IBC-Br apresentou queda no 1º trim de 2015



  

Queda do Índice de Atividade Econômica do Banco Central foi de 0,81% no 1º trimestre de 2015. Este índice é a prévia do PIB do Brasil.

Após registrar uma subida de 0,36% em fevereiro, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, IBC-Br, voltou a registrar um recuo e dessa vez a queda foi em relação ao primeiro trimestre de 2015. Vale ressaltar que o IBC-Br é nada menos que a prévia do PIB do Brasil. O mesmo conseguiu registrar uma queda de 1,07% no mês de março. Esse resultado representa nada menos que um recuo de 0,81% quando a comparação é feita com o último trimestre de 2014.

Já quando a comparação é feita com o primeiro trimestre de 2014 o recuo se destaca ainda mais, haja vista a queda de 1,98%. Dessa forma, este é o pior primeiro trimestre da atividade econômica do país desde o ano de 2009. Vale ressaltar que este era o ano de uma das piores crises financeiras do mundo.

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Além disso, é importante ressaltar que o recuo de 0,81% quando a comparação é feita com o primeiro trimestre de 2014 se torna o pior resultado desde 2012, pois neste ano havia sido registrada uma baixa de 1,45%.

Essa baixa já era esperada pelos economistas do mercado financeiro, haja vista os mesmos terem feito a previsão de que o recuo quando comparado com o último trimestre de 2014 estaria entre 0,40% a 1%.





Apesar disso, é importante ressaltar que as estimativas aqui destacadas não levaram em consideração o ajuste do indicador, que é a nova metodologia das Contas Nacionais Trimestrais para o Produto Interno Bruto. A nova metodologia faz parte das atividades do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, bem como do Banco Central.

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Os dados do Banco Central informam que o IBC-Br ficou com 144,48 pontos após a queda em março. Vale ressaltar que este é o menor nível desde novembro de 2012, haja vista os 143,93 pontos na época. Em contrapartida, quando o assunto é a série observada, o indicador conseguiu registrar 149,59 pontos, que é nada menos que a maior desde outubro de 2014.

Por Bruno Henrique

IBC-Br



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