Fiat Chrysler desiste de Fusões e Foca em seu Plano de Negócios



  

Presidente da FCA afirma que empresa não possui mais interesse em realizar fusões e deve focar em seu plano de negócios.

Sergio Marchionne, presidente da Fiat Chrysler, pronunciou-se na último sexta-feira (dia 14), afirmando que a empresa não possui mais interesse na busca por acordos de fusão. Marchionne finalizou seu posicionamento, dizendo que na situação atual, a montadora dará continuidade em seu plano de negócios.

Anteriormente, o presidente havia citado de forma repetitiva, a possibilidade de uma fusão. Uma parceria na indústria automotiva foi cogitada, por muito tempo, a fim de relançar a Fiat Chrysler (FCA), montadora cujo presidente Sergio Marchionne deve abandonar em 2019, depois de ocupar por 15 anos o cargo.

Veja também:  Ranking dos Bancos com Maiores Reclamações no Primeiro Bimestre de 2017

Há 2 anos atrás, Marchionne tentou uma fusão com a renomada General Motors, mas a proposta não foi aceita. Mês passado (março), o executivo declarou que a líder do mercado automotivo no território europeu, a Volkswagen, poderia estar interessada em fazer uma aliança com a FCA, uma vez que a concorrente PSA expandiu seu mercado, adquirindo a Opel. Em uma reunião geral em Amsterdã, o presidente da FCA afirmou que uma fusão entre montadoras era necessárias para o que as grandes demandas de investimento fossem cumpridas, mas negou que a Volkswagen estivesse em negociação com a empresa de sua presidência, declarando que acerca da VW, a resposta para a pergunta sobre a existência de negociações em andamento é negativa. Sem detalhar, Marchionne finalizou sua declaração acrescentando que o estágio da FCA não era para a discussão de qualquer aliança: “o foco principal é a execução de plano”, afirmou, referindo-se ao plano de negócios da Fiat Chrysler.

Veja também:  FGTS pode ser usado como garantia para Empréstimo Consignado




A montadora tem a meta de alcançar o posicionamento líquido de caixa equivalente a 5 bilhões de euro, com prazo até 2018, revertendo assim a dívida líquida no valor de 4,6 bilhões de euros, dado apurado no fim do ano passado (2016). Considerada um desafio, a promessa de reverter esse quadro é, segundo Marchionne, a oportunidade da empresa de estar melhor posicionada futuramente para o fechamento de um acordo.

Carolina B.



Quer deixar um comentário?

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *