aprová-los para que o Brasil possa voltar a respirar ainda em 2016.

Por William Nascimento

PIB


Previsão da inflação sofreu novamente uma alta para o ano de 2015, devendo atingir 9,04%. Para 2016, a previsão é de que chegue a 5,45%.

Diversas instituições financeiras já elevaram a projeção da inflação para este ano de 2015 a 9,04% e este aumento acontece pela 12ª semana, mostrando que as manobras do Governo para conter o aumento dos preços não estão surtindo resultados satisfatórios, pelo menos a curto prazo.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – subiu sua estimativa para cerca de 9% a 9,04%, sendo que há 4 semanas atrás, esta mesma projeção era de 8,46%.

A boa notícia é que para o próximo ano a estimativa já dá sinais de queda, sendo que para 2016, caiu de 5,50% para 5,45% e mesmo sendo uma queda bem pequena, já é motivo de comemoração não só pelo fato da estimativa para 2016 ser menor do que a deste ano como também por estar apontando queda na projeção realizada.

Para este ano até o Banco Central já projetou sua inflação, estimando que fique em  9% o que a deixará bem acima da meta que era de no máximo 6,5%. O centro desta meta, que é de 4,5%, de acordo com o Banco Central será atingido no decorrer de 2016.

O Copom – Comitê de Política Monetária – do Banco Central, mais uma vez utiliza o aumento da taxa básica de juros, a SELIC, para conseguir frear o aumento dos preços.

A SELIC já teve sua taxa elevada por 6 vezes consecutivas e mesmo assim continua sendo constatado pelo BC este ciclo de alta nos preços. Agora o Copom marcou uma reunião para os dias 28 e 29 de julho para ver o que deverá ser feito.

Hoje, o SELIC encontra-se em 13,75% ao ano e a expectativa é que esta taxa chegue, até o final de 2015, a 14,5%.

Para o final de 2015, a estimativa para o SELIC é que a taxa fique em 12,06% ao ano, sendo desconsiderados os extremos nas projeções.

Elevando a taxa da SELIC, o Banco Central espera conter a grande procura que é um dos principais motivos do aumento de preço.

Por Russel

Inflação


Alguns fundos de investimentos foram os que mais renderam em junho. Já a poupança e Títulos Públicos com prazos mais longos foram considerados maus investimentos.

Quem está em busca de bons investimentos deve ficar atento às variações no cenário financeiro do país. Uma forma disso é acompanhar os melhores e piores investimentos dos meses anteriores.

Confira os dados coletados no mês de junho:

Os fundos que registraram maior alta no último mês de junho foram os referenciados DI. Segundo pesquisas, esses fundos registraram rentabilidade de 1,07%. Quem investe nesse tipo de fundo investe pelo menos 95% de seu patrimônio em títulos de renda fixa ou em operações que variam de acordo com a taxa de juros CDI ou Selic.

O segundo tipo de fundo que mais rendeu foi o de renda fixa, que tiveram alta de 1,05% no último mês. Os consumidores que optam pela renda fixa investem 80% de seus investimentos em títulos públicos e ativos de menor risco no mercado.

Os títulos Multimercados, Juros e Moedas renderam 1% em junho e ocupam o terceiro lugar no balanço mensal de aplicações. Esse tipo de produto tem o investimento voltado a ativos de renda fixa.

Todos os dados referem-se à data de 29 de junho. Os fundos citados acima registraram os melhores rendimentos, por serem consideradas mais conservadoras e serem beneficiadas pela alta taxa de juros. Em sua grande maioria, os investimentos citados acompanham o crescimento da Taxa Selic.

Já a poupança anda perdendo espaço na preferência dos consumidores, e já é considerada pela maioria deles um mau investimento, pois sua a elevação da taxa básica dos juros foi de 0,50 ponto percentual no começo desse mês, chegando a 13,75%. A poupança segue a Taxa Referencial do mês mais 0,5%, deixando seu rendimento bem menos atrativo do que os outros investimentos que acompanham a alta da taxa Selic, que rende mais que 8,5% ao ano. 

Outro tipo de investimento que está em queda no gosto dos consumidores são os Títulos Públicos com prazos mais longos, que no último mês ocuparam a lanterna na preferência dos investidores. A rentabilidade do título IPCA+2035 caiu cerca de 3,7% no último mês e o IPCA+com juros semestrais 2050 teve queda de 2,32%. Como a taxa Selic tende a aumentar até o final do ano, segundo uma projeção de mercado, esses títulos registraram altas quedas no mês passado.      

Por Patrícia Generoso

Investimentos


Resultado negativo foi consequência direita do desempenho abaixo da média do setor de serviços e da indústria.

A economia brasileira continua em queda e registrando resultados negativos. O último deles foi justamente o recuo de 0,2% no primeiro trimestre de 2015 quando a comparação é feita com o último trimestre de 2014. Além disso, vale destacar que também foi registrado um recuo do consumo das famílias, bem como dos investimentos. Tal resultado foi consequência direita do desempenho abaixo da média do setor de serviços e da indústria. Os resultados aqui divulgados são dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

É importante ressaltar que quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014 os resultados são ainda piores. Neste caso, o recuo registrado foi de 1,6% e o principal destaque foi a queda no consumo das famílias. Esse é um dos piores resultados desde o último trimestre de 2008. Vale ressaltar que em valores, a soma das riquezas produzidas no Brasil durante esse período foi de R$ 1,408 trilhão.

Como já foi destacado, um dos principais vilões para o recuo de 0,2% em nossa economia foi o setor de serviços. Tal setor registrou uma queda de nada menos que 0,7%. Além disso, é importante destacar que o setor de serviços representa mais de 60% do PIB do Brasil, por isso, um recuo nesta área representa perdas significativas para nossa economia. O recuo da indústria foi menor que o do setor de serviços, 0,3%. A boa notícia veio de setor da agropecuária, haja vista a alta de 4,7%.

Apesar dos resultados negativos, o recuo ainda está abaixo do que esperava o mercado financeiro. A previsão do IBC-Br, por exemplo, era de que o recuo da economia girava em torno de 0,81% no primeiro trimestre de 2015.

Um resultado negativo já era esperando, haja vista Joaquim Levy, ministro da Fazenda, ter afirmado que o início do ano seria complicado, pois seria marcado por um ajuste fiscal bastante forte.

Por Bruno Henrique

Economia brasileira

Foto: Divulgação


Para 2015, a estimativa da inflação subiu, e para 2016, foi reduzida. A previsão para o PIB de 2015 também teve queda, e para 2016, a expectativa é de registrar apenas 1%.

Com as turbulências pelas quais vem passando o mercado financeiro o que não falta são dados levantados pelos analistas. E por falar neles a mais recente novidade é que acabaram reduzindo as projeções que tinham em relação à inflação para 2016. De acordo com as informações divulgadas pelo boletim Focus (Banco Central), isso se deve principalmente por uma taxa de juros que, até agora, espera-se que seja maior do que a que vinha sendo aguardada. Mas ainda em 2015, a estimativa tida para a inflação acabou aumentando. A especulações do Top 5, constituído pelo grupo de analistas que mais acertam as projeções ficam na faixa dos 9% neste ano.

Voltando ao boletim Focus, temos mais algumas informações importantes. Por exemplo, a mediana com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano deu um leve salto de 8,26% para 8,29%. Os analistas, por sua vez, ainda confiam que haverá uma desaceleração em um período que engloba os próximos doze meses. Isso nos levaria para o mês de abril (mais ou menos) de 2016 quando se espera que a taxa possa chegar a 5,94%.

Para 2016, também há certa expectativa para o IPCA onde as apostas apontam para uma alta de 5,51%. A título de curiosidade as projeções vêm caindo. Neste caso, anteriormente esperava-se 5,60%. É um pouco complexo para afirmar tudo com precisão, mas essa seria a primeira queda na mediana, depois de um período de cinco semanas de estabilidade esperada para 2016.

O PIB cai novamente:

Pela quarta semana seguida as expectativas dos analistas sobre a atividade econômica no país diminuiu novamente. O Produto Interno Bruto aponta para uma queda de 1,20%. Apenas uma semana antes a estimativa apresentada era de 1,18%.

Para o ano de 2016 não há muito que esperar sobre esse ponto. As apostas continuam apontando um crescimento de somente 1%.

As informações são do boletim Focus, do Banco Central.

Por Denisson Soares

Inflação


Déficit foi de US$ 6,88 bilhões em fevereiro

O Banco Central anunciou nesta terça-feira (24), que as contas externas brasileiras registraram um déficit de US$ 6,88 bilhões.

De acordo com o Banco Central, ainda com o valor elevado houve uma queda  em relação ao mesmo mês de 2014, quando o déficit em conta corrente somou US$ 7,4 bilhões. O número  também  ficou  abaixo  do resultado de janeiro que foi de US$ 10,6 bilhões negativos.

O resultado das contas externas,  que mostra despesas maiores que a receita, leva em conta a balança comercial (importação e  exportação), serviços (como juros e remessa de  lucros, entre outros), um dos principais  indicadores do setor externo.

Em todo o ano passado, o déficit em transações correntes somou R$ 90,9 bilhões, o maior  valor  desde o início da série histórica, em 1947.

Na proporção do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador considerado mais adequado por economistas, somou 4,17%, sendo a  maior marca em 13 anos.

Com o resultado de fevereiro, as  contas externas  acumuladas nos últimos doze meses ficaram no negativo de US$ 89,9 bilhões, equivalente a 4,22% do PIB.

O Banco Central informou que o ingresso de  investimento no Brasil  somou  US$ 3,96 bilhões em janeiro. Com isso os  investimentos  recuaram em relação ao mesmo mês em 2014 quando somaram US$ 5,11 bilhões.

Para 2015 a previsão do BC é que os  investimentos estrangeiros somem US$ 65 bilhões, não sendo suficientes, outra vez, para  financiar o déficit em conta corrente do próximo ano que está previsto em US$ 83,5 bilhões.

Quando o déficit não é  coberto pelos investimentos estrangeiros, o  país tem de se apoiar em outros  fluxos, como  o  ingresso de  recursos  para aplicações financeiras, ou buscar empréstimos no exterior.

Economistas alertam, entretanto que um cenário de crescimento menor do PIB, de indicadores ruins das  contas públicas e externas  brasileiras, a  atratividade da economia brasileira  também é menor, o que pode  significar um pouco mais de  dificuldade no  financiamento do déficit das contas externas.

O Governo tem lembrado que as reservas internacionais brasileiras, acima de US$ 370 bilhões, conferem tranquilidade na administração das contas externas brasileiras.

Por André Escobar

Contas externas


O Banco Central divulgou o resultado de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras onde informa que a estimativa de encolhimento do PIB aumentou, bem como a estimativa da inflação. Vale ressaltar que os dados desse relatório foram levantados na semana passada e divulgados nesta segunda-feira, 09 de março.

Através da pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições foi apurado que a previsão de encolhimento do PIB passou de 0,58% para 0,66%, ou seja, o PIB brasileiro deve sofrer a maior contratação da economia desde 1990. Vale ressaltar que esses resultados vão confirmando o que já é esperado por muitos especialistas: saldo negativo. Essa é nada menos que a décima piora na projeção do PIB projetada pelo mercado.

Além disso, os dados divulgados pelo Banco Central também informam que um cenário de recessão econômica no fim de 2014 e início de 2015 pode ser considerado uma realidade. Para aqueles que não sabem, a chamada recessão técnica é resultado de dois trimestres consecutivos de contração do PIB.

Dessa forma, é evidente que o Brasil está em um cenário econômico extremamente complicado. É importante destacar que enquanto a projeção do PIB diminui para 2015 a projeção da inflação aumenta.

Caso ainda não saiba, a expectativa dos analistas é que a inflação feche o ano acima de 7%. Neste último relatório os analistas subiram a projeção da inflação para 7,77%. Vale destacar que na semana retrasada essa projeção era de 7,47%. É importante destacar que esta foi nada menos que a décima alta consecutiva para a inflação de 2015. Essa pode ser a maior taxa desde 2003, quando a inflação fechou em 9,3%.

Um detalhe muito importante é que esta atual projeção da inflação, 7,77%, é um valor acima do teto de metas do governo. A meta central de inflação para 2015 e 2016 é de 4,5%, sendo a tolerância de dois pontos para mais ou para menos. Com isso, o teto da inflação é de 6,5%, sendo assim, o atual cenário inflacionário é bastante preocupante.

Por Bruno Henrique

Infla??o e PIB


A atual instabilidade da economia está trazendo vários resultados negativos em diversos aspectos. A Ibovespa, por exemplo, fechou em queda na quinta-feira, 5 de março. A queda foi resultado do atual quadro político brasileiro que é bastante instável, bem como o otimismo em relação às bolsas internacionais também ajudaram a Ibovespa registrar queda.

É importante destacar que a Ibovespa registrou um recuo de 0,20%, ou seja, a mesma foi a 50.365 pontos. O volume negociado na Bovespa atingiu R$ 5,109 bilhões. Um dos grandes pontos negativos é justamente o aumento constante do dólar. A moeda norte-americana fechou ganhos de 1,03%, dessa forma, conseguiu ficar em R$ 3,0100 na compra e R$ 3,0115 na venda. Já a pressão em relação aos ajustes fiscais, bem como as dúvidas em relação às medidas políticas acabou com as expectativas de algum benefício relacionado à alta de juros.

Em contrapartida, as bolsas internacionais acabaram subindo e registrando resultados positivos. Um dos grandes motivos para este fato foi o anúncio do presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi. O anúncio foi nada menos que o programa de compra de ativos de países da zona do euro começará na próxima semana. Além disso, o presidente do BCE também destacou a elevação da previsão do PIB: 1,5% em 2015; 1,9% em 2016 e 2,1% em 2017.

Como já foi destacado nesta matéria, um dos principais aspectos negativos em relação à queda da Ibovespa é sem sombra de dúvidas o cenário político bastante conturbado. Um grande exemplo disso ocorreu nesta quarta-feira, 4 de março, quando Renan Calheiros, presidente do Senado, devolveu a Medida Provisória 669 (referente às desonerações). Tal ato deve impor mais dificuldades ao ajuste fiscal que propõe Joaquim Levy, ministro da Fazenda.

O recuo da Ibovespa também foi bastante influenciado pelas quedas nas ações da Vale. A mineradora presenciou o minério de ferro atingir a mínima em mais de seis anos com o fechamento de algumas siderúrgicas na China. Além disso, também contribuíram de forma negativa as ações da Embraer que obteve recuo de 4%.

Por Bruno Henrique

Ibovespa


Na quarta-feira, 04/03, o Copom elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, para 12,75% ao ano. A decisão foi unânime e já era prevista pelo mercado. Esse percentual é o maior desde janeiro de 2009. A decisão foi tomada com base nas perspectivas da inflação e no cenário macroeconômico.

Em uma pesquisa realizada com economistas, a grande maioria já esperava a alta de 0,5 ponto percentual devido ao cenário de inflação elevada.

Em outubro, o Copom já havia elevado a Selic em 0,25 ponto percentual por conta do ciclo de aperto monetário. Em dezembro elevou a taxa em 0,5 ponto percentual e em janeiro mais 0,5 ponto percentual. Nos dias 28 e 29 de abril ocorrerá a próxima reunião do Copom. Há previsão de que a taxa de juros subirá mais 0,25 ponto porcentual em abril, chegando a 13% até o fim do ano.

O Banco Central manifestou que fará o que for preciso para frear a alta dos preços, fazendo a inflação ultrapassar o teto da meta oficial que era de 4,5%, a margem é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em janeiro, subiu em 1,24% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), estando em 7,14% em 12 meses. Uma pesquisa aponta que a inflação possivelmente subiu 0,08% em fevereiro e 7,54% nos 12 meses até fevereiro.

O Banco Central aponta que a atual alta do dólar contribui para o aumento dos preços. No mês de fevereiro, a moeda subiu 6,19%, e nos últimos seis meses o acumulado chega a 27,56%. As medidas de ajuste fiscal colocadas em prática pelo governo, que incluem aumento dos tributos, também pressionam a inflação no curto prazo. Porém, o BC aponta na nova política fiscal e acredita que a inflação está começando a se dirigir para o centro da meta em 2016.

Por Rafaela Fusieger

Taxa Selic


E o dólar não para de subir e chegou a ter uma valorização de 0,02%, superando os R$ 2,90. O acordo entre Grécia e União Europeia foi uma das causas apontadas para mais uma alta da moeda norte-americana.

Há mais de 1 década que o dólar não superava os R$ 2,90 mas no final da tarde desta segunda-feira (23), a moeda acabou perdendo um pouco da força e fechou o dia mais estável.

O dólar chegou a ter sua venda negociada a R$ 2,8792 e chegou a R$ 2,9046 sendo este o maior valor desde o mês de setembro de 2004! De acordo com as informações fornecidas pela BM&F, ficou em mais de US$ 859 milhões o giro financeiro!

As preocupações nos mercados financeiros de todo o mundo estão sendo pressionados e a preocupação maior é com o que poderá acontecer entre a Grécia e países da Europa que até então, eram parceiros daquele país. Atenas poderá, ou não, deixar a Zona do Euro e isso está mexendo com a economia de vários países.

Foi proposto um programa para prorrogar a ajuda à Grécia por um período de mais 4 meses, mas para isso a Grécia precisaria mostrar o que tem feito para melhorar e essas metas da Grécia precisam ser aprovadas pelos credores, o que seria uma espécie de "garantia".

A entrega desta "garantia" era para ser feita nessa segunda-feira (23), mas o Governo da Grécia avisou que só iria entregar o documento na terça-feira (24) e há rumores que nem na terça-feira seja entregue, o que deixa o mercado ainda mais agitado.

Mas a preocupação não é só com a crise lá fora. Os investidores também estão de olho nos problemas internos do Brasil e até as projeções para o PIB – Produto Interno Bruto – apontam para uma queda de 0,50%. Semana passada a projeção era de uma contração de 0,42%.

Como a crise da Grécia com a Europa tende a continuar mais alguns dias e os problemas internos do Brasil não vão se resolver a curto prazo, espera-se uma semana nervosa no setor financeiro e o dólar respondendo com altos recordes.

Por Russel

D?lar


No dia 20 de fevereiro foi constatado que dólar estava em baixa se for comparado ao real. Esta verificação de queda sucedeu antes que os ministros das Finanças da zona do euro se encontrassem para debaterem a dificuldade de negociação da dívida dos europeus com a Grécia. No período da manhã, em torno de 9h20, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,861, com uma queda de 0,15%.

O Banco Central permanece intervindo nas negociações do mercado de câmbio, oferecendo um valor máximo de 2 mil swaps cambiais, que é referente à negociação da moeda norte-americana futuramente. O prazo de vencimento será no dia 1º de dezembro deste ano de 2015 e no dia 1º de fevereiro do ano que vem, em 2016.

O Banco Central também está realizando um leilão de rolagem dos swaps, os quais terão vencimento no dia 2 de março de 2015. Este leilão tem um valor de US$ 10,438 bilhões, sendo oferecido um número máximo de 13 mil acordos. Até o momento já foram geradas uma porcentagem em torno de 66% do lote pela autoridade monetária. No dia 19 de fevereiro, a moeda americana havia encerrado o dia em alta com uma porcentagem de 0,82%, equivalente ao valor de R$ 2,8657.

No dia 5 de fevereiro de 2015, o dólar também apresentou uma queda. No dia anterior (4), ele havia mostrado uma alta de 1,5%. Esta elevação foi um ponto vantajoso, em meio às turbulências da diretoria da Petrobras e a insegurança quanto ao destino da Grécia na zona do euro.

Em torno de 11h50 do dia 5 de fevereiro, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,736, com uma queda de 0,2%. Devido ao problema que vem sucedendo na Petrobras, sucedeu um choque nas perspectivas de negociações, uma vez que a estatal apresenta um débito alto no mercado exterior. 

Por Felipe Couto de Oliveira

D?lar


As projeções do PIB e da inflação vão continuar a ser questões problemáticas para a economia brasileira em 2015. Economistas de instituições financeiras voltaram a fazer projeções assustadoras, reafirmando o triste cenário para a política monetária para este ano.

Uma pesquisa realizada pelo Focus do Banco Central divulgada no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 diminuiu pela oitava semana seguida, chegando a uma contração de 0,50%, afirmando uma queda de 0,42% ante ao levantamento anterior.

Com um grande peso em relação à atividade, a indústria terá uma perspectiva de recuo, passando de 0,35% para 0,43%. Outros fatores determinantes para o resultado do estudo são os preços cada vez mais altos de bens de consumo e alimentos, além do risco de racionamento de energia elétrica e água.

A inflação também mostra que o país tem dificuldade em mostrar uma recuperação, gerando um panorama de confiança abalado. A projeção no Focus é de alta de 10,4%, sendo este 0,4% superior ao estudo realizado na semana anterior. Levando em consideração à alta do IPCA neste ano, a pesquisa também mostrou a oitava piora seguida neste ano. O estudo projeta um avanço de 7,33% ante 7,27% na semana anterior.

Com este cenário, os especialistas sustentaram que a Selic encerrará 2015 a 12,75%. A projeção é de alta de 0,5% referente à taxa básica de juros, que está cravada atualmente em 12,25%. Os dados são do Comitê de Política Monetária (Copom).

Apesar da notícia, em 2016 a projeção para o PIB permanece com o aumento de 1,5%. Contudo a expectativa de avanço do IPCA será de 5,6%, representando uma alta de 5,5% dos preços administrados. Até o momento a projeção permanece a mesma. Já a Selic se mostrou mediana de acordo com as projeções para o ano que vem, podendo encerrar o ano 11,50%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

PIB e Infla??o


As previsões sobre o Produto Interno Bruto brasileiro divulgadas no Boletim Focus são bem mais animadoras do que as realizadas pelos economistas do Banco HSBC. Em meio a uma economia desacelerada e um cenário internacional de incertezas devido aos escândalos e acontecimentos que têm assolado a política do Brasil, a situação do PIB pode ser bem mais preocupante do que tinha sido previsto pelo Focus.

As especulações sobre a real situação econômica do país são muitas, alguns especialistas acreditam que ela está estagnada e outros acham que ela está passando por uma etapa de restrições e baixas. Esta última opinião é a manifestada pelos economistas do HSBC. Conforme as informações achadas por eles, o desempenho do PIB para este ano deverá ser de -1,2% e não 0,5% como foi divulgado pelo boletim Focus. O boletim tinha estimado um PIB de zero este ano, porém os especialistas do banco encontraram um valor bem menos animador. O outro estudo não considerava os racionamentos que já estão acontecendo no país como o de energia elétrica e água, já neste do Banco eles foram considerados e agregados à conta que fechou em baixa de 1,2%. Ainda de acordo com os economistas do banco privado, este valor pode alcançar um valor bem menor caso o racionamento persistir por mais tempo. Explicam também que o valor de -1,2% foi alcançado calculando o PIB agora, se continuar a situação de escassez, o panorama do PIB poderá chegar ao valor de -2%. Caso este valor se confirme, muitas consequências econômicas ocorrerão, a taxa básica de juros (Selic) subirá dos 12,25% atuais para 13,5%, aumento do IPCA de 70 pontos em um ano e o dólar poderia alcançar um valor superior a R$ 3,00.

A desvalorização do dólar e por consequência a desvalorização do Real são fatores de muita preocupação na indústria tanto pelas questões relacionadas à exportação e à importação, assim como a compra de matérias primas, entre outros aspectos. Não são somente estes resultados que preocupam, há também o risco de crédito que diminui.

Levando em consideração os resultados obtidos pelo HSBC, vê-se que o país está com a economia enfraquecida e sujeito a mudanças sérias ainda neste ano.

Por Melina Menezes

PIB


No ano de 2014 foi registrada a primeira retração da economia em cinco anos. Essa informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo Banco Central. Conforme os dados divulgados pelo Banco Central, o índice que reflete uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) teve uma contração de 0,15% em 2014.

Se as previsões do IBC-Br forem confirmadas, o Brasil assistirá a sua primeira retração depois da que ocorreu no ano de 2009 quando o país teve uma diminuição de 0,33%. Nos anos posteriores, em 2010, 2011 e 2012, o PIB registrou crescimento.

Esse índice registrado pelo BC foi bem pior do que os analistas financeiros dos bancos esperavam. Estes profissionais previram uma alta de 0,7%, já o governo previu uma alta de apenas 0,5%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central tem como objetivo oferecer uma previsão do que será o PIB do ano. Ele concede previsões para os setores de serviço, indústria, agropecuária e impostos. Embora haja a necessidade de acudir esse índice para conseguir uma precisão sobre o PIB, os últimos resultados do IBC-Br não têm tido muita relação com os resultados reais do PIB ao longo dos anos. O Banco Central considera o índice como uma ferramenta útil para o seu uso e para o setor privado. O BC usa o indicador para definir a taxa Selic que é a taxa básica de juros do país. Os juros básicos chegaram a 12,25% ao ano, a expectativa é que esse valor seja reajustado para 12,5% em março e para 12,75% no final do ano.

Vale lembrar que o Produto Interno Bruto é composto pela soma dos bens e serviços que o Brasil produz, ele serve para medir a economia do país. 

Outros dados informados pelo Banco Central apontam que houve uma queda na economia brasileira no ano passado. Para este e o próximo ano, estima-se uma inflação de 4,5% aproximadamente, sempre considerando o intervalo de tolerância (-2%; +2%).

Por Melina Menezes

PIB


Na última terça-feira, 10 de fevereiro, foi divulgado o Boletim Regional pelo Banco Central. Nesse documento foi informado que o nível de crescimento da economia do País seguirá abaixo do potencial. Entre os motivos geradores deste comportamento pode ser encontrada a pouca confiança dos empresários e consumidores.

No segundo semestre do ano passado (2014), o nível da atividade da economia do Brasil foi considerado moderado. Já para os próximos trimestres pode ser considerada inferior a capacidade de expansão de atividades domésticas.

Conforme as informações apresentadas pelo documento publicado pelo Banco Central, as únicas regiões do País que conseguiram expansão no último trimestre do ano passado foram a Norte e a Sul. Ainda que a Região Sul tenha conseguido alcançar uma leve expansão por conta das atividades oriundas da indústria e do varejo, ela não deverá continuar crescendo. O crescimento registrado pela Região Norte foi fruto da influência na economia da indústria extrativa do Pará.

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste registraram uma desaceleração. A primeira devido à menor intensidade de atividades no setor agrícola. Já a Região Sudeste registrou uma desaceleração econômica por conta de uma diminuição do dinamismo na indústria de transformação.

De acordo com as informações apresentadas pelo Boletim do Banco Central, é possível afirmar que os resultados conseguidos são extremamente parecidos com os encontrados nas análises realizadas por analistas. Todas as informações convergem a que o ano de 2015 será de estagnação econômica no Brasil.

A Presidente Dilma Rousseff afirmou durante uma reunião em Brasília, realizada na última segunda-feira, 9 de fevereiro, que o Governo está colocando em prática diversos ajustes e que eles apresentarão bons resultados em certo prazo demonstrando que o País ainda tem um amplo potencial de crescimento e que oferece oportunidades para investimentos importantes. Este encontro foi marcado pela presença de empresários e sindicalistas e demais agentes da economia do País.

Por Melina Menezes

Economia brasileira


O dólar à vista não para de se valorizar, tanto é que em dez sessões teve o seu sétimo aumento, aliado à instabilidade da economia brasileira. Em relação ao dólar futuro, a moeda à vista terminou a semana passada com uma alta bem mais significativa, sendo que essa alta ocorreu, principalmente, no momento final, quando já se havia encerrado os negócios de balcão.

Já nessa última segunda-feira, 9 de fevereiro, o dólar à vista fechou em R$ 2,7800, sendo o maior patamar desde dezembro de 2004, quando, na época, fechou em R$ 2,7810; às 16h30 o volume à vista no mercado não passava dos US$ 418 milhões.

Quanto às ações, a Bovespa não foi intimidada pela queda das bolsas internacionais, terminando a sessão nas alturas, principalmente pelo fato dos ganhos das siderúrgicas e da Vale; assim, terminou a sessão aos 49.382,58 pontos e com alta de 1,21%. Sobre o giro financeiro chegou ao total de R$ 7,600 bilhões, sendo que R$ 1,577 bilhão faz referência ao exercício de opções sobre as ações.

A alta da sessão não foi explicada pelos profissionais da área, os quais atribuíram a ela um perfil técnico. Siderúrgicas e Vale, no entanto, tiveram como que um "empurrãozinho" da China, onde a expectativa por medidas de estímulo no país cresceram em virtude do despontamento da balança comercial.

A maior valorização da Ibovespa foi a Usiminas, a qual subiu 8,76%, seguida de perto por CSN, Vale ON, Gerdau PN e Vale PNA. Quem surpreendeu foi a Petrobras, que terminou o dia com ganho de 1,75% na PN e 1,88% na ON. Declaração à parte, Mark Mobius, executivo-chefe da Templenton Emerging Markets, disse que o novo presidente da Petrobras é bom no relacionamento com os governantes, mas não tem um histórico com exemplos que o faça confiável no comando da petroleira.

Quanto ao cenário internacional, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, revelou que tem planos para desfazer as várias medidas de austeridade que foram impostas por credores da Europa. Já a supracitada China, divulgou um superávit comercial de US$ 60 bilhões no primeiro mês de 2015, apesar de ter tido queda nas exportações.

Por Vinícius Cunha

D?lar


As coisas estão indo bem na Europa, sobretudo na Zona do Euro, cujas perspectivas econômicas são mais animadoras, tendo em vista a baixa no preço do petróleo. Além do valor mais baixo, o Euro mais fraco e o programa de estímulo do Banco Central Europeu (BCE) foram determinantes para a boa notícia, informada pela Comissão Europeia, na quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2015.

Os executivos da EU – União Europeia – elevaram as projeções em relação ao crescimento da economia nos 19 países que adotaram o Euro como moeda. O crescimento do PIB dos membros será de 1,3% em 2015, frente à estimativa anterior de 1,1% em novembro. Além disso, a perspectiva também é maior para 2016, quando a expansão esperada será de 1,7%. Ano passado o crescimento desses países foi de 0,8%, segundo dados da Comissão.

O comissário para Assuntos Financeiros e Econômicos, Pierre Moscovici, afirmou: “A perspectiva econômica da Europa é um pouco melhor hoje do que quando apresentamos nossas previsões anteriores”, referindo-se às expectativas divulgadas em novembro do ano passado.

Outro fator determinante para o crescimento é a recuperação nos investimentos, que devem crescer 2,0% em 2015 em relação ao ano anterior. Em 2016, a perspectiva é de 4,4%, ocasionadas pelos estímulos do BCE e pelo plano de investimento que totaliza o valor de 315 bilhões de euros (358 bilhões de dólares) da UE. Lembrando que em 2014, o investimento cresceu somente 0,9%.

“A queda nos preços do petróleo e o euro mais barato estão fornecendo um bem-vindo impulso para a economia da UE. Ao mesmo tempo, o plano de investimento para a Europa e as recentes decisões importantes do BCE vão ajudar a criar um cenário mais favorável a reformas e políticas fiscais inteligentes”, completou Pierre Moscovici.

Resta esperar se as estimativas irão mesmo se tornar realidade. Uma vez que seria uma notícia favorável também aos brasileiros.

Por Ana Rosa Martins Rocha

Zona do Euro


Conforme uma análise realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi verificado que pode suceder um racionamento que atingirá o setor econômico do país, que abrangerá até mesmo o comércio. Devido a isso a CNC concluiu que é essencial que o governo intervenha para impedir que se agrave ainda mais esta situação.

Segundo Ernane Galvêas, consultor econômico da CNC e ex-ministro da Fazenda, o calor exaustivo juntamente com a ausência de chuvas está afetando o fornecimento de água e de energia elétrica na região Sudeste. Principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para ele, esta crise de fornecimento pode interferir também no setor de investimentos necessários no progresso da economia.

Galvêas também afirmou que a incerteza no abastecimento de energia pode prejudicar a retomada dos investimentos econômicos no próximo semestre de 2015. Como consequência disso irá diminuir a arrecadação de tributos federais e afetará os resultados da política de ajuste fiscal do Ministério da Fazenda. Segundo ele, o Brasil poderá chegar ao racionamento de energia.

Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da CNC também afirma que é essencial que o governo interfira para resolver este problema. Segundo ele, é importante estimular os varejistas e shoppings para que adquiram geradores, buscando assim uma diminuição no gasto de energia.

De acordo com Alexandre Sampaio, presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), a falta de energia atingirá o rendimento dos hotéis e restaurantes do país. Isto sucederá devido às elevadas temperaturas dos locais de turismo, o preço do gasto de energia aumenta o valor operacional, o que comprometerá o orçamento deste ano, que não apresenta boas expectativas.

Conforme os dados da CNC, estas esferas correspondem por um quarto no PIB brasileiro. A CNC tem uma abrangente representação no país atuando em torno de 2,2 milhões de empresas na área de comércio de serviços, turismo e bens.

Por Felipe Couto de Oliveira

Energia el?trica


Na campanha presidencial deste ano, ouvimos falar muito sobre economia, mas muitas pessoas não entendem nada sobre o assunto, pois bem, o setor público, comumente conhecido como governo, possui grande participação nas sociedades atuais. Sua existência é decorrente da necessidade de regulação da atividade econômica, em que de um lado encontram-se empresas produzindo bens e serviços e, do outro lado, as famílias, responsável pelo consumo destes bens e serviços.

A participação do governo nas inter-relações entre os agentes privados pressupõe a necessidade de financiamento das atividades por este realizadas. O estudo desta mesma atividade é denominado na literatura econômica de Economia do Setor Público, também chamada de Finanças Públicas.

O conceito microeconômico das Finanças Públicas relaciona-se às políticas específicas (ou pontuais) realizadas pelo governo, a exemplo da imposição de um tributo em um determinado setor da atividade econômica. No conceito macroeconômico, o termo finanças públicas associa-se ao estudo dos diversos impactos que as políticas econômicas individualizadas (políticas microeconômicas) geram sobre a sociedade.

Podemos dizer que o estudo das Finanças Públicas abrange a emissão de moeda e títulos públicos, a captação de recursos pelo Estado, sua gestão e seu gasto, para atender às necessidades da coletividade e do próprio Estado. Na captação dos recursos são estudadas as diversas formas de receitas, obtidas em decorrência do patrimônio do Estado, do seu endividamento ou por força do seu poder tributário. Uma vez captados os recursos impõe-se a sua administração até o efetivo dispêndio.

As fontes geradoras de receitas é a tributação, classificada como receita derivada do poder coercitivo do Estado e o endividamento público, representado pela emissão e resgate de títulos da dívida pública. A capacidade do Estado de tomar empréstimos está determinada pelo potencial de recursos compulsórios que, ano a ano, ele tem condições de mobilizar da sociedade. Deste ponto, ressalta-se o porquê da tributação constituir um dos principais condicionantes do endividamento público. Quando a economia vai bem ou mal, afeta sem dúvidas  sua vida por isso é importante estar informado, sobre como está a economia no país.

Por Paulo Victor Bragança


A maior economia da Europa é a da Alemanha, no entanto os dados e notícias recentes vêm assustando o resto do mundo, principalmente pelo fato de o governo alemão ter reduzido as projeções de crescimento para o corrente ano e também para 2015. Por ter derrapado em agosto desse ano, a produção industrial fez com que o índice de confiança econômica do país registrasse sua primeira leitura negativa desde novembro de 2012.

Na data de 14 de outubro de 2014, o ministro da economia alemã reduziu as projeções de crescimento no corrente ano para 1,2% e 1,3% para 2015. Os motivos seriam a crise vivida no exterior, principalmente aquela pela qual a Rússia passa no momento, e o crescimento mundial estar moderado.

Em abril deste ano as projeções para a forte economia do país europeu eram diferentes, tanto é que o mesmo Ministério da Economia acreditava na expansão de 1,8% para 2,0%. De acordo com Sigmar Gabriel, para que o desenvolvimento econômico seja dinâmico é necessário que tenham investimentos, haja vista este ser crucial.

Apesar da situação não ser das melhores, Sigmar tem rejeitado qualquer tipo de distanciamento do objetivo da "Grande Coalização" de Angela Merkel, a chanceler, entre esquerda e direita de trazer equilíbrio no orçamento financeiro pela primeira vez desde o ano de 1969.

Conforme apontou Gabriel, por mais que Berlim tomasse empréstimos para modernizar suas ferrovias e estradas, redes de transmissão de energia e redes de banda larga, não seria o suficiente para o crescimento em países fracos da Europa, muito menos da Itália, Espanha ou França.

Na Ásia e na Europa as ações caíram e os títulos de uma década na "Germânia" atingiram um recorde mínimo depois do acompanhamento do indicador ZEW da confiança de analistas e investidores ter recuado para menos de zero pela primeira vez nos últimos 24 meses.

Em síntese, a Alemanha passa pela dificuldade devido às crises geopolíticas em outros países, a zona de euro estar fraca e a debilidade na demanda "intramuros".

Por Vinicius Cunha


Desde o final do ano de 2008 não se via uma alta tão considerável do dólar, a moeda disparou e a vantagem foi de 2% sobre a moeda brasileira, o real. Esse aumento foi registrado na última segunda-feira, 29 de setembro.

Segundo a pesquisa realizada pela Datafolha, a atual Presidente do Brasil e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, está tomando a dianteira na corrida presidencial. Isso provavelmente causa a reação do mercado e por consequência o aumento do dólar.

No final de sexta-feira, 26 de setembro, a Datafolha registrou que a candidata Dilma Rousseff estava obtendo uma vantagem significativa já no primeiro turno, conquistando praticamente o dobro das intenções de voto de Marina Silva, candidata do PSB. A mesma situação foi encontrada na pesquisa para as intenções de voto no segundo turno, Dilma novamente possui uma boa vantagem sobre Marina Silva. Como a Presidente está desacreditada nos mercados financeiros internacionais, a tendência é que se ela continuar aumentando a sua margem de votos, a moeda americana continue aumentando o seu valor e que alcance níveis bem altos. No mesmo dia, ouve um boato de que uma revista de grande circulação revelaria detalhes sobre um suposto escândalo cujas consequências seriam desastrosas para uma possível reeleição. Essa reportagem iminente resultou na queda do dólar perante o real. Entretanto, como essa matéria não chegou a ser publicada, o mercado se decepcionou e a moeda do Tio Sam voltou a subir.

A alta no dólar, além de causar incerteza econômica a nível mundial, afeta diretamente o mercado brasileiro, caso seja necessário, o Banco Central poderá intervir para que o impacto sobre a inflação seja controlado. Essa intervenção, obviamente, é vista com cautela pelo mercado, entretanto, sabe-se que essa intervenção no mercado não será suficiente para que o dólar volte a operar em baixa como estava antes no patamar de R$ 2,20 ou R$ 2,25.

Por Melina Menezes

D?lar em alta

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A eleição presidencial tem a capacidade de trazer à tona reflexões até então nunca vistas na grande mídia. Para além das famigeradas polêmicas sobre aborto, legalização da maconha e bolsa família, o assunto que ganhou grande repercussão foi de cunho majoritariamente econômico: a autonomia do Banco Central (BC).

Mas a primeira pergunta que surge é: o que isso quer dizer? Posteriormente, questiona-se: isso é bom ou ruim? Por fim: vai mudar alguma coisa na minha vida?

Para os leigos, comecemos pelo começo. Foi a candidata Marina Silva (PSB) quem propôs conceder autonomia ao Banco, mediante lei. Basicamente, o BC é o responsável pelo sistema financeiro da nação. Ele auxilia, por exemplo, no controle da inflação ao controlar as emissões de papel-moeda e suas condições de circulação, como a taxa de juros, de crédito, de poupança e de câmbio. Os juros do seu cartão de crédito, por exemplo, estão intimamente ligados a isso. Todos esses fatores caminham no sentido de estimular ou frear a economia.

A autonomia do BC significaria, em suma, que o Estado interferiria menos na Economia. Sem precisar utilizar nomes de autores clássicos ou termos rebuscados, podemos afirmar que a proposta caminha no sentido de deixar o mercado se autorregular, já que o Poder Executivo (os políticos) estaria impedido de intromissões legais. Isso tranquilizaria o mercado, já que a entidade ficará livre de pressões políticas e eleitorais, em tese.

Por outro lado, muitos economistas argumentam que é o governo democraticamente eleito que deve tomar as rédeas da política econômica da nação. É o Estado que tem o direito de definir os principais rumos da economia do país, e não os técnicos financeiros. Além do que, na prática, não há garantias de que a inflação e os juros cairiam, nem de que os técnicos estariam tão isentos de pressões externas do mundo político. 

A última pergunta proposta é a mais fácil de ser respondida: essa discussão influencia, sim, a vida de todos nós, brasileiros. Alguns em maior escala e outros em menor. Ter uma breve noção do que tudo isso significa é o primeiro passo para uma reflexão mais profícua.

Por Renan Milaré Olívio

Bacen

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A Tese defendida por Fernando Miranda argumentando sobre “O Fim do Brasil”, ressalta que o crescimento econômico do país pode estar comprometido pelo atual modelo de governo. Esse Analista da Empiricus apresenta quais são as perspectivas do atual e do futuro cenário do Brasil.

A análise apresenta um estudo sobre os dez erros que estão acontecendo no Brasil, problemas que estão prejudicando o setor de câmbio, política fiscal austera e metas de inflação. A visão desmotivadora do analista sobre os problemas do país está sendo explicados em três fases.

Tudo inicia relatando o nascimento do Plano Real em 1994, que foi propício para novos investimentos e o processo de sustentação do Tripé Econômico do Brasil através do regime de metas fiscais, câmbio e da inflação. E já em 2009, começa o ritmo de intervenção na economia, desencadeando o aumento dos gastos públicos, provocando o controle de preço, e outros fatores que foram gerados pela consequência da crise de 2008, culminada pela quebra do Lehman Brothers nos EUA.

Esses fatores contribuíram para um plano considerado contrário dos aspectos positivos da moeda, provocando uma desestrutura na economia para o ano de 2015. E relata que para evitar esse quadro, seria necessário restaurar a valorização da moeda, que só poderia concretizar com o aumento da taxa de juros, que então poderia fazer a inflação diminuir.

E nessa perspectiva para o próximo ano, o Brasil não será muito próspero, mesmo vencendo ou não a oposição nas eleições. Poderão surgir possibilidades de novas reformas na economia com o intuito de resgatar a confiança na moeda, e mesmo assim o país passará por um processo de deterioração para depois conseguir novas conquistas positivas.

Atualmente, a posição de Felipe Miranda diante do assunto não é positiva, apresentando também a opinião de que o PT faz creditar que Brasil pode suportar um pouco da inflação. E na verdade, isso não é bom, pois prejudica, principalmente, a classe mais baixa, como também gera maiores problemas de desemprego.  

Por Jaqueline Mendes

Fonte: Infomoney

 

Economia no Brasil

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A economia mundial fragilizada não é sinônimo de desistência para os investidores das Bolsas de Valores. Nestas últimas semanas as bolsas de valores registraram performances positivas, demonstrando que o otimismo prevalece no comportamento dos que investem na Bolsa.

Com uma previsão da manutenção de juros baixos e liquidez bastante expressiva, eles dirigem suas decisões de investimento num paradoxo entre a iminência de acontecimentos negativos na economia e os dados que vem sendo registrados nas organizações.

Aqui no Brasil não poderia ser diferente, logo após a queda da intenção de voto da atual Presidente e candidata à presidência, Dilma Roussef, de 37% para 34%, a Ibovespa passou de 45000 pontos para 52000, isso significa que a Bolsa recuperou o patamar anterior, o comportamento dela segue uma curva que oscila entre altos e baixos, sem uma tendência definida.

No mesmo ritmo encontra-se a Petrobrás, que respondeu positivamente à queda da aversão ao risco, à queda da aprovação do Governo Dilma e também se comportou de forma positiva perante a melhora do mercado. 

Atualmente, aqui no Brasil, nada é definido nem demonstra muita certeza, com as eleições se aproximando e com a falta de confiança dos mercados para investir, devido ao Governo Dilma Roussef. Os investidores tem tido dificuldade em decidir investir em território brasileiro, tanto familias quanto empresas não se sentem à vontade para investir o seu capital em bens ou aumento de produção.

Esta incerteza causa indefinição que é o que aparece visivelmente nos gráficos de comportamento das Bolsas brasileiras. Além da oscilação nos investimentos e nas Bolsas, o brasileiro ainda enfrenta um problema inquietante, a variação nos preços nos bens de consumo, reflexo imediato na cesta de bens das familias.

Quando há um universo muito grande de incertezas, a mudança nos preços é muito grande, quando há certa estabilidade essa variação diminui, refletindo a mudança de humor dos investidores. Essas alterações nos preços são medidas pela volatilidade que indica tanto a frequência quanto a intensidade das oscilações na cotação de um ativo financeiro em um determinado período de tempo, ela mede o risco de um determinado ativo.

A volatilidade aumenta quando há um aumento na incerteza porque obviamente quando há mais indefinições há maiores riscos de investimentos. Acontece o contrario quando as incertezas diminuem, ou seja, quando há menos indefinições a volatilidade diminui.

Hoje em dia a volatilidade vem diminuindo, mesmo com as variações na economia mundial, isto acontece considerando o otimismo dos Estados Unidos e no Brasil devido a queda das apostas (poucas apostas, poucas incertezas, diminuição da volatilidade).

O novo normal da Bolsa ainda é uma incógnita visto o cenário de incertezas e de mudanças instantâneas que vem sendo registradas no mercado de ações.

Por Melina Menezes


De acordo com a CRE (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) vai existir uma audiência pública no Senado para discutir a posição do Brasil sobre os conflitos que acontecem na Venezuela. Integrantes do colegiado aprovaram a matéria apresentada por Ricardo Ferraço, senador do PMDB que representa o Espírito Santo.

Conforme o requerimento aprovado no dia 20 de março, deve ser convidado para o encontro Ruy Carlos Pereira, embaixador do Brasil na Venezuela, em Caracas, talvez a melhor fonte de informação que pode existir para explicar aos senadores o que acontece em terras venezuelanas. O encontro tem expectativa inclusive por parte da imprensa especialista em temas políticos.

Para explicar as razões da importância do encontro, o requerimento de Ferraço observou que na fronteira do Brasil com a Venezuela há distância que se equivale em dois mil quilômetros. Também alegou que venezuelanos acabaram de ingressar no MERCOSUL e trazem períodos de protestos contra o governo atual. Cerca de 22 pessoas morreram desde o começo de fevereiro.

Ricardo Ferraço e parte dos senadores verificaram que a Venezuela se desmorona de forma econômica. As reservas cambiais não possuem força para sanar a dívida externa. Por conta da economia em baixa, existem produtos básicos que começam a fazer falta nas prateleiras dos supermercados. A inflação está quase na casa dos sessenta por cento ao ano.

O aumento da insegurança também foi apontado como ponto crítico da Venezuela nos dias atuais. A criminalidade cresce junto com o ato de milícias armadas contra o povo, que não se encontra em favor do governo atual. Ferraço indica que a democracia venezuelana perde para a censura e à supressão das liberdades básicas.

Durante o evento também acontece o debate da previsão das quatro mensagens da presidente da República para indicar embaixadores em Laos, Reino de Tonga, Burkina Faso e Eslovênia.

Por Renato Duarte Plantier


2014 promete ser um ano com a inflação acima do previsto. A meta de 6,5%, estipulada pelo Banco Central, certamente terá seu teto superado. Essa previsão é tida com base em situações como: a aceleração dos preços administrativos (os quais estavam em baixa no ano passado devido a medidas utilizadas pelo governo, mas que não devem permanecer em 2014), a alta de preços em decorrência da Copa e a desvalorização do câmbio provocada possivelmente pelas eleições. Analistas acreditam que esses fatores levem o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) a desandar em 2014.

 Na última sexta-feira, 10 de janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação oficial de 2013, que ficou em 5,91%. Embora o governo tenha adotado medidas para conter a inflação, essa porcentagem ficou abaixo do esperado. O governo possuía como meta encerrar o ano com o IPCA abaixo do obtido em 2012, que foi de 5,84%.

Especialistas afirmam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) em 2013 deve ser visto como preocupando para a inflação, pois este ano (2014) improvavelmente a alta de preços será inferior que a registrada em 2013.

Porém, para o ministro da Fazenda em exercício, Dyogo Henrique de Oliveira, o índice de inflação no Brasil em 2013 não é motivo de pânico, ele salienta que a situação está controlada, sem risco algum de um futuro descontrole em relação aos preços no Brasil. Conforme ele, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5%, por isso ele afirma que o índice de 5,91% está dentro da meta.

A mesma pesquisa do IBGE apontou que no mês de dezembro de 2013 o IPCA atingiu 0,92% de alta em relação a novembro, a maior variação desde abril de 2003. Conforme o ministro, isso já era previsto devido ao aumento da gasolina, bem como pelo período de férias e pelas passagens aéreas.


Na última sexta-feira, a BOVESPA (Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) demonstrou recorde na perda dos pontos ao atingir valor menor do que 45 mil pontos, fato que não acontecia desde o mês de abril do ano de 2009. Há especialistas que apontam queda do índice em sete por cento no primeiro semestre de 2014.

Na sexta-feira, dia 14 de março, a BOVESPA encerrou o dia com 44.995 pontos, queda de 1,5%. No passado já havia sinais de que o índice poderia cair para valores inferiores a 45 mil pontos. Por exemplo, em 5 de julho de 2013, a pontuação estava em 44.107 durante o intraday, mas o mercado encerrou em mais do que 56 mil.

No mesmo dia de 2013 aconteceu o fim da tendência de queda, visto que investidores aproveitaram a baixa geral da BOVESPA para comprar e apostar à venda na alta no futuro. Aconteceram sequências de valorização até outubro, quando o valor chegou aos 57 mil pontos.

Nos dias de hoje existem especialistas que não acreditam na alta em curto prazo dos pontos na BOVESPA – é o que afirma a matéria publicada no site da Info Money.

Leandro Ruschel, conhecido blogueiro da Info Money, indica que a fraca média da BOVESPA acontece pelo menos desde o mês de fevereiro de 2014. O especialista indica que foi durante esse período que houve uma grande queda, quando os pontos caíram de 48.600 para 46.200.

Vale ressaltar que as principais médias da Bolsa demonstraram quedas. Conforme a opinião de Ruschel, os valores na BOVESPA devem encerrar o primeiro semestre em 44 mil pontos. Porém, há quem indique o valor na casa dos 42 mil pontos, no final dos seis primeiros meses de 2014, ao passo que também existem especialistas que apostam em baixas maiores, para 32 mil pontos, por exemplo.

Por Renato Duarte Plantier

Economia1

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Falar de economia, de balança comercial brasileira  não é uma tarefa fácil. Mas, seja como for, o Brasil registrou em 2013 o pior resultado desde 2000. Para entender isso, com efeito, é preciso saber que tal queda ocorreu por conta da queda das exportações  e do aumento de importações.

O que aconteceu, no entanto, foi que, no ano de 2013, o Brasil terminou o período com superávit 2,561 bilhões de dólares. Aliás, de acordo com levantamento de dados elaborados pelo  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse foi o pior resultado desde 2000. Até porque, só para termos uma ideia, em 2012 o saldo terminou senso positivo com uma cota de 19,4 bilhões de dólares.

Sendo assim, mesmo com possibilidades de reverter essa situação se o câmbio for favorável, o governo brasileiro está tratando a situação com cautela e esmero, afinal é preciso melhorar esse quadro. De todo modo, dentro desse parâmetro, o fato é que, no ano passado, as exportações somaram um valor 242,178 bilhões de dólares, uma queda de 1% comparando o ano de 2012. Todavia, para melhorar o ocorrido, o governo está aguardando que nesse ano haja uma redução no déficit em relação ao petróleo.

É que, no ano de 2013, os resultados sobre o petróleo não foram nada bons. Sobre isso, contudo, o Secretário do Governo, Daniel Godinho, explicou que o problema foi uma queda interna do petróleo e de seus derivados, detalhe que ele espera não ocorrer em 2014. Aliás, todos esperam um aumento da produção de petróleo para este ano.

Assim, visando não passar pelos mesmos impasses, o governo está trabalhando e levando em conta os números da pesquisa da Reuters para, por assim dizer, reverter esse resultado que só não foi pior que o do ano 2000. Agora é esperar para ver se a economia toma um impulso positivo.


As taxas de juros subiram logo na primeira metade dos negócios, no dia 11 de fevereiro. Elas encerraram com avanço e estavam distantes das máximas, desacelerando a alta no período vespertino. Ao término da negociação na BM&FBovespa, o contrato de DI, que se vence em abril de 2014, tinha taxa de 10,572%. Tudo isso foi influenciado pelo comportamento do dólar diante do real, que provocou os juros constantes ao longo do dia.

Durante as palavras da presidente Janet Yellen do Federal Reserve, o dólar se aproximou de R$ 2,42, logo após a oscilação entre quedas e altas. Com a tentativa de se igualar ao comportamento de outros países do exterior, a moeda foi se acomodando durante o período da tarde aqui no Brasil. No fim das negociações no BM&FBovespa, o sinal de baixa prevaleceu, como já esperado por muitos investidores e especialistas. A moeda apresentou desvalorização de 0,17% no mercado e cotado a R$ 2,4030, à vista de balcão.

O contrato de DI, ao término da negociação regular, tinha taxa de 10,572%, com 119.559 contratos. No ajuste anterior, ele possuía 10,559%. O DI com   vencimento em 2015, com 231.325 contratos, permanecia em 11,33%, comparado ao ajuste do dia anterior de 11,31%. Para janeiro de 2017, com 176.970 contratos, ele marcava 12,77%, com 12,68% na véspera. Já em 2021, com 8.070 contratos, ele marcava 13,25%, ajustando em 13,17% na véspera.

Segundo o presidente do Fed, em um discurso à Câmara, “ultrapassar o gatilho do desemprego de 6,5% não significa aumento automático dos juros. A taxa de juros ficará perto de zero até bem depois de o desemprego cair abaixo de 6,5%”. É provável que o BC dos EUA corte as compras de bônus em passos comedidos, caso os dados venham como o aguardado. Mesmo com a taxa de desemprego caindo, os juros não deverão permanecer em alta. 

Por Danilo Gonçalves

Economia

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Entre segunda-feira (20/01/2014) e terça-feira (21/01/2014) o dólar subiu um por cento e ficou acima de R$ 2,35. Interessante notar que na segunda-feira (20) o dia fechou com R$ 2,33 para cada dólar; fato que trouxe imagem positiva aos investidores doleiros que querem comprar, de forma principal porque não existiu fechamento baixo entre dólar e real como o de segunda-feira (20) desde o dia 17 de dezembro de 2013.

Em anos anteriores a moeda norte-americana diminuiu de valor cambial no primeiro mês do ano para aumentar o consumo entre as pessoas que viajaram aos Estados Unidos. Porém, no ano de 2014, acontece movimento contrário no qual o dólar aumenta ao comparar com o real e outras moedas do mundo, por consequência freando o ciclo do consumo.

No final do ano passado os Estados Unidos anunciaram o programa de venda dos títulos públicos, com disposição de negociar US$ 10 bilhões no mercado. A notícia elevou a expectativa entre investidores que queriam comprar o dólar desvalorizado, visto que de forma teórica iria existir maior oferta de moeda norte-americana.

No entanto, os números não seguem a tendência de baixa em janeiro de 2014. Começaram os boatos de que no final do mês o governo norte-americano vai diminuir a oferta de compras dos papéis públicos, ou seja, anunciará a queda na disposição do dólar no mercado, fato que faz o investidor não vender ou consumir, mas guardar e esperar maior valorização. Por consequência, diminui o valor da oferta de dólares no mercado nacional, aumentando a taxa em termos cambiais no comparativo com o real.

Com os boatos de que o valor disponível no programa público dos EUA deve diminuir, os investidores ficam com receio de acontecerem problemas na oferta da moeda norte-americana no mercado mundial e retêm o dólar nas mãos, diminuindo a disponibilidade e fazendo com que aconteça desvalorização do real (R$) e de outras moedas nacionais na Bolsa de Valores em termos cambiais.

Por Renato Duarte Plantier

Dólar

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Falar de economia, de balança comercial brasileira não é uma tarefa fácil. Mas, seja como for, o Brasil registrou em 2013 o pior resultado desde 2000. Para entender isso, com efeito, é preciso saber que tal queda ocorreu por conta da queda das exportações e do aumento de importações. O que aconteceu, no entanto, foi que, no ano de 2013, o Brasil terminou o período com superávit 2,561 bilhões de dólares. Aliás, de acordo com levantamento de dados elaborados pelo  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse foi o pior resultado desde 2000. Até porque, só para termos uma ideia, em 2012 o saldo terminou senso positivo com uma cota de 19,4 bilhões de dólares.

Sendo assim, mesmo com possibilidades de reverter essa situação se o câmbio for favorável, o governo brasileiro está tratando a situação com cautela e esmero, afinal é preciso melhorar esse quadro. De todo modo, dentro desse parâmetro, o fato é que, no ano passado, as exportações somaram um valor 242,178 bilhões de dólares, uma queda de 1% comparando o ano de 2012. Todavia, para melhorar o ocorrido, o governo está aguardando que nesse ano haja uma redução no déficit em relação ao petróleo.

É que, no ano de 2013, os resultados sobre o petróleo não foram nada bons. Sobre isso, contudo, o Secretário do Governo, Daniel Godinho, explicou que o problema foi uma queda interna do petróleo e de seus derivados, detalhe que ele espera não ocorrer em 2014. Aliás, todos esperam um aumento da produção de petróleo para este ano.

Assim, visando não passar pelos mesmos impasses, o governo está trabalhando e levando em conta os números da pesquisa da Reuters para, por assim dizer, reverter esse resultado que só não foi pior que o do ano 2000. Agora é esperar para ver se a economia toma um impulso positivo.

Por Juan Wihelm

Balança comercial brasileira

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Economistas do Banco Central lançaram na última segunda-feira, 11 de novembro de 2013, suas previsões sobre o futuro da economia brasileira, pelo menos no ano seguinte, no boletim “Focus”, um relatório de mercado. O documento é proveniente de pesquisas junto a mais de 100 instituições financeiras e aponta que nosso país deverá ter inflação maior e crescimento econômico menor em 2014.

A previsão de mercado para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2013 ficou estável nos 5,85% até esta semana, o que, caso sejam confirmadas as expectativas, será notado como um aumento na inflação frente ao ano de 2012 (5,84%).

O PIB (Produto Interno Bruto) segue com crescimento médio de 2,5% para este ano, porém, para o crescimento econômico em 2014, analistas apontam que haverá uma queda de 2,13% para 2,11% nesse índice.

Há uma estimativa de que também seja aumentado o valor da taxa básica de juros. Essa, que sofreu cinco aumentos consecutivos durante 2013, encontrando-se atualmente em 9,5%, deve ter esse número aumentado para 10% na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central a ser realizada neste ano. A estimativa para o final de 2014 é de que essa taxa esteja em 10,25%.

O relatório “Focus” ainda aponta que no fim de 2013 o dólar deve manter-se na taxa de R$ 2,25, enquanto que para o encerramento do ano seguinte, essa taxa deverá se encontrar em R$ 2,40.

Houve também um registro na queda do superávit para o final deste ano na semana passada, de US$ 1,90 bilhão para US$ 1,55 bilhão. Já, para o ano seguinte, a previsão avançou de um superávit de US$ 9,25 bilhões para US$ 10 bilhões.

Também se manteve sem alterações a entrada de investimentos no Brasil, em US$ 60 bilhões, valor que, segundo os analistas, deverá se repetir em 2014 no que diz respeito a investimentos estrangeiros.

Por Mikhael Costa

Relatório Focus

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Bolsa de Valores.Operantes de diversas bolsas americanas, a Nasdaq e o CME, incluindo a Bolsa de Valores de NY, divulgaram que estão desenvolvendo um sistema que deve acelerar mais a transmissão de preços de ações e derivativos entre Chicago e Nova York.

Esta empreitada tem como meta atender os operadores de alta frequência que precisam obter o máximo de velocidade no recebimento de informações para conseguir vantagem sobre os seus concorrentes.

Essa transmissão deverá ser feita por uma série de antenas transmissoras, que devem ligar os sinais de micro-ondas entre o servidor da Nasdaq, em Nova Jersey, e da CME, que fica em Illinois.

O sistema deve ser o primeiro a usar a conexão sem fio para transmitir informações das bolsas de valores. Atualmente, grande parte das corretoras utiliza o sistema de fibra óptica para enviar e receber mensagens.

Segundo as duas operadoras, tal sistema será 35% mais rápido do que a fibra óptica, o que reduz a latência das mensagens em 8,5 milissegundos.

Tais sinais ganharão milissegundos importantes, pois viajam praticamente em linha reta, diferente dos fios de fibra óptica, que precisam fazer curvas para que fiquem nivelados com o terreno.

O lançamento deste novo sistema, que tem um custo em torno de 20 mil dólares ao mês para as empresas, acontecerá, provavelmente neste mês de maio. 


A Europa está passando por momentos difíceis com a crise econômica vivenciada na zona do Euro e, segundo, a chanceler alemã Ângela Merkel, este momento problemático está longe de ser resolvido.

Segundo Merkel, durante o discurso de Ano Novo, é preciso o alcance de um equilíbrio correto e as reformas feitas no país estão começando a ter seus efeitos sentidos pela economia alemã.

Além disso, a chanceler pediu paciência para o povo da Alemanha argumentando que a crise está longe de acabar e que a solução dos problemas do país significam a solução da crise em toda a União Européia.

Esta afirmação se deve ao fato de que a Alemanha se tornou a grande financiadora de países durante esta crise na zona do euro que causa estranheza em muitos alemães.

Mas, apesar disso, Merkel disse em seu discurso que o desemprego registrou índices baixos no país ao passo que o nível de empregos está em seu melhor momento; no entanto, ocorreu uma desaceleração na economia alemã que fez a chanceler pedir cautela aos seus cidadãos e esperar por um 2013 em condições mais duras do que 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, a empresa americana Acacia Research Corporation informou por meio de seu presidente-executivo Paul Ryan que comprou patentes da Nokia Siemens Networks.

Esta aquisição se refere ao licenciamento para uso de tecnologia voltada para rede wireless e de conexão para telefonia móvel 2G, 3G e 4G.

Apesar da Acacia Research Corporation não ter revelado o valor total desta negociação com sua mais nova aquisição, a empresa dos Estados Unidos passa a controlas mais de 250 portfólios de patentes e pretende aumentar em breve este número se tornando líder no mercado de licenciamento de tecnologias.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma movimentação financeira importante aconteceu nesta semana, pois a Lojas Americanas informou nesta segunda-feira – dia 31 de dezembro de 2012 – que o seu conselho de administração aprovou a realização do pagamento de juros sobre seu capital.

Este pagamento complementar será no valor total de R$11 milhões que será descontado dos dividendos mínimos da empresa que devem ser pagos.

Com isso, a ação ordinária terá um valor de R$0,011 e será paga no dia 01 de abril de 2013, sendo que após esta data as ações serão negociadas como ex-dividendos; sendo que este valor a ser pago de juros poderá ter retenção de Imposto de Renda na fonte.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Brasil apresentou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o nome de Roberto Azevedo para a candidatura à diretor-geral da Organização Mundial do Comércio.

Roberto é um diplomata representante permanente do Brasil na OMC com experiência em processos internacionais envolvendo transações comerciais.

Além do Brasil mais nove países apresentaram seus candidatos para o cargo que será eleito pelo Conselho da OMC antes do dia 31 de maio de 2013 por consenso entre todos os presentes.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O governo do estado de São Paulo divulgou nesta semana que irá liberar recursos de precatórios para cerca de 3.508 credores que aguardam valores de até R$20.934,72.

Este dinheiro, que representa um montante total de R$25,3 milhões, consiste em dívidas do governo que depois de processos judiciais se tornaram Obrigações de Pequeno Valor ou Precatórios que são liberados mais rapidamente pelo Estado.

O dinheiro já foi depositado no dia 20 de dezembro de 2012, mas o credor precisa aguardar a finalização do processo na Justiça para realizar a retirada dos valores.

Para verificar se o seu recurso foi liberado basta o credor interessado acessar o site da PGE-SP (Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo) e realizar a consulta.

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo norte-americano está tentando de todas as maneiras evitar o temido “abismo fiscal” no país em decorrência da crise econômica.

Para isso, os líderes do Senado nos Estados Unidos tiveram neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, uma reunião fechada para tentar prorrogar cortes tributários no país.

O grande objetivo de republicanos e democratas é conseguir um acordo entre os partidos que impeça o aumento dos impostos para os cidadãos e mantenha os benefícios concedidos na atualidade para os desempregados.

Caso os integrantes do Senado não entrem em um acordo os norte-americanos terão em 2013 que pagar maiores valores de imposto de renda, sobre lucros e patrimônios além dos órgãos federais que terão de enfrentar duros cortes em seus orçamentos.

A grande divergência entre os políticos consiste no fato de que os republicanos querem a isenção de impostos para todos os norte-americanos enquanto os democratas pretendem manter este benefício apenas para quem ganha até 250 mil dólares por ano

Mas se as negociações não forem finalizadas com um acordo, Barack Obama já determinou ao líder democrata no Senado, Harry Reid, que apresente um projeto de prorrogação no aumento de impostos para janeiro de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Há muito tempo a poupança era vista como um investimento pouco interessante, pois tinha rendimentos pequenos oscilando em 0,5% ao mês.

Mas em 2012, a velha amiga dos brasileiros se tornou uma aplicação atraente já que está com um ganho líquido de 6,48% ao ano.

Ao ser comparada com os fundos DI, a poupança se torna mais interessante ainda já que aquele investimento está cobrando altas taxas de administração que reduzem consideravelmente os rendimentos.

Além da poupança, outras possibilidades interessantes no mercado financeiro atual é a compra de ouro que registrou uma valorização em 2012 de 15,32%.

Por Ana Camila Neves Morais


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A RIM, fabricante dos smartphones BlackBerry, foi do inferno ao céu em poucos dias já que no começo desta semana viu suas ações despencarem em mais de 20% e presenciou na quinta-feira – dia 27 de dezembro de 2012 – a sua valorização em 10% nas bolsas de valores de Toronto e Nova York.

A melhoria na valorização das ações da RIM ocorreu pela expectativa positiva do mercado com o lançamento em janeiro do seu novo sistema operacional o BlackBerry 10 apesar dos temores com relação à nova estrutura de tarifas e serviços divulgada pela empresa.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Tesouro Nacional divulgou nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, mais um dado preocupante para a economia brasileira.

Desta vez o problema vem do fato de o governo central (formado pelo Banco Central, Previdência Social e Tesouro Nacional) ter registrado no mês de novembro pela primeira vez desde o ano de 2010 um déficit primário no valor de R$4,292 bilhões.

De maneira detalhada, o Banco Central teve déficit de R$139,4 bilhões, a Previdência Social apresentou resultado negativo em R$5,381 bilhões e o Tesouro Nacional foi o único com saldo positivo registrando um superávit de R$1,228 bilhões.

A situação apresentada se justifica pelo fato de que durante o período analisado a receita líquida ficou 18% menor (com um total de R$64,633 bilhões) enquanto as despesas mantiveram o mesmo patamar de R$68,9216 bilhões.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo federal divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, uma medida provisória que determinou a abertura de R$42,5 bilhões em créditos extraordinários destinados a empresas estatais federais e aos ministérios.

Este valor representa aproximadamente 1/3 de todo o Orçamento para o ano de 2013 e, segundo a ministra Mirian Belchior, foi liberado para evitar problemas com os investimentos feitos por estes órgãos em decorrência do atraso na votação do Orçamento para o próximo ano.

Ainda segundo Miriam, a expectativa é de que a votação aconteça já no dia 05 de fevereiro, mas se isso não acontecer a medida provisória garante o recurso que tem como grande função manter os investimentos e impulsionar a economia para 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) divulgou nesta semana que diminuiu as suas expectativas para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) para o início do ano de 2013.

Segundo a organização, em janeiro este indicador deve ficar em 0,58% e em fevereiro no valor de 0,47% que são valores , respectivamente, 0,02% e 0,11% mais baixos do que os esperados antes pela Anbima.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um negócio importante foi realizado no mercado brasileiro, pois a WEG – especializada na produção de motores elétricos – informou que comprou a Paumar que fabrica tintas e vernizes.

Com esta aquisição, a WEG passa a ser proprietária da fábrica da Paumar em Mauá no estado de São Paulo em um terreno de 37,5 mil metros quadrados.

Apesar desta compra, a WEG informou que não terá nenhum tipo de direito com relação aos acionistas da empresa já que o valor da compra não irá interferir nesta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) divulgou nesta última semana que as agências de comunicação devem obter um faturamento de 2,34 bilhões de reais os quais representam um aumento de 17% no faturamento durante o ano de 2012.

Apesar do aumento expressivo, o crescimento do setor ficou abaixo dos 25% esperados no início do ano por fatores como a crise mundial, eleições municipais e outros.

Apesar disso, analistas do setor afirmam que é preciso comemorar este importante aumento nos rendimentos das agências de comunicação em virtude do complexo momento econômico pelo qual o Brasil e o mundo estão passando.

Por Ana Camila Neves Morais


A TIM Participações informou nesta última sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2012, que finalizou o acordo entre acionistas que possuía com a empresa JVCO Participações.

A JVCO era a controladora indireta da antiga Intelig que foi comprada pela TIM em 2009.

No segundo semestre deste ano, as duas empresas começaram uma disputa judicial na qual a JVCO solicitava uma indenização da TIM por supostos abusos de poder de sua controladora que ocasionaram prejuízos à organização brasileira.

Agora, a Tim Participações finaliza a relação entre as empresas justificando que como a JVCO possuía menos de 1,5% de participação na empresa e, por isso, a controladora tem o direito de rescindir de forma unilateral o acordo firmado anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais


A Isolux irá receber um crédito no valores de 100 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Este recurso será usado pela empresa de engenharia da Espanha para criar projetos voltados à energia renovável no Peru e no Brasil.

Com este financiamento será construída uma nova linha de transmissão entre Taubaté e Nova Iguaçu com capacidade de 500 kV e a construção de novas usinas de energia solar nas cidades peruanas de Majes e Repartición com 40 MW de capacidade de energia

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


Os consumidores dos Estados Unidos estão preocupados com a crise financeira do país e a iminência de um possível abismo fiscal.

Por isso, estão menos confiantes causando, assim, uma queda nos movimentos de vendas de produtos para o Natal.

Toda esta preocupação dos norte-americanos tem fundamento em virtude dos impasses entre republicanos e o presidente Barack Obama na definição das medidas a serem utilizadas para evitar esta situação.

Com isso, os consumidores estão comprando menos e poupando para enfrentar possíveis tempos difíceis em 2013 com aumento dos impostos e no preço dos produtos em geral.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apresentou os dados referentes ao mês de novembro do Índice de Preços ao Consumidor que apresentou um aumento de 0,68%.

Este valor obtido representa uma redução ante o crescimento de 0,80% de outubro alcançado por este mesmo índice econômico.

Ao estratificar este valor, os produtos com maiores altas foram os de vestuário (aumento de 2,22%) e de despesas pessoais (crescimento de 1,64%).

O ramo da economia que teve uma elevação menor no IPC de novembro foram os alimentos com 0,89% a mais do que em outubro mantendo a tendência no mercado de desaceleração neste setor em virtude de problemas causados nas plantações no país e no exterior.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um empreendimento importante será feito no Brasil por meio de recursos vindos do BNDES.

Desta vez, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá fornecer um empréstimo no valor de R$1,2 bilhões para a reforma do Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas.

Com este recurso, a administradora do local irá realizar diversas obras para ampliar e modernizar o aeroporto gerando um aumento duas vezes maior da sua capacidade permitindo o atendimento de até 14 milhões de passageiros.

Para a execução deste projeto estarão envolvidos cerca de 7.000 novos empregos diretos e terceirizados e deverá estar finalizado em maio de 2014 para iniciar o seu uso na Copa do Mundo que acontece neste mesmo ano.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou dados sobre o uso de pagamento eletrônico no Brasil durante o ano de 2011.

Segundo dados da pesquisa realizada, houve uma redução de 5% o uso de pagamento por meio de cheques ao mesmo tempo em que aumentou 14% o uso de cartões – crédito e débito – na realização deste tipo de atividade.

Além disso, a autoridade bancária revelou um aumento de 63% nas transações feitas por meio de canais eletrônicos nos bancos como caixas automáticos e internet.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


As empresas General Electric e Renova Energia fecharam um acordo milionário neste mês de dezembro.

A transação comercial, no valor de 394 milhões de dólares, foi referente à compra de 230 turbinas eólicas do tipo 1.68-82.5.

Esta negociação integra um plano da empresa Renova Energia para o complexo do Alto Sertão II que irá criar na Bahia cerca de 15 parques eólicos com capacidade instalada de 386 megawatts.

Com o acordo firmado junto à General Electric, a Renova Energia pretende obter a energia adicional que precisa para ativar o completo de Alto Sertão II.

O contrato fechado terá duração de 10 anos e a empresa americana irá operar as turbinas eólicas diretamente de seu centro de controles sem a necessidade de vir ao Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa Vale informou neste mês de dezembro que pretende produzir cerca de 36 milhões de toneladas de minério de ferro no próximo ano mantendo, assim, o crescimento da produção e de seu faturamento vivenciado em 2012.

Deste modo, a companhia de mineração irá manter o seu desempenho econômico e continuar em seu avanço na economia durante o ano de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Telefônica pretende lançar uma oferta pública de suas ações na América Latina com o objetivo de enviar uma mensagem sobre o valor do seu negócio para o mercado financeiro.

Com isso, deve ser lançado cerca de 15% das ações pertencentes à Telefônica América Latina com um valor global de 40 bilhões de euros.

A partir desta ação, a empresa de telefonia pretende reduzir o seu montante de dívida líquida para aproximadamente 50 bilhões de euros a partir de negócios como a venda de ações na América Latina bem como pela concretização da venda de sua participação na China Unicom e de parte da Telefônica na Alemanha.

Deste modo, a Telefônica pretende mostrar que possui liquidez em suas contas bem como responder à desvalorização da empresa frente aos mercados europeus.

Além disso, a empresa está investindo na transição de negócios tradicionais para seu correspondente digital por meio da Telefônica Digital.

Para a concretização da oferta de ações da Telefônica América Latina será preciso agora a autorização do conselho de administração da empresa.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central Francês informou, neste mês de dezembro, uma vontade que causará muitas discussões e embates no mercado financeiro.

Isto porque a autoridade bancária francesa quer que o centro de negociações da zona do euro se transfira de Londres para Paris.

O grande problema neste pedido da França reside no fato de que Londres é o local onde toda a Europa negocia e possui aproximadamente 40% das negociações de toda a comunidade européia.

Com a mudança muito deste potencial para negociações na economia iriam se perder já quer a França não possui tradição e nem mesmo força neste tipo de mercado como a Inglaterra.

Por isso, diversos especialistas acreditam que a vontade do Banco Central Francês irá demorar muito para se concretizar com a grande tendência desta mudança não ocorrer nunca.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fundação Getúlio Vargas anunciou recentemente dados referentes ao setor comercial do Brasil.

De acordo com a pesquisa realizada o Icom (Índice de Confiança no Comércio) apresentou uma elevação de 1,4% durante o terceiro trimestre de 2012 que corresponde a um melhor desempenho em comparação ao período anterior que teve queda de 0,7% neste mesmo indicador.

Ao considerar informações mais específicas, no Varejo Ampliado houve o crescimento de 0,5% no Icom em setores como peças, motos e veículos; já no Varejo Restrito a alta registrada foi de 0,4% no terceiro trimestre.

Outro aspecto avaliado pela FGV foi o ISA-COM que verifica a percepção de setores específicos com relação à demanda por produtos e serviços na economia.

Segundo as avaliações, este indicador teve um aumento de 2,4% durante o período analisado com 24,8% das empresas considerando o nível de demanda forte.

Com isso, é possível verificar um início de crescimento do setor comercial no país, mas de forma muito discreta e pequena.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os cartões eletrônicos são cada vez mais utilizados pela população brasileira para a compra dos mais variados tipos de produtos e serviços.Mas o seu uso foi expandido neste ano de 2012.

Isso é o que conta a pesquisa feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) a qual mostra o uso nacional de cartões de débito e crédito em segmentos pouco tradicionais como em farmácias e drogarias (53%), restaurantes e lanchonetes (48%) e em atividades de lazer (34%).

A inovação causada pelo uso do cartão magnético nestas áreas comerciais reside no fato de que elas tradicionalmente usavam como forma de pagamento o dinheiro em espécie e agora estão se rendendo à atração do cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, informou em entrevista no Palácio do Planalto que o governo federal irá estimar investimentos de até R$5 bilhões para os aeroportos regionais.

Este dinheiro será destinado a aproximadamente 200 aeroportos do país para a melhoria de sua infra-estrutura e melhor estruturação dos serviços para a população que utiliza os mesmos.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Interbrand divulgou recentemente o seu ranking com as marcas mais valiosas do Brasil em diversos setores.

O critério para a elaboração da lista é com base em seus resultados financeiros, em sua capacidade de garantir ganhos e na influência da marca nas escolhas do consumidor.

A relação é composta por aproximadamente 25 marcas presentes no país  com as maiores empresas sendo a Petrobrás e a cerveja Skol.

No ramo bancário, as instituições mais valiosas são o Bradesco, Banco do Brasil e Itaú. No varejo, a grande vencedora foi a rede Magazine Luíza e as Casas Bahia. Outras contempladas foram a Hering, Cielo e a Totvs que produz softwares.

Uma informação interessante da pesquisa da Interbrand foi a entrada de empresas do ramo de tecnologia além da valorização da maioria das empresas integrantes do ranking com relação ao ano passado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais





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