Economia brasileira em 2017



  

Previsão do governo para economia brasileira baixou de 1,6% para 1% em 2017 com alta do PIB.

O Ministério da Fazenda anunciou há bem pouco tempo que sua equipe econômica prevê um crescimento rebaixado da economia do Brasil em 2017, de 1,6% foi para 1%. No ano de 2016 o encolhimento da economia só cresceu, a previsão era de 3% e passou para 3,5%.

De acordo com o governo as estimativas da inflação oficial foram revisadas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Essa é a terceira vez que a equipe econômica do governo Temer divulga uma estimativa de crescimento para o ano de 2017.

O projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias (LDO), a projeção foi fixada em 1%, contudo em agosto bem próximo de enviar o Orçamento ao Congresso a equipe econômica mudou de ideia e anunciou o aumento da projeção para 1,6%, sob a alegação que o mercado brasileiro sus avaliações.

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De acordo com Boletim Focus houve uma queda na estimativa de crescimento para 2017, de 1,13% para 1,00 %. O Ministro da Fazendo fez menção a respeito da alta ser de apenas 1% no PIB (Produto Interno Brasileiro) no próximo ano. O que seria de grande negatividade para a arrecadação de 2017, afirmou o ministro.

Impacto no orçamento:

Se a economia crescer menos que a previsão do governo os danos são logo aparecem, pois o governo arrecada bem menos impostos trazendo prejuízos incalculáveis à economia brasileira. A mudança na projeção para o desempenho do PIB deve influenciar os cálculos governamentais para a receita do próximo ano.





O Brasil mostra uma situação bem complicada com seu déficit fiscal ou despesas acima da arrecadação, cada vez mais presentes.

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A proposta do governo Temer para o próximo ano será que os gastos do governo sejam maior que a arrecadação com impostos, num montante de até R$ 139 bilhões. Caso esse valor seja confirmado, será o segundo maior rombo fiscal, levando-se em crescimento de 1,6% o PIB para o próximo ano.

Meta fiscal:

O governo comprometeu-se com a meta fiscal, independente da revisão do PIB e para 2016 essa meta foi um déficit de R$ 170,5 bilhões, contra o déficit do ano de 2017 que é déficit de R$139 bilhões.

Por Ruth Galvão

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