Yahoo estuda Vender Seus Negócios



  

The Wall Street Journal anuncia que Yahoo poderá vencer seus negócios para a Alibaba.

Uma das empresas mais tradicionais e pioneiras no ramo de produção de conteúdo para internet, a gigante Yahoo, está cogitando vender os seus negócios. A notícia da venda do Yahoo foi divulgada por um dos mais importantes jornais do mundo, o jornal americano The Wall Street Journal.

Segundo a notícia, a CEO Marissa Mayer, responsável por administrar os interesses do Yahoo, cogita vender as ações da empresa para um grupo de acionistas chinês, o Alibaba, que segundo fontes, estaria disposto a desembolsar a quantia de 30 bilhões de dólares para ser dono dos direitos da empresa.

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Somente a cogitação de venda do Yahoo foi benéfico a empresa, que teve suas ações valorizadas na bolsa de valores, houve um aumento de 7%, na última terça-feira, dia 1º de dezembro.

De acordo com a notícia, seriam vendidos serviços muito populares e considerados tradicionais do Yahoo, como o serviço de e-mail, os sites voltados a notícias e coberturas de notícias esportivas e de entretenimento, sendo que esses conteúdos se tornam muito atrativos a empresas gigantes de telecomunicação e conglomerados, como por exemplo, o Softbank Group Corp.





Por enquanto, a notícia não foi confirmada pela CEO Marissa Mayer, que não se pronunciou sobre o assunto, mais a notícia é concreta, pois os boatos de venda de ativos da empresa não são de hoje. Segundo informações secundárias, as reuniões dos conselhos administrativos do Yahoo já estão reunidos para decidir o futuro da empresa, sendo que essas reuniões da cúpula administrativa se estenderão até a próxima sexta-feira, dia 04 de dezembro.

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O fato é que a internet se tornou muito dinâmica, milhares de empresas no mundo inteiro surgem divulgando conteúdos de qualidade, e esse bombardeio de novas empresas concorrentes, ainda poderá derrubar outras empresas consideradas gigantes da internet, que se não se precaverem e se adequarem à nova realidade, poderão ter seus negócios caídos por terra.

Por Rodrigo da Silva Monteiro



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