Bovespa fechou em queda em 31 de março



  

Bolsa de Valores registrou queda de 0,04%, aos 51.224 pontos

No último dia de março, a Bovespa teve uma nova queda e, assim, no acumulado do mês o resultado foi que a Bovespa fechou o mês de março no vermelho. A Bovespa ficou com uma variação para menos, em 0,04%, somando 51.224 pontos e a queda foi de 0,8% para o referido mês.

Os bancos privados até que apresentaram um bom avanço, mas a Petrobras continuou incerta e mesmo com uma leve melhora, o que pesou de fato foi a Vale, devido ao minério de ferro ter renovado a US$ 51 dólares a tonelada, que é uma mínima histórica e, assim, o mês de março que já não era bom para a Bovespa acabou fechando em queda.

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O Ibovespa teve uma variação de 0,18% negativa, chegando só a 51.150 pontos, fechando também terça-feira (31) também em queda.

Levando em consideração o primeiro trimestre de 2015, o Ibovespa teve uma alta de 2,29% mas este bom desempenho não ajudou muito quando nos referimos ao mês de março, que apresentou uma queda de 0,84%.





E de acordo com Marcello Paixão, que é um dos sócios na Principia Capital Management, o resultado do Ibovespa para o mês de março só não foi pior graças a uma indicação mais tranquila em relação aos juros do FED – Federal Reserve – que é o Banco Central dos Estados Unidos, porque se não fosse isso, a queda no mês de março teria sido muito mais amarga.

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E para o mês de abril a expectativa não é nada boa, pois infelizmente a Bovespa continua muito vulnerável às commodities e um dos motivos é a desaceleração no crescimento da China. A mudança de perfil neste crescimento por lá, resulta negativamente aqui na Bovespa.

A maior queda do Ibovespa no mês de março foi da ALL, que neste mês de abril deu lugar aos papéis da Rumo, lembrando que continua o processo de união entre elas. Outras empresas que mais contribuíram para a queda foi a Gol, a Vale PNA, Marfrig, Vale ON e a Bradespar. Só a Gol teve uma queda de 4,75% com um prejuízo líquido bem acima do que era esperado e as previsões para o decorrer do ano não são nada boas. Já o recuo da Eletrobras foi de 2,86%.

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Por Russel

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