Títulos públicos indexados à inflação: 53,7% das vendas



  

De acordo com nota oficial divulgada no site BM&FBOVESPA aconteceu venda em torno de 53,7% de títulos públicos indexados à inflação, em dezembro de 2013, maior valor de compras no setor de Tesouro Direto durante o período. O aumento da inflação registrado ao final do ano apontado por analistas e instituições públicas ajudou para que acontecesse crescimento na aquisição dos papéis do gênero.

Importante ressaltar que os papéis NTN-F e LTN, cujos valores possuem preços prefixados no momento em que investidores realizam a aquisição, ficaram na segunda posição entre a maior investida de títulos públicos, com aproximadamente 33% das vendas em geral. Na terceira colocação, com treze por cento das compras no último mês do ano de 2013, ficaram os LTF: “Títulos indexados à taxa Selic”.

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Interessante notar que ao comparar os meses de dezembro entre 2012 e 2013 houve aumento de quinze por cento entre o total de investidores que realizaram cadastro para investir, com total de quase 379 mil e aproximados 4.700 dentro do setor de Tesouro Direto.

Estudos da BM&FBOVESPA indicam que setenta por cento dos investidores do tesouro direto em dezembro de 2013 residem na região Sudeste do Brasil, visto que grande parte é de homens (quase 79%). Público masculino entre 26-35 anos tem valor de quase 34% entre o total de investidores no setor.





A média de operação ficou na casa dos R$ 15.318. Há valor além do que sessenta por cento de investidores que buscaram títulos que valem menos de cinco mil reais, fato que demonstra a preferência dos pequenos compradores buscarem o Tesouro Direto como forma de diversificar os investimentos e ter riscos menores de perda.

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Quase 27% dos valores totais das vendas que aconteceram em dezembro de 2013 se referem aos papéis do Tesouro Direto, com validade de resgate além do que dez anos. Na segunda posição se encontram os títulos que vencem entre cinco a dez anos (aproximados 32%). Em primeiro lugar estão as compras com vencimentos entre um a cinco anos (40,5%).

Por Renato Duarte Plantier

            Fonte: Bmfbovespa.com.br



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