Projeção da inflação para 2015 aumentou



  

Para 2015, a estimativa da inflação subiu, e para 2016, foi reduzida. A previsão para o PIB de 2015 também teve queda, e para 2016, a expectativa é de registrar apenas 1%.

Com as turbulências pelas quais vem passando o mercado financeiro o que não falta são dados levantados pelos analistas. E por falar neles a mais recente novidade é que acabaram reduzindo as projeções que tinham em relação à inflação para 2016. De acordo com as informações divulgadas pelo boletim Focus (Banco Central), isso se deve principalmente por uma taxa de juros que, até agora, espera-se que seja maior do que a que vinha sendo aguardada. Mas ainda em 2015, a estimativa tida para a inflação acabou aumentando. A especulações do Top 5, constituído pelo grupo de analistas que mais acertam as projeções ficam na faixa dos 9% neste ano.

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Voltando ao boletim Focus, temos mais algumas informações importantes. Por exemplo, a mediana com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano deu um leve salto de 8,26% para 8,29%. Os analistas, por sua vez, ainda confiam que haverá uma desaceleração em um período que engloba os próximos doze meses. Isso nos levaria para o mês de abril (mais ou menos) de 2016 quando se espera que a taxa possa chegar a 5,94%.

Para 2016, também há certa expectativa para o IPCA onde as apostas apontam para uma alta de 5,51%. A título de curiosidade as projeções vêm caindo. Neste caso, anteriormente esperava-se 5,60%. É um pouco complexo para afirmar tudo com precisão, mas essa seria a primeira queda na mediana, depois de um período de cinco semanas de estabilidade esperada para 2016.

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O PIB cai novamente:





Pela quarta semana seguida as expectativas dos analistas sobre a atividade econômica no país diminuiu novamente. O Produto Interno Bruto aponta para uma queda de 1,20%. Apenas uma semana antes a estimativa apresentada era de 1,18%.

Para o ano de 2016 não há muito que esperar sobre esse ponto. As apostas continuam apontando um crescimento de somente 1%.

As informações são do boletim Focus, do Banco Central.

Por Denisson Soares

Inflação



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