Superávit do fluxo cambial foi de US$ 2,122 bilhões no mês de agosto deste ano.

Que o valor do dólar sofreu sucessivas variações nos últimos meses como não acontecia há anos não é novidade. No entanto, a alta de 6% na moeda no mês agosto, ao contrário do que muitos pensaram, pode não ter nada a ver com o saldo final de entradas e saídas de moeda no país, como mostram dados publicados pelo Banco Central.

Segundo dados referentes ao fluxo cambial, o mês de agosto alcançou o maior superávit para um mês em 18 anos da economia brasileira. Não bastante, ainda foi classificado como o melhor agosto em 4 anos no quesito.    

Porém, nem tudo são flores e tudo indica que essa maré de boa sorte logo pode acabar: dados do início de setembro já mostram que a conta financeira sofreu um declínio, ficando negativa em US$ 255 milhões nos primeiros 4 dias do mês. Assim, os US$ 598 milhões de saldo positivo relativos às operações comerciais realizadas foram decisivos para manter o fluxo geral fora do vermelho, resultando em uma entrada líquida de US$ 343 milhões.

Por outro lado, o já citado superávit de 31 de agosto foi de US$ 1,469 bilhão e teve influência direta sobre o resultado positivo no fluxo cambial que ficou em US$ 1,812 bilhão, o melhor para uma semana desde o fim do mês de abril.

O mês de agosto, portanto, alcançou números extremamente satisfatórios no fluxo, principalmente no que diz respeito ao saldo de dólares que inclui, inclusive, os investimentos em carteira.

Concluindo, houve um superávit final de US$ 2,122 bilhões, o melhor para um agosto desde 1997. No âmbito comercial, o fluxo positivo de US$ 1,989 bilhão foi o mais elevado do mês desde 2011. Tudo isso resultou num valor de US$ 4,111 bilhões de sobra de dólares, também o melhor para agosto desde o ano de 2011.

Por Raquel Maciel

Fluxo cambial


Superávit foi de US$ 976 milhões, sendo que as exportações foram de US$ 4,408 bilhões e as importações, US$ 3,432 bilhões. Análises foram feitas entre os dias 1º e 10 de maio.

O governo brasileiro através do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou oficialmente que a balança comercial do país registrou um superávit de US$ 976 milhões nesta primeira semana do mês de maio, valor que foi mensurado nas análises ocorridas entre os dias 1º e 10 do mês de maio. Neste período foi constatado que as exportações somaram US$ 4,408 bilhões enquanto as importações foram de US$ 3,432 bilhões.

Contudo, apesar dos dados neste início de maio serem animadores, o índice anual da balança comercial brasileira está com acúmulo de um déficit de US$ 4,090 bilhões, valor este que é o resultado das vendas externas, as quais já somam US$ 62,339 bilhões enquanto as importações foram de US$ 66,429 bilhões.

No mês de maio, a média diária das exportações foi de US$ 881,6 bilhões, valor este que representa um decréscimo de 10,8% em comparação com a média diária que foi mensurada no mês de maio do ano de 2014 que foi de US$ 988,2. Conforme explicou o MDIC, estes bons resultados obtidos foram devido ao fato de os produtos básicos terem sofrido uma queda, sendo que os produtos que contribuíram efetivamente para a obtenção destes resultados foram o farelo de soja, minério de ferro, café em grão, soja em grão, carne de frango e bovina.

Vale ressaltar também que foi verificada também uma queda na comercialização de produtos manufaturados de -6,2% de US$ 317,9 milhões para US$ 298,3 milhões, esse decréscimo ocorreu por causa de motores e geradores, aviões, bombas e compressores, óleos e combustíveis, automóveis e autopeças, máquinas e terraplanagem, bem como os óxidos e hidróxidos de alumínio.

Se formos falar das importações, o decréscimo destas foi ainda maior, tendo em vista que na média diária do mês de maio foi verificada uma redução de 28,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, de US$ 686,4 milhões para o valor de US$ 954,3.

Então, o governo brasileiro ficou animado com o superávit da balança comercial nesta primeira semana do mês de maio, fator este que se continuar durante o restante do mês será um ótimo indicativo da melhoria da economia do país. 

Por Adriano Oliveira

Balança Comercial





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