Relatório Focus reduz previsão de inflação e prevê alta do PIB.

Conforme as previsões do boletim de mercado para o ano de 2019, conhecido popularmente como o relatório “Focus”, os analistas de instituições financeiras baixaram as suas estimativas em relação à inflação para o ano. Na mesma notificação, divulgada oficialmente pelo Banco Central, o BC, na última segunda-feira, dia 28 de janeiro, a previsão é de uma alta menor em relação ao Produto Interno Bruto, o PIB.

Com notícias tão boas para o Brasil, vale lembrar que o relatório é o resultado de um levantamento que foi realizado na semana anterior. Esse envolveu, no total, mais de 100 instituições. Assim, para este ano, os economistas de mercado financeiro apontaram uma diminuição esperada na inflação de 4,01% para os 4%. Como meta central para o período, são estimados os 4,25%, com um intervalo de tolerância de sistema de metas variando entre 2,75% e 5,75%. Vale lembrar que a meta em relação à inflação sempre é fixada oficialmente pelo Conselho Monetário Nacional, o CMN. De forma a alcançá-la, o Banco Central reduz ou eleva a taxa básica dos juros da economia, conhecida como Sistema Especial de Liquidação e de Custódia para os títulos federais, a Selic.

Para o ano de 2020, a estimativa de inflação feita pelo mercado financeiro se manteve nos 4%, alinhada com a meta central que possui esse mesmo valor para o próximo ano. Caso a inflação oscile entre os 2,5% e os 5,5% no próximo ano, pode-se dizer que a meta oficial terá sido cumprida.

Sobre o Produto Interno Bruto (PIB)

Para este ano, a previsão de mercado na semana passada para o crescimento de Produto Interno Bruto, o PIB, teve um recuo importante de 2,53% para os 2,50%. Essa foi a segunda queda seguida registrada no indicador. Ressalta-se que o PIB constitui na soma de todos os serviços e de bens que são produzidos aqui no Brasil, servindo também para a medição de toda a evolução econômica do país.

Para 2020, a expectativa feita pelo mercado financeiro em relação à expansão econômica também teve um recuo de 2,60% para os 2,50%. Todavia, os economistas de bancos não fizeram nenhuma alteração na previsão da expansão da economia durante os anos de 2021 e de 2022, mantendo os 2,50% para ambos os períodos mencionados.

Algumas outras estimativas realizadas

A pesquisa realizada com o mercado financeiro também trouxe outras estimativas importantes para o Brasil. Em primeiro lugar, destaca-se os dados relacionados ao investimento estrangeiro. Conforme uma previsão do relatório, em 2019, a projeção dos investimentos estrangeiros diretamente aqui no país teve um aumento significativo, indo dos US$ 79,5 bilhões para os US$ 80 bilhões. Entendeu-se ainda que, para 2020, a estimativa é a permanência estável da imissão nos US$ 82,44 bilhões.

Outro ponto abordado foi o saldo da balança comercial, que nada mais é que o resultado final e total das exportações menos as importações realizadas. Com isso, a projeção do ano continuou com resultado positivo e nos US$ 52 bilhões. Em 2020, estimou-se um superávit nos US$ 49 bilhões.

Em termos de taxas de juros Selic para 2019, o mercado acabou mantendo a previsão em 7% ao ano. Nos dias atuais, sabe-se que o juro básico está em 6,50% ao ano. Para o final de 2020, a previsão se manteve em 8% ao ano. Por esse motivo, os analistas continuam prevendo uma alta nos juros para o decorrer desse e para o próximo ano.

Por fim, a projeção para a taxa de câmbio do dólar feita pelo mercado financeiro para 2019 foi estável, permanecendo no valor de R$ 3,75. Para o fechamento do ano de 2020, a estimativa ficou inalterada e no valor de R$ 3,78 por cada dólar.

Kellen Kunz


São Paulo, Florianópolis e Vitória são as cidades líderes no ranking de melhores para empreender.

Se você é um empreendedor assíduo no mercado brasileiro, ou se é alguém que sonha em abrir o seu próprio negócio e está prestes a realizar esse desejo, precisa saber qual é a situação atual de todas as cidades que podem receber o seu próximo empreendimento.

Por isso preparamos este post para lhe informar sobre as melhores cidades para empreender. Não perca tempo, mantenha-se informado sobre a situação das cidades brasileiras lendo este texto! Confira tudo o que precisa saber a seguir!

Índice de Cidades Empreendedoras Brasileiras 2015 – ENDEAVOR

Está matéria será produzida com base no ranking oficial divulgado pela ENDEAVOR, o qual foi baseado no índice de cidades empreendedoras do Brasil também elaborado pela instituição.

O que é ENDEAVOR?

A ENDEAVOR é a maior organização de todo Brasil que dá apoio a todos os empreendedores e ao empreendedorismo em si sendo os dois de alto impacto. Ela está presente em 20 países e nasceu com o intuito de renovar o mundo através do auxílio ao empreendedor e às suas ideias.

De acordo com o trabalho da instituição ENDEAVOR, São Paulo ocupa o primeiro lugar do ranking.

A capital do estado de São Paulo está em primeiro lugar e as justificativas deste resultado são caríssimas: o mercado é gigantesco, os investimentos são altos e vem do mundo inteiro e, é claro, as condições de logística são muito benéficas para qualquer área.

Atrás desta gigante cidade estão em segundo e terceiro lugar respectivamente: a capital de Santa Catarina, Florianópolis e Vitória, capital do estado de Espírito Santo.

São Paulo em primeiro lugar na lista

São Paulo recebeu o título de melhor cidade para se empreender por manter 60% de todo o capital brasileiro considerado de risco, além disso, a cidade representa mais de 10% do PIB do país e além de tudo é uma cidade considerada hub logístico, pois possui o maior aeroporto nas proximidades do porto da cidade de Santos.

Florianópolis em segundo lugar na lista

A capital de Santa Catarina ocupa o seu merecido segundo lugar por ter vários pontos fortes, um deles é o capital humano, a mão de obra recebe muitos elogios dos que lá habitam e de quem vai pesquisar na cidade, como a equipe da ENDEAVOR. A inovação também é uma qualidade forte a ser considerada. O trabalho de crescimento da cidade começou há apenas 30 anos, pouco tempo para quem ocupa a segunda posição.

Segundo a pesquisa feita pela instituição ENDEAVOR, 60% dos jovens universitários da cidade são formados em cursos de excelência, um dado de se surpreender já que a média das cidades brasileiras é 23%. Gente para trabalhar na inovação é o que não falta em Florianópolis, de acordo com a instituição, a cidade tem mais pessoas para inovar que a cidade de São Paulo, item obtido a partir do dado que a cada 100 empresas há 18 mestres e doutores em Ciência e Tecnologia.

Para selecionar estas três cidades (São Paulo, Florianópolis e Vitória) como as melhores e mais propícias para o empreendedorismo, a ENDEAVOR fez um trabalho muito completo e profundo em cada uma, a instituição considerou 7 itens como os mais importantes e de fatores decisivos, são eles: acesso a capital, capital humano, cultura empreendedora, inovação, mercado, infraestrutura e ambiente regulatório.

Por David Ferreira

São Paulo


Empresa anuncia sua retirada do Brasil e está buscando sócio para comprar sua filial.

De acordo com um comunicado divulgado pelo grupo Fnac, foi iniciado um processo ativo com o objetivo de conseguir um sócio que possa dar lugar à sua retirada do Brasil.

A Fnac Darty, conhecida distribuidora francesa de produtos culturais, eletrônicos e eletrodomésticos, trouxe à tona nesta terça-feira, 28/2, que se retirará do país e, ao mesmo tempo, apresentou que houve um registro na companhia de resultado líquido em equilíbrio (zero) no ano de 2016. Mesmo com tal resultado, o grupo apontou que tem ocorrido aumento de vendas e também de rentabilidade.

Sendo assim, o grupo inicia o processo que buscará um sócio para então retirar-se do país, ou seja, a intenção é vender a filial brasileira. Os dados positivos apresentados pela companhia em documento oficial podem ser bastante atrativos para investidores com interesse no setor e que estejam dispostos a comprar a filial.

Analisando a história da companhia no país, sua instauração ocorreu desde o final da década de 90, contudo, há alguns anos já teria dado indícios de dificuldades no alcance de um nível crítico no Brasil.

Estão espalhadas pelo território nacional cerca de uma dezena de lojas, mas o país representa menos de 2% do volume de vendas total da Fnac, considerando os parâmetros internacionais. De acordo com o comunicado, houve um aumento de 37% do lucro líquido ajustado do grupo, com relação ao ano anterior, totalizando 54 milhões de euros.

As vendas aumentaram 79,6% no quarto trimestre e o volume de negócio também é crescente, tanto nos dados publicados, que indicam +43,6%, quanto em dados pró-forma, +1,9%, chegando a 7,4 bilhões de euros.

No ano de 2016, foi identificando crescimento do grupo tanto na França (+2,1%), quanto no que tange ao nível internacional (+1,3%).

Para o presidente da Fnac Darty, Alexandre Bompard, os resultados obtidos em 2016 são bastante sólidos e indicam forte crescimento, com todos os índices positivos. Seguindo tais informações, seria possível prospectar um futuro também crescente para os que vierem a investir na companhia e administrar as diversas lojas instaladas no Brasil, em ruas, shoppings e demais estabelecimentos comerciais.

Iris Gonçalves


Previsão do governo para economia brasileira baixou de 1,6% para 1% em 2017 com alta do PIB.

O Ministério da Fazenda anunciou há bem pouco tempo que sua equipe econômica prevê um crescimento rebaixado da economia do Brasil em 2017, de 1,6% foi para 1%. No ano de 2016 o encolhimento da economia só cresceu, a previsão era de 3% e passou para 3,5%.

De acordo com o governo as estimativas da inflação oficial foram revisadas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Essa é a terceira vez que a equipe econômica do governo Temer divulga uma estimativa de crescimento para o ano de 2017.

O projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias (LDO), a projeção foi fixada em 1%, contudo em agosto bem próximo de enviar o Orçamento ao Congresso a equipe econômica mudou de ideia e anunciou o aumento da projeção para 1,6%, sob a alegação que o mercado brasileiro sus avaliações.

De acordo com Boletim Focus houve uma queda na estimativa de crescimento para 2017, de 1,13% para 1,00 %. O Ministro da Fazendo fez menção a respeito da alta ser de apenas 1% no PIB (Produto Interno Brasileiro) no próximo ano. O que seria de grande negatividade para a arrecadação de 2017, afirmou o ministro.

Impacto no orçamento:

Se a economia crescer menos que a previsão do governo os danos são logo aparecem, pois o governo arrecada bem menos impostos trazendo prejuízos incalculáveis à economia brasileira. A mudança na projeção para o desempenho do PIB deve influenciar os cálculos governamentais para a receita do próximo ano.

O Brasil mostra uma situação bem complicada com seu déficit fiscal ou despesas acima da arrecadação, cada vez mais presentes.

A proposta do governo Temer para o próximo ano será que os gastos do governo sejam maior que a arrecadação com impostos, num montante de até R$ 139 bilhões. Caso esse valor seja confirmado, será o segundo maior rombo fiscal, levando-se em crescimento de 1,6% o PIB para o próximo ano.

Meta fiscal:

O governo comprometeu-se com a meta fiscal, independente da revisão do PIB e para 2016 essa meta foi um déficit de R$ 170,5 bilhões, contra o déficit do ano de 2017 que é déficit de R$139 bilhões.

Por Ruth Galvão

Economia brasileira


Investimento registrou mais de 181 mil operações somente no mês de novembro de 2016.

O Tesouro Direto, programa desenvolvido no ano de 2002 com o objetivo de permitir a pessoas físicas que efetuassem a compra de títulos públicos via internet, por banco ou por corretora, sem que para isso fosse necessário fazer aplicações em algum fundo de investimento, conseguiu registrar a marca de 181.498 operações de investimento no último mês (novembro). A título de curiosidade, esse é o maior número já alcançado pelo programa em sua história.

Em novembro, quando a grande maioria dos trabalhadores brasileiros receberam a primeira parcela referente ao 13° salário, as aplicações no programa chegaram a atingir a cifra de R$ 1,8 bilhão, enquanto que os resgastes somaram R$ 715,2 milhões. Desse total R$ 669,1 milhões são de recompras e outros R$ 46 milhões de vencimentos.

Segundo o Tesouro Nacional, o valor médio envolvido em cada operação no último mês foi de cerca de R$ 10.142,00. Sendo que a maior fatia das operações realizadas (71,9%) dizem respeito a aplicações de montantes de até R$ 5.000,00. Esses dados deixam claro a popularização do Tesouro Direto entre os chamados pequenos investidores.

No decorrer do mês de novembro os títulos que mais foram solicitados pelos investidores foram aqueles indexados ao IPCA. Neles a participação em cima do volume total de investimentos chegou a atingir 58,4%.

No caso dos títulos prefixados o percentual de investimentos foi de 17,4% do total, enquanto que dos indexados à taxa Selic foi de 24,2%, segundo o Tesouro Nacional.

Agora, no início do mês de dezembro, o governo lançou o aplicativo do Tesouro Direto. Por meio dele os investidores irão poder fazer as principais transações a exemplo dos investimentos, consultas de extratos, agendamentos e resgates. Também foi ampliado o horário de venda dos papéis, além de outras facilidades.

O aumento com relação ao interesse dos investidores no Tesouro Direto ainda coincide com a queda significativa da rentabilidade e atratividade na poupança. Enquanto que nos fundos de renda fixa os rendimentos aumentam de acordo com a Selic, nas cadernetas eles ficam limitados a 6,17% ao ano mais a variação da TR quando então, a Selic ultrapassa 8,5% ao ano.

Os títulos do Tesouro Direto atraem as pessoas ainda pelo fato de que oferecem rentabilidade acima da inflação e ainda há a incidência do Imposto de Renda. A perda de atratividade das cadernetas, fizeram com que entre os meses de janeiro e outubro de 2016, os saques dos recursos investidos na poupança superassem os depósitos realizados em R$ 53,25 bilhões.

Por Denisson Soares


Mês registrou novo aumento e o acumulado no ano chega a 4,96%.

Passando de 0,35%, em junho, para 0,52%, em julho, a inflação oficial do Brasil fez o acumulado do ano subir para 4,96%. Um valor até baixo, se comparado com o mesmo período de 2015, que foi de 6,83%.

A inflação é medida pelo IPCA, que significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e o IBGE foi o responsável pelas informações fornecidas no dia de hoje, 10/08.

Se baseando nessas informações, temos os 8 (oito) produtos que tiveram aumentou no seu valor e outros 8 (oito) que ficaram mais baratos. Como sempre, o feijão foi o vilão dessa história. Nas 3 (três) primeiras posições, respectivamente está o feijão preto (41,59%), o feijão carioca (32,42%) e o feijão mulatinho (18,89%).

O leite longa vida ficou em quarto lugar com aumento de 17,58% e em seguida outro tipo de feijão, o fradinho, teve um acréscimo de 14,72%. Os 3 (três) últimos produtos dessa lista estão abaixo dos 10%, sendo o leite condensado, com alta de 9,87%, o fubá de milho, com 7,11% e a manteiga, com 5,72%.

Entre os produtos que tiveram os seus preços reduzidos, encontramos a cebola. Com uma queda de 28,37%, ela é a campeã nas quedas e está na frente da batata inglesa, que teve uma redução de preço em 20%. Logo abaixo vem a cenoura, com queda de 13,4%.

Da quarta posição até a oitava, 5 (cinco) produtos ficaram com a inflação abaixo dos 6%. As hortaliças caíram 5,65%, as frutas -3,28%, o óleo de soja -2,06%, as carnes -0,69% e os pescados com -0,63%.

Já o leite em pó vem na 9ª (nona) posição com alta de 5,26%, em seguida vem o arroz com alta de 4,68%, o bolo com 3,97%, os ovos aumentaram 3,87% e o alho subiu 3,54% no preço. Chocolate em barra e bombom tiveram aumento de 3,48% e o açúcar subiu 3,38%.

Ficando abaixo dos 3%, temos o cafezinho (2,52% de aumento), o queijo (2,34%), o café da manhã (2,32%), chocolate e achocolatado em pó (1,92%), Açúcar cristal (1,69%), margarina (1,44%), refrigerante (1,29%), pão francês (1,18%), macarrão (1,05%) e a farinha de trigo (1%).

Frango inteiro, café moído, iogurte, farinha de mandioca, carnes industrializadas, lanche fora e biscoito fazem parte da lista que sofreram aumento de preço, mas todos esses ficaram abaixo de 1%.

Por: Fernando Dias


IBGE afirma que queda do PIB no último trimestre marca o quinto semestre consecutivo de baixa.

No primeiro semestre de 2016, o PIB brasileiro teve uma queda de 0,3% em comparação com o último trimestre de 2015. O produto interno bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos nos país, caiu pelo quinto semestre seguido segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, em nota divulgada na quarta-feira (1°).

Além desse triste fato, no ranking da agência classificadora de risco Austin Rating, divulgado também no dia primeiro desse mês, o Brasil aparece em 31° lugar no PIB do primeiro trimestre. Com previsão para encolher 3,81% da nossa economia esse ano e crescer apenas 0,55% em 2017, nosso país se encontra atrás de outros países da América Latina como México e Peru. Como se não bastasse, ainda estamos com o PIB menor que países que passam por crises ou são pouco representativos nesse tipo de ranking. Ucrânia, Grécia e Rússia, países que por muito tempo tiveram economias menores que a nossa, hoje estão na nossa frente.

O 1,47 trilhão de reais vindo de bens e serviços do país nos primeiros três meses desse ano é 5,4% menor do que o mesmo período do ano passado. Além disso, a crise econômica que afligi o país se espalha por outras áreas. Em relação com o último trimestre do ano passado, os investimentos caíram 2,7%, o consumo das famílias caiu 1,7%, as exportações caíram 6,5% e os serviços caíram 0,2%. Essa queda na economia ainda se estende para a indústria e a agropecuária. Os únicos setores que cresceram dentro da indústria foram os de eletricidade e gás, esgoto e limpeza urbana (1,9%).

No meio de toda essa recessão, existem os economistas que se mantêm otimistas. A queda de 0,3% do PIB foi a quinta seguida, porém, a menor desde o primeiro semestre de 2015. O pior pode já ter passado se considerarmos que essa queda já foi de 2% no segundo trimestre de ano passado. “Algumas quedas diminuíram… a indústria, o comércio, os serviços tão negativos, mas elas ficaram um pouquinho menos negativas do que estavam no quarto semestre do ano passado”. Afirma Cláudia Dionísio, gerente de contas trimestrais do IBGE, em entrevista. Segundo ela, existem pequenas melhoras, mas estamos muito longe de poder falar em uma recuperação.

T.Ferreira


Presidente da Abeeólica afirma que Brasil deverá ter um investimento de R$ 20 bilhões na construção de novos parques eólicos.

Como é sabido, o desemprego vem crescendo com uma força incrível, porém, o segmento de energia eólica irá gerar cerca de 50 mil postos de empregos neste ano de 2016. No ano de 2015, essa cifra chegou a 40 mil, de acordo com os dados da Abeeólica, a Associação Brasileira de Energia Eólica.

Segundo Élbia Gannoum, presidente da associação, um estudo que envolve toda a cadeia produtiva revela que a cada Megawatt ou MW instalado, são gerados 15 novos postos de trabalho. De acordo com a presidente, o investimento para esse ano será de R$ 20 bilhões, para que sejam construídos 175 novos parques eólicos, com a finalidade de gerar mais de 3 Gigawatts (GW) de energia.

Atualmente o Brasil conta com 349 parques eólicos, onde 324 estão em funcionamento, de acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Élbia afirma que foram construídos, no ano passado, 111 parques e em 2014 foram 95. No ano de 2015, completou 8,7 GW de potência instalada, a mesma quantidade gerada pela usina de Belo Monte.

A participação da energia eólica no SIN, Sistema Integrado Nacional de energia elétrica, cresceu em 35% somente no último ano, se comparado com o ano 2014, sendo que neste ano deverá ter um crescimento de 36% em relação a 2015. No ano que passou, a energia eólica gerou uma cifra de 2,7 GW no SIN, que atualmente é de 140 GW. Gannoum afirmou que no nordeste se encontra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, pelo grande potencial em toda a costa, porém, o Rio Grande do Sul também possui grande força.

Até dezembro de 2015, o segmento de energia eólica era responsável por cerca de 5,53% da energia de todo o Brasil. Nos próximos anos esse valor deverá atingir o número de 12%, isso é o que a associação prevê, para assim se tornar segunda maior fonte de energia, perdendo somente para a hidrelétrica.

Nádia Neves


Juros mais altos foram um dos principais motivos para que as operações de crédito apresentassem queda em 2015.

Um fato aceito por todos é que o Brasil atravessa uma difícil crise econômica. Uma das consequências de tal crise foi a queda em relação à expansão do crédito em 2015, cenário que pode continuar em 2016. Além da crise econômica, os juros ainda mais altos também foram decisivos no recuo do crédito em 2015. O Banco Central divulgou um relatório no dia 27 de janeiro de 2016 onde mostra que o saldo das operações de crédito cresceu 6,6% em 2015 contra 11% em 2014.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, enfatizou que as taxas de juros mais altas são um dos principais fatores que contribuem para o recuo da taxa de crédito. Além disso, ele também destaca que em anos anteriores foi registrado um grande número do comprometimento de renda através de dívidas. Sendo assim, 2015 apresentou menos espaço para o crescimento do crédito, haja vista a inviabilidade de tal operação graças aos resultados apresentados em anos anteriores. Maciel acredita que a expansão do crédito voltará a crescer quando a renda também voltar a crescer.

Outro detalhe muito importante é quanto às empresas, pois com a queda da atividade econômica do país as mesmas também diminuem sua demanda por crédito. O crédito para pessoas físicas, por exemplo, conseguiu alcançar nada menos que R$ 831,781 bilhões em dezembro, isso significa uma queda de 0,2% em relação a novembro, porém um aumento de 7,3% no ano.

Já em relação à inadimplência, outro fator determinante na queda ou crescimento do crédito, Maciel destaca que o número de endividados cresce de forma moderada se considerarmos o atual cenário econômico do país. Para se ter uma ideia, a inadimplência total, soma das empresas e pessoas físicas, chegou a 5,3% no último mês de 2015. Tal resultado representa uma alta de 0,1% quando comparado a novembro e 1% na comparação com o mesmo período em 2014.

Como todos sabem, um dos principais meios de conseguir trazer de volta a expansão do crédito é através de programas de incentivo ao crédito por parte do governo. Túlio Maciel evitou falar desse assunto, pois ele destaca que é preciso saber as condições do programa de incentivo para que se analisem seus possíveis efeitos.

Por Bruno Henrique

Crédito


Previsões indicam que a inflação poderá ficar mais elevada do que 10% no final deste ano, e que em 2016, varie entre 5,2% e 7,2%.

O Brasil, que está inserido em uma crise financeira e política, não terá uma melhora da situação rapidamente. Diante de tudo que vem acontecendo, a previsão é que aumente a inflação para o próximo ano.

Após a publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo do último mês, em outubro, a AE Projeções, da Agência Estado, após pesquisa realizada com diversos analistas de mercado constatou que a estimativa para o próximo ano será de crescimento do percentual da taxa de inflação.  

Os estudos indicam que a inflação irá variar entre 5,2% e 7,2% no ano de 2016. As indicações anteriores eram de uma taxa mais baixa, entre 4,5% a 6,7%. Frente a esses dados é possível que a inflação atinja ou ultrapasse a porcentagem que o Governo havia estipulado que era 6,5%.

Para o ano corrente a expectativa é ainda pior, pois existe chance da inflação ficar mais elevada do que 10%, devido ao aumento do combustível, energia elétrica, alimentos, matrículas escolares, plano de saúde, entre outros.

Ainda vale ressaltar que a desvalorização da moeda brasileira mexe muito com a economia do País e do mercado financeiro em geral. O dólar, apesar de ter tido uma pequena queda nesses últimos dias, permanece em alta e sua cotação fechou na sexta-feira, dia 06 de novembro, em R$ 3,76. Esse é um dos motivos para grande elevação dos preços. Tudo fica mais caro e quem está sofrendo com o cenário atual são todos os brasileiros, que estão tendo bastante dificuldade de pagar as contas. Sem contar também que a taxa de desemprego aumentou consideravelmente e sem emprego a situação piora ainda mais e a consequência disso é a diminuição do consumo, uma desaceleração nos gastos. A tendência das pessoas que ainda estão empregadas é de solicitar aumento de salário aos seus empregadores mesmo que esta não seja a melhor época.

O que resta aos cidadãos é aguardar se em 2016 haverá uma melhora no quadro financeiro e tentar evitar os gastos desnecessários.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Segundo especialistas da área, a economia brasileira vai demorar para se recuperar da crise pela qual está passando.

economia brasileira vai demorar para se recuperar. É o que afirmam os economistas.

Nosso País, no entanto, deve ficar no vermelho até 2016. O dólar ficará até R$ 4 em 2019 e o PIB, Produto Interno Bruto, também está negativo. Aliás, sabemos dos problemas econômicos do país, de modo que as previsões não são otimistas em relação ao presente e ao futuro. Vale dizer que, no começo do ano, então de acordo com o mercado financeiro, a previsão era o dólar sob o valor de R$ 3 até 2019, mas o cenário apontado agora é outro.

O leitor deve está se questionando qual a dificuldade da economia? Levando em conta as opiniões dos especialistas no assunto, o fato é que o governo não está conseguindo ajeitar as contas públicas, sem contar no problema do desemprego que já está instalado na nação.

Flavio Castelo Branco, chefe da Unidade de Política Econômica da CNI, disse que “os problemas da economia internacional também influenciaram no buraco que o Brasil se meteu, mas que, sobretudo, o problema é mais interno, dentro do próprio setor do Governo. A presidente Dilma terá que mudar muita coisa para tentar solucionar esse problema”. Pois bem, Adriano Gomes, economista de renome, afirmou que o carro chefe dos entraves econômicos nacionais reside, contudo, na gestão das contas públicas. Esta está sendo mal feita, disse ele. Assim, o Brasil perdeu muito seu poder de investimento por causa de suas dívidas de ordem pública.

Outra explicação para a queda da economia e toda essa crise é o fato das polêmicas que regem o atual Governo. Escândalos como o da lava jato, a questão da corrupção na Petrobras e outros acontecimentos acabaram refletindo no quadro econômico do país. Então o panorama é o seguinte: alta do dólar, inflação lá em cima, aumento do desemprego e das taxas de juros. 

Por Madson Lima de Oliveira

Economia


Com a aprovação do Orçamento 2016 será possível recuperar o grau de investimento no Brasil e voltar a ter crescimento econômico.

A última quinta-feira, 15 de outubro, foi marcada por um resultado negativo na economia brasileira: a agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota brasileira. Logo após o ocorrido, através de nota oficial, o Ministério da Fazenda destacou que confia na recuperação da economia brasileira e que um cenário de recuperação seria marcado pela aprovação do Orçamento 2016. Portanto, para o Ministério da Fazenda o cenário de crescimento pode voltar após a aprovação do Orçamento 2016.

O Ministério da Fazenda também fez questão de citar que a economia do país vem respondendo de forma positiva ao reequilíbrio das contas que foi colocado em prática em 2015. Dessa forma, o passo seguinte para a estabilização fiscal seria de fato a aprovação do orçamento 2016 que visa um resultado primário de 0,7% do PIB além de receitas adequadas ao atual momento.

É importante destacar que no fim de agosto o governo enviou ao Congresso Nacional uma proposta para o orçamento de 2016. Entretanto, a estimativa desta proposta previa um déficit fiscal, algo que foi totalmente criticado tanto pelos parlamentares quanto pelos analistas. Na ocasião o país perdeu o chamado grau de investimentos, o selo de bom pagador, por parte da agência de risco Standard & Poors.

Após tal rejeição, o governo anunciou no meio de setembro uma nova proposta. Em tal proposta tivemos um pacote de alta de tributos que também contava com a proposta do retorno da chamada CPMF além de bloqueio de gastos. Tais medidas visam um superávit de R$ 43,8 bilhões, que representa 0,7% do PIB.

É importante destacar que, segundo o Governo Federal, a estabilização fiscal através de alta de tributos e contenção de gastos que devem ser mais visíveis na questão dos investimentos, será a grande oportunidade para a abertura de um caminho que visa à retomada da demanda, bem como a estabilização da moeda e redução dos prêmios de risco. Além disso, o governo também informa que tais medidas trarão bons resultados juntamente com a inflação, no crédito e nos juros.

Por Bruno Henrique

Recuperação da economia


Situação não está nada boa para a economia brasileira neste ano e ano que vem. Previsões de retração aumentam cada vez mais.

A retração da economia tende a continuar piorando, segundo as instituições financeiras. Estima-se que o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, só neste ano, já ultrapassou de 2,85% chegando a 2,97% no 13º reajuste. A previsão para o próximo ano é de 1,20%, antes estimava-se que não passasse de 1%. As pesquisas são feitas toda semana pelo Banco Central (BC).

Na avaliação do mercado financeiro, não há estimativa de melhoras, antes a previsão da queda para este ano da produção industrial era de 6,5%, hoje essa estimativa já chega a 7%, e pode aumentar de acordo com a situação do país. Para o ano que vem, a projeção de retração aumentou de 0,29% para 1%.
Para quem está preocupado com o aumento do dólar, as estimativas não são as melhores. Estima-se que até o final de 2015, o dólar não ultrapasse dos R$ 4. Mas para 2016, o dólar pode dar uma disparada e chegar ao final do ano com uma cotação de R$ 4,15.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu pela quarta vez, só este ano, passando de 9,3% para 9,7%. A estimativa para 2016 também é de aumento, passando de 5,64% para 6,05%.
A inflação está acima do esperado, só este ano a inflação ultrapassou o centro da meta de 4,5% e também o teto da meta de 6,5%. Para 2016, não há estimativa de melhoras, mas para, pelo menos, levar a inflação ao centro da meta no ano que vem, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou   a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas só este ano. Mas, em reunião em setembro deste ano, o Copom resolveu deixar a taxa estabilizada em 14,25% ao ano. A taxa Selic é usada também como referência para as demais taxas de juros da economia.

De acordo com as pesquisas, este ano a economia  estará em retração, podendo começar a crescer a partir do ano que vem.

Por Camilla dos Santos Batista

Economia


Economistas preveem que no encerramento do ano o IPCA registrará 9,53%.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, conhecido também como IPCA, é o meio oficial de medir a inflação. Este índice é avaliado por meio de uma consulta feita às famílias que tenham remuneração de um a quarenta salários mínimos.

O recolhimento de informações até dezembro de 2013 era realizado nas Regiões Metropolitanas de Salvador, Fortaleza, Recife, Belém, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Brasília. A partir do mês de janeiro de 2015, a comarca de Campo Grande e a Região Metropolitana de Vitória também foram incluídas no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chamado de INPC, e também no IPCA.

De acordo com a informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano corrente este índice atingiu o seu apogeu com a taxa mais elevada desde 2003, quando chegou a alcançar 8,05%. Os preços dos produtos, nos meses de janeiro a setembro de 2015, têm alta de 7,64%.

Não é a toa que todos os brasileiros estão sentindo muitas dificuldades na hora de pagarem suas contas. A conta de gás, água, luz, transporte (incluindo passagens aéreas e ônibus), alimentos, bebidas, vestuários, calçados e saúde aumentaram de forma acelerada, afetando assim a economia em geral.

Dentre as cidades citadas, em Brasília houve a inflação mais alta, de 1,25%. Isso foi justificado pelo aumento da conta de luz que foi de aproximadamente 12%. Em contrapartida, o município de Campo Grande registrou uma queda da inflação ou deflação de 0,28%. A explicação para essa baixa é em decorrência do valor da energia elétrica.

A previsão dos economistas é que no encerramento deste ano o IPCA seja de 9,53%. Se isso ocorrer, será o índice máximo desde 2002 em que a porcentagem foi de 12,53%. Há pouco tempo, o Banco Central informou que prevê um IPCA para 2015 de 9,5%.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Economista da BNP Paribas fala sobre as perspectivas econômicas para o Brasil neste final de 2015 e início de 2016.

Os problemas enfrentados pela economia brasileira não são apenas um assunto interno. Olhos internacionais também estão atentos ao que anda ocorrendo por aqui. Recentemente mais uma instituição financeira resolveu se manifestar sobre o assunto. Estamos falando do BNP Paribas, banco francês que por meio de seu economista-chefe aqui na América Latina afirmou que o país deverá apontar uma recessão na faixa de 3,0% ainda em 2015 e na casa dos 2% no ano de 2016. As estimativas foram passadas pelo economista Marcelo Carvalho através de uma teleconferência realizada com jornalistas, onde o tema central eram as perspectivas macroeconômicas do BNP.

Carvalho ainda fez questão de enumerar certos pontos que dão uma gravidade maior a situação. De acordo com ele, temos uma visão de cenário externo complicada quando consideramos a alta dos juros nos Estados Unidos e a desaceleração da economia chinesa. Em segundo lugar, o economista coloca a questão de estarmos pagando por erros cometidos relacionados à política econômica que vieram acontecendo nos últimos anos. Por fim, ainda temos as investigações da Operação Lava-Jato. Esses fatos causam certamente incertezas.

– A Mudança Necessária:

Segundo o economista do BNP, para existir uma mudança nesse cenário é preciso que seja reestabelecida a confiança entre os empresários e os consumidores. Caso isso não seja feito, muito provavelmente a tão sonhada recuperação de forma sustentável do país não acontecerá de maneira eficiente.

– A Inflação:

Carvalho também falou a respeito da inflação, já que uma coisa está intimamente ligada a outra. Segundo ele, o IPCA deverá chegar a taxa de 9,5% ainda em 2015. Porém, em 2016 poderá haver uma desaceleração para até 6,5%. O interessante disso tudo, conforme o economista, é o fato de que mesmo com os esforços que vem sendo feitos pelo ministro da Fazenda, a situação parece não apresentar nenhum tipo de mudança justamente pelo pessimismo que ainda está prevalecendo.

Em outras palavras, para se mudar e voltar a crescer é preciso que exista uma mudança de atitude aliada com uma retomada de confiança.

Por Denisson Soares


Cenário econômico brasileiro fez com que o Governo petista perdesse a credibilidade da população, registrando um índice de 69% de reprovação.

Com início nas eleições do ano de 2011, Dilma Rousseff (PT) assumiu o cargo de presidente da república sucedendo 8 anos de mandato do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula (PT). No início em 2011 eram altas as expectativas acerca do Governo que pela primeira vez era empossado por uma mulher. Fato que entrou para a história como a primeira “presidenta” do Brasil. Cerca de 4 anos depois o cenário já não era mais o mesmo. Dilma concorre ao 2° mandato nas eleições de 2014 e vence Aécio Neves (PSDB) por cerca de 3 milhões a mais de votos, em percentuais cerca de 51% para Dilma e 48% para Aécio, que, sem dúvidas, novamente entra para a história como a disputa presidencial mais acirrada da história.

Este fato se deve ao cenário econômico vivenciado nos últimos anos pelos brasileiros. Com os escândalos de corrupção o Governo petista vem perdendo credibilidade da população que já demonstra um índice de 69% de reprovação contra somente os 10% que aprovam o Governo.

Ultimamente, a Presidente Dilma vem abrindo mão dos pronunciamentos em rede nacional de televisão e rádio utilizando a internet e porta-a-porta (fazer social pessoalmente) como meio de comunicação com os brasileiros.

Com o cenário desfavorável não somente em relações políticas com a população, a presidente vem encarando o fortalecimento cada vez maior da oposição que pressiona um impeachment. Mas especialistas afirmam que se a situação social e econômica do país continuar avançando para um modo negativo, estas medidas tendem a ganhar mais projeção e consequentemente força para que pela primeira vez uma presidente mulher seja deposta por um impeachment.

Existem atualmente nove protocolos de pedidos de impeachment da presidente, isso por que dois protocolos foram arquivados na sexta-feira (2) pelo Presidente da Câmara Eduardo Cunha. Para que o processo realmente seja aceito deverá cumprir com todas as normas, apresentando explicativas plausíveis para tal ação. Com isso, se alguns destes processos forem aceitos deverá passar pela aprovação de 342 deputados e assim a presidente será afastada por 180 dias.

O Governo, no entanto, acredita que com as manobras fiscais, taxas e altos juros, vai conseguir recuperar a confiança econômica e social, mesmo que a longo prazo, minimizando os efeitos da investigação Lava Jato, que investiga o cenário de corrupção da Petrobras.

Por Gabriel Tirado

Bandeira do Brasil


Em agosto foi registrado um aumento de 3,16% na dívida pública federal, ficando em R$ 2,68 trilhões.

Uma notícia nada agradável para a economia do país veio à tona: a dívida pública federal voltou a crescer. Vale ressaltar que a dívida pública federal inclui os endividamentos interno e externo do governo. A mesma registrou aumento de 3,16% no mês de agosto, portanto, passou para R$ 2,68 trilhões. Esses são dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional.

Dentre os principais fatores que levaram ao aumento da dívida, podemos destacar: apropriação de juros sobre o estoque da dívida brasileira; emissão líquida de títulos públicos, dessa forma, o governo acabou adquirindo mais recursos em relação ao pagamento de dívidas já existentes; alta do dólar, haja vista a dívida externa ser contabilizada na moeda norte-americana.

É importante destacar que o mês de agosto registrou a emissão de R$ 66,11 bilhões em papéis da dívida federal, ou seja, o governo pegou emprestado toda essa quantia. Em contrapartida, foram pagos apenas R$ 20,67 bilhões. Portanto, a emissão de papéis da dívida teve grande influência no aumento de 3,16% da dívida pública federal. Sendo assim, tivemos uma emissão líquida de R$ 45,44 bilhões. Outro detalhe interessante está relacionado às despesas com juros, haja vista tais despesas terem totalizado nada menos que R$ 36,89 bilhões.

Como foi destacado nesta matéria, a alta do dólar foi um dos grandes vilões para o aumento da dívida pública federal. O grande impacto do aumento da moeda norte-americana é justamente na dívida externa que subiu R$ 5,5 bilhões, pois a mesma é medida em dólar.

Um detalhe importante é que através da programação para 2015, a Secretaria do Tesouro Nacional destacou que a dívida pública federal chegaria a um patamar máximo de R$ 2,6 trilhões. O anúncio foi feito no início de 2015. Porém, os números mostram que esse patamar já foi batido. Com isso, o órgão apresentou uma revisão do teto e o aumentou para R$ 2,8 trilhões.

O governo se defendeu em relação a grande quantidade de papéis da dívida em agosto de 2015. Segundo o governo, as dificuldades na economia internacional aliadas ao atual cenário econômico brasileiro contribuíram para a tal demanda em relação aos papéis da dívida.

Por Bruno Henrique

Dívida pública federal


Queda econômica deverá ser de 2,8% neste ano e de 1% em 2016, segundo previsões.

Novamente a economia brasileira é o centro das atenções. Claro, até porque isso afeta a todos nós. Mas vamos aos dados que interessam: em 2015 a nossa economia deverá registrar uma queda em torno dos 2,8%. A mesma expectativa de queda para o ano de 2016 é um pouco menor sendo de 1%. Essas informações foram levantadas e divulgadas recentemente pelo Boletim Focus, uma publicação semanal do Banco Central. Para quem desconhece a importância desse documento basta dizer que ele considera ou tem como base para sua elaboração as projeções de instituições financeiras que, por sinal, são as principais indicadoras de como deve se comportar a economia.

– Estimativa de déficit, balanço comercial e investimento estrangeiro:

Esses três pontos do triângulo são importantes para qualquer economia, por isso, não vamos deixá-los de fora. Com relação à estimativa de déficit, o que considera as vendas, compras e transações correntes no Brasil com o resto do planeta o documento aponta um pequena queda sendo que era de  US$ 71 bilhões e agora é de US$ 70 bilhões em 2015.

Para a balança comercial é esperado um superávit de US$ 11 bilhões versus os US$ 10 bilhões que tinham sido previstos há apenas uma semana.

Por fim, a expectativa é de que o investimento estrangeiro no Brasil chegue a US$ 65 bilhões.

E como estamos falando de quedas aqui e ali, o Produto Interno Bruto (PIB) também está na lista. Agora em 2015 foi a 11° queda seguida. Já a retração para o próximo ano foi ajustada novamente. E não uma ou duas vezes, mas pela oitava vez seguida.

A economia vai encolher, ao menos é isso que as projeções avisam para todos. Porém, junto como ela vem algo bem mais alarmante (se bem que não dá para definir qual é pior) que é a certeza de que a inflação será cada vez maior.

Com o oitavo ajuste que citamos os números do IPCA que sobem em 2015 vão continuar subindo em 2016 indo de 5,70% para 5,87%.

Por Denisson Soares

Economia brasileira


Queda prevista pelo Banco Central para os investimentos no Brasil é de 12,1%. Já neste ano de 2015 a previsão é de recuo de 12,3%.

De acordo com as previsões feitas pelo Banco Central, os investimentos no Brasil continuarão em queda para o próximo ano. Segundo o banco, a denominada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) que é acumulada por 12 meses, até o mês de junho do próximo ano, vai ter um recuo de 12,1%. No ano de 2015, a previsão do Banco Central é que a queda dos investimentos fique em torno de 12,3%.

Para a indústria brasileira, o cenário continuará em recessão com queda prevista de 5% em um ano, até o final do segundo semestre do ano de 2016. Este ano, o Banco Central prevê uma redução de 5,6% para o setor industrial.

Outro setor que também está ameaçado pelas quedas é o de serviços, que terá queda de 1,2% no acumulado de 12 meses até o mês de junho. Para este ano, a previsão é de que o índice de recuo fique em 1,6%.

Dentre os setores analisados, o único que manterá o dinamismo para o próximo ano é o agropecuário, que contrariando os outros pesquisados, tem previsão de expansão para o próximo ano de 1,9%, no acumulado de 12 meses, até o final do primeiro semestre do ano de 2016. Mas, mesmo com a previsão de alta o setor tem um resultado pior do que o esperado para este ano, onde os especialistas do BC projetavam uma alta de 2,6%.

É natural que as previsões para o próximo ano na economia brasileira não sejam tão otimistas. Como já estamos quase no final do ano, e as tão esperadas medidas fiscais ainda não foram efetivamente postas em prática, é normal que a previsão seja de uma recuperação lenta.

O governo Dilma apenas precisa se apressar para colocar o pacote de medidas fiscais logo em prática, para evitar que o cenário pessimista e as constantes quedas não se prolonguem também para o segundo semestre de 2016, culminando com possíveis novos rebaixamentos da nota de crédito do país. A esperança é de que as medidas sejam efetivas, e de que o país estabilize e volte a crescer no segundo semestre de 2016, ou no mais tardar, no primeiro semestre de 2017.

Por Patrícia Generoso

Investimentos no Brasil


Segundo previsões da OCDE, a economia brasileira terá uma retração de 2,8% neste ano e 0,7% em 2016.

As previsões de crescimento mundial para o ano de 2015 e 2016 foram reduzidas pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Além de reduzir as perspectivas de crescimento, a OCDE também alertou sobre o retrocesso marcante da economia brasileira e sobre as incertezas da China.

A previsão de queda para o Brasil também foi aumentada pela organização. Se no mês de junho a estimativa era que houvesse recuo de 0,8% da economia brasileira para este ano, em agosto a retração foi ainda maior, passando para 2,8%. A previsão para o ano de 2016 passou de uma alta de 1,1% para uma queda de 0,7%.

Já as previsões para a China são mais otimistas. Segundo a organização, o país crescerá 6,7% este ano e 6,5% em 2016. A Índia registrará um crescimento de 7,2% este ano e 7,3% em 2016.

A organização, já havia rebaixado as expectativas de crescimento de uma forma global, por causa da fragilidade econômica dos Estados Unidos. A OCDE analisa atualmente 34 diferentes países, em sua maioria com economias avançadas.

A organização voltou novamente a reduzir as expectativas globais, e prevê que o PIB mundial terá um aumento de apenas 3% neste ano e de 3,6% para o próximo. Os números contrariam o relatório anterior, onde a previsão era de 3,1% e 3,8%, respectivamente.

O documento publicado pela OCDE foi emitido na véspera do tão esperado anúncio do Federal Reserve, sobre a taxa de juros. O relatório era aguardado com muita ansiedade pelos mercados por todo o mundo.

Os analistas acreditam que um aumento da taxa pode ter um péssimo impacto sobre a atividade econômica do mundo. O aumento seria o primeiro num período de nove anos de registro.

Ao contrário do que pode parecer, não só o Brasil está passando por períodos de incertezas e de crise econômica. Não chegamos a ter um cenário de crise global instalado, mas a economia fragilizada de alguns países chama atenção, podendo influenciar as relações internacionais, inclusive do Brasil em um futuro próximo.

Por Patrícia Generoso

Economia brasileira


Agência que tirou o grau de investimento do Brasil apontou que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo.

A agência Standard & Poor’s apontou na última quinta-feira (dia 10), que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo. Para eles, a combinação de um bom ambiente político e medidas para que o país possa voltar a crescer são fatores chamados de questões desafiadoras.

Ainda segundo a agência, para que o Brasil saia da atual situação, o ministro da Fazenda Joaquim Levi, deve implementar corretamente as medidas do ajuste fiscal e conseguir reverter o déficit primário registrado para o orçamento de 2016.

A agência diz entender que o Governo está trabalhando para reverter a sua situação econômica, mas acredita que ainda existam riscos causados pela instabilidade do congresso nacional e também pela deterioração econômica do país. Segundo eles, os riscos estão bem revelados, “em cima da mesa”.

Quando foram questionados sobre a possibilidade de uma segunda queda do país, os especialistas afirmaram que uma grande decisão já foi tomada (rebaixar o Brasil para grau especulativo) e que é preciso avaliar as decisões importantes que serão tomadas, para só então avaliar novamente a situação do Brasil. Os especialistas também não deram prazos para uma nova avaliação da nota de risco do Brasil.

A S&P afirmou também que para chegar à decisão final sobre a nota de risco do Brasil, levaram em conta toda a situação econômica do país, não somente a crise no Governo. A agência elogiou a investigação da corrupção atual no Brasil, já que mostra que o Brasil tem uma política institucional forte. Ela acredita que o bom andamento das investigações pode ser um dos caminhos para trazer de novo uma boa avaliação para a nota brasileira.

A agência ainda avaliou positivamente as medidas tomadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levi, e disse que muitas outras opções podem ser implementadas, seja de forma temporária ou estrutural, mas que está avaliando a combinação dessas decisões para repensar a nota dada ao país. Quanto mais cedo as ações forem implementadas, melhor a impressão transmitida para agência, e mais rápido recuperaremos a nota de crédito perdida.

Parece que o futuro da economia brasileira, mais do que nunca, está nas mãos de Levi.

Por Patrícia Generoso

Economia Brasil


Economistas pioraram as estimativas para o crescimento da economia brasileira neste ano. Queda poderá ser de 2,26%.

A crise econômica no Brasil parece não ter fim. Novas estimativas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do País são piores que as anteriores, colocando o País na ladeira da desaceleração. Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar que o PIB do segundo trimestre recuou 1,9%, as projeções econômicas dos analistas pioraram para este ano. Com os dados do IBGE já é possível afirmar que o País está em recessão técnica.   

Segundo o levantamento publicado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), a expectativa dos economistas é que o PIB nacional apresente resultado de -2,26%. Na semana anterior, essa projeção era de -2,06%. Isso mostra que os ajustes realizados pelo Governo, até então, não estão sendo suficientes para manter a economia, no mínimo, estável.   

A inflação é outro fator de peso na economia do País. Pela segunda semana, os especialistas diminuíram a previsão. Agora, é esperado que o índice da inflação fique em torno dos 9,28%. A previsão anterior dos analistas era de 9,29%, praticamente estável. No entanto, a previsão fica muito além do teto fixado pelo Governo.

O objetivo inicial do Governo era manter a inflação em 4,5% ao ano, com uma tolerância de dois pontos percentuais. Sendo assim, a variação é de 2,5% a 6,5%.  

De acordo com os números do IBGE, a prévia do índice inflacionário no mês de agosto desacelerou e ficou em 0,43%. No entanto, em 12 meses o índice atingiu 9,57%.   

A previsão em relação ao dólar e a taxa básica de juros, a Selic, ficou estável. A estimativa é de R$ 3,50 para a moeda americana e 14,25% para a Selic. O Banco Central subiu a taxa Selic em 0,5% na última reunião. Atualmente a taxa é de 14,25%, a maior em nove anos, desde agosto de 2006.   

Semanalmente, o Banco Central publica um relatório, o boletim Focus, que traz as principais apostas dos analistas e economistas para os índices econômicos do Brasil.

Por William Nascimento

PIB em queda


Brasil está em recessão técnica e há esperanças de que no 3º trimestre a retração do PIB seja menor.

Oficialmente em recessão, a economia do País vai ainda enfrentar muitos altos e baixos e se ouve que entre o 3º e 4º trimestre do ano ainda chegue ao fundo do poço. Considerando a situação atual, o País está em "recessão técnica", pois o indicador do PIB (Produto Interno Bruto) registrou números negativos por dois trimestres seguidos – no primeiro trimestre houve uma queda de 0,7% e no segundo a marca de 1,9%. Esse último resultado é o mais alto desde 2009, quando o PIB também atingiu esse número.

Estima-se que no 3º trimestre a retração do PIB deva ser menor, o que não significa uma rápida recuperação, uma vez que a conjuntura do País está representada por aumento no desemprego, falência de empresas, alta no dólar, queda na produção das indústrias e comércio enfraquecido. Mas há ainda outros fatores e enquanto esses não se ajustarem, o País fica desestabilizado financeiramente. Esses fatores são a atual crise política e os ajustes na economia. O grande problema está na identificação real do que depende de quem. Enquanto houver crise política e incertezas nas definições da economia, tudo fica retraído e enquanto está tudo retraído fica difícil da crise política estabilizar.

O povo brasileiro vê todos os dias os meios de comunicação anunciando que o governo está tomando providências para conter a inflação e reequilibrar as contas públicas. Mas esse reequilíbrio, em grande parte, afeta a vida financeira do cidadão e, consequentemente, afetará o comércio – ver como exemplo o não pagamento do abono salarial PIS de parte dos brasileiros, para ajustar as contas públicas.

De acordo com assessores presidenciais, o governo estava preparado para a retração, só não esperava que fosse nessa proporção, tendo inclusive, derrubado a taxa de investimento, o que dificulta ainda mais a recuperação. O passo mais certeiro agora é o governo recuperar a confiança de investidores e empresários, para que cresça novamente o investimento e que a retração do 3º trimestre seja bem menor de verdade.

Por Elia Macedo

PIB


IBC-Br também apresentou queda no 2º trimestre deste ano.

A economia brasileira teve mais uma queda entre abril e junho deste ano, logo após passar todo o primeiro trimestre em baixa. Os números divulgados pelo Banco Central no dia 19 de agosto apontam para um período de recessão técnica, que se caracteriza pelos dois trimestres seguidos com o Produto Interno Bruto em recuo. Até o chamado Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que funciona como uma “prévia” do PIB sofreu uma redução durante o segundo trimestre deste ano, quando comparado com os três meses passados. A variação foi registrada logo após um ajuste sazonal, ou seja, feito de acordo com cada época do ano.

Nos três primeiros meses do ano, a economia já tinha sofrido uma redução de 0,88%, segundo dados registrados pelo IBC-Br, e de 0,2% de acordo com o IBGE. O PIB é a soma de todos os bens e serviços do País e é usado como forma de medir a evolução da economia brasileira. Mas o resultado do PIB só será divulgado oficialmente no dia 28 de agosto. A previsão do mercado brasileiro é de 2% neste ano e 0,15% para o próximo ano. A série histórica do IBGE registrou que a economia brasileira entrou pela última vez oficialmente em recessão no início do ano de 2009, quando o PIB teve uma redução de 2,2% no primeiro trimestre daquele ano, logo após sofrer uma retração de 4,1% nos três últimos meses do ano anterior.

Também contribuíram para a crise financeira no Brasil, a crise internacional, que foi marcada pela quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008.

Tentativa de sair da crise:

Com o sistema de metas de inflação atualmente vigorando no Brasil, o Banco Central precisa ajustar os juros para chegar à meta. Quanto maior a taxa, menos consumo e consequentemente os preços abaixam ou se estabilizam. Para este e o próximo ano, a meta da inflação é de 4,5%, com tolerância de 2% para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA pode chegar a índices entre 2,5% e 6,5% sem descumprir completamente a meta.

Mas para este ano, a previsão ainda é pessimista. Influenciados pelos resultados dos dois primeiros trimestres do ano, tanto o BC, quanto o mercado financeiro acreditam que a inflação ficará acima do teto previsto pela meta, de 6,5%. A previsão do BC é de um IPCA de 9% para o ano e o mercado estima um percentual de 9,32%. A afirmação do Banco Central é de que tem trabalhado para trazer a inflação novamente para dentro da meta no próximo ano.

Por Patrícia Generoso

Recessão técnica


Balança comercial brasileira registra um superávit de US$ 6,703 bilhões no acumulado de 2015. No mês de agosto já há o registro de um superávit de US$ 2,095 bilhões.

Apesar do momento econômico brasileiro, a balança comercial brasileira vem se comportando de forma positiva. No acumulado de 2015 a mesma já registra umsuperávit de US$ 6,703 bilhões, haja vista as vendas externas terem superado as importações. O resultado aqui destacado foi divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Além disso, vale ressaltar que o saldo positivo da balança comercial não é exclusividade do acumulado de 2015. O mês de agosto, por exemplo, já registra superávit de US$ 2,095 bilhões. Apenas na penúltima semana de agosto tivemos um superávit de US$ 699 milhões.

Levando em consideração os números totais, temos que na parcial de 2015 as exportações já somam US$ 123,96 bilhões, sendo que a média diária é de US$ 774,8 milhões. As importações, por sua vez, chegam a US$ 117,26 no acumulado de 2015, o que significa uma média diária de US$ 732,9 milhões.

Um detalhe importante é que o saldo positivo de US$ 2,095 bilhões em agosto foi medido até o dia 23 de agosto. Até esta data as exportações somaram US$ 11,10 bilhões, o que resulta em uma média diária de US$ 740,3 milhões. As importações até a referida data ficaram em US$ 9 bilhões, o que resulta em média diária de US$ 660,6 milhões.

Outro detalhe bastante interessante é que o mercado financeiro espera que 2015 registre melhoras no saldo da balança comercial. Vale ressaltar que essa expectativa é resultado de uma pesquisa do Banco Central juntamente com mais de 100 instituições financeiras. Sendo assim, a previsão do mercado é de que 2015 feche com saldo positivo de US$ 8 bilhões na balança comercial.

O resultado positivo da balança comercial não se restringe a 2015. Para 2016, a expectativa é de um superávit de US$ 16,80 bilhões ante os US$ 15,19 bilhões da expectativa anterior.

Apesar dos US$ 8 bilhões como previsão do mercado financeiro, o Banco Central prevê a balança comercial fechando com superávit de US$ 3 bilhões em 2015. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, 2015 deve fechar com superávit entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões.

Por Bruno Henrique

Balança comercial

Foto: Divulgação


Economia brasileira sofreu um impacto de R$ 142,6 bilhões em prejuízos em 2015 ocasionado pela operação Lava Jato. Isso significa em recuo de 2,5% do PIB brasileiro.

Uma notícia bastante desagradável para a economia brasileira surgiu na segunda semana de agosto: ao todo, os impactos de forma direta e indireta ocasionados pela Operação Lava Jato na economia brasileira podem chegar a R$ 142,6 bilhões em prejuízos no ano de 2015. Portanto, trata-se de um recuo de nada menos que2,5% do PIB brasileiro. Tal dado é referente ao estudo realizado pela GO Associados. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Vale destacar que esse impacto negativo é ainda maior que o previsto em abril de 2015: R$ 87 bilhões. Além disso, o atual valor previsto para o impacto no PIB é uma revisão da previsão anterior que era de R$ 187,2 bilhões. O recuo para R$ 142,6 bilhões é resultado do novo plano de negócios adotado pela Petrobras, onde a estatal brasileira reduziu nada menos que em 37% o volume total de investimentos para o período de 2015 a 2019.

Apesar de a atual previsão apresentar uma baixa em relação aos R$ 187,2 bilhões previstos anteriormente, é importante destacar que o impacto de 2,5% no PIB será bastante negativo para nossa economia. Além disso, também é preciso ressaltar o atual momento político e econômico do país que também não é dos melhores.

A metodologia utilizada para o cálculo base é relativamente simples. A GO Associados buscou estimar os efeitos decorrentes da Operação Lava Jato em relação à redução dos investimentos da Petrobras, bem como do setor de construção de obras públicas. Com isso, as perdas foram contabilizadas nas perdas do valor bruto da produção, nos empregos e salários além dos impostos resultantes dos negócios envolvendo a estatal.

Com isso, a metodologia da GO Associados considerou os efeitos reais quando o assunto é corte de gastos da Petrobras levando em consideração o seu grupo de fornecedores. Outro detalhe importante no cálculo foi a retração dos investimentos das empresas líderes do setor da construção civil e que estão sendo investigadas na Lava Jato. Tal recuo é estimado em 30% segundo a GO Associados.

Portanto, a consultoria da GO Associados chegou a uma estimativa de recuo de R$ 22,4 bilhões quando o assunto é a massa salarial em 2015. Os impactos na arrecadação de impostas devem somar um recuo de R$ 9,4 bilhões. Já quando o assunto são empregos, é esperado que haja uma perda total de 1,9 milhão de empregos.

Por Bruno Henrique

Lava Jato


A estimativa para o fechamento da inflação neste ano está em torno de 9,32%, maior índice já registrado nos últimos 13 anos.

O ano de 2015 ainda não chegou ao fim e vários especialistas do mercado já chegaram à conclusão que estamos passando pela maior inflação em 13 anos.

Com base nas informações de conceituados economistas do mercado financeiro, este ano está marcado com uma inflação em alta, com a estimativa no fechamento em torno de 9,32%. Esses dados foram colhidos no boletim Focus, uma fonte de muito prestígio, responsável pela coleta de dados perante mais de 100 instituições e recentemente divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Esse dado é muito crítico, principalmente pelo fato de ser a 17ª alta consecutiva da estimativa desse tipo de taxa, desde a última alta que ocorreu no ano de 2002, no valor de 12,53%. Na semana passada, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) era previsto para chegar à marca de 9,25%, um valor enorme, perto da variação de 9,3%, que foi a maior ocorrida e registrada em 2003.

Quais foram os fatores que contribuíram para que isso acontecesse na economia brasileira?

O que podemos notar significantemente foi:

  • A alta do dólar;
  • Os preços administrados, como por exemplo, telefonia, energia, combustíveis, água, tarifa de ônibus, etc.;
  • A Inflação de serviços, devido a ganhos reais de salários e seguindo em caráter elevado.

Para 2016 especula-se que a inflação de mercado passe de 5,40% para a marca de 5,43%, um valor bem diferente das expectativas para o próximo ano de 4,5% e com um IPCA oscilando entre 2,5% e 6,5%.

Já no campo do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a soma de todos os bens e serviços feitos dentro do Brasil, independente do tipo de nacionalidade do produtor, é estimada a quarta queda seguida este ano, com um recuo de 1,80%, o pior em 25 anos (em 1.990 ficou na marca de 4,35%) e com isso temos um próximo ano com uma economia estagnada, pois os especialistas chegaram à conclusão que a alta de exatamente 0,20% passou para o próximo ano na marca de queda, ou seja, ficando na posição 0%.

O Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim do mês de maio já apresentou um registro que o primeiro trimestre de 2015 foi marcado com uma queda na economia de 0,2%, por causa dos setores de serviços e da indústria, só não sendo maior por causa da agropecuária.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Nova previsão do Boletim Focus indica o PIB do Brasil será ainda menor em 2015.

A perspectiva de uma melhora na economia brasileira continua cada vez mais distante para a população e para os empresários.  E isso pode ser comprovado após a divulgação do Relatório de Mercado Focus que aponta uma diminuição maior do PIB – Produto Interno Bruto – do País em 2015. Antes, esperava-se que esta diminuição fosse de 1,76%, mas após a divulgação do relatório este percentual de queda subiu para 1,80% para este ano.

Este relatório é divulgado todas as segundas-feiras na parte da manhã pelo BC – Banco Central e comparando com o divulgado no dia 10, observa-se que as projeções anteriores apresentavam uma queda menor na economia brasileira, de 1,50%.

Para 2016, a confiança na recuperação da economia também anda em níveis baixos. Na segunda-feira do dia 3 de agosto, essa perspectiva não passou de 0,20%, sendo o mesmo percentual registrado uma semana antes.

No mês de julho, essa mesma confiança foi de 0,50%, mas mesmo o Banco Central revisando negativamente este percentual de 0,60% para 1,1%, a instituição se mostra confiante na recuperação da economia brasileira.

Já o Relatório Trimestral da Inflação para o mês de junho mostrou um recuo na expectativa para a indústria, onde o PIB apresentou uma queda não de 2,3% como se esperava, mas sim de 3%.

O Banco Central atribui está queda no PIB à reação em cadeia que vem acontecendo em alguns setores da economia, como por exemplo, na indústria de transformação, onde o impacto negativo saltou de 3,4% para 6%, na indústria de fabricação e distribuição de eletricidade, água e gás, com uma redução de menos 5,6% ao todo, ao aumento na utilização de usinas termoelétricas para a produção de energia, a diminuição do consumo de água devido à seca nos principais reservatórios do País, juntamente com o alto valor das tarifas que vem sendo cobrado.

Ainda de acordo com as informações divulgadas no boletim Focus desta segunda-feira, a previsão de queda na produção industrial será de 5%, mantendo-se estável em relação às últimas 3 divulgações do informativo.

Vale ressaltar que em 16 de julho, a agência de classificação de risco Moody’s já havia divulgado um relatório apontando esta mesma retração de 1,8% do PIB brasileiro para o ano de 2015. No relatório a agência assegura ainda que a baixa atividade econômica do país afetaria as empresas até os primeiros seis meses de 2016.

Por André F.C.

PIB brasileiro


A saída de dólares em julho superou a entrada de investimentos em nosso País em US$ 8,4 bilhões, sendo o pior resultado do fluxo cambial em 2015.

O atual cenário econômico ao qual estamos inseridos traz consigo um grande número de consequências negativas que agravam ainda mais esse cenário. Um grande exemplo disso é que pelo terceiro mês consecutivo, o mercado financeiro brasileiro acabou registrando grande saída de dólar de nosso País. O resultado em julho, por exemplo, foi bastante desagradável. A saída de dólares em julho superou a entrada de investimentos em nosso País em US$ 8,4 bilhões.

Esse é um resultado bastante preocupante, pois quando a saída de dinheiro é maior que a entrada de investimentos fica evidente que estamos perdendo recursos e, sobretudo, investimentos. Vale ressaltar que essa quantia de US$ 8,4 bilhões citada é número oficial do Banco Central. Além disso, o BC também destacou que esse grande volume de dinheiro que acaba saindo do país é consequência não apenas do cenário internacional que é turbulento. A entidade afirma que o cenário interno também é um grande vilão, haja vista a crise econômica e política além dos rumos da Operação Lava-Jato.

É importante destacar que os US$ 8,4 bilhões que saíram do país em julho tratam-se do pior resultado do fluxo cambial em 2015. Em contrapartida, o dólar vem registrando grandes aumentos, o que traz um impacto positivo nas exportações, pois os exportadores brasileiros acabam trazendo mais dólares para o país. Com isso, o resultado poderia ter sido ainda pior se não fossem os US$ 4,4 bilhões que entraram em julho.

O grande número registrado pelas entradas das importações ajudou na amenização de um resultado que poderia ser ainda mais desastroso. Julho de 2015 apresentou saldo negativo de US$ 3,9 bilhões no fluxo cambial geral. Tal resultado é 17% abaixo quando comparamos com a saída líquida de junho.

Apesar do resultado negativo em julho, o acumulado do ano do fluxo cambial ainda está positivo em US$ 7,2 bilhões. Vale destacar que este é um resultado bastante superior aos US$ 2,4 bilhões de saldo nos primeiros sete meses de 2014.

Por Bruno Henrique

Dólar


Déficit foi de US$ 6,88 bilhões em fevereiro

O Banco Central anunciou nesta terça-feira (24), que as contas externas brasileiras registraram um déficit de US$ 6,88 bilhões.

De acordo com o Banco Central, ainda com o valor elevado houve uma queda  em relação ao mesmo mês de 2014, quando o déficit em conta corrente somou US$ 7,4 bilhões. O número  também  ficou  abaixo  do resultado de janeiro que foi de US$ 10,6 bilhões negativos.

O resultado das contas externas,  que mostra despesas maiores que a receita, leva em conta a balança comercial (importação e  exportação), serviços (como juros e remessa de  lucros, entre outros), um dos principais  indicadores do setor externo.

Em todo o ano passado, o déficit em transações correntes somou R$ 90,9 bilhões, o maior  valor  desde o início da série histórica, em 1947.

Na proporção do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador considerado mais adequado por economistas, somou 4,17%, sendo a  maior marca em 13 anos.

Com o resultado de fevereiro, as  contas externas  acumuladas nos últimos doze meses ficaram no negativo de US$ 89,9 bilhões, equivalente a 4,22% do PIB.

O Banco Central informou que o ingresso de  investimento no Brasil  somou  US$ 3,96 bilhões em janeiro. Com isso os  investimentos  recuaram em relação ao mesmo mês em 2014 quando somaram US$ 5,11 bilhões.

Para 2015 a previsão do BC é que os  investimentos estrangeiros somem US$ 65 bilhões, não sendo suficientes, outra vez, para  financiar o déficit em conta corrente do próximo ano que está previsto em US$ 83,5 bilhões.

Quando o déficit não é  coberto pelos investimentos estrangeiros, o  país tem de se apoiar em outros  fluxos, como  o  ingresso de  recursos  para aplicações financeiras, ou buscar empréstimos no exterior.

Economistas alertam, entretanto que um cenário de crescimento menor do PIB, de indicadores ruins das  contas públicas e externas  brasileiras, a  atratividade da economia brasileira  também é menor, o que pode  significar um pouco mais de  dificuldade no  financiamento do déficit das contas externas.

O Governo tem lembrado que as reservas internacionais brasileiras, acima de US$ 370 bilhões, conferem tranquilidade na administração das contas externas brasileiras.

Por André Escobar

Contas externas


De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Focus desta semana, a previsão ficou ainda mais negativa para uma série de índices importantes na nossa economia. Em clima de recessão e de muita desconfiança, o relatório trouxe a confirmação de notícias que ninguém queria ouvir. As projeções para a inflação e para o crescimento econômico do nosso país pioraram, nada foi diferente com a taxa de juros, esta também aumentou. Outro indicador que teve uma projeção negativa foi o Produto Interno Bruto, a diferença entre a semana passada é esta é de -0,08%.

Os analistas financeiros mais conceituados no país parecem ter entrado no consenso de que a nossa economia está passando por uma etapa crítica. Os juros estão subindo, o crescimento do país está numa fase de estagnação, a inflação continua imprudente e o PIB sofreu cortes, todos estes indicadores podem ser traduzidos na constatação da desaceleração do crescimento e em dias difíceis para toda a população brasileira.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros, tinha previsão de fechar o ano em 12,75% na semana passada. Nesta semana, o valor aumentou para 13%. Mesmo sem saber o valor que a taxa de juros do Banco Central ainda não tenha sido definida, espera-se que ela não tenha comportamento diferente dos índices apresentados pelo Boletim Focus, já que a taxa básica aumentou nesta semana. Na semana anterior ela fechou em 12,25%.

O PIB tinha registrado uma queda de -0,5% na semana anterior, nesta ele marcou uma queda de 0,08%, ficando em -0,58%.

No que se refere à inflação, na semana passada ela tinha sido registrada em 7,33%, neste período mais atual ela fechou em 7,47%.

Outro dado divulgado pelo Boletim Focus desta semana foi o aumento do Dólar. A moeda americana estava em R$ 2,90, agora ela assumiu o valor R$ 2,91.

Muito se fala sobre os índices do Boletim Focus, no entanto, grande parte da população não tem conhecimento sobre o que é este relatório. O Boletim é realizado e divulgado pelo Banco Central, ele é resultado de um estudo configurado pelo BC para prever de forma bastante transparente os principais indicadores economistas do país. Ele é elaborado pelos principais economistas e analistas financeiros do Brasil. Ao todo, o BC ouve 100 instituições, aproximadamente, e após, o BC descarta os valores extremos e faz a mediana das perspectivas para diversos índices.

Por Melina Menezes

Economia


O Brasil importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O número foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo dados do Ministério, nas segunda e terceira semanas do mês o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior. Por causa do período de Carnaval, a estatística da segunda semana de fevereiro ainda não havia sido divulgada. Com o desempenho nas últimas duas semanas, a balança comercial acumula déficit de US$ 4,953 bilhões.  

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Assim, a balança comercial registra as importações e as exportações de bens e serviços entre países. Em resumo, a balança comercial é a diferença entre as exportações e importações de um país.  

Apesar do resultado ruim, o saldo é 26,7% menor que o resultado negativo de US$ 6,755 bilhões registrados em 2014 até a terceira semana de fevereiro. Isso se deve ao fato das importações estarem caindo mais que as exportações no país. No acumulado do ano, as importações totalizam US$ 27,665 bilhões, com queda de 10,1% pela média diária. Já as exportações somam US$ 22,712 milhões, uma retração de 8,1% também pela média diária.  

A queda no número das exportações afeta todas as categorias de mercadorias. Os produtos básicos acumulam retração de 19,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Soja em grão, minério de ferro e carne bovina e suína tiveram queda nas exportações.

Em relação às vendas de semimanufaturados o recuo foi de 1,3% principalmente por causa do açúcar bruto, ferro e de aço e ferro-liga. As exportações de manufaturas caíram 8,1% tendo destaque neste número os polímeros plásticos, motores e geradores, além das máquinas de terraplanagem.  

No que diz respeito às importações, as maiores reduções nas três primeiras semanas do mês em relação a fevereiro do ano passado ocorrem com produtos farmacêuticos (-24,8%), borracha para obras (-18,4%), veículos automóveis e partes (-16,9%) e instrumentos de ótica e precisão (-16,6%).

Por William Nascimento

Balan?a Comercial


A companhia Telecom, operadora que possui o controle majoritário da brasileira TIM, anunciou que está disposta a investir no Brasil R$ 14 bilhões até o ano de 2017. O pronunciamento ficou por conta do Presidente da Telecom, Marco Patuano, através de uma teleconferência na sexta-feira, 20 de fevereiro.

A empresa desenhou como plano estratégico, o investimento de até 14,5 bilhões de euros entre os anos de 2015 e 2017 a nível mundial. Deste valor total de investimentos, 10 bilhões são reservados à Itália. 

No Brasil, a empresa pretende financiar os seus investimentos por meio dos recursos de torres vendidas e a redução do pagamento dos dividendos aos acionistas da operadora TIM. O valor a ser investido nesta empresa de telefonia brasileira é R$ 2 bilhões superior ao que era previsto em termos de crescimento.

De acordo com o Presidente do Grupo italiano, os investimentos que serão feitos no Brasil serão destinados, principalmente, à banda larga móvel e doméstica (fibra e rede com alta velocidade). A intenção da Telecom é ampliar o raio de alcance da cobertura 4G para que ela possa estar funcionando em 15 mil locais e que a cobertura 3G seja aumentada para 14 mil locais. Esses números estão previstos para serem alcançados até 2017. 

Ainda de acordo com as expectativas da organização em terras brasileiras, é esperado que o lucro da Telecom apresente um crescimento contínuo durante estes três anos até 2017, ano-meta. Já na Itália o lucro deverá ser estabilizado em 2016 e voltará a crescer em 2017. Este lucro esperado pela companhia italiana é o calculado antes do desconto de juros, amortização, impostos e depreciação, chamado de Ebitda.

Durante a teleconferência, o CEO da Telecom, Giuseppe Recchi, informou que a empresa está buscando lidar da melhor forma possível com as leis regulatórias de países como Espanha e Estados Unidos que reprimem investimentos de forma mais dura.

O plano estratégico realizado para os anos de 2015 a 2017 indica que realizando esses investimentos bilionários, em três anos o Grupo economizará 1 bilhão de euros com atividades relativas à eficiência.

Por Melina Menezes

Telecom

Foto: Divulgação


As previsões sobre o Produto Interno Bruto brasileiro divulgadas no Boletim Focus são bem mais animadoras do que as realizadas pelos economistas do Banco HSBC. Em meio a uma economia desacelerada e um cenário internacional de incertezas devido aos escândalos e acontecimentos que têm assolado a política do Brasil, a situação do PIB pode ser bem mais preocupante do que tinha sido previsto pelo Focus.

As especulações sobre a real situação econômica do país são muitas, alguns especialistas acreditam que ela está estagnada e outros acham que ela está passando por uma etapa de restrições e baixas. Esta última opinião é a manifestada pelos economistas do HSBC. Conforme as informações achadas por eles, o desempenho do PIB para este ano deverá ser de -1,2% e não 0,5% como foi divulgado pelo boletim Focus. O boletim tinha estimado um PIB de zero este ano, porém os especialistas do banco encontraram um valor bem menos animador. O outro estudo não considerava os racionamentos que já estão acontecendo no país como o de energia elétrica e água, já neste do Banco eles foram considerados e agregados à conta que fechou em baixa de 1,2%. Ainda de acordo com os economistas do banco privado, este valor pode alcançar um valor bem menor caso o racionamento persistir por mais tempo. Explicam também que o valor de -1,2% foi alcançado calculando o PIB agora, se continuar a situação de escassez, o panorama do PIB poderá chegar ao valor de -2%. Caso este valor se confirme, muitas consequências econômicas ocorrerão, a taxa básica de juros (Selic) subirá dos 12,25% atuais para 13,5%, aumento do IPCA de 70 pontos em um ano e o dólar poderia alcançar um valor superior a R$ 3,00.

A desvalorização do dólar e por consequência a desvalorização do Real são fatores de muita preocupação na indústria tanto pelas questões relacionadas à exportação e à importação, assim como a compra de matérias primas, entre outros aspectos. Não são somente estes resultados que preocupam, há também o risco de crédito que diminui.

Levando em consideração os resultados obtidos pelo HSBC, vê-se que o país está com a economia enfraquecida e sujeito a mudanças sérias ainda neste ano.

Por Melina Menezes

PIB


Na última terça-feira, 10 de fevereiro, foi divulgado o Boletim Regional pelo Banco Central. Nesse documento foi informado que o nível de crescimento da economia do País seguirá abaixo do potencial. Entre os motivos geradores deste comportamento pode ser encontrada a pouca confiança dos empresários e consumidores.

No segundo semestre do ano passado (2014), o nível da atividade da economia do Brasil foi considerado moderado. Já para os próximos trimestres pode ser considerada inferior a capacidade de expansão de atividades domésticas.

Conforme as informações apresentadas pelo documento publicado pelo Banco Central, as únicas regiões do País que conseguiram expansão no último trimestre do ano passado foram a Norte e a Sul. Ainda que a Região Sul tenha conseguido alcançar uma leve expansão por conta das atividades oriundas da indústria e do varejo, ela não deverá continuar crescendo. O crescimento registrado pela Região Norte foi fruto da influência na economia da indústria extrativa do Pará.

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste registraram uma desaceleração. A primeira devido à menor intensidade de atividades no setor agrícola. Já a Região Sudeste registrou uma desaceleração econômica por conta de uma diminuição do dinamismo na indústria de transformação.

De acordo com as informações apresentadas pelo Boletim do Banco Central, é possível afirmar que os resultados conseguidos são extremamente parecidos com os encontrados nas análises realizadas por analistas. Todas as informações convergem a que o ano de 2015 será de estagnação econômica no Brasil.

A Presidente Dilma Rousseff afirmou durante uma reunião em Brasília, realizada na última segunda-feira, 9 de fevereiro, que o Governo está colocando em prática diversos ajustes e que eles apresentarão bons resultados em certo prazo demonstrando que o País ainda tem um amplo potencial de crescimento e que oferece oportunidades para investimentos importantes. Este encontro foi marcado pela presença de empresários e sindicalistas e demais agentes da economia do País.

Por Melina Menezes

Economia brasileira


A economia brasileira está enfrentando bastantes problemas e deve ser uma das principais pautas do governo federal em 2015. Em janeiro de 2015, a balança comercial brasileira já registrou resultados negativos: a mesma obteve um déficit de US$ 3,174 bilhões. Vale ressaltar que os dados foram divulgados oficialmente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o MDIC.

Além disso, também foi informado que as importações brasileiras tiveram média de US$ 803 milhões, uma baixa de 12% se comparado ao mesmo período em 2014. Outro detalhe muito importante é que as exportações também sofreram uma baixa, ao todo 10,4% se comparado a janeiro de 2014. Dessa forma, a média diária de exportações foi de US$ 652,6 milhões em 2015. Esses foram os principais fatores para o déficit de US$ 3,174 bilhões, que se comparado a janeiro de 2014 sofreu uma baixa de 22%, haja vista o déficit de US$ 4 bilhões.

Através da divulgação dos dados aqui citados, o MDIC também informou que a queda no preço do barril do petróleo teve grande impacto na baixa das exportações. É importante destacar que o preço de combustíveis e lubrificantes teve uma baixa de 28,4% quando comparado a janeiro de 2014. Outro setor que também influenciou os resultados negativos da balança comercial foi o segmento de bens de consumo, haja vista a baixa de 14,2%. Já as importações de bens de capital e matérias-primas e intermediário sofreram queda de 8% e 7%, respectivamente.

Apesar dos resultados negativos, os mesmos já eram esperados, pois o mês de janeiro é um dos piores meses para a balança comercial. O mês de janeiro costuma apresentar resultados negativos, pois desde 2009, com exceção para 2010, o Brasil vem apresentando resultados negativos em sua balança comercial neste mês.

O secretário do MDIC, Daniel Godinho, enfatizou que essa característica negativa do mês de janeiro se deve ao fato de que esta é uma época de baixa atividade econômica e férias coletivas.

Por Bruno Henrique

Balan?a comercial


A Petrobras é uma empresa estatal, cujo maior controle acionário é representado pelo Governo do Brasil. E no contexto corrupto que está envolvido, a empresa  está passando por uma grande desorganização financeira. Um escândalo que passa diariamente nas manchetes de vários jornais, que infelizmente coloca o país como vencedor no escândalo de corrupções, perdendo somente para países como o Chile, Uruguai, Ruanda e Botsuana. Este agravante também passa uma imagem negativa para a economia, e ainda provoca muitos prejuízos para o país.

Esse conflito administrativo dentro da Petrobras está gerando muitas consequências como a queda das ações na bolsa de valores, sendo que antes era a preferida pelos investidores. Atualmente, o preço das ações está em torno R$ 12,26 +0,03 (+0,25%), mas qual será o melhor momento para investir? Com o preço em baixa, o ROE (retorno sobre o patrimônio liquido) não está sendo um atrativo para compradores.

É uma situação muito complicada para os interessados em comprar. Porém, qual é a perspectiva de retorno lucrativo? Para as pessoas que comprarem, será um tipo de investimento a longo prazo,  pois é preciso esperar uma reorganização e aguardar a possibilidade de melhora nas negociações comerciais

A desorganização financeira pela qual passa a Petrobras prejudica a imagem da empresa, diminui as perspectivas de concessão de crédito, como também a queda no mercado cambial. Esse problema está afetando também a produção, impedindo a realização de acordos comerciais e adquirir mais capitais. 

Por outro lado, considerando a importância da empresa no mercado, que pode contribuir para uma vulnerável possibilidade de credito, pois mesmo com a baixa produção, esse quadro pode mudar e surgir um avanço. Acredita-se que até 2018, tenha-se uma boa demanda produzida, que possa aumentar até futuras unidades de produção.

É preciso acreditar que os negócios possam melhorar, pois uma empresa que pode fornecer até 300 mil barris, como também dispõe de grandes  refinarias, Usinas e Gasodutos, um incrível avanço tecnológico e um crescimento sustentável para oferecer um serviço de alta qualidade. E com todo esse perfil tem tudo para superar essa crise.

Enfim, é preciso que o governo prossiga na solução dos problemas e agilize na reorganização financeira da empresa. Pois este compromisso é uma obrigação com a Petrobras, como também com o povo brasileiro.

Por Jaqueline Mendes

Petrobras


A Tese defendida por Fernando Miranda argumentando sobre “O Fim do Brasil”, ressalta que o crescimento econômico do país pode estar comprometido pelo atual modelo de governo. Esse Analista da Empiricus apresenta quais são as perspectivas do atual e do futuro cenário do Brasil.

A análise apresenta um estudo sobre os dez erros que estão acontecendo no Brasil, problemas que estão prejudicando o setor de câmbio, política fiscal austera e metas de inflação. A visão desmotivadora do analista sobre os problemas do país está sendo explicados em três fases.

Tudo inicia relatando o nascimento do Plano Real em 1994, que foi propício para novos investimentos e o processo de sustentação do Tripé Econômico do Brasil através do regime de metas fiscais, câmbio e da inflação. E já em 2009, começa o ritmo de intervenção na economia, desencadeando o aumento dos gastos públicos, provocando o controle de preço, e outros fatores que foram gerados pela consequência da crise de 2008, culminada pela quebra do Lehman Brothers nos EUA.

Esses fatores contribuíram para um plano considerado contrário dos aspectos positivos da moeda, provocando uma desestrutura na economia para o ano de 2015. E relata que para evitar esse quadro, seria necessário restaurar a valorização da moeda, que só poderia concretizar com o aumento da taxa de juros, que então poderia fazer a inflação diminuir.

E nessa perspectiva para o próximo ano, o Brasil não será muito próspero, mesmo vencendo ou não a oposição nas eleições. Poderão surgir possibilidades de novas reformas na economia com o intuito de resgatar a confiança na moeda, e mesmo assim o país passará por um processo de deterioração para depois conseguir novas conquistas positivas.

Atualmente, a posição de Felipe Miranda diante do assunto não é positiva, apresentando também a opinião de que o PT faz creditar que Brasil pode suportar um pouco da inflação. E na verdade, isso não é bom, pois prejudica, principalmente, a classe mais baixa, como também gera maiores problemas de desemprego.  

Por Jaqueline Mendes

Fonte: Infomoney

 

Economia no Brasil

Foto: Divulgação


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), que foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o emprego no setor industrial recuou bem no Brasil e no Paraná.

As maiores contribuições para a diminuição nos empregos regionais do país foram as máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos (-38,0%), metalurgia (-11,1%), coque, refino, petróleo e álcool (-8,4%), vestuário (7,1%), entre outros. Além disso, tirando o índice de inflação, o valor da folha real de pagamento do Paraná teve um avanço de 0,8% em comparação com o mês de maio do ano anterior. Na região, as áreas que mais influenciaram para que o estado conseguisse o desempenho foram: coque, refino de petróleo e óleo, papel e gráfica, metalurgia, meios de transporte e também a participação da indústria têxtil.

No ano de 2014, nos meses de janeiro até maio, o emprego no setor industrial do Paraná teve uma queda de 3,2%. Mas, no Brasil a queda foi de 2,2%. Que teve taxas negativas em 11 dos 14 locais que foram investigados. As maiores perdas foram nos setores de máquinas e aparelhos eletrônicos, vestuário, metal, borracha e plástico, e também metalurgia.

Mas, no acúmulo de doze meses, que foram encerrados em maio deste ano, o estado do Paraná teve uma retração que atingiu 1,7%. Além disso, as únicas variações positivas foram encontradas no estado de Santa Catarina, região norte e também centro-oeste do Brasil.

Mas, por que toda essa incerteza? De acordo com a opinião do economista José Gouveia de Castro do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social, todo esse recuo foi devido às incertezas dos empresários em relação ao futuro da política econômica. Essas dúvidas foram nas áreas de instabilidade como, por exemplo, a aceleração da inflação. Déficit público e também dos desequilíbrios das contas externas. Desta forma, muitos empresários tomam uma postura defensiva e isso acaba interferindo de forma negativa no mercado. 

Por Babi


As taxas de juros subiram logo na primeira metade dos negócios, no dia 11 de fevereiro. Elas encerraram com avanço e estavam distantes das máximas, desacelerando a alta no período vespertino. Ao término da negociação na BM&FBovespa, o contrato de DI, que se vence em abril de 2014, tinha taxa de 10,572%. Tudo isso foi influenciado pelo comportamento do dólar diante do real, que provocou os juros constantes ao longo do dia.

Durante as palavras da presidente Janet Yellen do Federal Reserve, o dólar se aproximou de R$ 2,42, logo após a oscilação entre quedas e altas. Com a tentativa de se igualar ao comportamento de outros países do exterior, a moeda foi se acomodando durante o período da tarde aqui no Brasil. No fim das negociações no BM&FBovespa, o sinal de baixa prevaleceu, como já esperado por muitos investidores e especialistas. A moeda apresentou desvalorização de 0,17% no mercado e cotado a R$ 2,4030, à vista de balcão.

O contrato de DI, ao término da negociação regular, tinha taxa de 10,572%, com 119.559 contratos. No ajuste anterior, ele possuía 10,559%. O DI com   vencimento em 2015, com 231.325 contratos, permanecia em 11,33%, comparado ao ajuste do dia anterior de 11,31%. Para janeiro de 2017, com 176.970 contratos, ele marcava 12,77%, com 12,68% na véspera. Já em 2021, com 8.070 contratos, ele marcava 13,25%, ajustando em 13,17% na véspera.

Segundo o presidente do Fed, em um discurso à Câmara, “ultrapassar o gatilho do desemprego de 6,5% não significa aumento automático dos juros. A taxa de juros ficará perto de zero até bem depois de o desemprego cair abaixo de 6,5%”. É provável que o BC dos EUA corte as compras de bônus em passos comedidos, caso os dados venham como o aguardado. Mesmo com a taxa de desemprego caindo, os juros não deverão permanecer em alta. 

Por Danilo Gonçalves

Economia

Foto: Divulgação


2014 promete ser um ano com a inflação acima do previsto. A meta de 6,5%, estipulada pelo Banco Central, certamente terá seu teto superado. Essa previsão é tida com base em situações como: a aceleração dos preços administrativos (os quais estavam em baixa no ano passado devido a medidas utilizadas pelo governo, mas que não devem permanecer em 2014), a alta de preços em decorrência da Copa e a desvalorização do câmbio provocada possivelmente pelas eleições. Analistas acreditam que esses fatores levem o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) a desandar em 2014.

Na última sexta-feira, 10 de janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação oficial de 2013, que ficou em 5,91%. Embora o governo tenha adotado medidas para conter a inflação, essa porcentagem ficou abaixo do esperado. O governo possuía como meta encerrar o ano com o IPCA abaixo do obtido em 2012, que foi de 5,84%.

Especialistas afirmam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) em 2013 deve ser visto como preocupando para a inflação, pois este ano (2014) improvavelmente a alta de preços será inferior que a registrada em 2013.

Porém, para o ministro da Fazenda em exercício, Dyogo Henrique de Oliveira, o índice de inflação no Brasil em 2013 não é motivo de pânico, ele salienta que a situação está controlada, sem risco algum de um futuro descontrole em relação aos preços no Brasil. Conforme ele, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5%, por isso ele afirma que o índice de 5,91% está dentro da meta.

A mesma pesquisa do IBGE apontou que no mês de dezembro de 2013 o IPCA atingiu 0,92% de alta em relação a novembro, a maior variação desde abril de 2003. Conforme o ministro, isso já era previsto devido ao aumento da gasolina, bem como pelo período de férias e pelas passagens aéreas.

Por Rafaela Fusieger


Um dos grandes problemas econômicos do Brasil neste ano de 2012 foi o baixo crescimento de 2012 do seu Produto Interno Bruto o qual, segundo analistas do setor econômico, não irá passar de 1%.

Tendo em vista esta situação, o Banco Central divulgou a estimativa do PIB para o ano de 2013 com uma mediana de 3,30% ao contrário dos 3,70% esperados no início de dezembro.

Com relação à produção industrial, que apresentou sérios problemas e prejuízos durante o ano de 2012, a autoridade bancária espera um crescimento de 3,50% no setor.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central por meio do seu boletim Focus divulgou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, que a mediana das projeções para o câmbio no ano de 2013 foi modificada de R$2,08 para R$2,09.

Outras estimativas para 2013 divulgadas foram a do déficit em conta corrente de US$63 bilhões e um IED (Investimento Estrangeiro Direto) de US$60 bilhões.

Com relação ao superávit da balança comercial, o seu valor esperado para 2013 é de US$15,22 bilhões enquanto que a projeção para a dívida líquida do setor público para o próximo ano é de 34% do valor global do PIB.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero divulgou recentemente que irá passar por sérios problemas financeiros em virtude da privatização de aeroportos que estavam sob seu controle.

Mas nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, esta situação apresentou uma importante melhoria já que foram publicados no Diário Oficial da União dois decretos da presidente Dilma Rousseff que concede um aumento no capital da empresa.

De acordo com as publicações aproximadamente R$400 milhões se referem à abertura no Orçamento durante o ano de 2012 e os R$30 milhões restantes serão concedidos por meio de créditos vindos diretamente da União.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma movimentação financeira importante aconteceu nesta semana, pois a Lojas Americanas informou nesta segunda-feira – dia 31 de dezembro de 2012 – que o seu conselho de administração aprovou a realização do pagamento de juros sobre seu capital.

Este pagamento complementar será no valor total de R$11 milhões que será descontado dos dividendos mínimos da empresa que devem ser pagos.

Com isso, a ação ordinária terá um valor de R$0,011 e será paga no dia 01 de abril de 2013, sendo que após esta data as ações serão negociadas como ex-dividendos; sendo que este valor a ser pago de juros poderá ter retenção de Imposto de Renda na fonte.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Brasil apresentou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o nome de Roberto Azevedo para a candidatura à diretor-geral da Organização Mundial do Comércio.

Roberto é um diplomata representante permanente do Brasil na OMC com experiência em processos internacionais envolvendo transações comerciais.

Além do Brasil mais nove países apresentaram seus candidatos para o cargo que será eleito pelo Conselho da OMC antes do dia 31 de maio de 2013 por consenso entre todos os presentes.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O governo do estado de São Paulo divulgou nesta semana que irá liberar recursos de precatórios para cerca de 3.508 credores que aguardam valores de até R$20.934,72.

Este dinheiro, que representa um montante total de R$25,3 milhões, consiste em dívidas do governo que depois de processos judiciais se tornaram Obrigações de Pequeno Valor ou Precatórios que são liberados mais rapidamente pelo Estado.

O dinheiro já foi depositado no dia 20 de dezembro de 2012, mas o credor precisa aguardar a finalização do processo na Justiça para realizar a retirada dos valores.

Para verificar se o seu recurso foi liberado basta o credor interessado acessar o site da PGE-SP (Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo) e realizar a consulta.

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, o dólar comercial fechou as cotações do ano sendo vendido por R$2,045.

A moeda norte-americana iniciou o ano com valor de R$1,869 e chegou a R$2,14 no mês de novembro.

Esta oscilação representou uma valorização acumulada de 9,43% no ano e o dólar fechou o ano com uma cotação 0,05% mais alta.

A redução no valor inicial do dólar foi possível graças a diversas medidas tomadas pelo Banco Central para manter esta moeda entre R$2,00 e R$2,10 conseguindo com isso um recuo de sua alta em 4,04%.

Por Ana Camila Neves Morais


Há muito tempo a poupança era vista como um investimento pouco interessante, pois tinha rendimentos pequenos oscilando em 0,5% ao mês.

Mas em 2012, a velha amiga dos brasileiros se tornou uma aplicação atraente já que está com um ganho líquido de 6,48% ao ano.

Ao ser comparada com os fundos DI, a poupança se torna mais interessante ainda já que aquele investimento está cobrando altas taxas de administração que reduzem consideravelmente os rendimentos.

Além da poupança, outras possibilidades interessantes no mercado financeiro atual é a compra de ouro que registrou uma valorização em 2012 de 15,32%.

Por Ana Camila Neves Morais


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


O Tesouro Nacional divulgou nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, mais um dado preocupante para a economia brasileira.

Desta vez o problema vem do fato de o governo central (formado pelo Banco Central, Previdência Social e Tesouro Nacional) ter registrado no mês de novembro pela primeira vez desde o ano de 2010 um déficit primário no valor de R$4,292 bilhões.

De maneira detalhada, o Banco Central teve déficit de R$139,4 bilhões, a Previdência Social apresentou resultado negativo em R$5,381 bilhões e o Tesouro Nacional foi o único com saldo positivo registrando um superávit de R$1,228 bilhões.

A situação apresentada se justifica pelo fato de que durante o período analisado a receita líquida ficou 18% menor (com um total de R$64,633 bilhões) enquanto as despesas mantiveram o mesmo patamar de R$68,9216 bilhões.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo federal divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, uma medida provisória que determinou a abertura de R$42,5 bilhões em créditos extraordinários destinados a empresas estatais federais e aos ministérios.

Este valor representa aproximadamente 1/3 de todo o Orçamento para o ano de 2013 e, segundo a ministra Mirian Belchior, foi liberado para evitar problemas com os investimentos feitos por estes órgãos em decorrência do atraso na votação do Orçamento para o próximo ano.

Ainda segundo Miriam, a expectativa é de que a votação aconteça já no dia 05 de fevereiro, mas se isso não acontecer a medida provisória garante o recurso que tem como grande função manter os investimentos e impulsionar a economia para 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) divulgou nesta semana que diminuiu as suas expectativas para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) para o início do ano de 2013.

Segundo a organização, em janeiro este indicador deve ficar em 0,58% e em fevereiro no valor de 0,47% que são valores , respectivamente, 0,02% e 0,11% mais baixos do que os esperados antes pela Anbima.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério de Defesa divulgou nesta semana que fechou contrato com a Colômbia para a aquisição de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio no valor total de 8 milhões de dólares

O objetivo deste material é a sua utilização em operações policiais nos rios da região amazônica efetuadas pelo Exército e pela Marinha.

As lanchas serão fabricadas pela Cotecmar (Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial) na Colômbia e tem a sua entrega prevista para abril de 2014.

Esta negociação representa um marco importante, pois é a primeira vez que o Brasil realiza negócios deste tipo com a Colômbia e oferece, com isso, sinais para o surgimento de uma indústria de base naval nos países da América do Sul.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Os empréstimos e financiamentos oferecidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são concedidos em grande quantidade para diversos setores do país.

Mas, apesar disso, o banco ainda não atingiu a meta de desembolsos para 2012 no valor de 150 bilhões de reais.

Para alcançar este patamar será preciso que a instituição de fomento financeiro libere no mínimo mais R$28,2 bilhões durante este mês de dezembro já que até o momento o BNDES liberou R$121,8 bilhões.

Nesta reta final do ano, o banco deve liberar recursos para investimentos como o PSI (Programa de Sustentação do Investimento, projetos de infraestrutura e para melhorias em estados e municípios).

Por Ana Camila Neves Morais


As inovações do ramo da tecnologia estão presentes também no mercado de pagamentos e a mais recente notícia neste ramo está chegando ao Brasil.

Estamos falando da carteira digital! Esta novidade está sendo desenvolvida pela empresa PayPal e por outras.

Uma das opções é o Google Wallet no qual basta um celular e a sua senha e o pagamento já é realizado sem a presença física de dinheiro ou cartões.

Para conseguir realizar isso é preciso possuir celular com tecnologia NFC (Near Field Communication), pois o sistema de carteira eletrônica funciona por radiofreqüência.

Para se inserir nessa tecnologia, os interessados devem usar um aplicativo com o armazenamento de dados dos cartões de crédito e utilizam uma senha para realizar as operações financeiras.

Outra possibilidade de uso da carteira digital é a inserção de uma peça no celular que já possui os dados do cartão de crédito do usuário.

Com isso, fica muito difícil a ocorrência de roubos já que é preciso uma grande proximidade entre os aparelhos para que a transação comercial seja efetuada com sucesso.

Esta novidade está apenas começando no Brasil e deve demorar ainda algum tempo para se tornar uma realidade na vida financeira dos brasileiros.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um negócio importante foi realizado no mercado brasileiro, pois a WEG – especializada na produção de motores elétricos – informou que comprou a Paumar que fabrica tintas e vernizes.

Com esta aquisição, a WEG passa a ser proprietária da fábrica da Paumar em Mauá no estado de São Paulo em um terreno de 37,5 mil metros quadrados.

Apesar desta compra, a WEG informou que não terá nenhum tipo de direito com relação aos acionistas da empresa já que o valor da compra não irá interferir nesta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) divulgou nesta última semana que as agências de comunicação devem obter um faturamento de 2,34 bilhões de reais os quais representam um aumento de 17% no faturamento durante o ano de 2012.

Apesar do aumento expressivo, o crescimento do setor ficou abaixo dos 25% esperados no início do ano por fatores como a crise mundial, eleições municipais e outros.

Apesar disso, analistas do setor afirmam que é preciso comemorar este importante aumento nos rendimentos das agências de comunicação em virtude do complexo momento econômico pelo qual o Brasil e o mundo estão passando.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2012, a Gol informou que irá separar o programa de relacionamento Smiles de suas ações e ele passará a ser gerenciado pela Smiles S.A.

Esta empresa foi criada recentemente pela Gol como um negócio separado das atividades básicas de aviação e, além disso, ainda estão sendo feitos estudos para definir a realização ou não de oferta pública inicial de ações da Smiles S.A. entre os meses de abril e maio de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A TIM Participações informou nesta última sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2012, que finalizou o acordo entre acionistas que possuía com a empresa JVCO Participações.

A JVCO era a controladora indireta da antiga Intelig que foi comprada pela TIM em 2009.

No segundo semestre deste ano, as duas empresas começaram uma disputa judicial na qual a JVCO solicitava uma indenização da TIM por supostos abusos de poder de sua controladora que ocasionaram prejuízos à organização brasileira.

Agora, a Tim Participações finaliza a relação entre as empresas justificando que como a JVCO possuía menos de 1,5% de participação na empresa e, por isso, a controladora tem o direito de rescindir de forma unilateral o acordo firmado anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais


A Isolux irá receber um crédito no valores de 100 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Este recurso será usado pela empresa de engenharia da Espanha para criar projetos voltados à energia renovável no Peru e no Brasil.

Com este financiamento será construída uma nova linha de transmissão entre Taubaté e Nova Iguaçu com capacidade de 500 kV e a construção de novas usinas de energia solar nas cidades peruanas de Majes e Repartición com 40 MW de capacidade de energia

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero terá uma difícil questão financeira para administrar no ano de 2013, pois em decorrência da privatização de aeroportos em Guarulhos, Campinas e Brasília a empresa terá uma diminuição em suas receitas no valor de R$700 milhões no próximo ano.

Essa perda poderá significar, ainda, um prejuízo operacional de 120 milhões de reais para a empresa de aviação e pode aumentar já que mais dois aeroportos comandados pela Infraero – Confins e Galeão – também passarão a ser explorados pelo setor privado.

Apesar desta situação, a Infraero está confiante principalmente pela criação de uma subsidiária pelo governo federal – a Infraero Serviços – que terá 49% de participação em todos os aeroportos privatizados além de firmar parceria com operadora internacional do setor.

Deste modo, é esperado que a Infraero volte a ter lucros em cerca de 5 anos com a obtenção de lucros vindos dos aeroportos privatizados.

No entanto, até chegar neste momento a empresa que controla o setor aeroportuário público irá conter gastos e buscar novos recursos como os vindos do Fundo Nacional de Aviação Civil.

Por Ana Camila Neves Morais


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Itaú está realizando ações financeiras em diversos ramos como ferrovia e exploração de óleo e gás para aumentar o seu capital econômico.

E agora o seu rol de investimentos deve aumentar, pois a instituição financeira divulgou que irá investir em 2013 de forma maciça no setor de construção civil o qual deve manter o seu ritmo de crescimento no próximo ano.

Além disso, o Itaú Unibanco pretende ainda aumentar o montante de financiamento imobiliário disponível para seus clientes em decorrência do grande sucesso desta linha de crédito durante este ano que está terminando.

Por Ana Camila Neves Morais


O Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apresentou os dados referentes ao mês de novembro do Índice de Preços ao Consumidor que apresentou um aumento de 0,68%.

Este valor obtido representa uma redução ante o crescimento de 0,80% de outubro alcançado por este mesmo índice econômico.

Ao estratificar este valor, os produtos com maiores altas foram os de vestuário (aumento de 2,22%) e de despesas pessoais (crescimento de 1,64%).

O ramo da economia que teve uma elevação menor no IPC de novembro foram os alimentos com 0,89% a mais do que em outubro mantendo a tendência no mercado de desaceleração neste setor em virtude de problemas causados nas plantações no país e no exterior.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um empreendimento importante será feito no Brasil por meio de recursos vindos do BNDES.

Desta vez, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá fornecer um empréstimo no valor de R$1,2 bilhões para a reforma do Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas.

Com este recurso, a administradora do local irá realizar diversas obras para ampliar e modernizar o aeroporto gerando um aumento duas vezes maior da sua capacidade permitindo o atendimento de até 14 milhões de passageiros.

Para a execução deste projeto estarão envolvidos cerca de 7.000 novos empregos diretos e terceirizados e deverá estar finalizado em maio de 2014 para iniciar o seu uso na Copa do Mundo que acontece neste mesmo ano.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou dados sobre o uso de pagamento eletrônico no Brasil durante o ano de 2011.

Segundo dados da pesquisa realizada, houve uma redução de 5% o uso de pagamento por meio de cheques ao mesmo tempo em que aumentou 14% o uso de cartões – crédito e débito – na realização deste tipo de atividade.

Além disso, a autoridade bancária revelou um aumento de 63% nas transações feitas por meio de canais eletrônicos nos bancos como caixas automáticos e internet.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


No Natal e final de ano é comum a reunião de famílias e amigos com mesas cheias de pratos saborosos.

Mas, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a cesta de Natal em 2012 ficou mais cara para os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa, os alimentos para esta época tiveram um aumento médio de 18,6% em relação ao ano de 2011 como lombo, arroz e bacalhau.

Apesar deste grande aumento outros produtos como azeite e vinho apresentaram um aumento de aproximadamente 3% em seus valores enquanto que o pernil suíno apresentou redução de 1,26% em seus valores comerciais.

De acordo com analistas da FGV estes aumentos ocorreram, principalmente, em alimentos in natura devido às alterações climáticas que dificultaram as colheitas em todo o país.

Por isso, a grande dica para fazer a ceia deste Natal é pesquisar e trocar marcas famosas pelas mais comuns e baratas.

Por Ana Camila Neves Morais


As empresas General Electric e Renova Energia fecharam um acordo milionário neste mês de dezembro.

A transação comercial, no valor de 394 milhões de dólares, foi referente à compra de 230 turbinas eólicas do tipo 1.68-82.5.

Esta negociação integra um plano da empresa Renova Energia para o complexo do Alto Sertão II que irá criar na Bahia cerca de 15 parques eólicos com capacidade instalada de 386 megawatts.

Com o acordo firmado junto à General Electric, a Renova Energia pretende obter a energia adicional que precisa para ativar o completo de Alto Sertão II.

O contrato fechado terá duração de 10 anos e a empresa americana irá operar as turbinas eólicas diretamente de seu centro de controles sem a necessidade de vir ao Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff aprovou neste mês um decreto que faz determinações importantes para as usinas elétricas.

De acordo com a nova lei, estas usinas tem o prazo até dezembro de 2013 para informar os investimentos e melhorias feitos para compensar a redução na tarifa de luz.

Deste modo, esta medida tem validade apenas para as usinas elétricas que aderiram ao plano do governo federal de reduzir o preço da conta de luz.

O motivo deste pedido reside no fato de que o projeto básico destas empresas foi o utilizado pelo governo para determinar o direito de indenização das concessionárias de energia elétrica do país.

Assim, a partir destas informações vindas das usinas elétricas será possível o cálculo de eventuais compensações que sejam necessárias podendo estas ser pagas por tarifas – com reajuste nas contas de luz – ou por indenizações.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa Vale informou neste mês de dezembro que pretende produzir cerca de 36 milhões de toneladas de minério de ferro no próximo ano mantendo, assim, o crescimento da produção e de seu faturamento vivenciado em 2012.

Deste modo, a companhia de mineração irá manter o seu desempenho econômico e continuar em seu avanço na economia durante o ano de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Fundação Getúlio Vargas anunciou recentemente dados referentes ao setor comercial do Brasil.

De acordo com a pesquisa realizada o Icom (Índice de Confiança no Comércio) apresentou uma elevação de 1,4% durante o terceiro trimestre de 2012 que corresponde a um melhor desempenho em comparação ao período anterior que teve queda de 0,7% neste mesmo indicador.

Ao considerar informações mais específicas, no Varejo Ampliado houve o crescimento de 0,5% no Icom em setores como peças, motos e veículos; já no Varejo Restrito a alta registrada foi de 0,4% no terceiro trimestre.

Outro aspecto avaliado pela FGV foi o ISA-COM que verifica a percepção de setores específicos com relação à demanda por produtos e serviços na economia.

Segundo as avaliações, este indicador teve um aumento de 2,4% durante o período analisado com 24,8% das empresas considerando o nível de demanda forte.

Com isso, é possível verificar um início de crescimento do setor comercial no país, mas de forma muito discreta e pequena.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os cartões eletrônicos são cada vez mais utilizados pela população brasileira para a compra dos mais variados tipos de produtos e serviços.Mas o seu uso foi expandido neste ano de 2012.

Isso é o que conta a pesquisa feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) a qual mostra o uso nacional de cartões de débito e crédito em segmentos pouco tradicionais como em farmácias e drogarias (53%), restaurantes e lanchonetes (48%) e em atividades de lazer (34%).

A inovação causada pelo uso do cartão magnético nestas áreas comerciais reside no fato de que elas tradicionalmente usavam como forma de pagamento o dinheiro em espécie e agora estão se rendendo à atração do cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


No mês de dezembro de 2012 foi divulgada uma pesquisa realizada na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba, que avaliou a oferta de alimentos orgânicos nas casas brasileiras.

Este estudo foi baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE entre maio de 2008 e maio de 2009 e abordou 55.970 domicílios em todo o Brasil.

Segundo a pesquisa há uma relação direta e importante entre o aumento da renda familiar e o consumo de alimentos orgânicos.

O uso de alimentos orgânicos está aumentando cada vez mais tanto para garantir uma melhoria na qualidade de vida tanto para auxiliar na preservação do meio ambiente.

O estudo mostrou um maior consumo de produtos orgânicos de origem animal, como laticínios, em detrimento de alternativas mais baratas como frutas, verduras e legumes.

Ao analisar o Valor Energético Total que avalia a presença de macronutrientes energéticos como vitaminas, fibras e carotenóides vindos dos alimentos orgânicos consumidos foi percebido um valor baixo para todas as regiões.

Enquanto isso, a energia média diária obtida por meio destes alimentos tem uma tendência crescente que se eleva à medida que a renda familiar também aumenta.

Sobre o perfil da população que consome alimentos orgânicos ela se constitui, na maioria das vezes, em pessoas acima de 60 anos, em domicílios com poucos moradores e em um aumento na disponibilidade à medida que a renda se eleva.

Diante destas questões, a pesquisa sugere a criação de ações voltadas para fortalecer a agricultura orgânica bem como para realizar mudança de hábitos alimentares na população brasileira.

Por Ana Camila Neves Morais


O ano de 2012 está sendo um dos períodos com grande nível de dívidas dos brasileiros. Apesar desta questão, o número de pessoas que regularizam seus débitos está aumentando.

De acordo com avaliação do instituto Serasa Experian houve um número recorde de brasileiros que procuraram limpar seus nomes com um total de 16 milhões de consumidores que representou um aumento de 16,3% em relação ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, esta melhoria se deve ao bom momento do setor de trabalho no país com baixos índices de desemprego e ganhos salariais acima da inflação que permitem, assim, a negociação e quitação de dívidas em atraso.

Além disso, outras iniciativas permitem a volta da credibilidade dos brasileiros endividados como feirões Limpa Nome e o serviço online da Serasa Experian chamado de Limpa Nome.

Esta facilidade pode ser utilizada desde o mês de outubro de 2012 e cria uma comunicação entre as empresas e consumidores com pendências financeiras possibilitando descontos e negociações para a quitação dos débitos existentes.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional do Comércio divulgou dados importantes sobre a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

De acordo com as análises realizadas, aproximadamente 59% das famílias brasileiras possuem dívidas, sendo este valor 0,2% menor do que o registrado em novembro de 2011.

Apesar desta queda, o montante de famílias com contas atrasadas aumentou para 21% em novembro ficando 0,5% maior do que o valor registrado no mês de outubro.

Outro dado relevante apontado por este estudo indica que dentre as famílias endividadas 6,8% delas não possuem condições financeiras de quitar seus débitos e aquelas que se consideram muito endividadas foi de 12,1%.

As principais ocorrências de débitos dos brasileiros são em cheque especial, empréstimo pessoal, financiamento de veículos, cartão de crédito e carnê de lojas.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma atividade importante poderá ser feita em pouco tempo pela zona de livre comércio do Mercosul, pois o Brasil está avaliando se as exigências nacionais para o setor de petróleo e gás devam ser seguidas por todos os países membros da área.

No Brasil existe, desde o ano de 2003, uma política do setor que aumenta a participação do setor industrial local para o fornecimento de serviços e bens ao país.

O problema desta questão reside no fato de que a indústria brasileira não está conseguindo suprir as demandas do setor e, por isso, a idéia é aproveitar as instalações presentes nos outros países do Mercosul para atender às concessionárias brasileiras no setor de petróleo e gás natural.

Para a sua efetivação esta medida deve ser aprovada pelos outros países que serão envolvidos com a regra da reciprocidade determinando que as indústrias brasileiras também atendam a demandas vindas dos companheiros de Mercosul.

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE informou no início de dezembro de que a inflação do país está sendo contida por ações importantes do estado de São Paulo.

Segundo o instituto a decisão deste estado de não mudar o preço das passagens de ônibus e de reduzir em 1,45% as tarifas de energia elétrica está mantendo o indicador inflacionário abaixo do normal.

Apesar destes auxílios houve vilões que geraram o aumento da inflação como o setor de alimentos (arroz ficou 35,06% mais caro e as carnes subiram em 11,73% ao ano) e de bebidas.

Por Ana Camila Neves Morais


A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, informou em entrevista no Palácio do Planalto que o governo federal irá estimar investimentos de até R$5 bilhões para os aeroportos regionais.

Este dinheiro será destinado a aproximadamente 200 aeroportos do país para a melhoria de sua infra-estrutura e melhor estruturação dos serviços para a população que utiliza os mesmos.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Durante o mês de novembro aconteceu, de forma inédita neste ano de 2012, uma inversão no retorno de carteiras de títulos públicos.

Desta vez o IRF-M 1 – referente aos títulos públicos de curta duração – teve rentabilidade de 0,56% enquanto que o IRF-M 1+ – referente aos títulos públicos de longo prazo – teve um retorno de apenas 0,32%.

Esta situação diferente identifica no mês de novembro se deveu a uma menor valorização oferecida pelos títulos de longo prazo em decorrência da perspectiva de juros estáveis nos próximos meses e de incertezas quanto à desvalorização do real.

Mas a alegria durou pouco tempo, pois na análise anual o IRF-M1 teve um retorno de 9,95% e já o IRF-M1+ gerou uma rentabilidade de 15,93%.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma venda milionária foi realizada no ramo bancário e a negociação desta vez foi feita entre o conglomerado tailandês Dhanin Chearavanont e o banco HSBC.

A transação teve um valor final de 9,4 bilhões de dólares para a compra pelo CP Group da participação em 15,6% de uma fatia da seguradora chinesa Ping An Insurance sob o domínio da instituição bancária.

Esta ação consiste em parte da estratégia de mercado do HSBC em vender ativos da empresa que são considerados não essenciais e o grupo tailandês efetivou a compra por meio de empréstimo do Banco de Desenvolvimento da China.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central informou neste mês de dezembro de 2012 que irá realizar uma intervenção na Credialves (Cooperativa de Crédito Rural do Litoral Vale do Itajaí e Norte Catarinense).

Esta atuação da autoridade bancária se deve à indícios de má administração da cooperativa que gerou a ausência de liquidez para honrar com seus compromissos e sem uma solução adequada para os problema vivenciados.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O ramo de carne suína viveu diversas fases durante o ano de 2012, pois no início do ano teve uma série de problemas com os embargos feitos pela Rússia e Argentina além da redução dos preços pelo aumento da oferta deste produto no mercado nacional.

Na segunda parte do ano, o problema foram os custos elevados na criação com a alta de produtos para a alimentação dos animais.

Apesar de todas estas contrariedades, a suinocultura irá encerrar o ano de 2012 bem. Segundo a Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) foram inseridas exportações para Hong Kong e Ucrânia além do aumento do comércio para a China.

Assim, a produção de carne suína no Brasil irá encerrar o ano de 2012 com 3,5 milhões de toneladas e para o ano de 2013 é esperado um aumento no mercado com a inserção do Japão entre os países que compram a carne dos porcos nacionais.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, por meio da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito que as concessões de crédito ao consumidor tiveram uma alta de 4,6% em comparação com outubro chegando a R$80,579 bilhões.

Este montante representa uma média diária de R$4,02 bilhões de créditos liberados.

A maior parte deste total ficou o cheque especial com 33,65% de todo o crédito concedido e em segundo lugar ficou o cartão de crédito com 28,71%.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


A descoberta da morte de animais no Paraná em 2010 pelo agente causador da vaca louca gerou uma rejeição mundial à carne bovina vinda do Brasil.

Por isso, representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária do Brasil foram nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, na OMC (Organização Mundial do Comércio) em Genebra para informar as ações que estão sendo tomadas com relação a esta situação com o objetivo de impedir que novos países embarguem o comércio deste tipo de alimento brasileiro.

Segundo o Ministério da Agricultura, foram tomadas todas as medidas para impedir a proliferação e que os padrões sanitários utilizados no Brasil seguem as práticas mundiais.

Esta reunião demonstra que os embargos tem natureza muito mais comercial visto que a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) após o ocorrido manteve a classificação do país como “insignificante” para a vaca louca.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O ministro da fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira – dia 19 de dezembro de 2012 – afirmou que a volta do IPI aos níveis anteriores será feita de forma gradual durante o ano de 2013.

Com isso, vai ocorrer mais uma prorrogação do IPI para veículos que pode se estender também aos produtos de linha branca.

Além destas medidas, Mantega anunciou que o governo irá promover desonerações em um valor total de 40 bilhões de reais em diversos setores da economia com tendência a aumentar durante o próximo ano.

A partir desta medida haverá uma modificação na cobrança do PIS/Cofins gerando, então, créditos tributários que significação cerca de 9 bilhões a menos na arrecadação de tributos no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo de São Paulo realizou recentemente uma reunião com as concessionárias de energia elétrica do estado.

O motivo da convocação foi para que as empresas tomem providências para garantir a qualidade dos serviços de energia elétrica durante o Verão 2012/2013.

Esta questão foi suscitada depois de mais de 2.000 reclamações no último verão junto ao Procon-SP com relação às empresas de energia elétrica paulistas.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro de 2012, a Agência Moody´s mudou a classificação de risco da dívida da Petrobrás.

Agora a empresa estatal teve seu endividamento transferido de estável para negativo em decorrência do crescimento da dívida da empresa além da incerteza sobre o seu fluxo de caixa e capacidade de cumprir os prazos e volumes de produção do petróleo.

A agência Moody´s não é a primeira a se preocupar com o montante de dívidas da empresa, pois o seu conselho de administração também está apreensivo com esta situação.

Sobre esta questão a relação da dívida da Petrobrás sobre o Ebitda (geração de caixa) está em 2,6 vezes e pode chegar em 2013 a 3 vezes sendo que o valor padrão exigido pelas agências de classificação de risco é de 2,5 vezes.

Com isso, se a Petrobrás perder o seu grau de investimento poderá perder capacidade para negociar de forma atrativa com o crédito externo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, a Petrobrás anunciou que irá reduzir os seus custos em R$32 bilhões até o ano de 2016 que equivalerá a cerca de 19% do total de custos gerenciados pela empresa estatal.

As áreas da empresa que farão parte do programa de custos serão de Gás e Energia, logística da Transpetro, Produção e Abastecimento.

Este anúncio foi feito após a empresa registrar um prejuízo no segundo trimestre de 2012 no valor de 1,34 bilhões de reais que foi a primeira perda de recursos da empresa nos últimos treze anos.

Deste modo, o valor a ser economizado será correspondente à necessidade da Petrobrás de obter novos recursos de 16 bilhões de dólares em um ano ou de 33 bilhões em três anos.

Para garantir o sucesso da redução de custos, a empresa informou que todas as ações deste programa serão monitorados com periodicidade mensal e serão avaliados pelo conselho de administração a cada três meses.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Uma decisão diferente foi tomada pelo poder judiciário no Brasil nesta semana, pois o desembargador Celso Ferreira Filho determinou que a companhia aérea Gol pagasse uma indenização no valor de 5.000 reais para um menino de oito anos.

O motivo da indenização é pelo fato de que a criança perdeu um dia de viagem para o parque temático “Beto Carreiro World” porque o seu vôo que deveria ter durado 3 horas gastou na verdade 24 horas para terminar.

A causa do atraso foi a colisão da aeronave com um pássaro e que foi considerada pelo magistrado como um descumprimento do contrato de transporte da empresa com o passageiro.

Por Ana Camila Neves Morais





CONTINUE NAVEGANDO: