Consumo das classes C e E cresce mais que na A e B



  

O crescimento do Brasil foi puxado, parcialmente, pela casta social mais baixa, principalmente a classe C, que segundo Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, foi a responsável por sustentar o ambiente econômico da nação durante a crise financeira global.

O crescimento tem-se tornado viável devido à melhor distribuição de renda e acesso da população a novos empregos em todas as regiões do país. A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) acredita que de 2010 a 2013, as classes C a E deverão se desenvolver em um ritmo muito maior em relação às classes A e B.





De acordo com o portal Mercado UOL, a expansão do primeiro caso ocorrerá na casa de 7% e 8%, enquanto aos mais ricos, com rendas superiores a R$ 5,1 mil (ou dez salários mínimos), apresentarão elevação de 4%.

Fabio Pina, economista da Fecomercio, pondera que o consumo de arroz e feijão, por exemplo, não deverá ilustrar mudanças no consumo do brasileiro pertencente às classes com ganhos de até R$ 5,1 mil, mas poderá ser sentido, como já o é, em gastos habitacionais a partir do acesso a créditos facilitados.

Por Luiz Felipe T. Erdei



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